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‘Não escrever nunca foi uma opção’, conta Eduardo Spohr à PublishNews TV

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PublishNews TV entrevista o autor de A Batalha do Apocalipse

Publicado por PublishNews

1Já está no ar, no canal do site www.publishnews.com.br/tv, mais uma entrevista da PublishNews TV. Desta vez o entrevistado é o craque Eduardo Spohr, autor do fenômeno editorial A Batalha do Apocalipse, lançado em 2007, e que lança agora seu novo livro Anjos da Morte (Verus).

Nessa entrevista, Spohr fala sobre as metáforas dos personagens, o processo da escrita e a pesquisa, inclusive in loco, por trás de seus livros. “A primeira escala é a pesquisa na internet, depois você precisa ler livros inteiros e por último procurar estar nos lugares e viajar”, conta Spohr.

Mas nem só de rigor vivem seus livros: “O romance precisa ter um cuidado histórico, mas ele não só pode como deve tomar certas liberdades artísticas”, conta o ex-jornalista, cujos títulos saíram do nicho dos leitores nerds e atingiram o grande público com grande sucesso. Até leitoras da Avon viraram fãs e, conta Spohr, lhe escrevem pedindo cenas mais “calientes”.

PublishNews reproduzirá mensalmente o ranking “Editoras mais populares no Twitter”

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Intrínseca, Companhia das Letras e Mundo Cristão lideram popularidade na rede social

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Após várias tentativas, alguns almoços e cafés, conseguimos fazer mais uma parceria com o blogueiro e amigo Sérgio Pavarini. A partir de hoje publicaremos na primeira semana do mês a lista das 20 editoras mais populares no Twitter, organizada pelo blog Livros e Pessoas, do próprio Pavarini.

“Enquanto muitos ainda discutiam se valia a pena investir em uma rede na qual a comunicação se resumia a 140 caracteres, desde o início acreditamos no Twitter como meio de contato envolvente, rápido e barato com os leitores. O tempo mostrou que os brasileiros são apaixonados por Redes Sociais e hoje somos o segundo país com maior número de usuários”, conta Pavarini.

Desde 2011, o blog Livros e Pessoas publica a lista mensal do ranking das editoras mais populares no Twitter. É a única do tipo no segmento editorial e retrata o crescente investimento das empresas nessa área.

No mês de março a grande campeã foi a Intrínseca, seguida pela Companhia das Letras, e, em terceiro, a editora Mundo Cristão.

Veja a lista completa com as 20 editoras mais citadas no twitter no blog.

As 20 editoras mais populares do Twitter (20)

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Parece que foi ontem que desejamos “feliz Ano Novo” e o primeiro trimestre  de 2013 já acabou.”Tempus fugit”, como disse Clarice Lispector o poeta romano Virgílio.

O novo ranking de editoras traz apenas uma modificação: a Autêntica ganhou uma posição e agora ocupa o 14º lugar, apenas três posições atrás da coirmã Gutenberg.

Que este quarto mês do ano seja repleto de bons resultados para todos. 🙂

Ranking Março

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#1: 49.479 Intrínseca @intrinseca

#2: 46.648 Companhia das Letras @cialetras

#3: 45.246 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.341 Editora Sextante @sextante

#5: 35.629 Galera Record @galerarecord

#6: 35.060 Editora Rocco @editorarocco

#7: 32.397 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 29.275 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 28.548 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 27.415 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 25.139 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#12: 23.776 L&PM Editores @LePM_Editores

#13: 21.956 Editorial Record @editora_record

#14: 21.337 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#15: 21.303 Editora RT @editoraRT

#16: 19.891 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 18.762 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 17.160 Ultimato @ultimato

#19 15.735 Suma de Letras @Suma_BR

#20: 14.405 Editora Agir @agireditora

Ranking atualizado em 3/4.

Entre letras e números

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Joselia Aguiar, no Valor Online

Otávio Marques da Costa e Júlia Moritz: novos publishers da Companhia das Letras participam juntos de temporadas de imersão no grupo Penguin, que comprou 45% da editora
Otávio Marques da Costa enviou o currículo pelo site. Advogado jovem num grande escritório de São Paulo, queria mudar de profissão. Começou a cursar outra faculdade, de história, aventava um mestrado no exterior e, enquanto não se decidia, passou a se ocupar nas horas vagas como preparador de texto, um tipo avançado de revisor. Pelo site, seu currículo chegou até a diretora editorial da Companhia das Letras, então Maria Emília Bender. Contratado como assistente por um salário que correspondia a metade do que ganhava, mudou de emprego sem hesitar.

Contado até aí, o enredo se presta a um livro sobre gestão de carreira, título que talvez tivesse boa acolhida sem alcançar as listas de mais vendidos. Com o desfecho, dá até best-seller: depois de cinco anos, o funcionário que se distinguiu por um comprometimento singular acaba de assumir o recém-criado cargo de publisher, o que representa chefiar o coração de uma das mais prestigiosas editoras do país. A virada representa bem a ousadia na hora de apostar e a velocidade para obter resultados que exige hoje o mercado editorial brasileiro, espelho de grandes praças estrangeiras.

A função é compartilhada. Ao lado de Costa, assumiu Júlia Moritz, filha do fundador, Luiz Schwarcz. Ambos têm 31 anos, dividiam a mesma sala e agora participam juntos de temporadas de imersão no grupo britânico Penguin, que comprou 45% da Companhia das Letras em 2011. A mudança no organograma levou à saída de gente que estava havia décadas na casa, como a própria Maria Emília, e à promoção de assistentes para cargos de editores, agora ocupados também com novos selos editoriais, como Paralela e Seguinte, que marcam a entrada em nichos comerciais. Coordenados pela dupla de publishers, oito editores na faixa dos 30 anos leem, aprovam ou descartam obras oferecidas por agentes, “scouts” ou os próprios autores. Antes se responsabilizavam pela edição do texto – encomendas de tradução, preparação e revisão -, que cabe hoje a um núcleo criado exclusivamente para a tarefa.

A renovação das equipes – não só a troca, o rejuvenescimento de seus componentes – é uma das mudanças por que passam editoras de médio e grande porte diante de um mercado que tende a ficar ainda mais aguerrido. Pelo menos cinco das mais importantes editoras do país reestruturaram recentemente seu corpo editorial – além da Companhia, Record, Objetiva, Globo, Cosac Naify – e duas se constituíram ou deram sua arrancada há pouco tempo – LeYa e Intrínseca. Não só mais jovens, os editores, mais envolvidos do que antes com a escolha dos títulos, precisam estar mais pragmáticos. Num ofício historicamente associado à ideia de arte e artesania, não parece mais possível sobreviver alheio aos números.

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Marcos Strecker (no centro) e equipe de editores da Globo Livros: “A internet como meio de venda e de divulgação passa a ter um papel cada vez maior, talvez determinante”, diz
O novo perfil de editor-gestor, que substitui o do editor que só atentava para o texto, e o formato de empresa mais diversificada, que não se acanha em abranger obras comerciais, são, em parte, a adaptação da editora de Schwarcz a um mercado que está modificado desde a criação de sua casa editorial, em 1986.

Nos últimos tempos, as vendas de livros têm crescido concentradas em poucos títulos comerciais, os chamados mega-sellers. Não são novidade na praça – o “Harry Potter”, da Rocco, é de fins da década de 1990 -, mas agora praticamente dominam as listas de mais vendidos. O sucesso, que se dá em escala mundial, é levantado por estratégias de marketing agressivas.

Com a quantidade maior de títulos, operação com que as grandes ganham em escala, sobra pouco lugar nas vitrines para obras de arte ou não comerciais, os chamados long-sellers ou “fundo de catálogo”, obras que, a despeito de sua qualidade e relevância, vendem aos poucos, sem instantânea pirotecnia. A vocação da grande literatura é sobreviver ao tempo. Num balanço de empresa, porém, é um valor dramaticamente não computável.

Costa e Júlia preferem não dizer qual é a nova cara da empresa. A pergunta é difícil e restritiva. “Um título talvez possa simbolizar a atual fase”, sugere Costa. Da estante, pega a capa cítrica, o desenho de um imenso bigode. “Toda Poesia”, de Paulo Leminski, cultuado poeta curitibano que morreu em 1989, cuja obra, dispersa em vários volumes, estava fora da praça. Saiu com tiragem atípica, alta para o gênero, 5 mil exemplares. Esgotou-se em dois dias. Uma nova tiragem de 5 mil foi encomendada e vendida. Na semana passada, o livro entrou na lista de mais vendidos na Livraria Cultura, rede com público mais intelectualizado, à frente da série pornô soft “50 Tons de Cinza”, de E.L. James, publicada pela Intrínseca.

Um mega-seller exige ousadia e velocidade: para identificá-lo, oferecer nos leilões uma soma que os concorrentes não vão se arriscar em pagar, traduzi-lo a tempo e colocar nas livrarias em tiragens altas, indicando para livreiro e público que vale o negócio. Um pouco o “efeito-Tostines”: vende mais porque é mais lido ou é mais lido porque vende mais. (mais…)

As 20 editoras mais populares do Twitter (18)

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Ranking atualizado em 6/2.

O perfil @livrosepessoas tem 102.727 seguidores.

#1: 46.663 Intrínseca @intrinseca

#2: 43.727 Companhia das Letras @cialetras

#3: 42.585 Editora Sextante @sextante

#4: 42.332 Mundo Cristão @mundocristao

#5: 33.032 Editora Rocco @editorarocco

#6: 31.279 Galera Record @galerarecord

#7: 30.684 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 28.694 Editora Novo conceito @Novo_Conceito

#9: 27.714 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 25.938 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 23.090 L&PM Editores @LePM_Editores

#12: 22.425 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#13: 21.086 Editorial Record @editora_record

#14: 20.100 Editora RT @editoraRT

#15: 19.548 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#16: 18.683 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 17.610 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 16.405 Ultimato @ultimato

#19: 14.061 Editora Agir @agireditora

#20: 13.898 Conrad @ConradEditora

Conhece alguma editora cujo número de seguidores a credencia a fazer parte deste ranking? Por gentileza, informe nos comentários.

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