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Harvard recebe US$ 400 milhões de ex-aluno em doação recorde

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John Paulson é responsável pela maior doação da história da instituição.
Americano é presidente da empresa de investimentos Paulson & Co.

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Publicado no G1

A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, recebeu a doação de US$ 400 milhões, o equivalente a R$ 1,2 bilhão, do ex- aluno John Paulson. O empresário é responsável pela maior doação da história da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas. Em função do presente, a instituição passará a se chamar Escola John Paulson de Enegnharia e Ciências Aplicadas de Harvard, segundo informou o jornal da Escola nesta quarta-feira (3).

Em setembro de 2014, outro ex-aluno fez uma doação no valor de US$ 350 milhões, para ser usado em pesquisas na cura do ebola e outras pandemias.

O valor doado por Paulson é equivalente a 24% do orçamento da Universidade de São Paulo (USP), uma das maiores do Brasil.

De acordo com a instituição, o dinheiro vai financiar a expansão da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas, de onde saíram diferentes avanços tecnológicos. Paulson diz que o local deve se tornar “o próximo grande centro de inovação”.

“O extraordinário presente de John Paulson vai permitir o crescimento e assegurar a força de engenharia e ciências aplicadas em Harvard para o benefício das gerações futuras”, disse Drew Faust, presidente da Universidade de Harvard.

John Paulson é fundador e presidente da empresa de investimentos Paulson & Co. O americano começou a empresa, em 1994, com cerca de US$ 2 milhões. Hoje, gerencia mais de US$ 19 bilhões.

Em setembro de 2013, a instituição lançou uma campanha para levantar US$ 6,5 bilhões para moldar o futuro da educação com foco nas aspirações da Universidade.

Idoso de 94 anos termina faculdade depois de começá-la 75 anos atrás

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Publicado no UOL

Um senhor de 94 anos será um dos mais velhos graduados na história da Universidade de West Virginia (EUA) quando receber seu diploma no domingo (17), segundo a agência de notícias Associated Press.

A instituição informou que Anthony Brutto, que estudou indo e voltando por um total de 75 anos, será agraciado com o título de bacharel em Regência de Artes durante a cerimônia.

Brutto entrou na universidade, pela primeira vez, em 1939, quando a mensalidade era US$ 50. Ele foi forçado a se afastar em 1942, quando serviu no Corpo Aéreo do Exército até o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945.

Em 1946, ele se rematriculou, mas não conseguiu terminar porque teve que cuidar de sua mulher doente.

Maquinista de profissão, Brutto disse que se formar na faculdade sempre foi importante para ele. Brincando, afirmou que vai fazer uma pausa antes de partir para o mestrado.

Americano visita escolas em Mogi para lançar rede social para crianças

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Aos 11 anos, ele criou a Grom Social, maior rede para crianças do mundo.
Rede já tem mais de 1 milhão de perfis em 200 países.

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Jamili Santana, no G1

O americano Zach Marks, de 14 anos visitou na manhã desta quarta-feira (6) uma escola de Mogi das Cruzes (SP) para lançar a versão em português de seu site “Grom My Life” (Grom Social, no Brasil), criada por ele, aos 11 anos de idade. O site é a maior rede social para crianças e adolescentes do mundo. Na escola, no bairro Alto do Ipiranga, Zach falou sobre sua invenção, respondeu perguntas e mostrou como o site funciona. Na tarde de terça (5), o americano visitou uma escola municipal, no mesmo município.

A Grom Social permite adicionar amigos, compartilhar fotos e vídeos e acessar jogos, igual a redes sociais mais conhecidas. O diferencial está no conteúdo – apropriado para crianças de 5 a 16 anos – e no controle dos pais, que podem monitorar o acesso dos filhos, em tempo real, 24 horas por dia.

O americano fica no Brasil até o dia 9 de maio, para divulgar a primeira versão do site fora dos Estados Unidos. Além disso, está recrutando “embaixadores brasileiros” para fazerem parte da equipe do site, testando jogos e novas ferramentas antes que elas sejam disponibilizadas para os demais usuários. Crianças de 5 a 16 anos, podem fazer o cadastro gratuitamente.

Atualmente o site tem 1 milhão de perfis cadastrados em mais de 200 países. “Na hora de se cadastrar a criança deve indicar um e-mail dos pais ou responsável. É através dele que esse adulto tem acesso ao conteúdo que a criança está acessando”, detalhou Marks. A plataforma também promove discussões de alguns temas de responsabilidade social como ações contra o bullying, drogas e fumo.

A ideia de criar uma rede social para crianças surgiu quando Zach tinha 11 anos e queria interagir com outras crianças on-line. Ele criou uma conta no Facebook e rapidamente adicionou mais de 600 amigos. Sua conta foi descoberta por seu pai, Darren Marks, que o tirou da rede com medo de sua exposição a conteúdo adulto e impróprio. “Isso aconteceu por duas vezes seguidas. Da última vez que discutimos sobre isso, perguntei se não poderia criar a minha própria rede social. Meu pai disse ‘boa sorte’. Então fiz uma rede com meus irmãos, mas muita gente começou a entrar e tivemos que pensar em uma estrutura mais abrangente” disse o americano.

“É importante acompanharmos o que os nosso filhos estão acessando. O Zach acabou criando um ambiente online totalmente adequado para a idade deles, e isso nos deixa muito tranquilos. Quando o jovem faz 18 anos, ele pode migrar para outras redes sociais, porque até lá já aprendeu no Grom a como não se expor ou disponibilizar informações pessoais demais nas redes”, destacou o pai Darren Marks.

Embaixadores
O americano procura no Brasil “embaixadores” para o Grom Social. “As crianças cadastradas recebem material promocional do Grom e nos ajudam a testar novas plataformas do site, como jogos, por exemplo, antes do material ficar disponível para os demais usuários”, comentou.

“Gostei muito do site, da ideia. Fiquei impressionado de ele ser tão jovem e já ter criado uma rede social. Foi uma experiência bem legal”, comentou o aluno do 6º ano João Pedro Granado. O cadastramento dos interessados é feito por meio das professores das escolas que Zach visita.

Plataforma virtual
Zach e os irmãos estudam em casa, através de uma escola virtual, que administra um programa no Brasil que permite ao aluno conciliar a carga horária do Ensino Médio com aulas complementares do programa. Ao final do curso, o estudante recebe o dual diploma – certificado amplamente aceito entre as mais respeitadas universidades americanas como Princeton, Harvard, Yale, MIT, entre outras. “Essa visita só foi possível porque temos o programa Smart disponível aos nossos alunos. Queríamos fazer uma ponte com o Zach, que está em outro País, mas pode inspirar ideias. Essa troca de experiências é muito importante”, disse Silvino Melo, diretor do colégio.

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Estudante hétero convida aluno gay para ser seu par em baile de formatura

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Jovem fez uma faixa para surpreender o amigo: ‘Você é como um irmão’.
Anthony Martinez organiza bailes e nunca tinha sido chamado para um.

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Publicado no G1

Um convite para o baile de formatura de uma escola do ensino médio de Las Vegas, nos Estados Unidos ganhou grande repercussão nas redes sociais. Um aluno heterossexual convidou seu melhor amigo, que é homossexual, para ser seu par na festa. Para o convite, Jacob Lescenski fez uma faixa com a mensagem a Anthony Martinez: “Você é muito gay e eu sou muito hétero, mas você é como meu irmão. Então, quer ser meu par?”

A ideia de fazer a surpresa surgiu depois de Jacob ler um post no Twitter de Anthony Martinez, que queria um par para o evento. “Eu não quero um namorado. Eu apenas quero uma companhia para o baile. Eu sempre ajudo a planejar os bailes e nunca sou convidado para um”, escreveu Anthony.

Jacob então chamou um outro amigo para ajudá-lo com a surpresa. “Uma noite eu vi Anthony, que é meu melhor amigo, twittando sobre querer um par. Então, eu tive a ideia e chamei o meu amigo Mia para participar comigo e o convidei no dia seguinte. Foi uma surpresa gigante para todos, especialmente para o Anthony”, contou Jacob.

Os dois estudam na Desert Oasis High School.

Para expressar sua gratidão e emoção, Anthony escreveu em outra rede social: “Adivinhem quem foi convidado para o baile de formatura? Por um cara hétero!”, destacou.

“Ele é meu melhor amigo e um homem de verdade, dado o fato de que ele tem coragem de realizar meu sonho de estudante gay que sempre ajuda a planejar os bailes, mas nunca é chamado. Não poderia pedir por uma pessoa melhor na minha vida. Obrigado Jacob e eu mal posso esperar pelo dia 2 de maio [dia do evento]!”

O convite de Jacob se tornou viral nesta semana e muitos internautas elogiaram o adolescente pelo gesto de amizade.

Professora doa prêmio de US$ 1 milhão para melhorar educação

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Publicado em Yahoo Notícias

Uma professora de inglês de uma pequena escola rural de Maine, nos Estados Unidos, conquistou recentemente o Global Teacher Prize, por seus 42 anos de dedicação e iniciativas para estimular a leitura e a escrita entre seus alunos de forma inovadora.

O prêmio, que busca ser o “Nobel da Educação”, foi entregue a Nancie Atwell, ganhadora de diversos prêmios e autora de nove livros na área de educação. Como parte da honaria, elarecebeu de US$ 1 milhão como bonificação.

Atwell afirmou que ganhar o prêmio a deixou muito feliz, mas sua realização vem mesmo dos alunos. “Eu realmente me sinto referendada todos os dias pelas experiências que tenho com as crianças dentro da sala de aula“.

Não espanta, portanto, que essa dedicada profissional tenha decidido doar todo seu prêmio para a escola que ajudou a fundar, o Center for Teaching and Learning (CTL). Na escola, onde dá aulas até hoje, 97% dos alunos saem do ensino médio diretamente para uma universidade.

A filosofia de Atwell se baseia em dar liberdade de escolha aos alunos. No CTL, todos os estudantes escolhem os livros que querem escolher. A média de leitura de seus pupilos é de 40 livros por ano, contra 10 da média dos Estados Unidos. “Se nós quisermos que eles sejam altamente alfabetizados, nós temos que dar valor às histórias e à auto-expressão. Qualquer outra coisa é uma escolha falsa. Qualquer outra coisa é um exercício para tornar crianças boas em resolverem exercícios“, explicou.

Conheça um pouco mais sobre o trabalho de Nancie Atwell (em inglês):

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