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Voltado a escritores independentes, Prêmio Kindle de Literatura anuncia segunda edição

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Ganhadora do 1º Prêmio Kindle de Literatura, Gisele Mirabai mostra a versão impressa de "Machamba", cuja versão impressa teve lançamento anunciado pela Nova Fronteira nesta quinta-feira (29) (Foto: Nando Dias Gomes/Divulgação)

Ganhadora do 1º Prêmio Kindle de Literatura, Gisele Mirabai mostra a versão impressa de “Machamba”, cuja versão impressa teve lançamento anunciado pela Nova Fronteira nesta quinta-feira (29) (Foto: Nando Dias Gomes/Divulgação)

 

Disputa vai dar R$ 30 mil ao ganhador. Obras precisam ser inéditas e devem ser inscritas primeiro na plataforma de autopublicação KDP.

Publicado no G1

A Amazon e a editora Nova Fronteira anunciaram, nesta quinta-feira (29), o 2º Prêmio Kindle de Literatura, voltado a escritores independentes.

Os concorrentes devem publicar seus romances inéditos e em português no Kindle Direct Publishing (KDP), plataforma de autopublicação da Amazon (clique aqui para ver todas as regras).

O vencedor, a ser anunciado em janeiro de 2018, receberá R$ 30 mil e poderá assinar contrato com a Nova Fronteira para lançar a versão impressa da obra. As inscrições vão de 1º de agosto a 31 de outubro.

As exigências para participar do 2º Prêmio Kindle de Literatura são:

O escritor precisa ser residente no Brasil – no caso de ter menos de 18 anos, é necessário que seja representado por um responsável legal;

O romance precisa ser escrito em português e inédito. O regulamento permite ainda inscrever “obras que tenham pequena parcela do seu conteúdo publicado em blogs pessoais ou revistas eletrônicas, desde que não ultrapasse 25% do total”;

Para participar, é preciso publicar o romance fomato digital no KDP (clique aqui), a plataforma de publicação da Amazon, entre 1º de agosto e 31 de outubro. O KDP é uma ferramenta gratuita;

É preciso usar a hashtag #premiokindle no campo das palavras-chaves durante a publicação;
Os livros inscritos devem ficar exclusivos para o Kindle no período do prêmio;

Os autores vão ter o controle total do processo de publicação, do design de capa até a definição do preço do livro. Eles também podem receber até 70% dos royalties pelo trabalho;

Não podem concorrer romances tenham já tenham sido anterioremente contratados com qualquer editora no Brasil ou no exterior;

O regulamento ainda complementa: “Também não podem ser relacionadas a outras obras do mesmo autor ou de autores diferentes (inclusive no que diz respeito aos personagens, que devem ser inéditos) e não podem fazer parte de uma série”.

Os livros inscritos na segunda edição do Prêmio Kindle vão ser avaliados por editores escolhidos pela Nova Fronteira e pelos escritores Carlos Heitor Cony e Geraldo Carneiro.

Eles vão apontar cinco finalistas, que serão divulgados entre 11 e 22 de dezembro. A cerimônia de premiação deve acontecer entre 15 e 31 de janeiro de 2018.

A Amazon informa que o 1º Prêmio Prêmio Kindle de Literatura teve mais de 1,7 mil autores brasileiros, de 460 cidades. Eles publicaram mais de 2 mil livros no KDP.

A ganhadora foi Gisele Mirabai, com o livro “Machamba”. Nesta terça, a Nova Fronteira anunciou o lançamento da versão impressa da obra.

“Eu dizia que o Prêmio Kindle de Literatura foi um divisor de águas na minha carreira, mas hoje sinto que é ainda mais do que isso”, disse, por meio de nota, a vencedora.

“Para mim, o prêmio foi uma ponte: do digital para o impresso, dos ‘nãos’ que eu tinha recebido para o ‘sim’ que eu tanto queria ouvir, mas também uma ponte para um mundo novo, que conecta a autonomia e liberdade da autopublicação, com a qualidade e exigência do mercado de literatura contemporânea.”

Sobre a visibilidade proporcionada pela disputa, o gerente geral de conteúdo para Kindle, Ricardo Garrido, afirmou que “dos mais de 2 mil títulos inscritos [no 1º Prêmio Kindle], mais de 30 estiveram entre os 100 eBooks mais vendidos na Amazon.com.br”.

Amazon e Editora Nova Fronteira anunciam Prêmio Kindle de Literatura

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Amazon e Nova Fronteira recebem inscrições para o 'Prêmio Kindle de Literaura' (foto: Divulgação/Amazon)

Amazon e Nova Fronteira recebem inscrições para o ‘Prêmio Kindle de Literatura’ (foto: Divulgação/Amazon)

 

Concurso é direcionado para autores independentes brasileiros. O vencedor receberá R$ 20 mil e terá seu livro publicado em formato impresso

Publicado no UAI

A partir desta quinta-feira, 1, a Amazon, em parceria com a editora Nova Fronteira, abre as inscrições para o Prêmio Kindle de Literatura.

Os autores interessados devem publicar seus romances inéditos pela plataforma Kindle Direct Publishing (KDP) incluindo a tag #premiokindle no campo apropriado, tornando seus livros disponíveis para leitores no mundo inteiro.

Os livros inscritos serão avaliados com base em diversos critérios, como criatividade, originalidade e qualidade da escrita. A etapa final consistirá na seleção de três finalistas que serão escolhidos por um júri especial e por especialistas selecionados pela Nova Fronteira.

O vencedor receberá um prêmio em dinheiro de R$ 20 mil, além de um acordo com a editora para a publicação do título em versão impressa. Os outros finalistas poderão publicar os livros em formato de audiolivro.

As 10 obras pré-selecionadas serão anunciadas no dia 12 de dezembro. As três finalistas serão divulgadas em 9 de janeiro de 2017, e o vencedor será apresentado ao público no evento de premiação, em 17 de janeiro de 2017.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de novembro. Mais informações estão disponíveis no site oficial do prêmio www.amazon.com.br/premiokindle.

Dois livros da mesma editora têm capítulo exatamente igual

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‘Prazeres ilimitados’ e ‘Pecar e perdoar’ foram publicados com dois meses de diferença. Filósofo Fernando Muniz, autor de um deles, reivindica autoria do texto.

 

Nathalia Toledo, na CBN

Dois livros com um capítulo idêntico estão causando alvoroço no mercado editorial. ‘Prazeres ilimitados’, de Fernando Muniz, lançamento deste mês, e ‘Pecar e perdoar’, de Leandro Karnal, lançado em dezembro de 2014, ambos pela Editora Nova Fronteira, foram publicados com o mesmo texto de cerca de 30 páginas sob o título ‘Dores góticas, volúpias privadas’, que trata de prazer e dor. Em nenhuma das duas obras há referência a outro autor. Embora ‘Prazeres ilimitados’ tenha saído dois meses depois, a autoria do capítulo é reivindicada pelo autor e filósofo Fernando Muniz. Procurado pela reportagem da CBN, Muniz disse que aguarda posição da editora para falar publicamente sobre o assunto e decidir que medidas tomar. O historiador e autor de ‘Pecar e perdoar’, Leandro Karnal, ainda não foi encontrado.

Capítulo 'Dores góticas, volúpias privadas' está em dois livros diferentes da mesma editora (Reprodução)

Capítulo ‘Dores góticas, volúpias privadas’ está em dois livros diferentes da mesma editora (Reprodução)

Segundo o jurista e membro da Associação Nacional de Escritores, Carlos Fernando Mathias, não se trataria de plágio simples, já que houve uma apropriação completa do texto. Neste caso, o autor que reivindica a autoria da obra precisa apresentar provas na Justiça para ser indenizado.

“Então, tem que saber quem é o autor, quem teve sua obra apropriada. Como o autor vai provar? Pelos meios de prova, seja testemunhal ou documental. Em Direito, dizer e não provar equivale a não dizer.”

A editora Nova Fronteira não se pronunciou sobre o caso. Segundo o jurista ouvido pela CBN, se o erro for da própria editora, cabe correção por meio de nota pública e retirada de circulação do livro incorreto. Neste caso, não seria necessária a indenização.

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