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Grande vencedor do Emmy, ‘Game of Thrones’ foi a série mais procurada na internet

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Cena de Game of Thrones

História da guerra de tronos venceu o prêmio mais importante do Oscar da TV na noite desta segunda

Publicado na Folha de S.Paulo

São Paulo – “Game of Thrones” não levou apenas o prêmio mais importante do Emmy, como melhor drama, como também foi a série dramática mais procurada no Brasil no último ano.

O levantamento foi feito pela empresa SEMRush que registrou 7,2 milhões de buscas em ferramentas de procura como o Google e o Bing.

Baseada nos livros de George R.R. Martin, o seriado gira em torno de brigas pelo trono e venceu também o prêmio de melhor ator coadjuvante pela interpretação de Peter Dinklage que faz o irrepreensível Tyrion Lannister.

George RR Martin – Mike Blake, Reuters

Depois da série mitológica, o fantasioso “Stranger Things”, com 6,3 milhões de buscas segue em segundo lugar. Apesar da grande procura e de ser considerada o carro-chefe da Netflix, a série não levou nenhum prêmio na noite desta segunda, se contentando apenas com um prêmio técnico.

O elenco da série – David Crotty | Patrick McMullan | Getty Images

Com muitas indicações ao prêmio que é considerado o Oscar da TV, “The Handmaid’s Tale” está no terceiro lugar com 1,9 milhão de buscar. Na concorrência, a série também não se destacou na cerimônia do Emmy e perdeu até em prêmios que tinha três indicações, como de atriz coadjuvante.

Outra da HBO, a ficção “Westworld”, com 1,4 milhão de buscas, está na quarta posição da lista na frente do drama familiar “This Is Us”, com 1,07 milhão.

“The Crown” e “The Americans” tiveram poucas buscas se comparado com os importantes prêmios que levaram no Emmy. Como de melhor atriz para o drama da família real britânica para Claire Foy e de melhor ator para o seriado sobre espiões durante a Guerra Fria para o ator Matthew Rhys.

Começam as filmagens do drama da vida real Just Mercy

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Fábio Hurtado, no NerdBreak

Just Mercy chega aos cinemas em 2020!

Começaram as filmagens do drama Just Mercy, da Warner Bros. Pictures, que é inspirado no premiado best-seller de não-ficção de Bryan Stevenson.

Sobre o filme

Uma poderosa e instigante história verídica, Just Mercy narra a trajetória do jovem advogado Bryan Stevenson (Jordan) e sua histórica batalha por justiça. Depois de se graduar em Harvard, Bryan poderia ter tido uma série de empregos lucrativos. Em vez disso, ele vai para o Alabama para defender aqueles injustamente condenados, contando com o apoio da advogada local Eva Ansley (Larson). Um de seus primeiros e mais incendiários caso, é o de Walter McMillian (Foxx), que em 1987 foi condenado à morte pelo assassinato de uma garota de 18 anos, apesar de uma série de evidências mostrarem a sua inocência e o fato notório que o único testemunho contra ele veio de um criminoso com motivo para mentir. Nos anos que se seguem, Bryan se envolve em um labirinto de manobras jurídicas e políticas, além do racismo evidente, enquanto luta por Walter e outros casos semelhantes, com as probabilidades — e o sistema — empilhadas contra eles.

Sobre o livro

Publicado em 2014 por Spiegel & Grau, o livro está há 118 semanas na lista de best-sellers do The New York Times, e foi nomeado um dos livros do ano por grandes publicações, como a revista Time. Com o livro, Bryan Stevenson ganhou a Medalha de Excelência Andrew Carnegie, um NAACP Image Award, o prêmio literário para não-ficção Dayton Literary.

Ficha Técnica

O premiado cineasta Destin Daniel Cretton (O Castelo de Vidro) é quem dirige a partir de um roteiro que co-escreveu com Andrew Lanham (O Castelo de Vidro), baseado no litro de Stevenson: Just Mercy: A Story of Justice and Redemption.

O filme é estrelado por Michael B. Jordan (Pantera Negra), vencedor do Oscar Jamie Foxx (Baby Driver) e Brie Larson (Capitã Marvel).

O elenco principal inclui também O’Shea Jackson Jr. (Straight Outta Compton: A História do N.W.A) como Anthony Ray Hinton, outro condenado à morte injustamente cujo a causa é retomada por Bryan; Rob Morgan (Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississippi) como Herbert Richardson, que também está no corredor da morte aguardando seu destino; e Tim Blake Nelson (Wormwood) como Ralph Myers, cujo testemunho crucial contra Walter McMillian é colocado em questão.

Grande parte de Just Mercy está sendo filmado nos arredores de Atlanta, Georgia, com algumas cenas sendo gravadas em Montgomery, Alabama.

Just Mercy tem estreia prevista para 27 de fevereiro de 2020.

5 excelentes trilhas sonoras de filmes que ajudam a se concentrar nos estudos

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musicas

Publicado no Amo Direito

Estudar é um hábito que requer concentração, portanto, é natural que muitas pessoas prefiram ler em ambientes tranquilos e silenciosos. No entanto, pesquisas recentes apontam que estudar ouvindo música ajuda a relaxar, o que torna o aprendizado mais fácil.

Entre os benefícios está também o fato de que, ao se envolver com o ritmo da melodia, o estudante se desligue de preocupações exteriores, focando mais na matéria estudada. Isso também funcionaria para ambientes barulhentos.

No entanto, as músicas devem ser escolhidas com cautela: dê preferência às instrumentais, para não dividir a sua atenção entre a letra e o texto que estiver lendo. Se interessou por essa nova técnica? Confira a playlist de trilhas sonoras de filmes famosos que a Universia Brasil montou para te ajudar nos seus estudos.

1 – Coração Valente
Sucesso nos anos 1990, o filme Coração Valente pode ser útil não apenas ao estudante interessado em aprender um pouco mais sobre a história da Escócia. Sua trilha sonora, repleta de músicas típicas escocesas é uma ótima pedida.

2 – Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte I
A trilha sonora produzida pelo premiado Alexandre Desplat alterna músicas mais introspectivas e com um certo tom de melancolia com melodias tensas, cheias de ação, como o próprio filme.

3 – Fantasia 2000
O famoso longa de animação lançado para comemorar os 60 anos da primeira edição de Fantasia, o terceiro filme produzido por Walt Disney, é um clássico. Além da trama envolvente, a trilha sonora embalou a infância da nova geração de estudantes, trazendo, além do relaxamento, boas lembranças.

4 – Orgulho e Preconceito
O filme baseado na obra de Jane Austin tem uma trilha sonora leve e agradável, com músicas que alternam sons doces e animados, propiciando uma atmosfera agradável para o estudante.

5 – Anna Karenina (2012)
As músicas que embalaram os salões de baile da obra adaptada pelo clássico de Liev Tolstoi guardam muitas semelhanças com a trilha sonora de espetáculos, por sua grandiosidade. As composições se alternam entre momentos de grande expectativa e tensão até as festas mais agitadas, passando pelo drama, deixando o estudante alerta e compenetrado.

Fonte: Noticias Universia

15 filmes melhores que os livros que os inspiraram

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A rede social

publicado na Super

A REDE SOCIAL

David Fincher, 2010 – baseado em The Accidental Billionaires, de Ben Mezrich

A obra de Ben Mezrich sobre a criação do Facebook parece uma versão em livro dos tabloides ingleses: é cheio de fofoca, dados não confirmados e sensacionalismo. Mas o filme de Fincher supera os pontos fracos do escritor, revelando toda a complexidade do Cidadão Kane moderno que pode haver em Mark Zuckerberg.

TROPA DE ELITE

José Padilha, 2007 – baseado em Elite da Tropa, de Luiz Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel

Dois ex-policiais e um antropólogo se uniram para escrever sobre o Bope, o esquadrão de elite da PM do Rio de Janeiro, uma tropa aparentemente incorruptível e extremamente violenta. O livro vendeu bem, mas sua adaptação para o cinema voou mais longe. O filme de Padilha criou um dos personagens mais icônicos da cultura nacional recente, o Capitão Nascimento, e ainda faturou o Leão de Ouro no Festival de Berlim.

TRAINSPOTTING

Danny Boyle, 1996 – baseado no livro homônimo de Irvine Welsh

O filme de Boyle foi o grande trampolim da carreira do escritor Irvine Welsh, que virou cult depois que a história de um grupo de viciados ganhou as telas do planeta. “Eu gosto mesmo do filme. Não só porque me encheu de dinheiro”, afirma o autor em seu site. Tá…

FORREST GUMP

Robert Zemeckis, 1994 – baseado no livro homônimo de Winston Groom

Você leu Forrest Gump? Nem eu. Nem quase ninguém tinha lido até que Robert Zemeckis decidisse adaptar sua história para um filme vencedor de seis Oscars. Depois da “carona” de Tom Hanks, o livro não parou mais nas prateleiras – e vendeu mais de 1,7 milhão de cópias no mundo todo.

O SILÊNCIO DOS INOCENTES

Jonathan Demme, 1991 – baseado em The Silence of the Lambs, de Thomas Harris

Ok, o livro também é bom. Segunda obra sobre o psicopata canibal Hannibal Lecter (o primeiro foi Dragão Vermelho), O Silêncio dos Inocentes recebeu elogios dos críticos. Mas não dá para competir com o filme. A produção com Anthony Hopkins é até hoje um dos únicos três filmes da história a ganhar todos os cinco Oscars principais: melhor filme, diretor, ator, atriz e roteiro.

BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDROIDES

Ridley Scott, 1982 – baseado em Do Androids Dream of Electric Sheep?, de Philip K. Dick

Apesar de ter vivido sempre com dificuldade para pagar as contas, Philip K. Dick teve vários de seus livros de ficção científica adaptados para o cinema – só que quase todos depois que ele morreu. A única adaptação que ele pôde acompanhar foi a de Blade Runner – que ele aprovou, mas… teve um derrame fulminante antes que o filme fosse lançado. E não aproveitou o tutu advindo daí.

TOURO INDOMÁVEL

Martin Scorsese, 1980 – baseado na biografia Raging Bull: My Story, do lutador Jake LaMotta

Não dava para esperar muito de um livro escrito por um pugilista, o peso-médio conhecido como “o touro do Bronx”. Mas Martin Scorsese, alertado pelo amigo Robert De Niro, viu ali todo o drama de um campeão derrotado pela própria personalidade violenta e paranoica. E criou um dos maiores clássicos dos filmes de boxe.

O ILUMINADO

Stanley Kubrick, 1980 – baseado em The Shining, de Stephen King

Em 1974, Stephen King e sua esposa se hospedaram num hotel quase deserto no Colorado. De hóspedes mesmo, só eles. A experiência insólita lhe deu a ideia para escrever O Iluminado, um trabalho desaconselhado pelo seu editor, que não queria que King ficasse rotulado como autor de um gênero só. Mas o livro foi adiante, virou filme de terror e transformou o personagem de Jack Nicholson numa lenda pop.

TUBARÃO

Steven Spielberg, 1975 – baseado em Jaws, de Peter Benchley

Apesar do sucesso comercial, o livro de Peter Benchley não agradou à crítica, que via problemas na prosa e na caracterização dos personagens. Mas Steven Spielberg gostou, e é isso que importa, certo? Com os direitos de adaptação em mãos, o diretor criou o segundo melhor thriller da história do cinema, segundo o American Film Institute.

LUA DE PAPEL

Peter Bogdanovich, 1973 – baseado em Addie Pray, de Joe David Brown

Joe David Brown foi um escritor de livros que viraram filmes – não muito bem-sucedidos. Isso até que o diretor Peter Bogdanovich (de O Homem Elefante) resolvesse adaptar o último romance do escritor, Addie Pray, sobre a parceria entre um trambiqueiro e uma menininha durante a Grande Depressão. O filme foi um sucesso, deu um Oscar à pequena Tatum O’Neal, e a editora tratou logo de mudar o nome do livro, adotando o título do filme (Paper Moon, no original).

O PODEROSO CHEFÃO

Francis Ford Coppola, 1972 – baseado em The Godfather, de Mario Puzo

O próprio Mario Puzo admitia: seu livro sobre o clã Corleone não era a melhor coisa que ele já tinha escrito. Só topou falar de máfia porque devia a todo mundo, e a editora acreditava que uma história de gângsteres podia render um dinheirinho. Dinheirão! A encomenda virou best-seller e a Paramount comprou os direitos para adaptação – que se tornou um dos melhores filmes de todos os tempos.

A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM

Mike Nichols, 1967 – baseado em The Graduate, de Charles Webb

Sucesso mundial e que rendeu um Oscar de melhor diretor a Mike Nichols, o filme não foi tão generoso assim com o autor do livro que o inspirou. Charles Webb não ganhou porcentagem da bilheteria milionária da produção e, ao longo da vida, já teve de lavar prato e administrar um campo de nudistas para fazer uns trocados.

DR. FANTÁSTICO

Stanley Kubrick, 1964 – baseado em Red Alert, de Peter George

Longe do humor negro da comédia de Kubrick, o livro que lhe serviu de inspiração tinha um tom bem mais solene. Afinal, falava do risco de qualquer bobagem servir de motivo para o desenlace de uma guerra nuclear. Assunto sério, certo? Mas ficou muito melhor com Peter Sellers fazendo graça sobre o apocalipse no cinema.

O SATÂNICO DR. NO

Terence Young, 1962 – baseado em Dr. No, de Ian Fleming

Ian Fleming inspirou-se no próprio passado no serviço de inteligência da Marinha britânica, durante a 2ª Guerra, para escrever sobre o espião James Bond. Foram, ao todo, 14 livros com as aventuras de 007 – uma série cujo maior mérito sempre esteve nas telas.

PSICOSE

Alfred Hitchcock, 1960 – baseado em Psycho, de Robert Bloch

Inspirado no psicopata Ed Gein, que costurava a pele de suas vítimas para fazer roupa de mulher e ficar parecido com a própria mãe, o livro de Robert Bloch acabou caindo nas graças do mestre do suspense. Tanto que, para que ninguém adaptasse a obra primeiro, Hitchcock comprou todos os exemplares que haviam nas livrarias. E baseou sua obra-prima do terror na história do atormentado Norman Bates.

Resenha: A Bibliotecária de Auschwitz

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Drika, no Por essas Páginas

A_BIBLIOTECARIA_DE_AUSCHWITZUma garota de 14 anos. Um professor. Oito livros. Esperança. Em plena Segunda Guerra Mundial, no maior e mais cruel campo de concentração nazista, cerca de quinhentas crianças convivem todos os dias com a morte e com o sofrimento. No pavilhão 31, de vez em quando uma janela é aberta para férias. Obra de Fred Hirsch, o professor que consegue convencer os alemães a deixa-lo entreter as crianças. Desta forma, garante ele aos nazistas, seus pais – judeus – trabalhariam bem melhor. Os alemães concordam, mas com uma condição: seria terminantemente proibido o ensino de qualquer conteúdo escolar no local.
Mal sabiam eles o que a jovem Dita guardava na barra da saia: livros.
Baseado na história real de Dita Dorachova, A bibliotecária de Auschwitz é o registro de uma época triste da história, mas também o relato de pessoas corajosas que não se renderam ao terror e se mantiveram firmes na luta por uma vida melhor, munindo-se de livros. (Fonte)

Este foi meu último livro lido de 2014. A Lucy o recebeu em um dos Encontros de Blogs de Letras e achou que seria a minha cara – e ela acertou! E apesar da tristeza que traz em suas páginas, também traz uma história de perseverança de um jovem alemão judeu, Fredy Hirsch, e de uma menina de apenas 14 anos que aceita uma responsabilidade que pode custar sua vida, em Auschwitz, um dos campos de concentração mais conhecidos na época da 2a. Guerra.

Segundo o próprio autor “esta narração foi construída com materiais reais, que se uniram nas páginas com uma argamassa de ficção”.

Para nós, livrólatras, não é difícil entender porque Dita aceita a tarefa tão perigosa de se tornar a bibliotecária do bloco 31.

Fredy Hirsch, e mais tarde Dita e sua família, foram transferidos do campo de Terezín, uma cidade cercada na atual República Tcheca que foi utilizada como campo de concentração na 2a. Guerra, para Auschwitz-Birkenau, na Polônia. Ali havia o campo familiar, onde, diferentemente dos outros campos de concentração, poderiam ser encontrados idosos e crianças. Neste campo familiar o bloco 31 servia para abrigar um espaço para as crianças, onde elas poderiam ser entretidas com jogos e brincadeiras, mas qualquer conteúdo escolar e livros estavam proibidos.

Fredy era um jovem extremamente dedicado, que após a morte de seu pai encontrou consolo no JPD, a versão judaica e alemã dos escoteiros, e que por isso dedicou sua vida aos jovens. Ao reencontrar Dita em Auschwitz lhe oferece o cargo de bibliotecária do bloco 31. Mas esta não é uma tarefa nada fácil, considerando que quem fosse encontrado com livros certamente seria executado. Mas a menina aceita e se dedica de todo coração à tarefa.

Sua biblioteca continha apenas 8 livros, entre eles um em russo e um em francês, os quais as crianças e a maioria dos professores não poderiam ler por causa do idioma. Mesmo assim, eram tratados com o mesmo cuidado. Escondidos diariamente sob tábuas soltas do quarto de Fred Hirsch, o único “morador” do bloco 31. Depois de uma inspeção de surpresa, na qual Dita quase foi pega com os livros, ela tem a ideia de fazer bolsos sob a saia para esconder os livros em caso de emergência.

O livro se desenrola mostrando como era a vida ali no campo familiar. Até que o grupo que completava 6 meses de sua chegada ao campo foi transferido para o campo de quarentena, e dali, certamente, iria para a morte.

Depois disso, mais próximo ao fim da guerra, Dita e sua mãe, Liesl, são transferidas para Bergen-Belsen, outro campo de concentração, na Alemanha, onde morreram Anne Frank e sua irmã, Margot, em março de 1945, pouco antes da libertação do campo em 15 abril de 1945. Ali elas foram deixadas à própria sorte com a comida cada vez mais escassa, aglomeradas em barracões infestados de doenças, pulgas e piolhos, sendo obrigadas, por vezes, a carregar os corpos das colegas mortas até a vala comum. Esta situação quase fez com que Dita desistisse de lutar pela vida e simplesmente esperasse a morte chegar. Mas, então, chegaram tropas inglesas que libertaram o campo.

Achei interessante a Etapa Final, onde o autor nos apresenta algumas informações a respeito da pesquisa realizada para o romance, e o Anexo, que nos mostra o que aconteceu com alguns personagens verídicos da história.

É um livro por vezes chocante e, também, tocante. Um livro que trata de um episódio tão triste da história da humanidade, mas que traz o valor de se defender aquilo em que se acredita, aquilo que se ama. Um livro com um final feliz, apesar do desenrolar amargo.

Costumo dizer que não gosto muito de finais felizes, mas neste caso, nada mais justo!

Dei quatro estrelas na avaliação. E você pode se perguntar: “Mas o livro não é ótimo?” É sim. Mereceria as 5 estrelinhas, mas infelizmente alguns erros de revisão e um erro terrível de tradução atrapalharam minha leitura.

Ficha Técnica
Título: A Bibliotecária de Auschwitz
Autor: Antonio G. Iturbe
Páginas: 366
Editora: Agir
Minha Avaliação:

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