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“Nunca deixei de me divertir”, diz aprovado em 12 faculdades dos EUA

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Jéssica Nascimento, no UOL

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Pedro Farias, 17

Se passar em uma universidade já é gratificante, imagine em 12. Essa “numerosa” conquista foi fruto de muito estudo e esforço do brasiliense Pedro Farias, 17, de Brasília (DF). E ele já escolheu seu destino: Harvard, em Cambridge.

Quem pensa que o estudante deixou o lazer de lado para estudar está enganado. “Sempre achei importante viver de forma balanceada”, acredita. O morador do Distrito Federal conta que não deixava de sair aos finais de semana com amigos, ou de ir para a academia e, ainda, de participar de atividades extracurriculares, como simulações da ONU.

“Sempre fui grande fã da internet. Vejo vários programas de televisão online, às vezes jogo no computador ou videogame. Assim, a rotina não fica repetitiva e mais divertida. Nunca deixei de me divertir”, diz.

A diversão, conta o rapaz, foi um dos motivos para a universidade de Harvard.

“Harvard além de ser uma excelente escolha acadêmica, disponibiliza vários grupos extracurriculares e a cidade de Boston, que fica próxima à universidade, é muito boa e cheia de estudantes. Fiquei muito feliz também com um grupo de brasileiros que me fizeram sentir bem-vindo, logo que fui aceito”, conta Farias.

A anuidade de US$ 66,900 mil também não desanimou o brasiliense de cursar a universidade dos sonhos. Segundo ele, Harvard se compromete a dar qualquer assistência financeira para garantir que custo não seja um obstáculo para estudantes.

Animado, o adolescente conta que o interesse pelo país americano surgiu depois que ele morou com a família em Boston. Após retornar à capital federal, os pais o matricularam na Escola Americana de Brasília. Farias, que começa o curso em agosto, diz que vai cursar ciências da computação pois acredita que a área tem potencial de mudar e melhorar o cotidiano do ser humano.

“Escolhi estudar nos Estados Unidos porque isso possibilita que eu faça dois cursos ao mesmo tempo ou troque de curso no meio da minha graduação, se eu quiser. Quando você entra em uma universidade americana, você passa para a universidade, não um curso específico.”
Dicas

O UOL pediu que Farias desses dicas para estudantes que sonham em estudar nos Estados Unidos. A principal, segundo o jovem, é se comprometer e dedicar-se aos objetivos estabelecidos. “Isso inclui pesquisar todos os requerimentos e prazos, além de se manter focado nos estudos para merecer uma boa nota”, explica.

“É importante ressaltar que as universidades americanas pedem para o aluno enviar todas as notas semestrais do ensino médio, além de recomendações escritas por professores, notas em provas como o SAT ou ACT, redações para cada faculdade, uma lista das atividades extracurriculares em que o aluno participar e, as vezes, ainda mais coisas. Por isso é importante ser organizado também para conseguir completar tudo de maneira eficiente e com boa qualidade”, enumera.

O adolescente, que se formou em maio no ensino médio acredita que o segredo da aprovação seja ser focado nas aulas e fazer todos os deveres de casa. “Nunca fui fã de sentar no meu quarto e ler livros. Eu sempre prestava bastante atenção nas matérias e fazia várias perguntas para os professores, garantindo que eu tinha entendido a matéria.”

Para Farias, noites boas de sono também foram fundamentais para o aprendizado. O jovem conta que dormia nos dias da semana normalmente antes de 23h e acordava para se preparar para a escola às 6:40. “Assim, podia participar bastante no colégio. Não tinha uma hora certa reservada para estudar, mas as tarefas de casa eram cerca de duas ou três horas por noite”, explica.

5 motivos pelos quais você não consegue aprender uma língua

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publicado no Babbel

As noites de Ano Novo nos remetem à alegria, aos espumantes e… claro, às resoluções para o ano que começa. Você se lembra dos planos que fez para este ano? Se a resposta é não, é porque provavelmente algo deu errado.

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Entre os planos mais comumente não realizados está, ao lado de se matricular na academia e parar de fumar, aprender um novo idioma. E, por mais variadas que sejam as razões que nos levam a traçar esse objetivo, a dinâmica é quase sempre a mesma.

Após algumas semanas de empolgação total, a motivação começa lentamente a diminuir. Quando chega o Carnaval, você nem se lembra mais onde está aquele livro de gramática comprado com tanto entusiasmo pouco tempo atrás.

Por que isso acontece? Por que achamos que aprender uma nova língua é algo impossível e tentamos sempre encontrar uma desculpa para desistir? Talvez seja por causa de alguns maus hábitos dos quais é bem difícil se livrar.

Vejamos juntos alguns desses vícios mais frequentes e como é possível corrigí-los.

Devagar e sempre

Quando a aventura de aprender um novo idioma começa, o entusiasmo parece não ter limites. Isso é ótimo para o pontapé inicial, mas não é possível depender para sempre dessa empolgação, pois ela vai diminuindo com o tempo. Passadas as fases da novidade e da empolgação, você não sabe mais onde buscar a vontade de estudar. Portanto, é bastante recomendável que essa energia seja gasta aos poucos. Faça as coisas com calma: distribua o entusiasmo ao longo dos meses e faça do estudo do novo idioma uma atividade regular e cotidiana.

Caso contrário, o que pode acontecer? Na primeira semana, você estuda todos os dias. Já na segunda, pula um porque está cansado. E depois outro. E outro. Até que um dia você olha para a pilha de livros em cima da mesa e o que era puro entusiasmo vira frustração.

Nossa dica: canalize o entusiasmo e faça com que o aprendizado se torne parte do seu dia a dia. Estudar dez minutos por dia durante vários meses trará resultados bem melhores do que uma semana de empolgação desenfreada seguida pela desistência.

As vantagens da memória curta

Não, não ficamos loucos. Mas temos uma mensagem para quem acha que decorar é a chave de tudo, que se gabam da sua memória fotográfica e que recitam listas de vocábulos. Não nos entenda mal, uma boa memória é certamente uma aliada… mas é necessário lembrar de usá-la e treiná-la corretamente.

Decorar frases inteiras pode ajudar em situações específicas e que não fujam do roteiro (por exemplo para retirar as malas no aeroporto), mas não ajudará em nada quando o assunto da conversa sair do capítulo do livro que você havia estudado.

Use a memória do jeito certo e faça com que ela se torne sua cúmplice: aprenda frases e palavras por meio de associações e jogos de palavras que ajudem você a lembrar depois. Quando estiver precisando expressar determinada ideia, se a palavra que você busca não vier à mente, uma semelhante virá.

Desse jeito, você não apenas estará estimulando sinapses no seu cérebro, mas lembrará de tudo por muito mais tempo. Tente e você se surpreenderá!

Nossa dica: a memória é sua melhor aliada se utilizada de modo inteligente.

Ninguém é perfeito

Ninguém é perfeito e nem deveria tentar ser.

Um dos primeiros obstáculos que encontramos na busca da “fluência perfeita” em um idioma é a ambição prematura e inatingível de querer dominar a pronúncia e a gramática sem cometer erros. É claro que isso pode acontecer com tempo e prática, mas não deve ser de maneira alguma uma prioridade para a língua que você quer aprender.

Se gastamos muito tempo com uma regra gramatical particularmente complicada ou se queremos começar a falar apenas quando (e apenas se) estamos totalmente seguros de que não cometeremos erros, é muito provável que o interesse diminua depois de poucos dias ou semanas.

“Se não está perfeito, não começo a falar. E se não começo a falar, não melhoro e não posso mais aspirar a ser perfeito!” O círculo vicioso é bem evidente.

Nosso conselho: faça um esforço para perder o medo de errar. Logo você verá que o mundo não acaba quando você erra. Pelo contrário, você aprende muito com os seus erros.

“Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um cara bobão”

A frase de Jack Torrance, personagem interpretado por Jack Nicholson em “O Iluminado”, se refere às pessoas que, ao trabalhar (ou estudar) demais, se esquecem das outras coisas da vida.

Você estudou com dedicação e disciplina, usou sua memória da melhor maneira possível e aprendeu que cometer alguns erros é muito melhor do que não tentar… e agora? Agora você merece uma recompensa!

Quando traçamos um objetivo complexo, como aprender uma nova língua, é importante, de tempo em tempo, reconhecer nossos progressos e comemorar.

Você conseguiu finalmente entender quase tudo durante uma conversa no novo idioma? Descobriu como pronunciar aqueles sons tão difíceis? Os pronomes não têm mais segredo?

Então chegou a hora de comemorar fazendo aquilo que você gosta! Assista a um filme, cante uma música em voz alta, escute rádio… claro que tudo no idioma que você está aprendendo! Integrar atividades prazerosas ao estudo fará com que a vontade de aprender não desapareça e que o conteúdo aprendido fique na memória por mais tempo.

Nosso conselho: chega de estudar como um louco. É hora de unir o útil ao agradável e de aprender se divertindo. (Afinal, você lembra o que aconteceu com o Jack no filme?)

Saiba o porquê

Aprenda a arte de ter uma meta em vista. Claro, alguém pode dizer que aprender pelo simples fato de aprender é o máximo do enriquecimento cultural.

Mas se você quiser ir até o final do caminho, é interessante saber porque você começou a percorrê-lo.

Por que você está aprendendo uma nova língua?

Por amor? Por um aumento de salário? Por que quer tentar a sorte no exterior? Por que odeia assistir a filmes dublados?

Tenha seu objetivo em vista e, a cada dia, olhe para a parte do trajeto que você já percorreu e repare como o topo da montanha está cada vez mais perto.

Nossa dica: ter um objetivo aumenta a motivação. Antes de começar, defina o seu!

5 hábitos de universitários bem-sucedidos

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Quer tirar o máximo proveito da sua vida universitária? Confira as atitudes que você precisa ter

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Publicado em Universia Brasil

A faculdade é um período marcado por intensas mudanças na vida do estudante. É o momento de fazer novos amigos, ter contato com novos professores e novas matérias, vivenciando um ambiente completamente diferente. Além disso, é o momento de começar a trajetória profissional, dando início às primeiras experiências de trabalho na área escolhida. No entanto, para que o estudante saia da faculdade realmente preparado para enfrentar os desafios do futuro, ele deve prestar atenção nas pequenas atitudes ao longo dos anos de graduação.

Foi pensando nisso que a seguir separamos 5 hábitos típicos de universitários bem-sucedidos. Confira abaixo e prepare-se para viver um dos melhores anos da sua vida:

1 – Seja determinado
Durante a faculdade, é fundamental que você tenha determinação e comece a pensar nos seus planos para o futuro, mesmo que ainda esteja cursando o primeiro ano. Comece a pesquisar sobre a área profissional em que você gostaria de atuar e busque conversar com quem trabalha na área. Um bate-papo com um professor e com outros colegas também pode ser uma boa ideia. Pense que, quanto mais cedo você se planejar, maiores serão suas chances de ter sucesso.

2 – Siga a sua vocação
Ingressou em uma graduação, mas não se identificou? Essa situação costuma ser vivida por alguns estudantes e, de fato, não é um momento muito fácil. Contudo, você não deve ter medo de fazer uma mudança de curso se achar necessário. Não espere demais para agir caso sinta que não tenha nenhuma afinidade com as aulas. O mesmo é válido para uma experiência de trabalho. Caso perceba que a área profissional não é bem a que você tem afinidade, comece a buscar outras oportunidades. Seguir a própria vocação é o segredo para garantir a própria satisfação.

3 – Construa uma ampla rede de contatos
O período universitário é comum entrar em contato com novos professores, colegas de classe e até mesmo de trabalho. Você deve aproveitar essa experiência para investir ao máximo no seu networking, conversando com o máximo de pessoas que puder. Trocar ideias e experiências com os outros pode ser muito útil para o futuro.

4 – Busque uma experiência profissional
Durante a faculdade, também é importante começar a investir na sua carreira profissional. Por isso, é interessante fazer pesquisas sobre oportunidades de estágio na sua área de atuação, já que algumas empresas costumam contratar até mesmo alunos no primeiro ano de graduação. Uma boa forma de se manter informado é utilizar redes sociais como o LinkedIn e o Twitter, por exemplo.

5 – Aproveite os momentos de diversão
É certo que, na universidade é necessário se dedicar ao máximo aos estudos e às primeiras experiências de trabalho. No entanto, o lazer também é fundamental na vida do estudante. Aproveite esse período também para se divertir. Você pode ir a festas da faculdade com os seus amigos, praticar um esporte, aprender um instrumento musical ou fazer alguma outra atividade que gosta. Isso é importante para deixá-lo mais feliz e positivo, além de diminuir a sensação de estresse.

Em vídeo ao estilo LEGO, Bill Gates revela os cinco melhores livros que leu em 2014

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Publicado por TudoCelular

Ler é uma das melhores formas de diversão, a maioria das pessoas adora pegar um bom livro e aproveitar horas, seja no mundo da fantasia, dos estudos, ou até mesmo da história. Você já imaginou o que os famosos leem? Melhor ainda, já imaginou o que Bill Gates guarda na sua estante de livros?

Gates revelou nesta última segunda-feira (8/12) uma lista com cinco livros, compartilhando e indicando as melhores obras do ano. Até o momento mais de 107 mil pessoas visualizaram o vídeo e guardaram as dicas de Bill.

O fundador da Microsoft revelou quais livros estão na sua lista de melhores leituras de 2014, no vídeo ele mostra suas preferências do ano que está acabando, e da forma mais estilosa do mundo, em uma animação em lego.

Uma das grandes obras indicadas é “Business Adventures”, de John Brooks, livro publicado em 1969 e segundo Gates, é um dos melhores livros sobre negócios que ele já leu em toda sua vida. Ou seja, se o dono de uma das maiores empresas do mundo está indicando, é porque deve ser minimamente bom.

Na lista também há “O Capital do Século XXI”, de Thomas Piketty, “How Asia Works”, de Joe Studwell, “Making the Modern World: Materials and Dematerialization”, de Vaclav Smil, e “The Rosie Effect”, de Graeme Simsion.

No caso da obra “The Rosie Effect”, de Graeme Simsion, Bill Gates recebeu uma cópia antes mesmo do livro ser publicado, revelou que a leitura é divertida e que os leitores conhecerão um pouco mais sobre genética. Em seu blog ele faz comentários sobre cada um dos títulos indicados.

Aos cinco anos, menino se torna especialista em computação

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Um menino inglês se tornou o mais jovem especialista em computação de que se tem notícia.

Ayan passou em exame de certificação da Microsoft; ele começou a aprender a operar computadores aos 3 anos.

Ayan passou em exame de certificação da Microsoft; ele começou a aprender a operar computadores aos 3 anos.

Gurvinder Gill, na BBC

Ayan Qureshi foi certificado como profissional pela empresa Microsoft, após passar em um teste de habilidades a que se submeteu aos cinco anos de idade.

O menino, que agora tem seis anos, criou sua própria rede de computadores em casa. Ele disse à BBC que achou o exame difícil, porém divertido, e espera se tornar um empreendedor na área.

Seu pai, Asim, que é consultor na área de TI (Tecnologia da Informação), disse que “o mais desafiador (ao prestar o exame) foi explicar a linguagem do teste a um menino de cinco anos”.

“Mas ele pareceu entender e tem uma memória muito boa”, afirmou.

Asim começou a ensinar computação ao filho quando este tinha três anos. Ele brincava com computadores antigos para entender conceitos como hard drive e placa-mãe.

“Qualquer coisa que eu falasse ele lembrava no dia seguinte. Então comecei a alimentá-lo com mais informação”, explicou. “O uso excessivo de computadores nessa idade pode ter um efeito negativo, mas, no caso de Ayan, ele aproveitou uma oportunidade.”

Laboratório

Ayan criou sua própria rede de computação

Ayan criou sua própria rede de computação

Ayan tem seu próprio laboratório de computação em sua casa, em Coventry (centro da Inglaterra), com uma rede de informática que ele mesmo construiu.

O menino passa cerca de duas horas por dia aprendendo sobre sistemas operacionais e como instalar programas.

Quando Ayan foi prestar o exame da Microsoft – geralmente prestado por quem quer se tornar técnico em TI -, os monitores da empresa acharam que ele era muito novo para ser um candidato. O pai assegurou-lhes que o menino ficaria bem.

A família Qureshi se mudou do Paquistão para a Inglaterra em 2009.

“Estou muito, muito orgulhosa”, disse a mãe do menino, Mamoona. “Não quero que ele bata um recorde mundial a cada dia. Mas quero que ele dê o seu melhor no que quer que faça na vida.”

Ayan contou que sonha em criar no Reino Unido uma região semelhante ao Vale do Silício americano, concentrando empresas de tecnologia, e em abrir uma empresa própria.

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