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Aluna de 15 anos cria novo teste para HIV mais rápido e barato

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Ela estava competindo em uma feira de ciências da escola

Ticea desenvolveu o teste com a ajuda de seus mentores, Mark Brockman e Gursev Anmole Simon Fraser University

Ticea desenvolveu o teste com a ajuda de seus mentores, Mark Brockman e Gursev Anmole Simon Fraser University

Publicado em O Globo

RIO – Quem disse que, para ser pesquisador, é preciso estar na universidade? Em Vancouver, no Canadá, uma estudante de 15 anos descobriu nada menos do que uma forma mais simples e barata de fazer testes de HIV.

Aluna da York House School, escola de ensino médio apenas para meninas, Nicole Ticea desenvolveu um mecanismo onde a pessoa que deseja saber se contém o vírus pinga gotas de sangue em um chip, com o resultado quase instantâneo. O sistema utiliza métodos semelhantes aos testes de gravidez acessíveis em qualquer farmácia.

Em vez de se valer de anticorpos do HIV, como na maioria dos outros testes, Ticea usou o recurso da Amplificação Isotérmica de Ácido Nucleio, onde o vírus é literalmente amplificado de forma acelerada. Isso suprime o intervalo de tempo no qual a pessoa infectada ainda recebe resultados negativos de exames de anticorpos por conta da demora do sistema imunológico em processar uma resposta ao vírus.

A invenção de Ticea contrasta com outros testes de amplificação do HIV, mais caros e demorados. A descoberta foi o produto de uma competição de ciências de sua escola, onde estudantes desenvolvem projetos auxiliados por acadêmicos e universitários. Ticea, por exemplo, contou com a ajuda do professor Mark Brockman e do aluno de graduação Gursev Anmole, ambos da Simon Fraser University.

Embora bem sucedida, a invenção da estudante ainda precisa ser refinada para que possa chegar às farmácias no futuro. Ticea já prometeu que vai continuar com suas pesquisas em paralelo às atividades regulares de sua escola.

‘Tem que prestar atenção’, diz aluna que completou um ano de notas 10

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Fernanda Santana está há mais de um ano tirando notas 10 na escola.
Filha de professor, ela diz que não sofre pressão por causa disso.

Fernanda mostra o boletim com uma sequência de notas 10 (Foto: Mariane Rossi/G1)

Fernanda mostra o boletim com uma sequência de notas 10 (Foto: Mariane Rossi/G1)

Mariane Rossi, no G1

Dedicação, concentração e assiduidade. Esses três fatores, somados, tornaram uma estudante de Santos, no litoral de São Paulo, uma ‘aluna nota 10’. Desde o início do ano passado, Fernanda Armondes Santana, de oito anos, não sabe o que é tirar uma nota abaixo de 10 na média do boletim. Ela é filha de um funcionário da escola, mas garante que não é pressionada para manter as melhores notas que são obtidas, segundo ela, porque procura manter muita concentração durante as aulas.

O boletim escolar de Fernanda tem média 10 em todas as disciplinas (Foto: Mariane Rossi/G1)

O boletim escolar de Fernanda tem média 10
em todas as disciplinas (Foto: Mariane Rossi/G1)

No mundo de Fernanda, ainda há bonecas, videogame, brinquedos e desenhos animados. Mas, ainda na infância, ela optou por dar prioridade para os estudos. No ano passado, a menina ficou com a média 10 em todas as matérias. Fernanda diz que não tem nenhuma mania, estratégia ou segredo para tirar notas boas nas provas. O estudo e a concentração são as ‘armas’ para conseguir bons resultados nos exames. “Quando a professora explica, eu presto atenção e estudo bastante quando tem prova. Tem que prestar atenção”, conta a menina. Depois da obrigação, Fernanda aproveita para se divertir no ballet, capoeira e no judô, uma das paixões da garota.

Fernanda e mãe Jaqueline no quarto com bonecas e brinquedos(Foto: Flavio Santana/Arquivo Pessoal)

Fernanda e mãe Jaqueline no quarto com bonecas
e brinquedos(Foto: Flavio Santana/Arquivo Pessoal)

A mãe dela, a dona de casa Jaqueline Pereira Armondes, de 29 anos, diz que Fernanda nunca teve dificuldade com os estudos. Matemática é a matéria preferida da filha. “Ela gosta de estudar, é dedicada, não gosta de faltar”, fala Jaqueline. Ela acredita que as boas notas da filha são por conta do comportamento da menina dentro e fora da escola. “Ela já tem facilidade e incentivamos também mostrando o quanto é importante estudar. É natural dela, nem precisamos cobrar”, diz.

Pai de Fernanda é professor de Robótica na escola dela (Foto: Mariane Rossi/G1)

Pai de Fernanda é professor de Robótica na escola
dela (Foto: Mariane Rossi/G1)

Fernanda é filha do professor de robótica Flávio Americo Santana, de 44 anos. Ele vê o desempenho da filha bem de perto. “Sempre foi assim. As professoras sempre elogiaram. Em tudo que ela faz, ela se dedica”, diz ele. O pai percebe que muitas crianças da idade de Fernanda tem dificuldades em prestar atenção no professor, mas conta que ela nunca teve esse tipo de problema. Nas aulas de informática, Santana é o professor. Ele diz que, mesmo assim, a filha não muda o jeito de ser. “Eu acho que o comportamento é o mesmo. Ela é bem quietinha, certinha. Eu creio que o comportamento dela é igual independente de eu estar perto dela”, afirma.

Diretora da escola fala sobre a aluna Fernanda (Foto: Mariane Rossi/G1)

Diretora da escola fala sobre a aluna Fernanda
(Foto: Mariane Rossi/G1)

A diretora da escola, Dorinda Domingues da Rocha, considera Fernanda uma aluna nota 10. Assim como a mãe e o pai, Dorinda acredita que os bons resultados da menina são frutos de estudo e muita concentração em sala de aula. “Ela fixa no que está fazendo e resolve. Ela é muito comprometida. Acho que isso faz a diferença, aliado a uma facilidade que ela tem principalmente para a área de exatas”, diz. A diretora diz que as crianças que estão nesta faixa etária estão no começo dos estudos e podem receber pressão por parte da família para conseguir boas notas na escola, o que acaba atrapalhando. “O aluno não pode ficar com receio de fazer uma prova. Às vezes, fazemos exercícios em sala de aula e os alunos são avaliados ali”, fala.

Ainda segundo a diretora, reconhecer o esforço dos alunos que tem boas notas é sempre uma forma de incentivá-lo. “O aluno que dá problema, que é descomprometido, bagunceiro, indisciplinado, todo mundo conhece na escola. Mas o aluno mais centrado, que realmente se dedica, é desconhecido”, diz. Por isso, a escola fez um diagnóstico no começo do ano. Os alunos fizeram uma prova para ver o que os estudantes lembravam sobre as matérias. “Fizemos questão de ir nas salas e falar os que pontuaram mais”, conta.

A diretora espera que outras alunas se espelhem em Fernanda e que a menina continue tendo resultados positivos na escola. “Ela ainda está aberta para tudo, pode fazer muitas experimentações. Não só na área de exatas, como na área das artes, de línguas. O grande diferencial da Fernanda é ela ser realmente comprometida. Ela presta atenção, é muito focada. Eu acho que isso vai ajudar em todos os âmbitos da vida dela. Espero que ela nunca mude”, finaliza Dorinda.

Fernanda durante uma aula na escola (Foto: Mariane Rossi/G1)

Fernanda durante uma aula na escola (Foto: Mariane Rossi/G1)

Bodes vão decidir qual é a melhor universidade britânica

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Karina Kovalick, no ELA

Qual a melhor universidade da Inglaterra: Cambridge ou Oxford? A rivalidade acadêmica entre duas prestigiadas instituições britânicas já dura centenas de anos.

É difícil responder qual das duas é a melhor. Por isso, estudantes e professores encontraram, há quase duzentos anos, um jeito nobre de decidir a parada: uma corrida de barcos pelo rio Tamisa, a Boat Race, realizada desde 1829. É um dos eventos esportivos mais antigos do mundo.

A rivalidade só cresceu e, há seis anos, mais uma prova entrou no calendário, digamos, “esportivo: uma corrida de bodes. Os animais foram escolhidos porque bode em inglês (goat) soa como barco (boat). É uma espécie de piada universitária, mas o pessoal leva a sério.

Os dois bodes que representavam as universidades são cercados de mimos e treinados especialmente para a Goat Race.

Por incrível que pareça, a sexta edição da Corrida de Cabras é acompanhada não apenas por uma multidão de estudantes, mas também por centenas de curiosos.

Quem será que ganha dessa vez?

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Escrava de ‘E o vento levou’ terá sua história contada em livro

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Editora diz que quer corrigir forma como os negros são retratados no romance original

Mammy era um dos personagens principais do romance que inspirou o famoso filme Divulgação

Mammy era um dos personagens principais do romance que inspirou o famoso filme Divulgação

Publicado em O Globo

RIO – Mammy, a escrava dedicada a sua senhora Scarlet O’Hara, em “E o vento levou”, terá sua própria história contada em um livro escrito por Donald McCaig. De acordo com o editora da obra, a iniciativa é uma “correção necessária” sobre o jeito como os personagens negros são retratados no best-seller de Margaret Mitchell adaptado para o cinema em 1939.

Já autorizado pelo espólio da escritora, o romance se passará antes dos acontecimentos de “E o vento levou”. McCaig, o novo autor, deu um passado e um nome de verdade para Mammy, que se chamará Ruth. A obra será publicada em outubro pela editora americana Atria. Em nota, a editora afirma que o escritor faz um retrato de uma Mammy “intensa e cheia de nuances, uma disciplinadora que jamais experimentou a liberdade.”

Em “E o vento levou”, a personagem de Mammy — que rendeu um Oscar de atriz coadjuvante a Hattie McDaniel na versão cinematográfica da história — não é descrita com muitos detalhes. Ela é retratada como uma parte leal e amorosa da família de Scarlet O’Hara. O livro com sua história começa na ilha de Saint Domingue, hoje Haiti, local de origem da família de Mammy. Ela é salva por imigrantes franceses, que a levam para os Estados Unidos.

Peter Borland, diretor editorial da Atria, disse ao “New York Times” considerar Mammy um personagem tão “fascinante e crucial” que desejou criar uma história própria para ela. “O mais notável do livro escrito por Donald McCaig é como ele respeita e honra o romance original, mas também promove uma correção necessária de um dos aspectos mais perturbadores do romance, que é a forma como os negros são representados”, disse Borland.

Menino de 6 anos escreve livro e junta $200mil para ajudar amigo doente

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Jaque Barbosa, no Hypeness

Essa é mais uma história inspiradora, que nos faz lembrar que tudo é possível quando há um sonho. Dylan Siegel, de 6 anos, não conseguiu cruzar os braços ao saber que seu melhor amigo, Jonah Pournazarian, de 7 anos, estava lutando contra uma doença rara e grave, ainda sem cura conhecida.

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Jonah foi diagnosticado com glicogenose, uma doença incurável que prejudica o armazenamento de glicogênio, fazendo com que o nível de açúcar no seu sangue caia frequentemente. Dylan então resolveu que iria arrecadar dinheiro para ajudar nas pesquisas sobre a doença, para que seu amigo tivesse uma chance.

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O pai de Dylan sugeriu que ele fizesse uma barraquinha de limonada, mas Dylan teve uma ideia melhor – queria escrever um livro. Assim nasceu, o “Chocolate Bar“, uma obra de 16 páginas escrita e desenhada à mão, que vem com barras de chocolate. O livro começou a ser vendido na feira de livros da escola, mas a notícia se espalhou, e muitas pessoas quiseram comprá-lo, fazendo com que mais edições tivessem que ser produzidas. A notícia se espalhou pelo mundo e ”Chocolate Bar” conseguiu arrecadar $200 mil dólares. A quantia foi inteiramente doada para que centros de pesquisa consigam entender melhor essa doença rara, e então, encontrar uma cura ou tratamento para ela.

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Mas Dylan não quer parar por aí – sua meta agora é chegar na quantia de 1 milhão de dólares. Alguém duvida?

com informações, NBCNews.

Para saber mais (ou doar), acesse o site do livro e a fanpage no Facebook.

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