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“Hush Hush” vai para o cinema

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Adaptação de livro infanto-juvenil lançado em 2009 ganhou diretora e leitores se dividem na escolha dos atores

Giovanna Orlando, no R7

Um dos livros infanto-juvenis mais vendidos de 2009, Hush Hush vai virar filme. A autora da série de quatro livros postou no Twitter a notícia que o projeto ganhou uma diretora, Kellie Cyrus, que já dirigiu The Vampire Diaries e The Originals.

Depois de uma fase em que boa parte dos best sellers voltados ao público adolescente ganharam adaptações na televisão ou nos cinemas, como Harry Potter, Crepúsculo, Jogos Vorazes e Percy Jackson, os fãs da história do anjo caído Patch e da jovem Nora podem esperar mais informações do longa, que está em desenvolvimento e ainda não tem uma data de estreia e elenco fechado.

Como uma investigação para um jornal da escola levou à demissão da diretora

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Reprodução Twitter

Reprodução Twitter

 

Podia ser o argumento de um filme, mas aconteceu na realidade. O que começou com um simples perfil da nova diretora de um liceu de Pittsburg para o jornal da escola acabou por se transformar numa investigação que levou à demissão da recém contratada

Publicado no Visão

A escola secundária de Pittsburg, Kansas, EUA, contratou, no início de março, Amy Roberstson, para o cargo de diretora, com rasgados elogios à sua “experiência extensa e diversificada”. Menos de um mês depois, no entanto, o liceu anunciava a demissão da recém-contratada, na sequência de uma investigação de um grupo de alunos para o jornal da instituição, o The Booster Redux. Tudo começou quando Maddie Baden, uma das alunas que colabora com o jornal, se propôs escrever um perfil sobre a nova diretora. O que os estudantes não contavam, nem Emily Smith, a professora orientadora, é que o artigo acabasse pôr em causa as credenciais de Amy Roberstson.

Foram as declarações sobre a sua experiência profissional que suscitaram a curiosidade dos estudantes de jornalismo. “Não batia certo”, recorda Emily Smith, ao The New York Times. Depois, a recém-contratada começou a tornar-se cada vez mais evasiva e os jovens perceberam que os seus relatos não coincidiam com a realidade: “Faziam-lhe perguntas diretas, mas ela não respondia diretamente”, acrescenta.

Entre os pontos que levarantaram dúvidas aos estudantes estavam as declarações sobre o seu mestrado e o seu doutoramento obtidos, alegadamente, na Universidade de Corllins, que não disponibiliza nenhum endereço onde se possam consultar as acreditações.

Se até aqui os alunos já suspeitavam da veracidade das suas declarações, outros detalhes acentuaram as dúvidas, como foi o caso do bacharelato em Belas Artes que Roberstson alegava ter tirado na Universidade de Tulsa. Após uma investigação, os estudantes concluíram que a universidade não conferia esse grau académico.

Uma vez publicado, o perfil chamou a atenção dos principais órgãos de comunicação social dos EUA e a diretora acabou por se demitir do cargo que acabara de estrear e pelo qual ia receber quase 87 mil euros por ano.

O superintendente da escola, Destry Brown, elogiou o trabalho dos alunos: “Eu acredito fortemente nos nossos jovens que questionam coisas e não acreditam apenas no que lhes dizem.”

PA: Diretora veta trabalho sobre Pombagira em escola de “princípio cristão”

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Diretora de escola cristã vetou manifestaçõe sobre candomblé (foto)

Diretora de escola cristã vetou manifestações sobre candomblé (foto)

 

Carlos Madeiro, no UOL

A diretora do Centro de Educação Trindade, em Ananideua (na Grande Belém), proibiu estudantes do ensino médio de apresentar uma música em homenagem à Pombagira durante um festival e recebeu críticas de defensores da liberdade religiosa. A escola se intitula formadora de “princípios cristãos.”

A Pombagira é um Exú feminino cultuado em religiões de matriz africana. São entidades mensageiras dos orixás que têm como missão traduzir orientações dos deuses e espíritos superiores. Ela representa também a mulher liberta da submissão e ordem dos homens em uma sociedade machista.

Em uma gravação feita por um celular, na última quarta-feira (23), estudantes aparecem já na sala da diretora, que pede para que eles apresentem a música que seria interpretada no Festival de Cultura da escola.

Ao ser informada de que se trata de uma música chamada “Pombagira Cigana”, ela reage. “Pombagira? Credo!”

Em seguida, um dos alunos do grupo alega que ela precisa entender outras religiões, quando a diretora sobe o tom e veta a apresentação. “Não sou obrigada a entender as outras religiões! A escola tem um princípio cristão, e eu tenho de dizer para vocês que, dentro da minha escola, vai funcionar, vai se realizar, vai se apresentar o que eu achar conveniente. Negócio de pombagira eu não quero não aqui dentro”, alegou em tom áspero.

Um dos alunos pede então respeito à tradição religiosa, quando a diretora bate na mesa e grita: “Eu não quero e acabou.”

O UOL tentou entrar em contato com a direção da escola, mas as ligações aos dois números constantes na página da unidade não foram atendidos.
Críticas e apoio

Em sua página no Facebook, a escola defende que tem como princípios “promover através da educação sócio-interacionista o desenvolvimento harmônico dos educandos, nos aspectos físico, intelectual, social e espiritual, formando cidadãos pensantes e úteis à comunidade, à Pátria e a Deus.”

Na página, após o episódio, internautas se dividiram entre elogios e reclamações à postura da diretora.

“Preconceito e discriminação religiosa são crimes. Aprendam que igreja e escola são duas instituições com objetivos diferentes. E que religião é essa, que ignora e despreza as manifestações de crença diferentes de suas convicções? O que temos de Sagrado nisso?”, questiona um deles.

“Escola é para ensinar valores éticos, não para ensinar discriminação. Triste. Os pais dos alunos podem não ser cidadãos, mas a escola tem que ser, respeitar as leis, ser tolerante”, disse outra internauta.

Uma internauta também deixou sua mensagem, mas de apoio à postura escolar. “É simples: não gosta dos ensinamentos da escola, é só mudar pra uma escola de umbanda, você não é obrigado a permanecer em um local onde não se sente bem”, afirmou.

“Uma escola cristã para quem quer ter ensinamentos do cristianismo! Intolerância, nada! Apenas regras”, defendeu outra.

6 técnicas de estudo poderosas para concursos públicos

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publicado na Exame

No filme “Sem limites”, o personagem Eddie, vivido pelo ator Bradley Cooper, descobre uma pílula misteriosa que lhe permite usar 100% do seu cérebro. Se fosse candidato a um concurso público, seu sucesso estaria garantido.

Infelizmente (ou não), a vida real não traz as mesmas soluções mágicas de Hollywood. Para assimilar e memorizar conteúdos exigidos numa prova, a única saída é estudar – e muito.

Mas quantidade não é tudo. Segundo professores e especialistas em concursos, certas técnicas relativamente simples podem otimizar o tempo e alavancar o rendimento do aluno.

É claro que não existem regras universais: alguns métodos excelentes para uns podem ser péssimos para outros, diz Paulo Estrella, diretor pedagógico da Nova Academia do Concurso.

“Todo candidato tem seu ponto forte, como a facilidade para visualizar ideias ou para retê-las por meio da audição”, explica ele. “O ideal é usar suas vantagens individuais a seu favor na hora de estudar”.

No lugar de esperar uma única receita infalível, diz Estrella, o aluno deve testar vários métodos e incorporar aquele que mais facilite sua vida.

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A título de sugestão, veja a seguir 6 táticas que podem trazer um salto de produtividade para a sua próxima sessão de estudos:

1. Grave sua própria “aula” sobre a matéria
Segundo Renata Xisto, psicóloga especializada em concursos, uma boa forma de reter conteúdo é ler uma parte da sua apostila e, em seguida, gravar sua própria voz explicando o conteúdo. O benefício é triplo: você precisará estudar com muita atenção para preparar sua “aula”, fará um ótimo exercício de síntese e memorização ao dizê-la em voz alta e, de quebra, ficará com um registro auditivo da matéria – que poderá ouvir no trânsito ou em qualquer hora do dia.

2. Resolva (muitos) exercícios
De acordo com Paulo Estrella, diretor da Nova Academia do Concurso, a preparação para um concurso só começa quando o candidato começa a fazer exercícios: todo o resto é mera introdução ao estudo. “A única técnica absolutamente necessária para ser aprovado é resolver exames anteriores da banca organizadora e dos últimos concursos para o cargo”, diz o especialista. Segundo ele, essa é a melhor forma de descobrir quais disciplinas exigirão mais ou menos aprofundamento.

3. Faça associações mentais – quanto mais engraçadas, melhor
Técnica popular em cursinhos pré-vestibular, criar conexões entre palavras e conceitos é uma ótima forma de memorização. A relação entre termos pode vir por semelhança sonora, por exemplo. Uma dica útil é fazer associações bizarras, inusitadas ou engraçadas. Quando uma imagem mental faz “cócegas” em você, fica mais fácil fixá-la, diz Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Segundo Paulo Estrella, da Nova Academia do Concurso, esse e outros métodos mneumônicos são úteis para dominar conteúdos menos interpretativos, tais como listas, procedimentos ou regras que têm uma ordem obrigatória, por exemplo.

4. Elabore fichamentos dos textos
Escrever – de preferência à mão – é uma das melhores formas de guardar uma informação no cérebro. Por isso, embora a leitura de textos teóricos seja importante, também é obrigatório elaborar um resumo do conteúdo com as suas próprias palavras, afirma o professor Nestor Távora, da LFG Concursos. Além de aprofundar o estudo, o fichamento pode ser consultado posteriormente no lugar do livro, trazendo economia de tempo para o concursando.

5. Estude em grupo
Este método não é para todos, mas funciona muito bem em alguns casos. Segundo Grasiela Cabral, diretora do curso Pra Passar-RJ, trata-se de uma solução interessante para candidatos com dificuldades de concentração. “A principal vantagem desse modelo é estimular a discussão sobre os temas estudados”, diz ela. “O debate com outras pessoas melhora o foco e facilita a memorização”, diz ela. Veja aqui outras vantagens e desvantagens de estudar com colegas.

6. Quebre suas sessões de estudo em blocos
Nosso cérebro não consegue se fixar num único objeto por mais do que uma hora, diz a neurociência. Assim, o ideal é fazer intervalos regulares para descansar e mexer o corpo. Também vale intercalar as disciplinas entre si. Além de sobrecarregar menos o seu cérebro, diz Cabral, a divisão da sessão em blocos temáticos fará com que você permaneça mais tempo estudando.

Agredida por pai de aluno, diretora diz que educador não tem reconhecimento

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Publicado na Folha De S.Paulo

V.M.K., 48, diretora de uma creche municipal na região de Ermelino Matarazzo (zona leste de São Paulo), está afastada do trabalho por ter sido agredida por um pai de aluno, na entrada da própria escola. Ela se protegeu com o braço para não levar um tapa no rosto e ficou com hematomas.

Quase um mês depois da agressão, ela afirma que ainda não tem condições emocionais para retornar ao trabalho. No boletim de ocorrência registrado na polícia, o pai disse que foi ele o agredido, depois de uma discussão.

A diretora pediu para que os nomes não fossem revelados, por temer retaliações.

…Depoimento a
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO

No começo deste mês fui perguntar a esse pai por que o filho dele não foi à escola nas férias. A Justiça obrigou todas as creches a abrirem em janeiro se as famílias mostrassem interesse.

Explicamos aos pais que é importante as crianças ficarem um tempo com a família. E que abrir em janeiro significa que os professores terão de tirar férias durante o ano letivo, prejudicando as atividades.

Esse pai disse, lá atrás, que precisava do atendimento ao filho. Ele e mais 29 foram inscritos. Nove apareceram. O dele, não.

Ao ouvir minha pergunta, na entrada da escola, ele se descontrolou. Falou que fazia o que bem entendia, que éramos empregados dele.

Respondi que somos servidores públicos, sim. E, por isso, temos de garantir que as crianças tenham as melhores condições.

Ele levantou a mão em minha direção. Perguntei: “Você vai me bater?” Ele disse: “Se você continuar a me provocar, sim.”

Então, ele veio para dar um tapa na minha cara. Me protegi com o braço, levei a pancada. Em seguida, ele agarrou meu outro braço. Funcionários da escola o afastaram. Fiquei com hematomas.

Era hora da entrada, as crianças ficaram assustadas, choraram. Fomos à delegacia registrar boletim de ocorrência. Levei testemunha. O pai disse que eu o encurralei, que ele era vítima. Tenho 1,59 m, ele deve ter 1,80 m!

A situação fez com que eu pedisse afastamento da escola por um tempo. Em abril, farei nova perícia para verificar se posso voltar. Enquanto isso, a escola sofre. Só eu posso assinar alguns gastos. Como não estou lá, estamos devolvendo dinheiro para a prefeitura, com tanta coisa para fazer na escola –telhas quebradas, lâmpadas queimadas.

O pior é que a agressão que sofri é corriqueira na educação. As famílias não valorizam nosso trabalho, querem saber apenas se a criança tem onde ficar. E nos sentimos desamparados. Quando ocorre um problema desse, a GCM [Guarda Civil Metropolitana] até chega rapidamente, mas eles não estão lá todo dia para evitar o problema.

Tenho duas graduações, uma pós-graduação, 22 anos de magistério. A três anos de me aposentar, posso dizer que me arrependo de ter escolhido o magistério.

Ganho R$ 4.500 líquidos hoje, como diretora de um centro de educação infantil com 150 crianças.

Meu marido tem uma empresa que fabrica peças. Uma delas, que demora duas horas para ficar pronta, vale mais que o meu salário do mês. Trabalho muito, ganho pouco e não tenho reconhecimento.

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