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Autora acusa Disney de plagiar seu livro para criar o filme Frozen

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 Frozen foi um dos maiores sucessos da Disney de todos os tempos Divulgação

Frozen foi um dos maiores sucessos da Disney de todos os tempos Divulgação

Muneefa Abdullah, do Kuwait, alega em processo que sua obra foi roubada pela Disney

Publicado no R7

Uma autora do Kuwait, chamada Muneefa Abdullah, está acusando a Disney de plagiar um de seus livros no filme Frozen: Uma Aventura Congelante.

Muneefa escreveu em 2007 o livro New Fairy Tales, algo como Novos Contos de Fada, no qual há a história de uma Princesa da Neve. A autora explica no processo algumas das ideias que ela acredita que tenham sido roubadas pela Disney.

Além da protagonista ser uma princesa que manipula o gelo, há também um reino de gelo cercado por montanhas, uma irmã em busca de salvar a tal princesa de gelo, guardas feitos de gelo e a ideia de que o amor fraternal pode combater o mal.

A Disney promoveu Frozen como sendo baseado em A Rainha da Neve, do autor Hans Christian Andersen, história publicada em 1844. A empresa ainda não se pronunciou sobre a acusação.

Frozen: Uma Aventura Congelante rendeu mais de R$ 2 bilhões para a Disney, isso apenas em bilheteria, tirando os produtos licenciados, DVDs e Blu Rays.

Qual o verdadeiro significado dos contos de fadas?

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Qual o verdadeiro significado dos contos de fadas?

, na BBC Brasil

Era uma vez um estúdio de animação chamado Walt Disney Company, que lançou um feitiço que o permitiu assumir o controle do reino dos contos de fadas e se tornar uma corporação de mídia multinacional maior que o pé-de-feijão de João.

Desde então, gerações de crianças de todo o mundo cresceram assistindo a versões animadas de histórias que durante séculos não estavam nem no papel, e muito menos vinham acompanhadas de uma infinidade de brinquedos caros.

Malévola, a mais recente aposta da Disney na caixa registradora das bilheterias, tenta recuperar o lado negro da história da Bela Adormecida. Com um orçamento de mais de US$ 175 milhões, o filme traz Angelina Jolie no papel da fada má cuja perversidade é realçada por chifres, vestidos vampirescos e bochechas pontiagudas. A narrativa é contada sob o ponto de vista dessa sedutora anti-heroína, e descreve como um coração puro se transformou em pedra por causa de uma dura traição.

Os contos de fadas eram lendas contadas verbalmente. Em seu ensaio Breaking the Disney Spell, o professor de literatura Jack Zipes afirma que essas narrativas abordam temas como “iniciação, adoração, informação e doutrinação”. Por isso, se caracterizam por uma simplicidade superficial. São apenas histórias, livres de passagens descritivas e monólogos interiores, e povoadas por personagens que podem parecer unidimensionais. Os bonzinhos são sempre bonzinhos e os malvados, malvados. As imagens que essas fábulas conjuram costumam ser pouco sofisticadas e suas descrições beiram o banal: florestas são densas, princesas são bonitas e por aí vai. Como definiu o escritor Philip Pullman, “não há psicologia em um conto de fadas”.

Bem, diga isso a Freud ou a Jung. As histórias podem até não ter uma psicologia explícita, mas observe mais de perto e verá que seus traços psicológicos são difíceis de serem ignorados.

Pense no uso de sonhos em A Bela Adormecida. E isso é apenas o começo no que se refere a essa fábula, em particular. A princesa virginal, a picada da agulha, a cerca espinhosa que brota em torno da jovem e que floresce para o príncipe: a história está embebida em simbolismo psicológico. Se a roca simboliza a penetração, o sangue derramado sugere a menstruação e a cerca viva é a vagina. Uma vagina com dentes pronta para emascular qualquer príncipe que tentar atravessá-la apressadamente.

Para analistas, 'A Bela Adormecida' traz uma série de simbolismos sexuais

Para analistas, ‘A Bela Adormecida’ traz uma série de simbolismos sexuais

Os contos de fadas mais conhecidos hoje foram recolhidos e recontados em livros por entusiastas como os Irmãos Grimm, E.T.A. Hoffman e Hans Christian Andersen. Ao fazer isso, esses autores codificaram histórias que sempre foram fluidas, passando de uma pessoa a outra, e ganhando ou perdendo detalhes a cada nova narrativa, como em uma brincadeira de telefone sem fio. Mas, uma vez que passaram a ter uma existência escrita, tornaram-se textos que especialistas podiam analisar. E para Freud e Jung, eram tão produtivas quanto a Galinha dos Ovos de Ouro.

Os dois tinham suas teorias sobre por que essas histórias ressoam tão profundamente na psique humana. Para Jung, os personagens são arquétipos, e o motivo pelo qual parecem unidimensionais é porque cada um representa diferentes facetas de nossas personalidades. Para Freud, os contos de fadas têm origem no mesmo lugar que os sonhos, e imagens como florestas e espinhos indicam desejos reprimidos e fantasias não-realizadas. E sendo Freud quem era, tudo tem um fundo sexual.

As ideias de Freud influenciaram fortemente o psicólogo austro-americano Bruno Bettelheim, cujo livro A Psicanálise dos Contos de Fadas se tornou um sucesso no fim dos anos 70. Suas visões continuam populares até hoje, definindo metamorfoses, como a transformação do sapo em príncipe e da menina em pássaro, como uma alusão ao distúrbio da personalidade múltipla, ou ainda as tarefas impossíveis enfrentadas pelos protagonistas como exemplos das relações ambíguas encontradas em famílias problemáticas. Isso sem falar nas figuras paternas dos contos de fadas, geralmente homens fracos, monstruosos ou simplesmente ausentes.
Clássicos recontados

É sempre animador ver essas histórias surradas pelo tempo serem usadas como ponto de partida para novas narrativas, como Malévola.

Michael Cunningham, ganhador do prêmio Pulitzer por As Horas, faz uma referência a Hans Christian Andersen no título de seu mais novo romance, The Ice Queen, que conta a história de um músico batalhador, seu irmão gay e sua namorada terminal. O próximo livro de Cunningham, que deve ser lançado em 2015, reúne histórias curtas que recontam as fábulas mais tradicionais.

“Aqueles que cresceram assistindo às versões da Disney muitas vezes se assustam ao ver tanta morte e violência nos contos originais, e que foram cortadas das animações comerciais. Os contos de fadas são, na realidade, bem obscuros, intensos e estranhos”, diz o escritor.

Se voltar às origens é perturbador, as fontes que as inspiraram deveriam vir com alertas. Charles Perrault é o responsável por boa parte do que conhecemos hoje de A Bela Adormecida, mas sua primeira inspiração foi uma fábula italiana na qual uma jovem virgem cai em um sono tão profundo que não acorda nem ao ser estuprada por um rei que passava pelo local, engravidar e dar à luz gêmeos. Ela só desperta quando um dos bebês acidentalmente suga seus dedos em vez de seu peito. Uma cena forte o suficiente para mandar um leitor desavisado para a terapia.

Escritora peruana acusa Disney de plágio por “Frozen”

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Segundo Isabella Tanikumi, a história da animação “Frozen: Uma Aventura Congelante” seria cópia do seu livro autobiográfico, lançado em 2010

História do filme da Disney teria surgido a partir de livro autobiográfico

História do filme da Disney teria surgido a partir de livro autobiográfico

Publicado em O Tempo

A escritora Isabella Tanikumi entrou na Justiça contra a Disney, acusando-a de plágio. Segundo a peruana, a história da animação “Frozen: Uma Aventura Congelante” seria cópia do seu livro autobiográfico, lançado em 2010. As informações foram publicadas pelo site americano “TMZ”.

O sucesso de bilheteria da Disney não teria surgido a partir do conto “The Snow Queen”, de Hans Christian Andersen, mas, sim, da própria história de vida da autora. Isabella afirmou que os personagens e os enredo da animação são plágio do seu livro “Yearnings of the Heart” (“Os Anseios do Coração”, em tradução livre).

Na obra literária, a escritora revela detalhes da sobrevivência da família a um terremoto em 1970 e conta como foi crescer nas montanhas andinas do Peru. Isabella relata ainda sobre seus conflitos pessoais que teve que enfrentar na época da morte de sua irmã, Laura.

Por outro lado, “Frozen: Uma Aventura Congelante” conta a história de Elsa, que tem poderes especiais ligados ao gelo. No filme, a personagem machuca a irmã caçula, Anna, acidentalmente, por causa da sua capacidade de transformar os objetos em gelo. Por isso, passa por dilemas, tendo que se afastar da família. A animação foi premiada no Oscar desse ano, na categoria de melhor trilha sonora, com a música “Let it go”, e chegou a faturar US$ 1,2 bilhão em todo o mundo.

‘Frozen’ ganhará continuação em série literária

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Publicado no Cinepop

 

A editora Random House está preparando uma série literária baseada em ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘, que continuará a história da animação da Disney. As informações são do Hollywood Reporter.

‘Anna & Elsa #1: All Hail the Queen‘ e sua sequência, ‘Anna & Elsa #2: Memory and Magic‘, foram os primeiros capítulos anunciados da saga, voltada para o público infanto-juvenil.

Escritas por Erica David, que já assinou livros licenciados de ‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘A Lenda de Korra’, as histórias vão contar novos detalhes do universo de ‘Frozen‘ e acompanhar o desenvolvimento da relação entre as irmãs Anna e Elsa após os eventos do filme original.

Os dois primeiros livros da coleção chegam às lojas dos EUA em 6 de janeiro de 2015; mais dois devem sair no decorrer do mesmo ano. A Random House pretende lançar de três a quatro títulos por ano.

‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ arrecadou US$ 1,2 bilhão pelo mundo e se tornou o filme animado mais lucrativo de todos os tempos.

Filme sobre criadora de Mary Poppins estreia nos cinemas

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Tom Hanks vive Walt Disney em filme primoroso que não teve destaque no Oscar. Emma Thompson estrela o longa (foto: Divulgação)

Tom Hanks vive Walt Disney em filme primoroso que não teve destaque no Oscar. Emma Thompson estrela o longa (foto: Divulgação)

Emma Thompson vive Pamela-Lyndon Travers, que demorou 20 anos para vender os direitos do seu livro e seus personagens para Walt Disney (Tom Hanks)

Publicado no Bem Paraná

“Vocês não precisam me pagar nada. Eu aceito”, disse Emma Thompson após ser convidada para o papel da criadora de Mary Poppins no novo filme da Disney, Walt nos Bastidores de Mary Poppins, que estreia hoje. “Eles me pagaram em chocolates e brinquedos”, brincou a atriz britânica de 54 anos. “Foi um dos papéis mais difíceis de interpretar. Eu não conhecia a história de Mary Poppins na verdade”, revelou a atriz, bem humorada, na coletiva de imprensa do filme em Londres

O drama conta a história da batalha de Walt Disney pelos direitos do livro de Pamela-Lyndon Travers. Australiana de gênio indomável, a criadora da personagem Mary Poppins recusou-se a vender os direitos de seus livros por 20 anos. A historia é contada entre imagens da difícil infância de Travers na Austrália e as instáveis negociações com Disney, até a produção do filme, em 1964.

Thompson revela que gostou de viver a inflexível escritora. “Eu deixei aflorar meu lado mais rude, um lado que eu escondo. É um alivio poder ser rude sem ter de se desculpar”, disse ela. “Se eu dissesse por exemplo que eu não gostaria de ir na p** da coletiva de imprensa porque eu estou de saco cheio, você já pensou? Travers era assim. Ela dizia essas coisas. E foi libertador interpretá-la”, revelou a atriz indicada ao Globo de Ouro por sua atuação no filme. Emma Thompson, assim como PL Travers, também criou sua própria Mary Poppins em 2005, quando escreveu o roteiro — e estrelou — o filme Nanny McPhee – A Babá Encantada.

“Meu marido apontou essa semelhança. Certamente há algo de alter ego, de poder criar algo que você gostaria de ser. E eu certamente gostaria de poder ser assim”, afirmou ela. “Mas, sobre Mary Poppins, eu acho que foi uma personagem que saiu da vulnerabilidade de PL Travers. Ela mesmo disse que não inventou Mary Poppins, mas que ela apareceu. Grandes gênios são assim”, disse ela em defesa da autora. Thompson afirmou que entende porque Travers era relutante em entregar os direitos de sua criação a Walt Disney. “Eu sou roteirista. Meus personagens são feitos para sair das páginas para as telas. Eu sou implacável se eles não forem adotados da maneira que eu quero”, disse.

Apesar de ter sido ignorado pelo Oscar (foi indicado somente na categoria de melhor trilha sonora), o longa foi bem recebido pela crítica, principalmente pelo trabalho de Emma Thompson — a atriz ganhou um Oscar por seu roteiro do filme Razão e Sensibilidade, de 1995. Também no elenco estão Colin Farrell, que vive o pai de Travers em flashbacks de sua infância na Austrália

E Tom Hanks encarna o próprio Walt Disney. “Eu cresci com ele. Ele era onipresente em nossas vidas quando eu era criança — assim como o Tio Sam ou o próprio Mickey Mouse”, disse Hanks, de 57 anos. “Porém, para interpretá-lo, eu não sabia por onde começar, a não ser pelas minhas próprias memórias. Claro, há muitos vídeos e áudios disponíveis, mas infelizmente a maioria é do Walt Disney como Walt Disney. É difícil encontrar momentos informais dele. Mas eu tive acesso à alguns deles, graças à sua filha”, afirmou.

O ator revelou que vê semelhanças com Disney. ” Ele começou desenhando na garagem da sua casa com esperança de vender quadrinhos por US$ 5. Eu me identifico com a ideia. Você não sabe onde essas coisas vão te levar. Eu achava que esse trabalho de ator era algo que você fazia voluntariamente. Eu nunca me identifiquei com esse conceito de sonhar quando jovem. Não tinha um plano”, falou.

Walt nos Bastidores de Mary Poppins termina com a imagem de Travers emocionada, chorando enquanto assiste o filme. Apesar da autora não ter aprovado o longa de Walt Disney — ela não queria as cenas de animação —, o filme foi um estrondoso sucesso de bilheteria. Bateu todos os recordes até que Steven Spielberg lançou Tubarão, em 1975.

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