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Posts tagged e-books

Após rivais, Amazon estreia no Brasil sem o Kindle

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Após dois anos de negociações, a Amazon estreou pouco depois da 0h de ontem sua loja nacional, com catálogo de 13 mil títulos em português, resultado de contratos com 90 editoras nacionais.

A estreia aconteceu no dia seguinte à entrada da loja canadense de livros digitais Kobo no mercado, em parceria com a Livraria Cultura, e menos de uma hora após a estreia da Google Play. A Apple começou a vender e-books em português em outubro.

O interesse da Amazon em se posicionar logo no mercado fez com que estreasse sem a venda de seu aparelho de leitura. O site informa que o Kindle estará disponível “nas próximas semanas” com “preço sugerido de R$ 299”.

A Folha apurou que a meta é vendê-lo não só pelo site mas em lojas físicas de outros varejistas, a exemplo do que acontece nos EUA.

O aparelho custará R$ 100 a menos que o da Kobo, este já disponível para venda. Mas o Kindle oferecido aqui será mais simples que o leitor da empresa canadense, que tem tela sensível ao toque.

Por ora, para ler os livros eletrônicos da Amazon, o consumidor terá de baixar o aplicativo gratuito do Kindle para dispositivos como tablets, smartphones ou PCs.

A Amazon diz que o início das operações não foi influenciado pela concorrência. “Não se decide em 12 horas algo grande como a estreia de uma loja”, afirmou David Naggar, vice-presidente de conteúdo do Kindle.

Segundo ele, o serviço foi lançado quando a “Amazon entendeu que estava pronta”. Disse ainda que terá “os preços mais baixos para e-books no Brasil” –a Folha apurou que, por contrato, editoras não podem vender e-books por menos a outras lojas.

Uma variação ao longo do dia no valor do e-book de “Cinquenta Tons de Cinza” dá a dimensão de como será acirrada a disputa.

Com preço sugerido de R$ 24,90 pela editora Intrínseca, o e-book chegou a ser oferecido por R$ 21,91 por Amazon, Saraiva e Google. No fim do dia, estava por R$ 22,41 nas lojas. Nenhuma empresa quis comentar.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

1. Vou poder usar a Amazon brasileira com a minha conta da Amazon americana?
Sim. Mas o usuário terá que optar entre uma versão ou outra do site. Segundo a Amazon, a mudança é reversível –o usuário que migrar para o site brasileiro poderá voltar para o americano.

2. O preço dos livros no site brasileiro é vantajoso?
Tanto na Amazon como no Google Play o preço dos livros brasileiros é, no geral, mais alto que as versões em inglês dos títulos, mesmo levando em conta os tributos. Por exemplo: “Cinquenta Tons de Cinza” custa, na Amazon americana, US$ 8,55. Com a cotação a R$ 2,08 e a cobrança de IOF (6%), o livro em inglês sai por R$ 18,85. Na Amazon brasileira, o preço de capa do livro em português é R$ 22,41.

3. A cobrança no meu cartão de crédito virá em dólares ou em reais?
Depende. No Google Play do Brasil, a cobrança virá em dólares e terá incidência de IOF. Assim, o preço que o site mostra, em reais, é uma estimativa de quanto será cobrado no fim das contas. Na Amazon brasileira, os preços são mostrados e debitados em reais.

Publicado na Folha de S.Paulo

Livrarias querem proteção contra lojas de e-books

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Publicado na tecnoblog

Associação Nacional de Livrarias propõe regras para venda de livros digitais.
Amazon e Google iniciaram venda de e-books no Brasil nesta semana.

A venda de livros digitais existe há anos no Brasil, mas apenas nesta semana tivemos a estreia de duas grandes empresas no setor: Amazon e Google. Isso deve ter gerado uma enorme pressão nas empresas que vendem livros impressos: a Associação Nacional de Livrarias (ANL) divulgou uma carta aberta sugerindo regras para proteger o negócio das livrarias brasileiras.

A associação propõe quatro regras: livros digitais só poderão ser vendidos 120 dias após o lançamento do livro impresso; editoras precisam praticar o mesmo desconto de revenda de e-books para todas as livrarias; não poderá haver mais que 30% de diferença nos preços entre livros impressos e digitais; e os e-books não poderão ter mais que 5% de desconto.

O vice-presidente da ANL, Augusto Kater, defende o intervalo de 120 dias dizendo que, na indústria cinematográfica, o filme é exibido primeiro nos cinemas e só depois começa a ser vendido, o que não está acontecendo no mercado de livros, onde as editoras fazem pré-lançamentos de livros digitais.

Só que essa comparação pode ser feita de outra forma: há intervalo de tempo entre o lançamento da mídia física de um filme (DVD ou Blu-ray) e do aluguel digital? Até onde eu sei, não. O mesmo acontece na indústria fonográfica: no dia da estreia de um novo CD, as músicas já começam a ser vendidas em lojas como o iTunes e ficam disponíveis até mesmo em serviços de streaming, como Rdio e Spotify.

Amazon chega a oferecer mais de 50% de desconto em relação ao preço sugerido pela editora; Associação Nacional de Livrarias reclama

O limite de 30% na diferença de preços entre e-books e livros impressos, somado ao desconto máximo de 5% dos e-books, também é um problema para o consumidor, especialmente quando vemos o exemplo das promoções absurdas (no bom sentido) do Steam: não quer pagar R$ 99 numa caixinha bonitinha de jogo para PC? Vai lá e paga R$ 20 ou R$ 40 numa promoção da versão digital. Isso certamente diminui a pirataria.

A carta aberta da ANL pode ser lida na íntegra neste link. Além de propor a regulamentação do setor, a associação destaca a importância do trabalho dos livreiros no Brasil, um país que sofre com “baixíssimos índices de leitura” e possui “pequena presença de livrarias espalhadas pelo país”, sendo boa parte concentrada apenas nas regiões Sul e Sudeste.

Como lembra o Gizmodo Brasil, a Borders, que chegou a ser a segunda maior livraria dos EUA, não entrou no mercado de e-books e acabou fechando as portas no ano passado. A Barnes & Noble, por outro lado, decidiu se reinventar e lançou um e-reader próprio, o Nook, que hoje é um dos principais concorrentes do Kindle.

Mas deve ser mais fácil prejudicar os concorrentes do que evoluir, inovar e se adaptar as mudanças do mercado.

Dica do João Marcos

E-book é o presente do Natal

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Publicado na Época

Por que o atraso na chegada dos leitores digitais e e-books ao Brasil pode ser positivo

Luís Antônio Giron Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV (Foto: ÉPOCA)

Demorou, mas agora vai. O Brasil entra na era do livro digital com três anos de atraso. A chegada ao país dos e-readers como os americanos Kindle, da Amazon, e Nexus 7, do Google, iPad, da Apple, e do canadense Kobo, trazido pela Livraria Cultura, vai transformar rapidamente o mercado do livro. Não é preciso ser profeta para adivinhar o que está por vir, pois tudo já aconteceu nos mercados adiantados da América do Norte, Ásia e Europa. No entanto, o atraso no processo também tem suas vantagens. Vamos entrar na nova era em pleno período de compras de Natal com um acúmulo de conhecimentos. Podemos aprender com os erros e os acertos cometidos pelos outros.
Muitos brasileiros têm experimentado os efeitos da mudança. Os estudantes leem desde meados da década de 1990 livros pela internet pelos computadores convencionais, via sites como Gutenberg Project e Domínio Público. Agora poderão fazê-lo nos e-books e tabletscom mais rapidez e conforto. Há cerca de 300 mil clientes moradores no Brasil cadastrados na Amazon e muitos deles compram e-books e possuem kindles, para não mencionar os milhares que carregam livros das lojas iBook e Amazon para seus tablets.

Contaram no atraso o “custo Brasil” para a implantação de empresas estrangeiras em território nacional e o corporativismo local: as editoras refrearam o processo porque temiam um colapso do mercado por causa da redução excessiva do preço médio do livro digital. Agora, as editora organizaram-se e fundaram a DLD (Distribuidora de Livros Digitais) e chegaram a uma percentagem razoável de 30% a menos que o preço de capa do volume em papel. Resultado: o livro digital no Brasil vai sair mais caro que no estrangeiro, algo que já acontece no papel. Nos Estados Unidos, a Amazon passou a vender os leitores digitais a menos de US$ 100 – e achatou o preço dos livros a uma base de US$ 9,90. Os autores e editores reclamaram no início, mas agora estão ganhando dinheiro nas vendas por atacado. E muitas vezes a Amazon, Kobo e Barnes & Noble (com seu e-reader Nook, que deve também aportar no Brasil) promovem liquidações de títulos. Todo mundo ganha, até o consumidor. Não sei se isso vai se repetir no Brasil, mas seria bom aprender com a experiência.

Por enquanto, o preço médio do e-book no Brasil ronda R$ 30. O leitor digital Kobo custa R$ 399 – um valor ainda alto, até porque a Amazon pode entrar no mercado vendendo o Kindle Paperwhite a cerca de R$ 220. Tomara que esses preços caiam. E isso já pode acontecer depois das festas de fim de ano.

Entre as consequências imediatas da consolidação dos e-books no Brasil, as principais são quatro: a queda do preço dos títulos, o fechamento de grandes cadeias de livraria (a Livraria Cultura se vacinou contra isso, associando-se à Kobo), a obsolescência das bibliotecas públicas e particulares e o uso intenso de leitores digitais em salas de aula e instituições de pesquisa. As bibliotecas públicas passarão por um processo de digitalização. As que não fizerem isso serão sucateadas pelos governantes, sob o pretexto de que deixaram de ser úteis. O livro em papel não irá desaparecer, mas tenderá a se transformar em um objeto de colecionador, em um fetiche interessante, ainda que dispensável. Há também, a longo prazo, a possibilidade de os sebos populares de rua fecharem. Restarão os antiquários, que deverão praticar preços altos. Como disse meu velho amigo Germano, dono da Livraria São José do Rio de Janeiro, “livros digitais não envelhecem”. E, por isso, não são produtos apropriados para sebos. Ou será que algum geek vai dar um jeito de inventar o sebo de e-books? É bem provável.

Assim, os e-books já abalaram os hábitos de leitura e o modo como o leitor se relaciona com os textos. Ele vai se beneficiar imediatamente com a oferta de milhões de títulos, milhares em português. Vai ler mais do que nunca, o que irá obrigar os autores a produzirem seus livros em maior velocidade. Também os leitores tenderão a se esquecer mais rapidamente do que leram, pelo volume e oferta de material.

Diante dos aspectos positivos e negativos que a nova tecnologia acarreta, a lição a aprender desde já é aprender a selecionar o que ler. Quando tudo está disponível, nada mais fundamental que escolher aquilo que é importante para a formação e o aperfeiçoamento do indivíduo em determinado contexto. E manter a atenção nas páginas virtuais, algo que está se tornando cada vez mais difícil com os apelos que vêm, por exemplo, dos tablets. A diferença entre ler no papel ou na tela é que o texto em papel prende o leitor à página, ao passo que o hipertexto da tela o deixa mais livre, solta-o e o faz saltar de um link a outro, e facilmente saltar do texto para o som e o vídeo. O texto estimula a memória, o hipertexto dispersa. Enfim, para enfrentar as mudanças que já chegaram, o leitor terá de reaprender a ler.

Rival do Amazon Kindle, Kobo Touch é boa opção para ler e-books brasileiros

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Emerson Kimura, na Folha de S.Paulo

O mercado brasileiro de e-readers, os leitores de livros eletrônicos, carece de boas opções. A Livraria Cultura, em parceria com a Kobo, tenta mudar esse cenário.

A Kobo, que pertence à empresa japonesa Rakuten, é uma das principais marcas de e-reader do mundo. Seus aparelhos concorrem de igual para igual com os da Amazon (Kindle), os da Barnes & Noble (Nook) e os da Sony.

Na semana passada, a Cultura lançou no Brasil o Kobo Touch, modelo com tela sensível ao toque que foi anunciado nos EUA em maio do ano passado.

O Kobo Touch, leitor de livros eletrônicos (e-books) lançado no Brasil em parceria da fabricante com a Livraria Cultura, tem tela sensível ao toque

Leve (185 gramas) e compacto (11,4 x 16,5 x 1 cm), ele tem construção sólida e resistente, com uma agradável textura nas costas. O acabamento emborrachado garante uma pegada firme –o aparelho escorrega menos nas mãos. É vendido em quatro cores: preto, prata, lilás e azul.

Um botão na frente do aparelho, abaixo da tela, leva o usuário à tela inicial. Outro, no topo, serve para ligar, desligar ou colocar para dormir. Na parte inferior, há uma porta micro-USB, para conexão ao computador e carregamento da bateria. Um buraco na lateral esquerda serve como leitor de cartão microSD –recurso ausente no Kindle, que não permite aumentar o espaço de armazenamento.

O Kobo não tem botões físicos para mudar a página, o que é uma pena, pois eles facilitam o manuseio do aparelho com apenas uma mão. Botões laterais, como o do Kindle Keyboard e o do Nook Touch, permitem folhear o livro com a mesma mão que segura o e-reader –basta pressioná-los com o polegar. Sem eles, é necessário deslocar o polegar até a tela para mudar a página, o que não é trabalhoso, mas exige maior cuidado e esforço ao segurar o aparelho.

A resposta ao toque na tela costuma ser rápida, mas as falhas são frequentes. Felizmente, elas raramente ocorrem ao folhear o livro –são mais comuns ao digitar, selecionar palavras no meio do texto ou tocar ícones nos cantos da tela. A borda do aparelho, alta em relação à tela (devido à tecnologia de infravermelho usada para detectar os toques), também atrapalha o acesso aos comandos nos cantos, além de causar uma pequena sombra sobre a margem da página, a depender da iluminação ambiente.

PAPEL ELETRÔNICO

A tela do Kobo usa tecnologia de papel eletrônico E Ink, presente nos principais modelos de e-reader do mercado. Ela consome pouca energia, permite a leitura mesmo sob a luz do Sol, oferece bom ângulo de visão e, teoricamente, cansa menos os olhos do que telas de LCD, por exemplo. Por outro lado, tem baixa taxa de atualização, o que deixa animações e transições lentas e travadas.

Nos próximos parágrafos, falo um pouco mais sobre o E Ink. Se o assunto não lhe interessa, pule para o infográfico, mais abaixo.

Grosso modo, a tinta eletrônica da E Ink é formada por uma camada de microcápsulas que fica entre dois elétrodos (nesse caso, placas condutoras de corrente elétrica). Cada microcápsula tem o diâmetro de um fio de cabelo e leva em seu interior um fluido claro com partículas brancas (com carga elétrica positiva) e pretas (carga negativa) que se movem conforme a carga elétrica aplicada no elétrodo inferior.

Uma carga positiva no elétrodo inferior empurra as partículas brancas para o topo da microcápsula, deixando-as visíveis através do elétrodo superior, que é transparente –assim, a tela fica branca. Do mesmo modo, a aplicação de uma carga negativa faz com que as partículas pretas subam e escureçam a superfície da tela. A combinação dessas partículas pretas e brancas forma a imagem exibida pelo papel eletrônico.

Seu consumo de energia é baixo basicamente por dois fatores: ele não tem iluminação própria, e a retenção da imagem estática na tela não gasta energia.

Diferente de telas que são iluminadas com luz traseira (backlight), como as de LCD, o papel eletrônico é reflexivo, ou seja, reflete a luz ambiente –artificial ou natural (solar). Por não emitir a própria luz, ele supostamente cansa menos os olhos do usuário e consome menos energia, mas normalmente não é legível no escuro sem o auxílio de iluminação auxiliar.

Outras características comuns do papel eletrônico são o bom ângulo de visão, que permite uma boa legibilidade mesmo a partir de uma posição não perpendicular dos olhos em relação à tela; a baixa taxa de atualização, o que torna animações e transições –como mudanças de página– um tanto lentas; e o “ghosting” –tendência a exibir “fantasmas” (resquícios de uma imagem anterior)– geralmente solucionado com uma atualização completa da tela antes de formar a nova imagem. (mais…)

Amazon e Google começam a vender e-books e filmes no Brasil

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Renato Rodrigues, no IDG Now!

A quinta-feira marca a chegada de dois gigantes ao País. Às 0h, entrou no ar a loja de e-books da Amazon, e a Google Play começou a venda de livros e filmes no Brasil. Até então, o serviço da gigante de buscas vendia para usuários brasileiros apenas aplicativos Android.

O catálogo de ambos traz preços em reais. Na Play, quem tem uma conta Google pode fazer o pagamento pelo cartão de crédito associado, como já fazia com os apps para Android. Na Amazon, é preciso criar uma conta – ainda não está claro se quem já possui uma poderá transferi-la para a loja brasileira.

Os e-books da Play podem ser lidos em smartphones, tablets, computador e leitores digitais compatíveis (e-readers). Em dispositivos Android, basta baixar um aplicativo. Alguns preços, no entanto, ainda não são competitivos com obras em papel – é bom pesquisar e comparar com outras livrarias.

Já os da Amazon são exclusivos para o Kindle, o leitor eletrônico da empresa. O dispositivo começa a ser vendido no País nas próximas semanas por 300 reais. No entanto, há apps para leitura em aparelhos iOs, Android, PC e Mac. A empresa americana já tem acordos as principais editoras brasileiras, como a Companhia das Letras, a Intrínseca (dona do hit “Cinquenta Tons de Cinza”, e a DLD (Distribuidora de Livros Digitais), onde estão Record, LP&M e Planeta, entre outras.

A Amazon tem planos de vender também produtos físicos, mas ainda não há previsão de quando a operação completa irá começar no Brasil.

O aluguel de filmes na Play custa de 4 a 8 reais – alguns não permitem a compra, como o blockbuster Vingadores. A navegação é algo confusa, e ao todo, o catálogo ainda tem pouco mais de 100 obras.

Além disso, não é possível saber se a resolução de um determinado título é HD (720p). No caso de uma locação o usuário tem 30 dias para começar a assistir o filme – e 24 horas para terminar. Os filmes tem legendas em português.

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