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Maisa Silva mostra a capa do seu novo livro e revela que estará na Bienal do Livro do Rio de Janeiro

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Victor Mascarenhas, no Purebreak

Dá para acreditar que Maisa Silva já está lançando seu terceiro livro? Pois é, a atriz revelou a capa de “O Livro de Tweets da +A” na noite da última terça-feira (8) e surpreendeu seus fãs. Além disso, a adolescente também revelou que estará na Bienal do Livro do Rio de Janeiro nos dias 2 e 3 de setembro. Ou seja, é a oportunidade perfeita para conhecê-la.

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Diferente dos seus dois primeiros livros, “Sinceramente Maisa – Histórias de uma garota nada convencional” e “O diário de Maisa”, esse terceiro não irá falar necessariamente sobre a vida da garota. Como ela tem bastante seguidores no Twitter e costuma ser bastante divertida na rede social, o intuito desse novo trabalho é mostrar um pouco mais das histórias que estão por de trás desses tweets tão famosos. Então, se você adora o que ela escreve na internet, precisa comprar o seu!

“O Livro de Tweets da +A” já está disponível para ser comprado na pré-venda e será lançado oficialmente no dia 2 de setembro, durante a Bienal do Livro. Que honra para os cariocas, não acham?

Concurso Cultural Literário (178)

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1457-20170220112850Uma sombra na escuridão

Robert Bryndza (autoria), Marcelo Hauck (tradução)

Do mesmo autor de A garota no gelo.

A Detetive Erika Foster tem agora um desafio aterrorizante.

“A sombra respirou fundo, saiu da escuridão e subiu as escadas silenciosamente. Para observar. Para aguardar. Para colocar em prática a vingança que há tanto tempo planejava.”

Em uma noite de verão, a Detetive Erika Foster é convocada para trabalhar em uma cena de homicídio. A vítima: um médico encontrado sufocado na cama. Seus pulsos estão presos e através de um saco plástico transparente amarrado firmemente sobre sua cabeça é possível ver seus olhos arregalados.

Poucos dias depois, outro cadáver é encontrado, assassinado exatamente nas mesmas circunstâncias. As vítimas são sempre homens solteiros, bem-sucedidos e, pelo que tudo indica, há algo misterioso em suas vidas. Mas, afinal, qual é o segredo desses homens? Qual é a ligação entre as vítimas e o assassino?

Erika e sua equipe se aprofundam na investigação e descobrem um serial killer calculista que persegue seus alvos até achar o momento certo para atacá-los.

Agora, Erika Foster fará de tudo para deter aquela sombra e evitar mais vítimas, mesmo que isso signifique arriscar sua carreira e também sua própria vida.

***

Em parceria com a Gutenberg, vamos sortear 2 exemplares de “Uma sombra na escuridão”, de Robert Bryndza.

Para concorrer, mencione na área de comentários alguém que também curte ler suspense. Se sorteados, vocês dois ganharão um exemplar (cada) desse lançamento espetacular. Não esqueça de deixar seu e-mail.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos nesta ação::

O resultado será divulgado dia 18/4 neste post.

Boa sorte. 🙂

 

Atenção para os ganhadores: Rayssa Sena e seu amigo Hiam Augustinho. Parabéns! Entraremos em contato via e-mail.

Concurso Cultural Literário (173)

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S.O.S. Amor – Para apaixonadas (ou desesperadas), de Flavia Pavanelli

Quando percebi que boa parte das garotas que me escrevem nas redes sociais pedem conselhos amorosos, senti a necessidade de conversar mais de perto com essas meninas que, assim como eu, estão descobrindo e vivendo seus primeiros relacionamentos. E existe melhor maneira de fazer isso do que num livro?

São tantas perguntas que povoam nossas cabecinhas quando falamos de relacionamentos que às vezes fica muito difícil conseguir entender o que se passa em nosso coração.

É por isso que eu estou aqui, amiga: para te ajudar!

***

Em parceria com a Gutenberg, vamos sortear 2 exemplares do lançamentoS.O.S Amor, da youtuber Flavia Pavanelli.

Se você pudesse dar um conselho sobre relacionamento para seu melhor amig(x), qual seria?
Marque el(x) aqui nos comentários e responda para concorrer.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 2/3 neste post.

Boa sorte. 🙂

 

Os vencedores são Vall Brasil e Renato Luís Petry. Parabéns! Entraremos em contato via e-mail. 🙂

‘Um Ano Inesquecível’ apresenta histórias escritas por autoras de livros juvenis

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Publicado na Folha de S.Paulo

Muitos dizem que os melhores momentos da vida são vividos na adolescência. Em uma época cheia de mudanças – e primeiros amores, encontros, festas e viagens -, são sempre os instantes inesperados que transformam um dia comum em uma lembrança especial.

“Um Ano Inesquecível” é um livro sobre esses momentos marcantes que não podem ser apagados da memória com tanta facilidade. Assinado por quatro autoras queridas entre o público jovem – Paula Pimenta, Bruna Vieira, Babi Dewet e Thalita Rebouças – a obra apresenta quatro personagens que vivem experiências e sentimentos intensos ao longo das quatro estações do ano.

No livro, Paula Pimenta traz uma história sobre uma viagem de inverno. Babi Dewet conta como um outono pode mudar tudo. Bruna Vieira mostra a paixão brotando com a primavera. E Thalita Rebouças narra um intenso amor de verão.

Paula Pimenta começou sua carreira literária em 2001. Formada em publicidade, trabalhou na Rede Minas como produtora do programa Brasil das Gerais e como assessora de marketing no Minascentro. É autora das séries “Fazendo Meu Filme” e “Minha Vida Fora de Série”.

Dona do maior blog voltado para o público adolescente do Brasil, o Depois dos Quinze, Bruna Vieira alcançou o sucesso pouco a pouco. Aos 15 anos, ela sofreu uma desilusão amorosa e decidiu usar as palavras para superar o trauma, criando o blog que fez sua vida mudar. Hoje blogueira e escritora, Bruna Vieira soma acessos que passam dos 10 milhões e recentemente atingiu a marca de 1 milhão de seguidores em seu perfil no Instagram.

Babi Dewet nasceu no Rio de Janeiro e é formada em Cinema. Começou a sua carreira escrevendo fanfics e publicou a trilogia “Sábado à Noite” em 2014. Amante de música, é apresentadora de shows e eventos de cultura coreana e pop, e possui um canal no YouTube sobre KPop e livros, além de fazer parte da equipe de vídeos do DramaFever.

Thalita Rebouças é jornalista de formação, mas abandonou as redações para batalhar por seu sonho de ser escritora, que tinha desde criança. Aos 25 anos, publicou seu primeiro livro, “Traição Entre Amigas” e, ao longo de 15 anos de carreira, a autora publicou 19 títulos, teve suas obras traduzidas no exterior e vendeu mais de 1.5 milhão de livros.

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Livro traz protagonistas que vivem experiências e sentimentos intensos durante as quatro estações do ano

 

Abaixo, leia um trecho do conto escrito por Paula Pimenta.

*

Acordei no dia seguinte me sentindo bem mais animada. Eu ainda estava com a garganta meio dolorida, mas a gripe tinha passado quase totalmente. Olhei para a cama ao lado e vi que o Dudu não estava lá, provavelmente tinha ido para o quarto dos meus pais, então me espreguicei e comecei a me lembrar dos acontecimentos da noite anterior.

Depois de descermos do terraço, fomos direto para o pub, que realmente estava bem cheio. A maioria das pessoas era mais velha, mas o Ben me levou direto para uma mesa onde estavam algumas da nossa idade. Quer dizer, da idade dele. Eu certamente era a mais nova ali.

Logo notei que o grupo era todo de brasileiros. Os primos dele estavam lá, além de alguns garotos que eu já tinha visto no café da manha do meu hotel e também algumas meninas. Assim que viram o Ben, começaram a falar alto, vibrando por ele ter chegado e perguntando por que tinha demorado tanto. Percebi que ele era muito querido por ali. Ele me apresentou rapidamente para todos, que pelo visto já sabiam sobre a minha peripécia na neve… Algumas meninas vieram me perguntar como eu havia tido coragem de ir tão alto, outras me alertaram para nunca subir em um teleférico sem saber para onde ele ia… Aos poucos fui entendendo que aquele era um grupo de amigos que passava todas as férias ali. Os pais da maioria deles esquiava – profissionalmente ou por hobby – então todos os anos eles se reencontravam. Fiquei sabendo também que, no dia em que eu tinha chegado, o Ben havia ido a Santiago apenas para encontrar os primos no aeroporto, pois ele já estava ali desde o começo do mês.

“Nos estávamos no mesmo voo que você”, o Glauco, um dos primos, me contou. “Alias, te vimos no aeroporto em São Paulo e ate comentamos que, com aquele vestido curtinho você devia estar indo para o hemisfério norte, onde agora e verão… Ficamos surpresos quando entrou no mesmo avião que a gente!”

“Ahhhh, Glauco… Quer dizer que notou a menina ainda no aeroporto…”, uma das garotas, de quem eu não lembrava o nome, brincou.

Fiquei envergonhada, mas o outro primo, que se chamava Adriano, explicou: “O irmao dela inventou de jogar futebol em plena sala de embarque, ela estava tentando ler e toda hora ele jogava a bola em cima dela, querendo atenção.

Os pais deles estavam resolvendo alguma coisa no guichê da companhia aérea, então foi a Mabel que tomou a bola do menino. Nos ate brincamos que ela era uma santa, pois eu estava vendo a hora que aquela bola ia voar no café que estávamos tomando! Mas acho que irmão dela deve ter aprontado mais depois, porque tanto no avião quanto ônibus ela ficou com a maior cara de emburrada.”.

“Por isso, quando chegamos aqui e vimos que ela estava naquela área de recreação que tem entre os hotéis, digitando alguma coisa no celular, resolvemos jogar umas bolinhas de neve nela, só pra descontrair, pra ver se ela ia toma-las da gente também! Era só uma brincadeira, mas ela apelou total, começou a xingar…”, o Glauco esclareceu. “A Mabel e muito brava, já estou avisando pra ninguém deixa-la nervosa, viu?”

Todo mundo achou graça, mas eu fingi estar realmente brava e falei: “Ah, então foi por isso que vocês ficaram jogando neve em mim! Fiquei de castigo por causa disso, sabia?”.

Uma das meninas, que ate aquele momento estava apenas ouvindo a conversa, falou: “Nossa, você ainda fica de castigo… Quantos anos tem?”.

Ela falou aquilo com tanto desdém que eu enrubesci no mesmo instante. Não queria que me achassem criança, mas eu também não achava certo mentir a minha idade.

“Tenho 14…”, confessei. “Mas facho 15 daqui a um mês, no final de agosto!”, completei depressa. “E sim, meus pais dizem que vão me deixar de castigo enquanto eu merecer, até depois que eu for maior de idade.”

Vários deles riram, dizendo que os pais de alguns ali deviam fazer o mesmo. Umas meninas falaram que eu parecia mais nova, outras disseram que eu parecia mais velha… Apenas a garota que fez a pergunta ficou calada, me olhando como se eu a tivesse ofendido por alguma razão.

O resto da noite passou rápido, pois a conversa estava muito animada e eu acabei me enturmando com facilidade. Descobri que todos ali eram muito diferentes, mas tinham uma paixão em comum: a neve. Quando faltava pouco para as dez da noite, o Ben disse que ia me levar ao meu hotel, então todos perguntaram se eu ia me juntar a eles para esquiar na manha seguinte. Totalmente sem graça, expliquei que eu não era boa no esqui, e por causa disso o Adriano falou: Ela acha que a escolinha e só para crianças…”, lembrando o que eu havia dito a eles na pista. Isso fez com que todos discordassem, me dizendo que era muito importante ter pelo menos uma iniciação, pois se tentasse esquiar sozinha, sem a menor base teórica, eu poderia até me machucar.

“Todo mundo aqui passou pela escola de esqui…”, uma das meninas, a Renata, acrescentou. E em seguida se virou para o Ben, dizendo: “Se ela não quer praticar lá, por que você não da umas aulas particulares pra ela? E ate bom, porque individualmente da pra aprender mais rápido”.

Ele, que havia ficado meio calado a noite toda, apenas balançou os ombros, dizendo: “Se ela topar, eu ensino com o maior prazer…”.

Todos insistiram para que eu fizesse isso, então no fim das contas acabei prometendo que ia tentar fazer uma aula com ele, apenas como experiência. Mas se eu não gostasse, encerraria minha carreira de esquiadora ali mesmo.

Por isso, agora, deitada na cama e olhando as montanhas branquinhas lá fora, eu estava sentindo uma mistura de expectativa e ansiedade. Eu realmente achava que não tinha nascido para aquilo, e também ainda não tinha superado o trauma do dia do teleférico. Mas eu havia gostado muito do pessoal na noite anterior, não queria que eles pensassem que eu era uma medrosa, que desistia sem nem tentar…

Sendo assim, me levantei e avisei para os meus pais que eu ia fazer uma aula particular com o Ben naquele dia. Eles adoraram a notícia e falaram que tinham certeza de que eu acabaria amando aquele esporte.

No horário marcado, encontrei com ele na frente do lounge. Como combinado, eu não ia ter aulas no lugar da escola de esqui, por isso ele me levou ate uma área plana que ficava um pouco abaixo dos hotéis.

“Primeiro sem os esquis”, ele começou a explicar. “Vamos apenas treinar os movimentos dos bastões, pois quero que você observe a posição do seu corpo. Finja que você vai começar a esquiar… Como você faria?”

Eu mostrei para ele, que na mesma hora disse que eu estava com a postura muito ereta. Ele me fez flexionar os joelhos e inclinar o corpo para a frente.

“Agora vamos tentar com os esquis”, ele falou, quando achou que eu já estava com o porte adequado. Ele então os acoplou as minhas botas e me ajudou a ficar em pé Em seguida falou para eu ficar na mesma posição que ele tinha me mostrado antes.

Casa literária: mãe e filho escritores apostam na literatura para jovens

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Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Muitas são as noites agitadas na casa dos Briones, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Bianca e Athos preferem a madrugada para escrever e sempre são embalados por alguma música. Não raro a personalidade de cada um se metamorfoseia de acordo com o personagem em que estão trabalhando. Vez ou outra, Bianca até sai falando em voz alta exatamente da mesma maneira que imagina que uma de suas crias literárias faria. Enquanto isso, os coelhos Morgana e Lancelot, se não estão na gaiola, procuram se acomodar entre os livros que se espalham por todos os cômodos da residência.

como-se-fosse-magia-209x300Bianca, 36 anos, é mãe de Athos, 18, que recebeu o nome como uma homenagem um dos protagonistas de “Os Três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas. “Eu tinha uns doze anos quando li o livro e o personagem ganhou meu coração. Decidi no mesmo dia que meu primeiro filho teria esse nome. Eu queria alguém com a mesma força, coragem e integridade. Consegui”, diz a coruja que também tem um outro filho que leva nome literário e já se arrisca na escrita: Arthur, tal qual o lendário rei, que está prestes a completar 11 anos. “Eu sempre debati minhas ideias com meus filhos. Agora eles debatem as deles comigo. É divertido”, conta Bianca sobre como é dividir a atividade com os rebentos.

Ela já é um nome conhecido dos leitores de romances destinados aos chamados “jovens adultos”. Autora de “As Fases de Lua” e da série “Batidas Perdidas”, há pouco lançou pela Gutenberg o “Como se Fosse Magia”, no qual apresenta Eva, uma escritora bem-sucedida, com fãs espalhados pelo mundo, mas que passa por um bloqueio criativo. A paralisia é rompida após a personagem, em um lance fantástico, encontrar com uma de suas criações. Athos, por sua vez, estreou este ano com “Muito Mais que o Acaso”, no qual narra a história de Victor, garoto da periferia e estudante de escola pública que ganha uma bolsa de estudos do melhor colégio particular de São Paulo para que integre o time de futebol do lugar. A transição entre os mundos, claro, não será simples e o jovem precisará superar o preconceito para que seja feliz na nova empreitada.

Bajulações mútuas

Bianca considera que Eva é a personagem que criou mais parecida consigo (“até a particularidade mais maluquinha), já Athos diz que Victor é “exatamente como eu, só que um pouco melhor no futebol”. A relação do jovem com o esporte, aliás, é intensa. Sofria de depressão quando era mais novo, problema do qual se livrou quando começou a praticar a mahamudra, que define como “ um método de desenvolvimento humano que trabalha com a evolução dos três pilares do ser humano: corpo, mente e espírito. Por ela que faço faculdade de Educação Física, porque quero um dia fazer para alguém o bem que eles fizeram pra mim”.

acaso-210x300Voltando à escrita, Athos conta que a mãe, já experiente, foi essencial para que driblasse os momentos de bloqueio criativo enquanto trabalhava no primeiro livro e, em um segundo momento, importante para que ele entendesse como funciona o mercado editorial (ela também é tradutora, preparadora, revisora de textos e avalia originais para editoras). Bianca, por sua vez, diz ter adorado que o filho seguisse esse rumo, mas também ficou bastante ansiosa e um pouco angustiada com a opção. “Acho que senti mais medo do que ele. Eu comemoro cada vitória dele como se fosse minha. Saí dando pulinhos pela casa quando a editora avisou que pediria reimpressão do livro dele”.

Em um momento de troca de bajulações, Bianca conta que admira em Athos “a coragem dele escrever em abordar temas tão importantes e muitas vezes deixados de lado”, enquanto ele aprecia o modo “com que ela consegue transmitir a dor” dos personagens. Instigados a também apontarem no que o outro precisa melhorar, saem pela tangente e falam de parte do processo, não do trabalho já finalizado. “Ela poderia ficar mais calma durante a escrita”, opina o filho. “Acho que se eu fosse sugerir algo seria não deixar para escrever tão em cima da data de entrega, mas confesso que já fiz isso algumas vezes”, responde a mãe. E completa: “Aliás, acho que são nesses momentos em que eu não fico calma”.

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