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Clássicos da literatura ganham edições fofas para colecionadores

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Camila Magalhães, no POP

Alice no País das Maravilhas, Orgulho e Preconceito, O retrato de Dorian Grey, Drácula… Para quem curte literatura, algumas histórias são simplesmente leituras obrigatórias – e se essa leitura puder ser feita na língua original em um exemplar incrível, melhor ainda!

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Se você faz parte do time dos loucos por livros, precisa conhecer as edições especiais da Barnes & Noble (maior rede de livrarias dos EUA): são livros clássicos com capa dura de couro estampada com arte caprichada. Todos têm detalhes em tinta especial dourada ou prateada na capa, folhas douradas e estão à venda na Livraria Cultura por um preço justo.

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Se você não domina o idioma inglês, não fique triste: editoras brasileiras também têm lançado obras bonitas e de qualidade. A Cosac Naify traduziu do original os clássicos Guerra e Paz, de Liev Tolstoi, Oblomov, de Ivan Gontcharóv, e Os Miseráveis, de Victor Hugo.

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A história do bruxinho Harry Potter também ganhou um box exclusivo, da editoria Rocco, com os sete livros da saga criada por J. K. Rowling em capa dura com ilustrações inéditas.

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Com tantas opções, difícil é escolher qual ler primeiro!

dica do Jarbas Aragão

Universidades dos EUA são investigadas por ignorar casos de estupro

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Pelo menos sete universidades americanas estão sob investigação do Departamento de Educação dos EUA por supostamente ignorar casos de estupro em suas dependências.

Instituições em todo o país são investigadas após denúncias de alunas

Instituições em todo o país são investigadas após denúncias de alunas

Alessandra Corrêa, na BBC

Segundo denúncias de estudantes, as universidades não informam de maneira clara os procedimentos para reportar abusos sexuais e não investigam os casos adequadamente. As alunas afirmam que, em muitos casos, as vítimas são censuradas ou sofrem retaliações, enquanto os agressores não são punidos.

O episódio mais recente é o da University of Southern California (USC), em Los Angeles. Na semana passada, um grupo de alunas veio a público divulgar detalhes da denúncia encaminhada em maio ao Gabinete de Direitos Civis (OCR, na sigla em inglês) do Departamento de Educação.

O documento de 110 páginas relata mais de cem casos em que a universidade teria falhado em sua resposta a relatos de violência sexual no campus e serviu de base para a investigação oficial iniciada em junho.

Uma das estudantes, Tucker Reed, de 23 anos, disse à BBC Brasil que foi estuprada no campus pelo ex-namorado, em 2010, e denunciou o caso à universidade e à polícia em 2012. Ela afirma que chegou apresentar gravações em que o suposto agressor teria admitido o estupro, mas seu caso foi rejeitado.

“Esse processo se arrastou por vários meses”, diz. “Senti como se tivesse sido estuprada novamente.”

Uma das vítimas citadas na denúncia diz que ouviu da polícia responsável pela segurança no campus que mulheres não deveriam “sair, ficar bêbadas e esperar não ser estupradas”. Outra relata que foi obrigada a continuar na mesma turma do acusado de estuprá-la.

Direitos civis

A investigação aberta pelo OCR busca determinar se os direitos civis das alunas foram violados e é baseada no chamado Title IX (Título IX), lei federal que proíbe discriminação sexual na educação. Em carta enviada a universidades em 2011, o Departamento de Educação afirma que “assédio sexual a estudantes, incluindo atos de violência sexual, é uma forma de discriminação sexual proibida pelo Title IX”.

A USC disse em comunicado que quer trabalhar com os agentes federais para esclarecer qualquer preocupação e está revisando suas políticas para garantir o cumprimento da lei.

O caso não é isolado. Também são alvo de investigações as universidades da Carolina do Norte (em Chapel Hill), do Colorado (Boulder), da Califórnia (Berkeley), Occidental College (Los Angeles), Darthmouth College (Hanover, em New Hampshire) e Swarthmore College (nos arredores da Filadélfia, na Pensilvânia).

Em alguns casos, a investigação tem como base outra lei, o Clery Act, que exige que instituições de ensino superior monitorem e divulguem estatísticas criminais nos campi, incluindo crimes sexuais.

Ao responder às investigações, todas as universidades afirmaram que levam o assunto “muito a sério”. Algumas, como Swarthmore e Occidental, já iniciaram revisões de suas políticas e treinamento de funcionários.

Redes sociais

Estudantes criaram movimento nacional contra violência sexual nas universidades

Estudantes criaram movimento nacional contra violência sexual nas universidades

Essa onda recente de investigações é fruto da articulação das próprias estudantes. Diante do que consideram desprezo e abandono por parte das universidades, elas romperam o isolamento geralmente sofrido por vítimas de estupro e iniciaram, com a ajuda da internet e das redes sociais, um movimento nacional contra violência sexual nas universidades.

Reed relatou sua experiência em um blog e criou o grupo Scar (palavra que significa cicatriz, mas também sigla em inglês para Coalizão de Estudantes Contra o Estupro). Seus relatos inspiraram alunas da Universidade do Colorado a fazer a denúncia ao governo.

As estudantes que denunciaram o Occidental College e o Swarthmore College afirmam ter recebido orientação das alunas que haviam feito a denúncia contra a Universidade da Carolina do Norte. Essas, por sua vez, dizem ter se inspirado no projeto “It Happens Here” (“Acontece Aqui”, em tradução livre), iniciado por alunas do Amherst College, em Massachusetts, chamando atenção para o problema.

As alunas do Amherst buscaram ajuda na experiência de Alexandra Brodsky, uma das 16 alunas que denunciaram a Universidade de Yale (no Estado de Connecticut) ao Departamento de Educação em 2011.

“Estamos trabalhando em uma campanha para pressionar o Departamento de Educação a fazer com que a lei seja cumprida”, disse Brodsky à BBC Brasil.

No mês passado ela coordenou um protesto em frente à sede do departamento, em Washington, como parte da campanha Ed Act Now (“Lei da Educação Agora”, em tradução livre), que já coletou mais de 160 mil assinaturas.

As estudantes também estão lançando o projeto “Know your Title IX” (“Conheça seu Título IX”), para educar as alunas sobre seus direitos.

Brodsky conta que quando relatou à universidade que havia sido vítima de estupro, em 2009, ouviu dos diretores que era melhor não comentar o caso com ninguém.

“Ficou claro naquele momento que eu não seria mais a estudante ideal para Yale, mas um potencial desastre de relações públicas, que precisava ser silenciado”, diz. “Me senti traída.”

A universidade, uma das mais prestigiosas dos EUA, já havia sido alvo de investigação anterior, de 2004 a 2011, na qual foi multada em US$ 165 mil (cerca de R$ 373 mil) por não relatar episódios de agressão sexual em suas estatísticas criminais. No caso da denúncia de Brodsky, o Departamento de Educação não multou a universidade, que se comprometeu em melhorar suas políticas sobre casos de agressão sexual.

“A investigação encorajou mudanças na política da universidade, mas não ajudou a melhorar a maneira como as sobreviventes de estupro são tratadas”, diz Brodsky.

“Eu já me formei. Mas continuo ouvindo relatos de estudantes que enfrentam os mesmos problemas.”

Brasileira aluna de Harvard vai para Índia pesquisar o sistema de ensino

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Tábata Amaral foi conhecer ações que poderiam ser aplicadas no Brasil.
Jovem de SP pretende se formar em astrofísica na universidade dos EUA.

Tábata Amaral (à esquerda) com as crianças das vila de Gomla, na Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata Amaral (à esquerda) com as crianças das vila de Gomla, na Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Vanessa Fajardo, no G1

Depois de concluir o primeiro ano letivo na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, uma das mais conceituadas do mundo, a brasileira Tábata Amaral de Pontes, de 19 anos, aproveitou as férias de verão para realizar mais um de seus sonhos: conhecer a Índia. Mais do que passear pelos pontos turísticos ou viver a cultura indiana, Tábata aproveita a temporada de dois meses em Maharashtra, estado da região ocidental, para estudar o sistema de ensino do país e aprender sobre soluções aplicadas por eles que funcionariam no Brasil. Tábata retorna para o Brasil nesta segunda-feira (5) e ainda passa por São Paulo, antes do reinício das aulas nos Estados Unidos.

Na Índia a brasileira trabalha com uma companhia privada chamada Mission Apollo, cujo um dos objetivos é desenvolver o gosto pela ciências entre os estudantes. Tábata passou por dez escolas de Maharashtra falar sobre o Brasil, a importância dos estudos e sua história de vida – ela é de uma família de baixa renda, estudou na rede pública até conseguir uma bolsa de estudo e migrar para particular, superou dificuldades, ganhou dezenas de medalhas de olimpíadas estudantis e foi aceita em Harvard. Também conheceu os principais jornais do país, ONGs e instituições particulares que têm trabalhos ligados à educação.

A Mission Apollo promove acampamentos e oficinas para ensinar ciências em escolas públicas e privadas de maneira divertida. Não foi à toa que Tábata quis trabalhar para esta ONG. Ela é fã de ciências, pretende se formar em astrofísica, e no Brasil participou de várias olimpíadas estudantis e ajudou a criar um projeto voluntário que treina alunos da rede pública a participar dessas competições, o Vontade Olímpica de Aprender (VOA).

Tábata com os alunos em uma escola de Baramati, onde recebeu um troféu como homenagem (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata com os alunos em uma escola de Baramati,
onde recebeu um troféu como homenagem
(Foto: Arquivo pessoal)

“Ainda que os desafios do Brasil e Índia sejam os mesmos, temos culturas muito diferentes, o que nos leva a apresentar soluções diferentes. Isso é incrível porque significa que os dois países podem trabalhar juntos para encontrar respostas”, afirma.

Para Tábata, os dois países têm problemas comum como déficit de professores e problema de infraestrutura nas escolas, porém a Índia ainda tem de superar desafios. “O número de meninas que frequentam a escola é muito pequeno comparado ao de meninos, muitas são impedidas de nascer, e as que nascem não são incentivadas a estudar e as escolas basicamente têm que caçar os alunos para preencherem as suas vagas.”

Quero levar para o Brasil algo que aprendi em uma vila rural chamada Gomla: quando as pessoas se unem para solucionarem os problemas do lugar onde vivem, coisas maravilhosas e inimagináveis surgem”
Tábata Amaral, aluna de Harvard

Inspiração
Algumas experiências chamaram a atenção de Tábata na Índia. Segundo ela, lá as escolas particulares têm de reservar 25% de suas vagas para alunos de situação financeira precária, que depois são reembolsadas pelo governo. “Outra coisa que gostei daqui é o fato de as escolas estarem incorporando cada vez mais atividades extracurriculares, como esportes e as mais diversas artes em seus currículos. Além disso, as provas escritas passaram a ser apenas uma parte da avaliação do aluno, e quesitos como fala, colaboração, ética, apresentação de projetos fazem parte da mesma.”

A jovem também teve a oportunidade de conhecer a MKCL (Maharashtra Knowledge Corporation Ltda), uma companhia que combina os setores público e privado na “alfabetização digital”. “A empresa é voltada para as pessoas com menores condições, nas áreas mais remotas, e está revolucionando a Índia. Gostaria muito que tivéssemos algo como a MKCL no Brasil e tenho muita vontade de criar uma empresa que melhore a educação nas escolas públicas do nosso país, combinando a agilidade e eficiência do setor privado, o lado social de uma ONG, e a abrangência do setor público.”

Tábata em seu primeiro passeio de elefoa, o nome dela é Rani (rainha) (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata em seu primeiro passeio de elefoa, o nome
dela é Rani (rainha) (Foto: Arquivo pessoal)

Comida, novela e cores
Tábata mora na casa de uma família com três jovens da sua idade, ela diz que a experiência está sendo muito rica e que vai sentir saudades. “Aprendi a cozinhar com eles, os ensinei a fazer comidas brasileiras, comemos no chão juntos, assistimos TV juntos, eu não entendo nada, mas novela é sempre novela… Com eles aprendi muito sobre o hinduísmo e a sua filosofia, sobre os casamentos indianos, a história do país, e até aprendi algumas palavras em hindi e outras em marathi. Amo a cultura indiana, amo as cores e alegria do país.”

A estudante afirma que nestes dois meses se habituou a ver porcos, cabras, vacas, elefantes e outros animais dividindo espaço com os carros, e presenciou cenas de pobreza e preconceito contra as mulheres. “É muito comum ver crianças carregando outras crianças no colo para pedir esmola ou ainda fazendo suas necessidades, dormindo e comendo no mesmo lugar. Também ainda é comum ver a mulher em uma posição inferior, tendo que cobrir a cabeça, estar em um ambiente separado dos homens ou nem sair de casa.”

“Assim como o Brasil, a Índia é um país de contrastes e eu estou aprendendo muito com a minha experiência. Não apenas quero levar para o Brasil o que aprendi sobre a educação e sobre como superar seus desafios, mas também algo que aprendi em uma vila rural chamada Gomla: quando as pessoas se unem para solucionarem os problemas do lugar onde vivem, coisas maravilhosas e inimagináveis surgem.”

Voluntariado
O intercâmbio foi possível graças a um programa oferecido por Harvard que cobriu as despesas, porém o trabalho de pesquisa, em si, não é remunerado. É a própria universidade que seleciona os interessados por meio de um processo seletivo que inclui currículo, carta de recomendação e redações. Como as férias de verão nos Estados Unidos são longas, duram mais de três meses, é comum os alunos aproveitarem o tempo para fazer estágios e trabalhos voluntários em outros países. Antes de viajar, ainda em Harvard, Tábata participou de um treinamento sobre a cultura e modo de vida dos indianos, dicas de como agir se for colocada em situação de risco e recebeu vacinas.

Tábata Amaral no Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos da Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata Amaral no Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos da Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Livro “50 Tons de Cinza” é o preferido entre os presos de Guantánamo

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Entre os presos, alguns acusados de ajudar a planejar os atentados de 11 de setembro de 2001

Publicado no Zero Hora

Livro "50 Tons de Cinza" é o preferido entre os presos de Guantánamo Reprodução/Intrínseca

A trilogia de romances eróticos 50 Tons de Cinza, de E.L. James, é a leitura favorita entre presos da CIA detidos no centro de Guantánamo, segundo informou um congressista norte-americano ao jornal Huffington Post, após uma visita ao local.

A prisão de segurança máxima detém mais de uma dezena de presos de alta periculosidade, inclusive cinco homens acusados de terem ajudado a planejar os ataques de 11 de setembro de 2001, contra as Torres Gêmeas, nos Estados Unidos.

— Em vez do Alcorão, o livro que é mais requisitado pela maioria (dos detidos) é 50 Tons de Cinza — disse Moran, segundo o jornal.

Moran, que é a favor do fechamento do centro de detenção na Baía de Guantánamo na Base Naval dos EUA em Cuba, disse que soube da popularidade do livro enquanto andava pelo Campo 7 acompanhado do comandante da base e do vice-comandante, do chefe médico e do oficial responsável por aquele campo.

Um porta-voz militar, por sua vez, disse que não podia discutir os detalhes do Campo 7, cujos detentos estiveram em prisões secretas da CIA antes de serem enviados para Guantánamo em 2006.

— Não falamos sobre nossos detentos de alto valor a não ser nos termos mais genéricos. Além disso, não falamos sobre as declarações feitas por membros do Congresso — disse o tenente-coronel Samuel House, porta-voz do campo de presos.

 

Leitura de topless

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Lemos de topless e não apenas isso

© criticalpages.com

Título original: Lemos de topless e não apenas isso

Anna Fedorova no Voz da Rússia

Segundo as estatísticas a maioria dos leitores perde o interesse pelo livro na página 18. Aqueles que continuam a assimilar a informação com entusiasmo e se consideram verdadeiros bibliófilos são capazes de ler praticamente em quaisquer condições. Hoje a leitura na banheira, na praia, na rua, tornou-se tão habitual que não surpreende ninguém. Entretanto o anseio de extravagância e o desejo de surpreender refletiram-se também sobre os modestos bibliófilos, para os quais o livro deve estar em primeiro lugar.

Por exemplo, moças intelectuais de Nova York decidiram mostrar sua igualdade de direitos com os homens com livros nas mãos, criando o primeiro topless-clube de livros no mundo. Desnudas até a cintura as apreciadoras da leitura descansam e bronzeiam-se em locais públicos, afirmando que elas não são nem um pouco piores do que os homens, que passeiam pela cidade sem camisetas. Segundo a legislação de Nova York as mulheres têm o direito de fazer topless em qualquer ponto da cidade, por isso esta diversão intelectual é absolutamente legal. Mas, não se sabe porque, atrai grande interesse para as próprias participantes e para o processo de leitura.

Para os que gostam de ler em voz alta, demonstrando sua capacidade de ator aos circundantes, realizam maratonas de leitura por equipes. A mais longa realizou-se em 2007 no Uruguai. De 13 a 22 de setembro seis pessoas leram durante 224 horas sem intervalo no centro da cidade Paissandu.

Existem pessoas surpreendentes, que sabem ler de modo incomum. Por exemplo, o protótipo do protagonista do filme “O Homem da Chuva”, cidadão dos EUA Kim Peek, não sofria de autismo, entretanto tinha particularidades físicas, tinha uma cabeça muito grande, não tinha calos no cérebro e seu cerebelo estava danificado. Peek tinha uma memória incomum – ele decorava 98% da informação lida. Sendo que ele lia da seguinte maneira – com o olho direito lia a página direita e com o esquerdo – a esquerda. Como resultado a leitura de duas páginas padrão do livro levava de 8 a 10 segundos.

Além de coisas estranhas, acontece que os bibliófilos têm muitas vantagens. Assim, no Brasil, os criminosos que lêem livros reduzem a pena de prisão: nas penitenciárias existem programas federais especiais que estimulam o processo intelectual. Cada livro lido reduz a permanência atrás das grades em quatro dias, mas não mais do que quarenta e oito dias por ano, que corresponde à leitura de doze livros. Mas isto não termina assim: como se fossem escolares, os presos devem escrever uma composição para provar seus esforços e melhor assimilar o material lido.

O processo de leitura atrai muitos cientistas, que realizam diferentes experiências e pesquisas científicas neste tema. E então pesquisadores americanos chegaram a uma conclusão inesperada: verificou-se que tanto ler quando se está comendo, como durante o ato sexual é muito útil! Assim que leiam onde quiserem e não renunciem a nada!

 

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