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‘Diário de um Banana 7’ já vendeu mais de 70 000 cópias

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Publicado por Veja

Lançado em maio, o sétimo volume das histórias de Greg Heffley, o simpático banana criado pelo escritor americano Jeff Kinney, já vendeu mais de 70.000 exemplares no Brasil. Diário de um Banana 7 – Segurando Vela (tradução de Alexandre Boide, V&R, 224 páginas, 34,90 reais) chegou às livrarias com a tiragem de 200.000 cópias. Kinney esteve em terras brasileiras para o lançamento do livro e participou de tardes de autógrafos e visitas a escolas. A série já vendeu mais de 75 milhões de unidades no mundo — 2,1 milhões no país. O oitavo volume já está garantido e tem lançamento previsto para o início de 2014.

Nas aventuras do sétimo volume, Rowley, o melhor amigo de Greg, começa a namorar e a amizade da dupla muda. Em entrevista ao site de VEJA, Kinney afirmou que continuar essa história seria um desafio. “Tenho o desafio de seguir em frente com essa história e ver como vai ficar o mundo de Greg com o seu melhor amigo namorando. Vai ser muito engraçado, porque, independentemente da idade, quando um amigo seu arranja um namorado ou namorada, isso arruína a amizade. Muda tudo, e isso pode ser divertido de se trabalhar no livro. É sobre o que quero escrever.”

Confira um trecho da entrevista de Kinney:

A série Diário de um Banana já vendeu 75 milhões de livros no mundo inteiro. A que o senhor atribui o sucesso? Acredito que as crianças, de alguma forma, se identificam com o personagem principal, Greg Heffley. Que elas se enxergam nele. A lição que tiro disso é que a infância é universal.

Esse sucesso atrai outros escritores. Que conselho daria para quem deseja escrever para crianças? A melhor maneira de escrever para crianças é não tentar escrever para crianças. Você deve escrever para você mesmo ou para adultos e só esperar que as crianças consigam compreender e apreciar.

Greg não é exatamente um exemplo a ser seguido pelos leitores, já que sempre está envolvido em confusão. Mas, no final das histórias, ele percebe que agiu errado e se sente culpado. O senhor acha importante que ele mostre esse lado para as crianças?Não acho que o Greg seja um exemplo, acho que os leitores dão risada dele. Mas o importante, para mim, é que as crianças tirem suas próprias conclusões sobre o comportamento de Greg. Eu não tento moralizar os leitores ou ensiná-los alguma coisa, mas sim ser engraçado e permitir que eles decidam como se sentem em relação ao personagem.

Confira trechos dos livros da série ‘Diário de um Banana’

1Diário de Banana

Setembro

Terça-feira

Em primeiro lugar, quero esclarecer uma coisa: isto é um LIVRO DE MEMÓRIAS, não um diário. Eu sei o que diz na capa, mas, quando a mamãe saiu para comprar essa coisa, eu disse ESPECIFICAMENTE que queria um caderno sem a palavra “diário” escrita nele.

Ótimo. Tudo que eu preciso é que um idiota me pegue com este livro e entenda errado. A outra coisa que eu quero esclarecer agora mesmo é que isso foi ideia da minha MÃE, não minha. Mas se ela acha que eu vou escrever meus “sentimentos” aqui ou coisa do tipo, ela está louca. Então, só não espere que eu seja todo “Querido Diário” isso, “Querido Diário” aquilo.

A única razão de eu ter aceitado isso é porque imagino que, mais para a frente, quando eu for rico e famoso, vou ter coisas melhores para fazer do que ficar respondendo a perguntas bestas o dia inteiro. Daí este livro vai vir a calhar.

Como eu disse, um dia vou ser famoso, mas por enquanto estou preso no ensino fundamental com uma cambada de débeis.

1Diário de um Banana – Rodrick É o Cara

Setembro

Segunda-feira

Acho que a mamãe ficou bem orgulhosa consigo mesma por me fazer escrever aquele diário no ano passado, porque agora ela comprou outro para mim.

Mas lembra que eu disse que se algum idiota me pegasse com um livro escrito “diário” na capa, teria a ideia errada? Bem, foi exatamente o que aconteceu hoje.

Agora que Rodrick sabe que eu tenho outro diário, é melhor lembrar de deixar este trancado. O Rodrick acabou apanhando meu ÚLTI MO diário umas semanas atrás e foi um desastre. Mas nem me pergunte sobre ESSA história.

Mesmo descontando meus problemas com o Rodrick, meu verão foi bem medíocre.

Nossa família não foi a lugar nenhum nem fez nada divertido e isso foi culpa do papai. Ele me fez entrar para a equipe de natação de novo e quis se certificar de que eu não perdesse nenhum treino este ano. O papai acredita que estou destinado a me tornar um grande nadador ou coisa do tipo, e é por isso que ele me faz entrar para a equipe todo verão.

1Diário de um Banana – A Gota D’Água

Janeiro

Ano-novo

Sabe aquela coisa de fazer uma lista de “promessas” no começo do ano para tentar se tornar uma pessoa melhor?

Bom, o problema é que não é fácil, para mim, pensar em maneiras para me aprimorar, porque já sou uma das melhores pessoas que conheço.

Então minha promessa deste ano é tentar ajudar OUTRAS pessoas a se tornarem melhores. Mas o que descobri é que tem gente que não reconhece quando você está tentando ser prestativo.

Uma coisa que notei logo é que as pessoas da minha família estão fazendo um péssimo trabalho para manter as SUAS promessas de Ano-novo.

Mamãe disse que iria começar a fazer academia hoje, mas passou a tarde inteira vendo TV.

E o papai disse que iria fazer uma dieta rígida, mas depois do jantar o peguei na garagem, enchendo a pança de bolinhos.

Até meu irmão caçula, o Manny, não cumpriu sua promessa.

1Diário de um Banana – Dias de Cão

Junho

Sexta-feira

Para mim, as férias de verão são basicamente três meses feitos para você se sentir culpado.

Só porque o tempo está bom, todo mundo espera que você passe o dia fora de casa “se divertindo a valer” ou coisa do tipo. E se você não passa cada segundo lá fora, as pessoas acham que tem algo de errado com você. Mas a verdade é que eu sempre fui o tipo de pessoa que prefere ficar em casa.

Gosto de passar as férias de verão na frente da TV, jogando videogame com as cortinas fechadas e a luz apagada.

Infelizmente, as férias de verão perfeitas da mamãe são diferentes das minhas.

A mamãe diz que não é “natural” um garoto ficar dentro de casa quando está sol lá fora. Eu digo que só estou tentando proteger minha pele para não ficar todo enrugado quando for velho como ela, mas ela nem ouve meus motivos.

Ela vive tentando me obrigar a fazer algo fora de casa, como ir à piscina. Mas eu passei a primeira parte do verão na piscina do meu amigo Rowley, e as coisas não foram tão bem.

1Diário de um Banana – A Verdade Nua e Crua

Setembro

Quinta-feira

Já faz quase duas semanas e meia que eu e meu ex-melhor amigo, Rowley Jefferson, tivemos nossa grande briga. Para ser sincero, achei que ele já estaria rastejando a essa altura, mas, por algum motivo, isso não aconteceu.

Na verdade, estou ficando meio preocupado, porque as aulas recomeçam em alguns dias e, se vamos fazer as pazes, alguma coisa precisa acontecer rápido. Se nossa amizade REALMENTE tiver terminado, vai ser péssimo, porque as coisas estavam indo bem entre nós.

Agora que a nossa amizade já era, estou atrás de um novo melhor amigo. O problema é que investi todo meu tempo com o Rowley e não tenho ninguém pronto para assumir o cargo.

As duas melhores opções que tenho no momento são o Christopher Brownfield e o Tyson Sanders. Mas cada um desses caras tem seus problemas.

Passei as últimas semanas do verão com o Christopher, principalmente porque ele é um excelente imã de mosquitos. Mas o Christopher é mais um amigo de verão do que um amigo para o ano letivo inteiro.

Diario-de-um-Banana6-size-620Diário de um Banana – Casa dos Horrores

Novembro

Sábado

A maioria das pessoas fica ansiosa pela chegada das festas de fim de ano, mas o período entre o Dia de Ação de Graças e o Natal costuma me deixar uma pilha de nervos. Se você fizer alguma besteira nos primeiros onze meses do ano, sem problemas. Agora, se pisar na bola durante a época das festas, vai pagar caro por isso.

E muita pressão pra gente se comportar bem durante um mês inteiro. O máximo que eu consigo aguentar são uns seis ou sete dias. Então, se o Dia de Ação de Graças pudesse ser transferido para uma semana antes do Natal, por mim seria ótimo.

As crianças que são de famílias que não comemoram o Natal têm muita sorte, porque não precisam se preocupar em não fazer nada de errado durante a época das festas. Na verdade, tenho alguns amigos que se comportam ainda pior no final do ano, só porque isso não faz diferença pra eles.

Uma coisa que me incomoda DE VERDADE é esse lance do Papai Noel. Ele vigia a gente até durante o sono e sabe quando estamos acordados, o que me deixa apavorado. Foi por isso que comecei a dormir de calça, porque a última coisa que eu quero é que o Papai Noel me veja de cueca.

1Diário de um Banana – Segurando Vela

Janeiro

Domingo

Eu queria ter começado a fazer meu diário há muito tempo, porque quem for escrever minha biografia vai querer fazer um monte de perguntas sobre a minha vida antes de chegar ao Ensino Fundamental II.

Por sorte, eu me lembro de quase tudo que aconteceu desde que nasci. Na verdade, lembro de coisas que aconteceram até ANTES de eu nascer.

Nessa época, eu ficava sozinho, nadando no escuro, dando cambalhota e tirando cochilos na hora que eu quisesse.

Aí um dia, quando estava tirando uma bela soneca, acordei com uns barulhos estranhos vindos do lado de fora.

Na época não entendi que diabo estava acontecendo, e só mais tarde descobri que era a mamãe tocando música pra mim com umas caixinhas de som encostadas na barriga.

Acho que ela devia pensar que, se tocasse música clássica pra mim todos os dias até o meu nascimento, eu ia virar um gênio ou coisa do tipo.

Sexo na Casa Branca

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Livro narra em detalhes os maiores escândalos envolvendo presidentes e primeiras-damas dos EUA e mostra que as traições conjugais existem desde a independência do país

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Ivan Claudio, na Isto É

Bem antes do escândalo envolvendo a estagiária Monica Lewinski e o presidente americano Bill Clinton, em 1998, os seguranças do governo já sabiam de seus encontros furtivos. Criaram até um tipo de aposta: quanto tempo Clinton levaria para ir da área residencial da Casa Branca até a ala oeste onde ficam as salas de despachos – isso era cronometrado após a chegada de Monica aos domingos. A traição se mostrava tão evidente que o vice-chefe do Estado-Maior, Harold Ickes, uma vez se juntou a um oficial do serviço secreto e resolveu fazer uma surpresa ao seu superior. Bateu na porta do Salão Oval gritando: “Senhor presidente! Senhor presidente!” Clinton saiu correndo – e levantando as calças – por uma porta, enquanto Monica desaparecia pela outra. O episódio está contado no livro “Sexo na Casa Branca” (Gutenberg), de autoria do historiador David Eisenbach e do editor da revista pornográfica “Hustler”, Larry Flynt. Em 300 páginas, a dupla narra em detalhes a intimidade de chefes de Estado, primeiras-damas e assessores dos EUA num mapeamento surpreendente pela credibilidade das fontes.

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O “monicagate” é um dos casos mais recentes, mas o entra e sai de amantes na sede do governo vem de longe. Durante o governo de Franklin Delano Roosevelt (1933-1945), por exemplo, o prédio serviu de residência para duas mulheres sem nenhuma ligação com a família: Marguerite LeHand e Lorena Hickok. A primeira saltou de secretária à “primeira-dama informal’, prestando ainda serviços de enfermeira – Roosevelt não conseguia andar devido a uma poliomielite. A outra convidada era uma jornalista com passagem pelo jornal “The New York Times”, que manteve por 30 anos um romance com Eleonor, a mulher do presidente. Sempre que acontecia um encontro oficial no Salão Vermelho com o Comitê Nacional Democrata, do qual Lorena fazia parte, a primeira-dama a cumprimentava com efusão. “Fazia isso como se não me visse há um mês, apesar de termos tomado café da manhã juntas”, escreveu a jornalista em suas memórias. O presidente e a primeira-dama sabiam das respectivas traições e as incentivavam, já que nem sequer dormiam juntos desde que Roosevelt caíra de amores pela secretária da esposa, Lucy Mercer. Antes de morrer, ele destinou a Lucy metade de sua herança. “As crianças podem cuidar de si mesmas”, teria dito.

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A forma como o staff governamental tratava tais aventuras amorosas muda de acordo com o mandato, em um cerimonial de regras elásticas. O humor, contudo, está sempre presente. Durante a gestão de John Kennedy (1961-1963), que sentia enxaquecas caso não fizesse sexo diariamente – e com uma mulher diferente –, duas funcionárias de sua predileção ficaram conhecidas pelos codinomes “Conversa” e “Fiada”. Jacqueline Kennedy sabia dessas e de outras conquistas, mas só se sentiu humilhada – e com toda razão – quando sua irmã Lee contou a ela sobre as escapadas do marido com a atriz Marilyn Monroe. Retribuiu na mesma moeda: viajou para a Itália e passou mais de um mês em companhia do empresário Gianni Agnelli, dono da Fiat.

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Baseado em documentos guardados na Biblioteca do Congresso e nos museus dedicados à vida de presidentes, o livro mergulha no passado atrás de indiscrições – e encontra bastante. Identifica um político gay a conduzir o país, James Buchanan, que viveu 16 anos com
o sulista Rufus King, de ideologia escravagista. Andrew Jackson, o sétimo presidente dos EUA, chamava-os de Tia Fancy (King) e Senhora Nancy (Buchanan).

Entre os chamados “fundadores da nação”, Abraham Lincoln permanece o mais enigmático em sua vida privada. Os autores lançam suspeita sobre a sua relação com um amigo de juventude, o fazendeiro Joshua Speed, de quem foi sócio – a partida dele deixou Lincoln devastado. Já na Presidência, ficou amigo do capitão David Derrickson, a quem poupou de ir ao campo de batalha durante a Guerra Civil. Nessa época, as más línguas já comentavam sobre o assunto delicado. A filha de um ministro chamada Virginia Woodbury Fox escreveu: “Há um soldado Rabo de Cervo (nome da brigada de Derrickson) que anda com ele (Lincoln) e, quando a sra. L. não está em casa, dorme com ele.” Isso foi o que Virginia anotou em seu diário em 16 de novembro de 1862. Os autores defendem que a vida privada (a sexual incluída) de políticos determina os caminhos de um país. Em certos casos, sim. Mas a generalização é um exagero.

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Prateleira de Livros Invisível – Como fazer passo-a-passo

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Publicado por Guia de Profissional

Devido ao grande sucesso do post no facebook sobre a prateleira de livros invisível (veja aqui), nós do Guia de Profissional vamos lhe ensinar passo-a-passo como fazer.

Sabe aqueles livros de cabeceira que nunca cabem na crescente pilha sobre o seu criado-mudo? Eles podem ser acomodados em outro local, ali mesmo, ao lado da cama de forma racional e divertida. Com algumas cantoneiras e um livro de capa dura que você não lê mais, é possível montar uma prateleira invisível e econômica. Veja como!

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Materiais que você irá precisar: furadeira / três cantoneiras com base que abranja um pouco mais da metade da largura do livro / trena / broca (variável segundo o parafuso/bucha) / buchas / seis parafusos (indicamos o tamanho 8 ou 10) / fita dupla face / lápis / chave de fenda / tesoura / livro velho de capa dura.

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1o Passo
Primeiro, marque na parede a altura máxima em que você deseja fixar a cantoneira. Esta medida corresponde à altura da base da prateleira invisível.

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2o Passo
Marque com o lápis o posicionamento dos furos, baseando-se no padrão da cantoneira. Você deverá repetir esse processo com as outras duas cantoneiras, atentando-se ao comprimento máximo do livro. Depois de marcar, fure a parede com a ajuda da furadeira.

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3o Passo
Insira as buchas nos orifícios e, em seguida, parafuse as cantonieras usando a chave de fenda.

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4o Passo
As cantoneiras devem ser posicionadas desta forma.

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5o Passo
Agora, cole a fita dupla face de grande aderência em toda a extensão das partes de baixo das mãos francesas, cortando a sobra com uma tesoura.

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6o Passo
Depois de aplicar a fita, posicione a parte interna da capa traseira do livro até o limite da parede e pressione de baixo para cima…

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7o Passo
… feche a o livro sobre as cantoneiras e a sua prateleira está pronta.

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Prateleira Pronta
Veja como fica a prateleira invisível.

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dica do Jarbas Aragão

Dicas para conservar os livros da sua estante

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Criar espaço entre livros e puxá-los da prateleira pelo meio da lombada estão entre as sugestões para manter o cantinho literário bem cuidado

Publicado em O Globo

Estante curva sob medida para um nicho na sala criada pela dupla Christiane Laclau e Rafael Borelli Terceiro / Divulgação

Estante curva sob medida para um nicho na sala criada pela dupla Christiane Laclau e Rafael Borelli Terceiro / Divulgação

Sua estante de livros anda bagunçada, com as páginas de algumas publicações amareladas e tão soltas que já mudaram o rumo de seus romances prediletos. Não bastasse isso, traças e fungos estão prejudicando a integridade dos livros. Mas calma, pois é possível criar um novo desfecho para essa história. A designer e restauradora de livros Christiana Lee, associada da ABER (Associação Brasileira de Encadernação e Restauro), dá algumas dicas de como dar vida nova para o seu cantinho literário.

Luz

Posicione a sua estante em locais protegidos do sol e da iluminação direta dos ambientes internos. Uma grande incidência de luz, seja ela natural ou artificial, faz com que os livros fiquem amarelados e desbotados, além de adiantar o processo de acidez natural em publicações em papel de madeira (modernos). Jornais têm uma maior tendência a amarelar, por isso, é bom guardá-los em caixas ou encaderná-los.

Espaço na estante

Quando o livros estiverem em pé, deixe um espaço entre eles e o fundo da estante (ou parede) para o ar circular

Poeira

A poeira que fica acumulada sobre o livro escurece o corte e pode se instalar no meio das folhas. Passe um espanador de plumas sobre os livros ao menos uma vez por semana. Um vez por ano, limpe os livros por dentro passando uma trincha de cerdas macias bem perto da costura, apenas nas 10 páginas iniciais e finais. Se o livro estiver muito sujo, faça isso em todas as páginas.

Cheiro ruim

Livros que ficam muito tempo sem serem abertos tendem a ficar com cheiro ruim. Livros são para serem lidos e não guardados. Para tirar o odor, deixe o livro aberto em local seco e ventilado (naturalmente) por algumas horas, sempre alternado as páginas que estão abertas.

Lembranças

Nunca guarde flores, plantas, papéis de bombom e similares dentro do livro, pois pode manchá-lo e facilitar o aparecimento de fungos e bichos.

Fita adesiva

Nunca utilize fitas adesivas, como crepe ou durex, para consertar um livro. Com o tempo, a cola solta da fita e fica permanentemente no livro, manchando-o e aumentando a acidez das páginas. Se um livro começar a “desmontar”, procure um profissional.

Cadernos soltos

Nunca segure um livro por uma só capa ou puxe-o da estante pela lombada. Com o tempo, a capa solta e estraga a encadernação.

Retirando livros da estante

Para tirar um livro da estante, empurre os dois livros ao lado para trás e puxe o livro pelo meio da lombada. Para colocar, puxe os dois livros para frente coloque o livro no meio e empurre os três juntos até a posição.

Pilha de livros:

Quando estiverem deitados, o ideal é que os livros tenham o mesmo tamanho. Se forem de tamanhos diferentes faça uma pirâmide, coloque o maior embaixo e o menor por cima. Mas não coloque muitos livros pois, com o tempo, o peso marca o livro que estiver embaixo.

Para mais informações, consulte também o site da Aber!

40% dos professores afastados por saúde têm depressão, aponta estudo

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Pesquisa foi feita pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de SP.
Problema é agravado pelo excesso de trabalho e pela falta de respeito.

Elaine Cristina Gil já tirou12 licenças médicas (Foto: Reprodução/ EPTV)

Elaine Cristina Gil já tirou12 licenças médicas (Foto: Reprodução/ EPTV)

Publicado por G1

Uma pesquisa do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) revela que 40% dos professores afastados por problemas de saúde, quatro tiveram algum tipo de transtorno psiquiátrico. Os diagnósticos mais comuns foram ansiedade e depressão. O problema é agravado, segundo os docentes, pelo excesso de trabalho e pela falta de respeito na sala de aula.

Passar as tarefas, tirar dúvidas e ainda pôr ordem na sala. O desafio é diário e a saúde pode não resistir. Mas de acordo com o estudo, os problemas nas cordas vocais e as dores musculares deram espaço ao desânimo, aos pensamentos perturbadores e às mãos trêmulas.

A vida da professora Elaine Cristina Molina Gil mudou há três anos, depois que ela entrou em depressão. São oito remédios por dia, alguns com tarja preta. Elaine deu aula em escolas públicas por 22 anos, mas não resistiu à pressão.

Ela já tirou12 licenças médicas e há quase um ano está afastada do trabalho. Elaine lembra que era difícil a relação com os alunos. “O pouco interesse, a bagunça, a conversa, o desrespeito. E quando você chama o pai ele diz que não pode fazer nada. Eu comecei a sentir uma angústia e me perguntei o que estou fazendo aqui?”, desabafou.

O estudo revelou ainda que 59% dos educadores com depressão não têm acompanhamento médico regular. Para o diretor da Apeoesp em Araraquara (SP), o excesso de trabalho é um dos vilões. “A maioria dos professores tem dupla ou tripla jornada de trabalho, muitas vezes ultrapassando 11 horas de trabalho com aluno e isso certamente não é recomendável”, afirmou Ariolvaldo de Camargo.

Ele diz que as condições de trabalho também prejudicam a saúde do docente. “A pressão que o professor sofre no dia a dia dentro da sala de aula é muito grande. As nossas escolas mais parecem verdadeiros presídios, porque estão todas cheias de grades e telas, e esse evidentemente não é um ambiente adequado para que se possa desenvolver um processo de ensino-aprendizagem”, analisou Camargo.

Por mês, psiquiatra atende três professores da rede estadual (Foto: Reprodução/ EPTV)

Por mês, psiquiatra atende três professores da
rede estadual (Foto: Reprodução/ EPTV)

Consultório

Por mês, o psiquiatra Marcos Nogueira, atende, em média, três professores da rede estadual. E os relatos são muito parecidos. “A falta de respeito, a falta de educação e violência por parte dos alunos”, comentou Nogueira.

Os sintomas revelam o quadro vivido nas salas de aula. “Sintomas de depressão, por exemplo, palpitação, mão gelada, falta de ar. A pessoa começa a perder o ânimo de fazer as coisas, ela tem uma tristeza muito grande, deixa de fazer aquilo que ela mais gostava, ir ao cinema, passear, ela não consegue mais”, explicou o médico.

O psiquiatra conta que na maior parte dos casos, os docentes precisam ser afastados. E muitos têm dificuldade em retornar à sala de aula. “Se El não fizer direito o tratamento e não fizer uma terapia de apoio para suportar a situação, recai na doença”, reforçou Nogueira.

Estado

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou, por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa, que o programa “Educação com saúde”, criado para oferecer assistência médica preventiva aos servidores da educação e suporte para os que já apresentam problemas de saúde, está sendo expandido para o interior do Estado. O texto ressalta, ainda, que o corpo docente vai aumentar: 10,8 mil devem entrar na rede no ano que vem.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

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