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De “50 Tons de Cinza”: Autora E.L. James deve escrever os próximos roteiros da franquia

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Depois de discordar com a diretora Sam Taylor-Johnson, a escritora parece querer ter mais poder sobre as produções. Eita!

Publicado no PureBreak

A galera não perde tempo, né? Depois da estreia de “Cinquenta Tons de Cinza”, em 12 de fevereiro, e da confirmação das sequências “50 Tons Mais Escuros e “50 Tons de Liberdade”, os boatos sobre a franquia já começaram a rolar! Segundo a Variety, os roteiros dos próximos filmes da história devem ser escritos por E.L. James, autora da trilogia de livros.

Ou seja, provavelmente a roteirista Kelly Marcel e a diretora Sam Taylor-Johnson estão fora do páreo. Pra quem não se lembra, a cineasta e a escritora já tretaram algumas vezes, inclusive sobre o final do primeiro longa-metragem da história. Salve-se quem puder! Para os fãs, o importante mesmo é não perder nenhum detalhe do romance entre Christian Grey e Anastasia Steele.

“Cinquenta Tons de Cinza” tá arrasando nas bilheterias e já é considerado o maior lançamento de fevereiro de todos os tempos. Isso é que é poder! Com Jamie Dornan e Dakota Johnson como os protagonistas, a produção já superou expectativas e ainda promete levar muita gente para as salas de cinema.

Diretora de ’50 Tons de Cinza’ briga com autora dos livros e pode abandonar sequências

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Diretora de ’50 Tons de Cinza’ briga com autora dos livros e pode abandonar sequências

Sam Taylor-Johnson e E.L. James não tem bom relacionamento.

Publicado no Almanaque

A diretora do filme “Cinquenta Tons de Cinza” e a autora dos livros, E.L. James, não têm um bom relacionamento. Assim, a cineasta Sam Taylor-Johnson quer se afastar das sequências cinematográficas da saga erótica.

De acordo com o jornal britânico “The Sun”, as duas se desprezam “e culpam uma a outra pelos problemas do longa-metragem”.

Sam revelou à revista “Variety” que ficou bastante desapontada com a autora, principalmente porque E.L. queria que a adaptação do primeiro livro da série tivesse cenas de sexo mais explícitas.

Garoto elogia diretora de sua escola carente no Facebook e arrecada US$ 1 milhão

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O primeiro depoimento de Vidal à página, que gerou a campanha (Reprodução/Facebbok/humansofnewyork)

O primeiro depoimento de Vidal à página, que gerou a campanha (Reprodução/Facebbok/humansofnewyork)

Publicado no F5

Vidal, um garoto negro e pobre morador do Brooklyn, em Nova York, acabou mudando a vida de seus colegas de escola e da sua diretora.

Estudante da escola pública Mott Hall Bridges, em Brownsville, Vidal contou sua história à página do Facebook “Humans of New York”, que traz a cada dia mini-perfis de personagens interessantes da metrópole norte-americana.

O bairro onde ele vive e estuda tem a maior taxa de criminalidade da cidade de Nova York.

Questionado pelo autor da página sobre quem mais o influenciou na vida, Vidal disse que foi a diretora de sua escola.

“Quando nos metemos em alguma confusão, ela não nos dá suspensão. Ela nos chama à sua sala e explica como somos marginalizados da sociedade. Ela diz que cada vez que alguém falha na escola, uma nova cela de cadeia é construída. Uma vez ela fez todos nós ficarmos em pé, um de cada vez, e disse a cada um de nós que nós somos importantes”, contou o menino.

Tocado pela história, o dono da página do Facebook resolveu criar um “crowdfunding”, uma vaquinha on-line para ajudar a escola de Vidal. A vaquinha já arrecadou mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 2,59 milhões).

O dinheiro será usado para pagar uma viagem para os alunos da Mott Hall Bridges conhecerem Harvard. O restante será usado para pagar a faculdade daqueles que conseguirem ser aceitos para alguma universidade.

Depois do sucesso da campanha, a foto de Vidal foi refeita e acabou angariando ainda mais fundos. A página também decidiu ouvir a diretora da escola, Sra. Lopez. Ela disse que chegou a pensar em desistir das crianças.

“Eu tenho uma coisa para admitir a todos vocês. Antes disso tudo acontecer, eu estava prestes a desistir. Eu estava arrasada. Eu estava prestes a digitar minha carta de demissão. Disse para minha mãe: ‘Mãe, acho que não consigo mais. Eu acho que meus alunos não se importam. Acho que eles não acreditam em si mesmos o suficiente para se importar. Acho que eles não pensam que são bons o suficiente’. Ela me mandou rezar, mas eu disse que estava brava demais para rezar”, contou a diretora.

“Sei que é difícil acreditar, porque vocês nunca me viram arrasada. Mas eu estava arrasada. É igual quando você vê sua mãe arrasada, você a vê chorando porque ela lutou tanto por você e ela acha que você não se importa. É isso que eu sentia. Mas aí, alguns dias depois, eu estava com minha filha em um show da Broadway e antes do início do espetáculo comecei a receber um monte de mensagens de alunos e professores. Vi a cara do Vidal nas mensagens na hora pensei que era coisa ruim, porque geralmente quando a foto de alguém aparece inesperadamente, a gente acha que é coisa ruim. E de repente vi que ele tinha dito uma coisa boa sobre mim. […] Li o que ele disse, li os comentários e lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto. Porque apesar de eu dizer para vocês que vocês são importantes, até aquele momento, eu não me sentia importante”.

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