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Lily Collins lança biografia: “Namorar um viciado é extremamente difícil”

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Filha do cantor Phil Collins, a atriz de 28 abriu o jogo em ‘Sem Filtro’; na obra, ela ainda fala de seus distúrbios alimentares e do alcoolismo do pai

Publicado na Revista Quem

Protagonista de filmes como Os Instrumentos Mortais e Espelho, Espelho Meu, na qual viveu ninguém menos que a princesa Branca de Neve, a atriz Lily Collins, de 28 anos, fez sua estreia na literatura.

Aos 28 anos, a filha do cantor Phil Collins está com autobiografia na área, cheia de confissões, reflexões e lições O tema central de Sem Filtro é a autoaceitação, na qual Lily fala das vulnerabilidades sem medo e de passagens difíceis como seus problemas com o distúrbio alimentar e relacionamentos abusivos.

“Namorar um viciado é extremamente difícil. Pode acreditar. Já passei por isso. Alguns caras iam ao banheiro várias vezes durante os encontros, colocando a culpa na bexiga. Outros desapareciam durante dias, perdidos em uma farra de drogas. Havia até aquele ex-namorado cuja negação do problema com o álcool e subseqüentes tentativas de ficar sóbrio destruíram minha confiança e nosso relacionamento de dentro para fora”, escreve ela em trecho da obra.

Lily ainda abre o jogo sobre a dependência química de Phil Collins. “E teve meu pai. Sua batalha contra o alcoolismo e meu medo de que ele não sobrevivesse alteraram para sempre a minha relação com a bebida e me forçaram a ver os padrões destrutivos que eu vinha criando na minha vida amorosa. Isso me obrigou a acordar, assumir as rédeas e fazer uma mudança”, ainda diz ela na autobiografia.

Estudo afirma que leitoras de“Cinquenta Tons de Cinza” podem desenvolver distúrbios alimentares

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O estudo revela também que as leitoras da série são mais propensas a sofrer violência doméstica

Publicado no O Globo

Mulheres jovens que leem os livros da série “Cinquenta Tons de Cinza” são mais propensas a desenvolver distúrbios alimentares e a sofrer violência doméstica. É o que diz um novo estudo realizado pela Universidade Estadual de Michigan.

A pesquisadora Amy Bonomi, professora do Departamento de Desenvolvimento Humano e Estudos da Família da Universidade Estadual de Michigan, e sua equipe entrevistaram 650 mulheres com idades entre 18 e 24 anos. E foi constatado que mais de 75 % das mulheres que já leram o livro são mais propensas a tomar moderadores de apetite e a jejuar num período de 24 horas. 34% das leitoras de “Cinquenta Tons de Cinza” também são mais propensas a ter um parceiro com mania de perseguição. Elas também apresentaram maior tendência ao abuso de álcool.

“A leitura de “Cinquenta Tons de Cinza” pode não somente agravar um quadro de distúrbio alimentar como também deflagrar a doença em uma pessoa saudável” – alerta Amy Bonomi.

Bonomi afirma que a representação da violência doméstica na ficção deve lançar luz sobre o problema. No entanto, o que se vê no livro é uma história que apenas sublinha padrões de comportamento que remetem ao machismo.

Um estudo realizado pelos mesmos pesquisadores em 2013 concluiu que o livro retrata a violência doméstica de maneira irresponsável. E que o padrão de comportamento apresentado pela personagem principal do livro, Anastasia, reflete os sintomas de alguém que já teria sofrido abuso por um parceiro.

Bonomi afirma que as escolas deveriam estar mais preocupadas com a formação de um leitor crítico. Ela destaca a importância de se fornecer subsídios ao jovem que precisa julgar o que está dentro – ou fora dos padrões de normalidade.

“Este livro difunde um padrão de comportamento perigoso. E o pior de tudo é que ele é vendido como um livro romântico, erótico”, disse Bonomi, na época do lançamento do segundo estudo, em 2013.

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