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Taylor Swift doa 25 mil livros para escolas públicas de Nova York

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A doação aconteceu depois de uma parceria da cantora com uma das maiores editoras e distribuidoras de livros infantis do mundo

Publicado na Caras

A cantora Taylor Swift resolveu surpreender algumas escolas públicas de Nova York e doou 25 mil livros.

A doação aconteceu depois de uma nova parceria de Taylor com a Scholastic, maior editora e distribuidora de livros infantis do mundo.

Ano passado, ela participou de uma mesa redonda com crianças em que compartilhava suas experiências com a literatura e como elas a ajudaram a ver o mundo de uma forma diferente.

Greg Worrell, presidente da editora, diz que pretende abrir “um mundo de possibilidades” para os estudantes.

Phil Collins vai lançar autobiografia em outubro de 2016

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PHIL COLLINS, BEAU-RIVAGE HOTEL, GENEVA, SWITZERLAND, 19/04/10

O livro sai pela mesma editora que publicou os livros de Morrissey

Publicado no Clic RBS

Phil Collins está planejando para o ano que vem o lançamento de uma autobiografia, a primeira em mais de 40 anos de carreira. “Várias vezes, ao longo dos últimos anos, me pediram para escrever uma biografia, mas achei que agora pode ser o momento certo”, comentou o ex-baterista do Genesis. “Tenho encontrado o editor-chefe da Penguin Random House e sinto-me pronto para escrever sobre minha vida na música, com todos os altos e baixos e todas as histórias, sob meu ponto de vista.” A Penguin é a mesma editora que publicou os livros de Morrissey – inclusive seu primeiro romance, List Of The Lost, recentemente massacrado pela crítica.

“É uma das coisas que somos loucos para ler”, comentou o editor Ben Dunn sobre a biografia de Collins. “O material prévio é simplesmente de tirar o fôlego.” Ainda sem nome, o livro deve ser lançado em outubro do ano que vem, em versão capa dura e também e-book.

Editora que publicou ’50 Tons’ online deve pagar soma milionária a sócia

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Cena de 'Cinquenta tons de cinza'. (Foto: Divulgação)

Cena de ‘Cinquenta tons de cinza’. (Foto: Divulgação)

Justiça dos EUA determinou que australiana enganou sócia quando vendeu direitos de best-seller para Random House.

Publicado no G1

Uma americana que ajudou a publicar a série de livros “50 Tons” mas ficou sem receber direitos autorais pode ter direito a ganhar milhões de dólares de indenização.

A Justiça dos Estados Unidos determinou que a australiana Amanda Hayward reservasse US$ 10,7 milhões (mais de R$ 38 milhões) para Jennifer Pedroza, que mora no Texas.

As duas foram sócias em uma pequena editora online que inicialmente lançou na forma de e-book a trilogia de livros eróticos – a qual acabou se transformando em sucesso mundial e filme hollywoodiano.

O e-book então se popularizou e atraiu a atenção da editora Random House, que acabou comprando os direitos autorais. Em fevereiro, um júri nos EUA decidiu que Pedroza foi ludibriada nessa transação efetuada por Hayward, por ter recebido um único pagamento de US$ 100 mil.

Agora, o juiz responsável pelo caso advertiu que a indenização a ser paga por Hayward será definido após um acordo entre as duas partes.

A decisão judicial afirma que Hayward, que assinou o acordo de venda em nome da empresa das duas, a The Writers Coffee Shop, enganou Pedroza de forma a fazer com que a americana assinasse um contrato que a excluía do recebimento dos direitos autorais.

A trilogia “50 Tons”, de E. L. James, já vendeu mais de 100 milhões de cópias no mundo. Uma adaptação para o cinema do primeiro livro, “50 Tons de Cinza”, foi lançada neste ano e arrecadou mais de US$ 570 milhões (mais de R$ 2 bilhões) no mundo todo.

Ex-detento cria editora para publicar livros que escreveu em penitenciária

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Ex-presidiário encontra na literatura chance para abandonar vida no crime (Foto: Divulgação / ViisionFilm)

Ex-presidiário encontra na literatura chance para abandonar vida no crime (Foto: Divulgação / ViisionFilm)

Morador de Sorocaba (SP) já escreveu cinco romances.
‘Vou de porta em porta, mas vou sobreviver e ser reconhecido’, diz.

Jomar Bellini, no G1

Tráfico de drogas, decepções amorosas e força de vontade. Estes são os principais capítulos da história de um ex-presidiário de Sorocaba (SP) que encontrou na literatura a motivação para abandonar a vida no mundo crime e seguir adiante. Aos 41 anos, após cumprir pena em seis penitenciárias diferentes, Paulo Henrique Milhan abriu a própria editora para publicar suas obras e driblar o preconceito. A vida dele, inclusive, já virou até um filme divulgado na internet (veja o vídeo abaixo).

Natural de Andirá, no interior do Paraná, Milhan é o terceiro de cinco irmãos e mora com os pais em uma casa no Jardim Santa Bárbara, em Sorocaba. Mas é difícil encontrá-lo na cidade: ele começou uma jornada para divulgar, de porta em porta, o último livro, intitulado “Tarde Demais para Acreditar no Amor”.

A história do ex-presidiário começou há mais de 20 anos, quando se envolveu com o tráfico de drogas. “Comecei sem nenhum motivo específico, foi simplesmente ilusão de ganhar dinheiro rápido, ter carros, casas, mulheres, etc”, conta.

A primeira prisão aconteceu em 1995, na cidade natal. “Gastei um bom dinheiro com advogado, então em 20 dias, o processo estava arquivado”, diz ao explicar que depois se mudou para a cidade de Piedade (SP), na região de Sorocaba.

Em Piedade ele trabalhou em uma oficina com o irmão por seis meses, até voltar a investir na venda de entorpecentes e a ser preso novamente em novembro de 1996, desta vez condenado a três anos de cárcere (sendo dois na cadeia e o restante na rua, em condicional).

Escritor passou por seis prisões diferentes e acumula condenações por tráfico de drogas (Foto: Divulgação / ViisionFilm)

Escritor passou por seis prisões diferentes e acumula condenações por tráfico de drogas (Foto: Divulgação / ViisionFilm)

Em 1998, ele foi preso mais uma vez após se mudar para Sorocaba e morar nos bairros Vila Sabiá e Bairro dos Morros – dois lugares que aparecem com frequência nos boletins de ocorrência envolvendo drogas. “Fui condenado a 5 anos e 10 meses de prisão e levado ao Centro de Detenção Penitenciária (CDP) de Sorocaba na ala D cela 9, onde morei por mais de um ano. Depois fui transferido para Avanhandava e Andradina”, relembra.

Desilusão amorosa
Foi com o concurso de poesias na última penitenciária que Milhan começou a escrever. A inspiração saiu de um amor mal resolvido, interrompido pela prisão. “Escrevi a poesia contando a minha história e o meu sentimento de desprezo pela pessoa que eu estava apaixonado, a Jaqueline, e me inscrevi no concurso”. “Desprezo”, explica ele, porque a moça nunca chegou a visitá-lo enquanto estava preso. “Eu escrevia cartas para a Jaqueline, mas elas nunca foram respondidas.”

Por questões pessoais, Paulo decidiu sair do concurso, mas a poesia serviu de base para escrever o seu primeiro romance. “Ela foi como um roteiro. Outros detentos gostaram e começaram a pedir emprestada para escrever para esposas e namoradas que os haviam abandonados na prisão. Após eu criar a poesia, comecei a idealizar o livro”, conta. Devido a temores de uma possível rebelião, o texto não começou a ser colocado no papel.

Milhan ficou preso durante três anos e seis meses, sendo liberado após (mais…)

Editora Simonsen lança canal exclusivo de crowdpublishing

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Editora Simonsen lança canal exclusivo de crowdpublishing, ferramenta de divulgação e pré-venda de livros

Vilto Reis, no Homo Literatus

A aposta é em uma estratégia que procura antecipar o risco de um projeto conseguindo o financiamento e o público final antes mesmo da produção do livro

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“Será que a falta de interesse pela leitura é generalizada e irreversível, ou as editoras é que estão com dificuldade para conquistar seu público?”, com este questionamento, o editor Rodrigo Simonsen resolveu apostar em uma nova ferramenta de publicação, o crowdpublishing.

O conceito vem do exterior, uma estratégia que procura antecipar o risco de um projeto conseguindo o financiamento e o público final antes mesmo da produção do livro. Ao apresentar o produto para o leitor, este tem a possibilidade de contribuir e viabilizar a realização.

O sistema utilizado pela Simonsen é o da Kickante com um histórico de mais de 1000 campanhas implementadas e cerca de R$ 4 milhões em colaborações arrecadadas. Já são quatro campanhas de sucesso, duas delas finalizadas com mais de 120% da meta arrecadada, mas a editora vem com uma aposta mais ousada. Foram lançadas dez campanhas no mesmo dia, para dez livros diferentes.

A CEO da Kickante, Tahiana D’Edgmont, mostra-se empolgada diante do cenário:

“Com a arrecadação de mais de 100% das metas propostas em campanhas de livros, principalmente as da Simonsen, criamos um canal exclusivo para a divulgação dos livros da editora. Enxergamos um grande potencial nesse segmento que já mostrou em diversas campanhas que merece uma atenção especial do financiamento coletivo. Estamos chamando o conceito de ‘crowdpublishing’, que engloba editoras que estão recorrendo com sucesso ao crowdfunding para lançar uma série de publicações.”

Clique aqui para conhecer os projetos no canal exclusivo da Simonsen.

Quadrinho premiado com a temática do luto, Peixe é um dos primeiros projetos

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Entre os projetos do canal de crowdpublishing da Simonsen, o quadrinho Peixe se destaca por ser uma obra que possui inúmeras reflexões, sempre com beleza e sutileza. De autoria da italiana Bianca Bagnarelli, a obra foi premiada com a medalha de ouro da Associação dos Ilustradores de Nova York.

A sinopse é a seguinte:

“Milo perdeu os pais no último verão, num acidente de carro, e agora mora com os avós numa Riviera Francesa de cores marcantes, repleta de roxos, rosas, vermelhos e marrons. Não há felicidade nestas férias. Mesmo que o cenário seja familiar e cheio de boas memórias, a lembrança da morte está em todo canto. Ele a vê onde quer que vá, no que quer que faça, e a fragilidade da existência povoa cada um de seus pensamentos.”

Apoie este projeto para vê-lo traduzido e publicado no Brasil.

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