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Posts tagged Editora Planeta

Raquel Cozer é a nova diretora editorial da HarperCollins Brasil

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Jornalista deixa a Intrínseca para assumir o novo cargo, dia 13

Publicado em O Globo

RIO – Raquel Cozer é a nova diretora editorial da HarperCollins Brasil, segundo maior grupo editorial do mundo. Ela assumirá o cargo na próxima segunda-feira, dia 13 de agosto, e será responsável pelo programa de títulos nacionais e internacionais da editora, que tem sede em Nova York e escritórios em 18 países. Segundo comunicado da editora, Cozer terá um papel fundamental no posicionamento da empresa e na expansão da editora em diversas áreas.

Raquel – que é formada em jornalismo e foi repórter e colunista dos cadernos de literatura nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo – entrou para o mercado editorial em 2015, ao se tornar editora executiva de livros de ficção da Editora Planeta, onde ficou por dois anos. Para assumir o novo cargo, ela deixa a Intrínseca, onde era editora de aquisições desde novembro do ano passado.

– Além de ser uma referência histórica, com seus 200 anos de existência, há HarperCollins está no Brasil só há três anos, e há apenas um ano e meio como editora independente, o que me dá a possibilidade de criar, de dar a ela uma cara aqui – disse Cozer, que assume o desafio num momento de crise no mercado editorial. – A crise faz pensar, exige muita criatividade. Existe público, e os grandes livros vendem. A questão do momento é pensar em alternativas para os leitores.

Ela diz que u dos seus grandes sonhos é fazer um catálogo nacional forte na editora:

– O autor nacional é um patrimônio gigantesco. Pode levar a editora para muitos países. E hoje a gente já tem belos autores no Brasil, principalmente em gêneros como não-ficção histórica. Quero olhar para os autores que estão na casa também.

Para Chantal Restivo-Alessi, diretora digital da HarperCollins Publisher, a experiência e o conhecimento De Raquel Cozer fazem dela a pessoal ideal para ajudar a editora a “crescer ainda mais no Brasil, um país no qual permaneceremos comprometidos a longo prazo”.

A HarperCollins publica aproximadamente 10 mil livros inéditos por ano em 17 línguas, e tem um catálogo digital de mais de 200 mil títulos. Com publicações de diversos gêneros, entre seus autores da HarperCollins estão vencedores do Prêmio Nobel, do Prêmio Pulitzer, do National Book Award, do Newberry, da Medalha Caldecott e do Man Booker Prize.

Editora Planeta está em negociação avançada para comprar Aleph

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Mauricio Meireles, no Painel das Letras

A editora Planeta está em negociações avançadas para a compra da Aleph, casa especializada em títulos de ficção científica, que foi atingida de forma dura pela crise econômica dos últimos dois anos.

Em 2017, houve vários boatos de que a Aleph estava à venda, sempre negados. A editora chegou a ter conversas iniciais com a Sextante -mas, como outras negociações, não avançou como agora com o grupo espanhol.

A coluna apurou que as demais negociações não foram para a frente por conta do preço pedido pela editora brasileira. Executivos espanhóis da Planeta estão no país para conversas com a casa.

Entre questões trazidas com a crise para a Aleph, estiveram problemas relativos ao Cartão BNDES, que oferece crédito para serviços editoriais. A editora passou a lançar menos livros e comprar menos títulos no mercado internacional.

A Aleph já passou pela chamada “due diligence”, a auditoria de contas realizada para ver a saúde de uma empresa quando uma aquisição do tipo é realizada. Procuradas pela coluna, contudo, nem Aleph nem Planeta confirmam a negociação.

Biografia de Edir Macedo liderou venda de livros no Brasil em 2014

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Segundo ranking do site "PublishNews", foram comercializadas 753 mil cópias do livro Foto: Reprodução

Segundo ranking do site “PublishNews”, foram comercializadas 753 mil cópias do livro Foto: Reprodução

Publicado no NE10

“Nada a Perder – Volume 3” (editora Planeta), biografia do bispo Edir Macedo, foi o livro mais vendido no Brasil em 2014. Segundo ranking do site “PublishNews”, que monitora as vendas de 25% a 35% das livrarias do país, foram comercializadas 753 mil cópias do livro.

No ano passado, o segundo volume da biografia, escrita por Macedo e Douglas Tavolaro, também liderou a lista do site, com cerca de 850 mil livros vendidos.

No ranking de 2014, logo após “Nada a Perder” vêm “A Culpa É das Estrelas” (editora Intrínseca), de John Green, e “Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século” (editora Saraiva), de Augusto Cury.

O primeiro vendeu quase 640 mil cópias. O segundo, 346 mil.

O norte-americano John Green foi o escritor que mais vendeu livros no Brasil neste ano. Ele também ocupa o quinto (“Quem É Você, Alasca?”, editora WMF Martins Fontes) e sétimo (“Cidades de Papel”, editora Intrínseca) lugares da lista dos dez mais do ano do “PublishNews”.

Entre as editoras, a campeão foi a Intrínseca, com cinco livros na lista.

Uma curiosidade é a presença do clássico infantil “O Pequeno Príncipe”, em nono lugar. Publicado em 1943, o livro ainda é um best-seller, com quase 124 mil exemplares vendidos neste ano.

A lista dos dez livros que mais venderam, segundo o site “PublishNews”:

1) “Nada a Perder – Volume 3”

Editora: Planeta

Autores: Edir Macedo e Douglas Tavolaro

Vendas: 752.973 exemplares

2) “A Culpa É das Estrelas”

Editora: Intrínseca

Autor: John Green

Vendas: 639.502 exemplares

3) “Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século”

Editora: Saraiva

Autor: Augusto Cury

Vendas: 346.543 exemplares

4) “Destrua Este Diário”

Editora: Intrínseca

Autor: Keri Smith

Vendas: 332.940

5) “Quem É Você, Alasca?”

Editora: WMF Martins Fontes

Autor: John Green

Vendas: 161.954 exemplares

6) “Se Eu Ficar”

Editora: Novo Conceito

Autor: Gayle Forman

Vendas: 158.189 exemplares

7) “Cidades de Papel”

Editora: Intrínseca

Autor: John Green

Vendas: 143.404 exemplares

8) “Não se Apega Não”

Editora: Intrínseca

Autora: Isabela Freitas

Vendas: 130.054 exemplares

9) “O Pequeno Príncipe”

Editora: Agir

Autor: Antoine de Saint-Exupéry

Vendas: 123.576 exemplares

10) “A Menina que Roubava Livros”

Editora: Intrínseca

Autor: Markus Zusak

Vendas: 121.876 exemplares

Roberto Carlos diz que vai lançar autobiografia: ‘Quero revelar tudo’

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Roberto Carlos durante entrevista coletiva na Cidade do México nesta quinta-feira (14); ele anunciou que está escrevendo autobiografia (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

Roberto Carlos durante entrevista coletiva na Cidade do México nesta quinta-feira (14); ele anunciou que está escrevendo autobiografia (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

No México, ele afirmou que serão dois livros e já escreveu 30% do primeiro.
Cantor falou de aposentadoria: ‘Esperança de que não vai acontecer nunca’.

Publicado no G1
Com a intenção de evitar mais especulações sobre sua vida, o cantor Roberto Carlos revelou nesta quinta-feira (14), no México, que está escrevendo sua autobiografia. Devem ser publicados, pelo menos, dois livros.

“Em breve vou lançar este disco, esta biografia”, disse o Rei sobre a história de sua vida, que revelará aos fãs suas recordações desde os quatro anos.

“Quero revelar tudo, falar tudo, mas coisas boas principalmente. Quero contar como aconteceu, como está acontecendo, como quero que continue acontecendo”, disse Roberto Carlos na entrevista coletiva convocada pela Sony Music para celebrar os 12 milhões de discos vendidos no México ao longo da carreira do Rei.

Sobre a data do lançamento do livro, Roberto Carlos revelou que será “quando estiver pronto”, mas adiantou que já escreveu 30% do “primeiro volume”.

“Quero dizer que não vai caber tudo em apenas um livro, acredito que serão dois volumes”, completou.

Aposentadoria
Durante a entrevista no México, Roberto Carlos também comentou a possibilidade aposentadoria. “Sei que há um momento em que você chega e diz: ‘É o momento de parar’. Mas não pensei nisto. Eu tenho a esperança que isto não vai acontecer nunca, e me vejo sempre cantando”, declarou o cantor.

De acordo com ele, a estratégia para se manter na ativa por tanto tempo é querer “sempre fazer uma canção de amor melhor que anterior”. Por outro lado, revelou preocupação com a saúde. “Me cuido, não posso negar, faço exercícios e sou adepto da medicina ultramolecular’, lembrou.

No México, ele lança o disco “Este tipo soy yo”. “Eu faço canções de amor, acho que o amor é eterno e está sempre presente ao longo do tempo”, afirmou.

'O réu e o rei' e o autor da obra, Paulo Cesar de Araújo (Foto: Divulgação e Bel Pedrosa/Divulgação)

‘O réu e o rei’ e o autor da obra, Paulo Cesar de
Araújo (Foto: Divulgação e Bel Pedrosa/Divulgação)

‘O réu e o rei’
Em 2007, uma biografia não autorizada chamada “Roberto Carlos em detalhes” (Planeta), do escritor brasileiro Paulo César de Araújo, foi tirada de circulação após disputa judicial. Em maio deste ano, o autor lançou uma nova obra, “O réu e o rei: Minha história com Roberto Carlos, em detalhes” (Companhia das Letras), que fala sobre a proibição do trabalho anterior.

(Leia a introdução de ‘O réu e o rei’)

“O réu e o rei” saiu duas semanas depois de a Câmara dos Deputados ter aprovado o projeto de lei que libera a venda de biografias não autorizadas pelos biografados ou por suas famílias, em caso de morte. O texto ainda precisa passar pelo Senado antes de ir à sanção presidencial.

O Supremo Tribunal Federal também deve analisar a ação que pede a liberação da publicação. O caso será decidido pelo Supremo durante o julgamento de ação proposta pela Associação Nacional dos Editores de Livros (Anel).

No processo, a associação afirma que a atual restrição imposta aos editores é incompatível com a liberdade de expressão e de informação. Os autores da ação pedem que o Supremo declare que não é necessário o consentimento do biografado para que o livro seja publicado.

O texto de apresentação de “O réu e o rei” descreve o conteúdo citando a controvérsia de “Roberto Carlos em detalhes”. “Objeto de verdadeira polêmica pública, a batalha em torno da proibição de ‘Roberto Carlos em detalhes’ é o cerne de ‘O réu e o rei’”, informa o material promocional.

No mesmo dia em que “O réu e o rei” chegou às livrarias, o editor da Companhia das Letras, Luiz Schwarcz, fez no blog da editora um post a favor da liberdade da publicação de biografias não autorizadas.

“Serve como testemunho das dificuldades para escrever biografias independentes no Brasil. Com ele [‘O réu e o rei’] a Companhia das Letras procura contribuir ativamente para a consolidação do direito do cidadão brasileiro ao conhecimento de fatos relevantes da vida das suas figuras públicas.”

Procure saber
A liberdade de publicação de biografias ganhou mais destaque a partir do início de 2013, quando o grupo Procure Saber – então integrado por Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Djavan, entre outros artistas, e presidido pela ex-mulher de Caetano Paula Lavigne – passou a defender a proibição de obras não autorizadas.

Os artistas diziam defender o direito à privacidade e destacavam as dificuldades em conseguir reparar, através de ações judiciais, os danos posteriores à publicação.
Os biógrafos, contudo, avaliam que a necessidade de autorização é censura prévia e fere a liberdade de expressão. Dizem que a necessidade de autorização defendida pelos artistas impediria a publicação de obras sobre personagens históricos, citando como exemplo a impossibilidade de se escrever sem interferências um texto sobre generais da ditadura ou sobre políticos.

O Código Civil brasileiro, em vigor desde 2003, diz que “a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais”.

Foi justamente essa regra permitiu que Roberto Carlos banisse, em abril de 2007, a biografia escrita por Paulo César de Araújo. “Roberto Carlos em detalhes” havia sido publicado pela Planeta em dezembro de 2006. A obra teve a produção e comercialização interrompidas após acordo judicial entre a editora e o cantor.

O Artigo 5º da Constituição Federal, entretanto, diz que “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” e atesta que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

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