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Universidade dinamarquesa oferece curso sobre ‘Beyoncé, gênero e raça’

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Beyoncé (Foto: Reprodução/Youtube)

Beyoncé (Foto: Reprodução/Youtube)

Publicado na Galileu

Estudantes, let’s get in formation: a Universidade de Copenhague, na Dinamarca, oferecerá um curso com base nas performances, músicas e clipes da Beyoncé. A ideia foi tão bem recebida pelos alunos da instituição que todas as vagas da disciplina já foram preenchidas.

Chamada de “Beyoncé, Gênero e Raça”, a aula terá como objetivo analisar gênero, sexualidade e raça. “Vamos analisar as músicas e clipes dela”, explicou o professor responsável pela aula, Erik Steinskog, em entrevista à emissora TV2. “Um dos objetivos é apresentar o pensamento do feminismo negro, que não é muito conhecido na Escandinávia.”

Segundo o professor do Departamento de Artes e Estudos Culturais da universidade, a cantora é uma das principais artistas do momento. Ele ressalta o fato de ela apresentar discussões sobre feminismo e raça em seus trabalhos, que são consumidos pelo grande público.

Na música “Flawless”, do disco Beyoncé (2013), a cantora fala sobre autoestima e toca uma parte do discurso da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi-Adichie sobre feminismo. “Feminista, a pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica dos sexos”, diz.

Já o disco mais recente da artista, Lemonade (2016), explora a experiência de ser uma mulher negra nos Estados Unidos.

“Ela é uma feminista controversa, o que é crucial. Beyoncé nos faz considerar o que significa ser feminista — ou o que pode significar, mas o feminismo dela é apresentado para uma plateia que não é acadêmica”, refletiu. “É difícil não se impressionar. Ela é extremamente boa no que faz. A vida é curta demais para trabalhar com músicas das quais não gosto.”

 

Saiba mais sobre o curso aqui.

“Temos de mudar a metodologia”, afirma criador da Sala de Aula Invertida

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Entrevista: Jon Bergmann criador da Sala de Aula Invertida  |  Autor: Léo Freitas  |  Fonte: Universia Brasil

Entrevista: Jon Bergmann criador da Sala de Aula Invertida | Autor: Léo Freitas | Fonte: Universia Brasil

Publicado no Universia Brasil

Jonathan Bergmann quase não ficou parado no palco da Sede do Santander em São Paulo, durante sua palestra no 1º FlipCon Brasil – Metodologias Ativas no Ensino Superior, realizado na quinta-feira (30/8).

Vestindo calça jeans e blusa preta de mangas compridas, uma participante no auditório o achou parecido com Steve Jobs. Enquanto exibia uma série de slides no telão, andava de um lado para o outro e anunciava, com muito entusiasmo, uma característica que o lendário fundador da Apple certamente assinaria embaixo: a necessidade de inovação. Nesse caso, o alvo era a educação no planeta.

Mesmo à frente do auditório, foi bastante difícil falar alguns instantes com o professor Jonathan Bergmann, líder do movimento Sala de Aula Invertida e autor de sete livros sobre o tema. Nos poucos momentos em que o palestrante não estava focado nos detalhes de sua apresentação, ele era abordado por gestores e lideranças universitárias ansiosos por autógrafos, cumprimentos e fotografias com o criador do Flipped Learning.

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Poucos minutos antes do evento e satisfeito com a presença das pessoas que lotavam o auditório, Jon Bergmann respondeu a algumas perguntas com exclusividade ao Portal Universia Brasil.

Portal Universia Brasil – O auditório está cheio de pessoas que vieram assistir à sua palestra…

Jonathan Bergmann – Está sim. Estou bastante animado!


Ao observar uma fotografia escolar antiga de nossos pais ou, até mesmo, de nossos avós, notamos que a sala de aula é muito parecida com as dos dias de hoje, em tempos tão tecnológicos. Isso te preocupa?

Sim, me preocupa, acho que temos de mudar esse modelo e passar de um modelo passivo de aprendizagem para uma metodologia ativa. A Sala de Aula Invertida é a forma mais fácil de fazer isso.

O Sr. traz hoje o conceito da Flipped Learning 3.0. Quais são as mudanças nessa nova versão?

Na versão 3.0, fatores como pesquisa, inovação em sala de aula e novas tecnologias estão mudando bastante o Flipped Learning. Estão o tornando melhor. Fazem com o que a Sala de Aula Invertidanão seja apenas mais uma estratégia de ensino, mas sim uma meta-estratégia que apoie todas as demais metodologias.

No Brasil, na maioria das vezes, nos deparamos com experiências de Flipped Learning em instituições privadas de ensino – e não nas públicas. Essa é uma tendência mundial?

A Sala de Aula Invertida funciona em todos os países ao redor do mundo, sejam em escolas mais ricas ou em mais pobres. Obviamente, o modelo exige mais criatividade e trabalho em escolas com mais dificuldades sociais, mas é possível. Não longe daqui, por exemplo, na Argentina, em Misiones, eles estão invertendo suas salas de aula, isso pode ser feito!

Experiência na Argentina

Presente no evento, o diretor executivo do Instituto Nacional de Educação Tecnológica do Governo da Argentina, Miguel Sedoff, confirmou a resposta de Bergmann sobre o sucesso da aplicação prática da Sala de Aula Invertida no país vizinho.

Na província de Misiones, do nordeste do país, a Plataforma Guacurarí começou em 2016 em um projeto-piloto com dez escolas. “Em 2017 já são 25; em 2018 esperamos implementar em 100 e em 2019, a previsão é de 400 escolas”, comenta Sedoff.

A plataforma começou sua aplicação apenas em escolas técnicas, mas a expectativa é que se expanda como proposta a todo o sistema público de educação na província.

Renato Janine Ribeiro: ‘A educação no Brasil luta para subsistir’

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 Elza Fiuza / Agência Brasil Ex-ministro da educação Renato Janine Ribeiro: "Não adianta você criar novas vagas de ensino superior se os alunos não estiverem capacitados".

Elza Fiuza / Agência Brasil
Ex-ministro da educação Renato Janine Ribeiro: “Não adianta você criar novas vagas de ensino superior se os alunos não estiverem capacitados”.

 

Em entrevista ao HuffPost Brasil, ex-ministro explica porque acredita que é muito mais difícil resolver o ensino fundamental do que o superior.

Ana Beatriz Rosa, no HuffpostBrasil

Cortes orçamentários, contingenciamento de recursos, obras paradas e bolsas suspensas.

As instituições de ensino superior no Brasil enfrentam grave crise em decorrência dos reajustes econômicos. Em paralelo, o governo federal decidiu vetar o artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que incluía o cumprimento das metas previstas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) entre as prioridades para 2018.

Para o ex-ministro da educação Renato Janine Ribeiro, não há como pensar em metas futuras enquanto o próprio sistema atual luta por sobrevivência.

“O PNE trata de novos investimentos. Isso significa você ter mais e mais gente recebendo bolsas. Isso é uma coisa nova a ser feita. Mas o que não tem sido realmente organizado é atender as contas que já existem. Você tem situações em que o Brasil poderia estar crescendo notavelmente, mas a realidade é que tem dois anos seguidos que universidades não tem reajuste salarial. Isso não é um mero detalhe”, explica o professor da Universidade de São Paulo.

Para Janine Ribeiro, a crise enfrentada pelas federais é preocupante e estabelece um sentimento de “desânimo” na sociedade frente à educação pública de qualidade.

Em entrevista ao HuffPost Brasil, Renato Janine Ribeiro falou sobre a crise orçamentária das universidades federais e os desafios para o ensino público superior no Brasil:

Orçamento e PNE

Eu sou um tanto pessimista quanto a essa situação. Quando você pega certos casos de algumas universidades você vê que o buraco é bem mais embaixo do que simplesmente não alcançar as metas do PNE. Você olha a UERJ, que é uma universidade estadual, você vê que a crise dela é de simples subsistência. Se você olhar a USP, uma das melhores do Brasil, ela enfrenta uma crise econômica que começou antes mesmo da crise enfrentada pelo Brasil. Essas duas universidades não são federais, mas refletem a situação geral do Brasil. As universidades estão com muita dificuldades em se manter. O corte de verbas do CNPQ, por exemplo, é extremamente grave. Se as bolsas do CNPQ deixarem de funcionar, você desestrutura toda a rede de pesquisa do Brasil, essas bolsas são muito importantes para o pesquisador de mestrado e doutorado. A situação não está garantida e é muito preocupante.

O PNE trata de novos investimentos. Isso significa ter mais e mais gente recebendo bolsas. Isso é uma coisa nova a ser feita. Mas o que não tem sido realmente organizado é atender as contas que já existem. Tem situações em que o Brasil poderia estar crescendo notavelmente, mas a realidade é que tem dois anos seguidos que universidades não tem reajuste salarial. Isso não é um mero detalhe.

Hoje, o problema não é o PNE, mas a manutenção do sistema como ele está. O PNE supõe uma série de avanços. Mas já faz um tempo em que muita gente percebeu que esses avanços serão impossíveis. O que é grave é que a própria manutenção do sistema educacional vigente está difícil.

Se começa a ter cortes, a não fazer aumentos e se universidades importantes como a UERJ e USP entram em crise, se não existe um atendimento prioritário para isso, não temos o que esperar para depois.

Ministro e o ministério

Quando estava no MEC, o equilíbrio das contas já preocupava. A diferença é que tinha-se mais otimismo e esperança de que a situação fosse re-equilibrada em curto prazo. A gente acreditava que a crise seria curta e logo permitiria que os problemas fossem sanados.

Aconteceu toda a situação da oposição, como o apoio a pauta-bomba do Eduardo Cunha. A crise se aprofundou e a retomada se tornou muito mais longa. Houve um jogo de ‘o quanto pior melhor’ por parte de quem estava interessado em afastar a presidente. Ao fazer isso, não estou dizendo que a crise não existia, ou que o governo da Dilma era perfeito, mas que com esse agravamento a gente não conseguiu resolver os problemas, tudo ficou mais doloroso.

A essa altura o que temos é cada vez menos verba. O governo atual acaba tendo mais dificuldade de colocar essas pautas em discussão. Porque foi custoso chegar onde eles estão.

Desafios da educação pública

O principal desafio do Brasil é a educação fundamental. A educação superior tem desafios, mas a grande tragédia está no primeiro acesso à educação. E é muito mais difícil resolver o ensino fundamental do que o superior. Porque abrange muito mais gente e em sua maioria são pessoas pobres. Quem chega até o ensino superior, apesar da expansão do acesso à educação que ocorreu nos últimos anos, está mais protegido socialmente do que aqueles que sequer entraram no ensino fundamental. O Brasil ainda tem muita gente que sequer é alfabetizada.

No ensino superior há um desafio no quesito qualitativo. E também tem o fato de que alguns cursos tem um contingente enorme de alunos, mas poucos desses alunos vão trabalhar realmente em seus mercados. No Brasil, por exemplo, temos mais universidades de direito do que em todo o resto do mundo. Quantos desses estudantes são aprovados no exame da ordem? Você tem um número gigantesco de faculdade que não estão desempenhando seu papel fundamental.

A engenharia também cresceu muito. Mas a matemática continua sendo uma matéria que os alunos têm dificuldade. Não adianta você criar novas vagas de ensino superior se os alunos não estiverem capacitados. A reforma do ensino médio era necessária, apesar de eu achar que não tenha sido bem feita. A gente tem que evitar que os alunos que chegam nas universidades desistam por não conseguirem acompanhar os cursos.

Temos uma experiência muito boa do bacharelado interdisciplinar na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e na Universidade Federal do ABC (UFABC). Ele trouxe para as pessoas uma formação multidisciplinar muito boa. Nós temos que mudar um pouco a maneira de ver a educação superior.

Educação pública X privada

Pode ser ingenuidade minha, mas não acredito que o corte nos orçamentos das federais seja uma ferramenta para dar espaço para o setor privado. Até porque o ensino público e o ensino privado tem papéis muito diferentes.

Nós chamamos de ensino privado todo o ensino que não pertence ao Estado e o ensino particular todo ensino que tem por objetivo o lucro. No ensino privado tem universidades que cobram mensalidades, mas que não tem puramente finalidade lucrativa. Essas universidades sem fins lucrativos são as que lideram o ranking de qualidade hoje no Brasil. Não vejo como as universidades com fins lucrativos iriam competir com as universidades públicas pelos estudantes. É outra coisa.
Pronatec

O Pronatec é muito importante. Vou tentar explicar a lógica em que ele foi pensado. Primeiro você tem a Bolsa Família. A bolsa consegue ajudar bem as famílias, mas para o Estado é um dinheiro perdido, porque é uma bolsa. A família precisa manter os filhos na escola, fazer os testes de gravidez, vacinações, enfim, é fantástico, mas continua sendo uma bolsa. Depois, surgiu o aumento real do salário mínimo. A pessoa não está mais recebendo uma bolsa, ela está recebendo o salário dela. Isso é mais positivo porque a lei coloca um salário melhor para essa pessoa. O terceiro momento é o Pronatec. Você tem a pessoa recebendo um salário melhor porque você melhorou a sua capacidade de trabalho. Dilma defendia o Pronatec da indústria, da lavoura, o Pronatec que gerasse dinheiro novo. Mas o caso do Pronatec para cabeleireiros, por exemplo, é um ótimo caso. Havendo uma demanda de serviços de beleza, você terá gente qualificada. Muita gente que tem um dinheiro a mais passa a cuidar da estética. E muitas mulheres de regiões pobres encontraram espaço nesse serviço, graças a capacitação profissionalizante. A ideia é melhorar o rendimento desses profissionais.

O que esperar?

Você tem pessoas com ótimas formações, até na pós-graduação, e essas pessoas estão sem emprego. Você reduz a perspectiva de trabalho delas. Por outro lado, você tem um corte nas bolsas. Pessoas que estariam entrando para o sistema e não vão ter a oportunidade de fazer suas teses de mestrado e doutorado. Isso é um desperdício. Pessoas que teriam todas as condições de crescer economicamente e que não terão a possibilidade. Se você deixa de fornecer bolsas por um ano, por exemplo, no ano seguinte você terá o dobro da demanda. Isso tudo é uma situação complicada. É a precarização econômica e social do país. Todo mundo sabe que a educação é a base de tudo. Mas o investimento na educação não tem sido feito de uma maneira correta. Isso tudo deixa a sociedade mais desanimada em relação ao ensino público de qualidade.

Vencedora do Nobel da Paz, Malala é aprovada na Universidade de Oxford

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(Foto: Flickr / United Nations Photo)

(Foto: Flickr / United Nations Photo)

Paquistanesa cursará filosofia, política e economia em uma das instituições mais respeitadas do mundo

Publicado na Galileu

A paquistanesa Malala Yousafzai foi aceita pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e irá estudar filosofia, política e economia. “Estou muito feliz de ir para Oxford!”, tuitoua jovem juntamente com uma foto da mensagem que confirmava sua aprovação.

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Malala ficou famosa após levar um tiro de um talibã quando tentava ir para escola no vale de Swat, Paquistão. Depois disso a garota fugiu para o Reino Unido, onde foi operada e pôde escrever um livro no qual revela a realidade da vida no país.

Em 2014, aos 17 anos, Malala se tornou a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por defender o direito à educação e a equidade entre garotas e garotos. No seu discurso de aceitação do prêmio, disse: “Se você quiser ver seu futuro brilhar, você deve começar a trabalhar agora e não esperar por mais ninguém”.

Apesar de ficar muito feliz por ter sido aceita na instituição de renome, a jovem lembrou em seu blog de todas as garotas que não poderão completar o ensino básico: “Eu prometo continuar lutando até o dia em que toda menina puder vestir seu uniforme, arrumar seus livros e caminhar para a escola sem medo”.

Segundo o The New York Times, Ayesha Marri, ex-aluna paquistanesa da Universidade de Oxford, a aceitação de Malala trouxe esperança e encorajamento para jovens de todo o seu país. “Isso mostra quais resultados você pode obter de uma boa educação e que as mulheres são capazes de muito mais do que ajudar a família ou se juntar à força de trabalho”, disse Marri.

“Estrelas Além do Tempo” inspira intercâmbio científico para mulheres

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Cena do filme "Estrelas Além do Tempo" (2016), de Theodore Melfi Imagem: Reprodução

Cena do filme “Estrelas Além do Tempo” (2016), de Theodore Melfi Imagem: Reprodução

Publicado no UOL

Um dos filmes de maior sucesso do último ano, “Estrelas Além do Tempo” — que conta a história real da participação decisiva das cientistas Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson no programa espacial que levou o homem à Lua — acaba de inspirar um novo projeto científico.

De acordo com informações do site “The Hollywood Reporter”, o Departamento de Estado americano criou um programa de intercâmbio educacional para mulheres nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática inspirado pelo filme.

Chamada #HiddenNoMore (algo como “não mais escondidas”, em tradução livre), a iniciativa trará para os EUA 50 mulheres que trabalharam nestes campos de mais de 50 países da África, Europa, Ásia e América Latina. O grupo de representantes selecionadas será recebido em Washington, em outubro. Em seguida, as especialistas viajarão pelos Estados Unidos durante três semanas e se encontrarão com representantes de diversas organizações, como universidades e ONGs, para promover o estudo científico entre mulheres e garotas.

Por fim, elas se reencontrarão em Los Angeles, onde a FOX organizará um evento de dois dias dentro dos próprios estúdios para estimular o debate sobre estímulos à representatividade da mulher na ciência. Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, as mulheres são donas de apenas 35% dos diplomas em áreas relacionadas, atualmente.

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