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Concurso Cultural Literário (97)

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capa vingança

LEIA UM TRECHO

Não há trégua para Diane Silver…

A profiler do FBI Diane Silver continua sua caça aos serial killers. Ela se associou a Rupert Teelaney – também conhecido como Nathan Hunter –, um dos homens mais ricos do planeta, para eliminar esses carrascos, protegendo assim suas futuras vítimas. Mas o que ela deseja, acima de tudo, é encontrar a mulher que conduziu sua filha Leonor, de onze anos, até seu torturador. Diane sabe, no entanto, que, aliando-se a Nathan/Rupert, escolheu o caminho da ilegalidade, da extrema solidão.

Enquanto isso, em Paris, Yves Guéguen tenta proteger Sara Heurtel, cuja filha satanista foi assassinada por Nathan nos Estados Unidos. Na zona rural de Boston, uma cena digna dos piores pesadelos é descoberta em uma encantadora casa de campo, cujo porão foi transformado em um calabouço onde jazem três cadáveres. Diane tem agora uma nova presa, um novo predador a caçar.

concurso-amarga

Em parceria com o Livrólogos, vamos sortear 4 exemplares de “Amarga vingança“, de Andrea H. Japp, lançamento da Vestígio.

Para participar, basta responder à pergunta: “Uma vingança pode ser doce ou é sempre amarga?

Tenha o dobro de chances ao participar também no Livrólogos. Serão 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado no dia 21/10 neste post.

Boa sorte. 🙂

***

Parabéns: Lilla Araújo e Elisabeth Machado de Salles \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Província argentina elimina nota zero para proteger autoestima de alunos

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Foto: Leonardo Soares/UOL

Foto: Leonardo Soares/UOL

Publicado por BBC Brasil [via UOL]

As escolas primárias da rede pública e privada da província de Buenos Aires – a mais populosa da Argentina, mas que não inclui a capital de mesmo nome -, vão eliminar as notas baixas a partir de 2015, segundo confirmou à BBC Brasil a Secretaria de Educação do governo provincial.

“A avaliação passa a ser com notas de quatro a dez. E para passar de ano o aluno deverá tirar sete”, explica o comunicado da Secretaria de Educação.

O objetivo da medida é evitar “afetar a autoestima” do aluno, conforme explicou a Secretária de Educação, Nora de Lucía, à imprensa local.

“Um aluno que muitas vezes é brilhante em uma matéria acaba ficando desestimulado quando recebe um zero ou outra nota baixa em outra matéria. Acho que devemos cuidar da autoestima da criança”, disse a secretária em entrevista à rádio Mitre, de Buenos Aires.

O governador Daniel Scioli disse que a reforma contribuirá para “reduzir a deserção escolar e gerar incentivo” ao aluno. A decisão de eliminar as notas vermelhas, foi anunciada na semana passada e gerou polêmica no país.

O ex-ministro da Educação Juan Llach, criticou a medida por entender que não contribui para melhorar o rendimento do aluno ou para melhorar o ensino na Argentina.

“Acho que a medida pode ter efeito contrário. O aluno não leva o zero e vai achar que está sendo visto como coitado e não como alguém que quer e pode enfrentar um desafio e crescer”, disse à imprensa local. Para ele,”o zero ou qualquer nota baixa não estigmatiza ninguém”.

A diretora de educação da Universidade Di Tella, Claudia Romero, disse que a nova medida, em sua visão, “não contribui para a educação da criança”.

Por sua vez, o ministro da Educação, Alberto Sileoni, disse que a reforma ajudará a manter o aluno na sala de aula. “Um boletim como os de antes não manterá o aluno na escola. E devemos mantê-lo na escola ou então ele vai (passear) na esquina”, afirmou o ministro.

Segundo os jornais argentinos, apenas uma outra província, a de Catamarca, analisa mudanças similares às de Buenos Aires.

O currículo de 2014

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Para 46% dos gestores, dois erros de digitação já podem eliminar candidato

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Maíra Amorim, em O Globo

Em seu livro “Socialnomics”, de 2012, o consultor americano Erik Qualman prevê que, por volta de 2022, o currículo de papel estará morto. Mas, enquanto isso não acontece, o documento continua sendo a principal ferramenta utilizada para se conseguir um novo emprego, embora cada vez mais complementado por informações de redes sociais, especialmente as incluídas no LinkedIn.

E, por mais que alguns profissionais apostem na renovação do formato, elaborando currículos criativos e cheios de design, a grande maioria usa mesmo o bom e velho Word. O que não representa qualquer problema, dizem especialistas, desde que alguns aspectos sejam observados.

— O currículo é a primeira apresentação e tem que ter conteúdos básicos, que permitam ao recrutador saber se o candidato atende aos requisitos da vaga — afirma Jacqueline Resch, sócia e diretora da Resch RH, para quem erros de gramática e ortografia são imperdoáveis em um currículo.

Segundo pesquisa feita recentemente nos EUA pela consultoria Robert Half, entretanto, a tolerância dos gestores e recrutadores americanos em relação à quantidade de erros de digitação nos currículos varia. Para 46% dos entrevistados, dois erros bastam para que o candidato seja desconsiderado com base no currículo, enquanto 27% toleram até três erros e 17% só relevam um.

O curioso é que o resultado mostra que os gestores estão mais tolerantes que há cinco anos. Levantamento de 2009 revelava que um erro era o bastante para que um currículo fosse desconsiderado por 40% dos entrevistados. Outros 36% apontaram dois erros e 14%, três. Para Sócrates Melo, diretor de operações da Robert Half, no Brasil, a exigência costuma ser maior.

— Acredito que somos menos tolerantes, mas a necessidade, de fato, gera tolerância. Erros podem existir, sim. Se for grave ou se o volume for grande, eles ganham relevância. Mas se for algo que ocorreu por falta de atenção, por exemplo, eu realmente não vejo tanto problema.

Veja o que destacar e o que não precisa ser incluído no documento:

EDUCAÇÃO:

SIM: É importante destacar os cursos de graduação, pós, mestrado ou doutorado que tenham sido realizados, mas sempre de forma objetiva, indicando o ano de conclusão e, apenas se for relevante, algumas disciplinas cursadas.

NÃO: Não é necessário listar todo o histórico educacional, desde o ensino fundamental. Também não é recomendado incluir cursos que não tenham sido concluídos ou aqueles que foram feitos há muito tempo.

EXPERIÊNCIA:

SIM: Essa parte conta muitos pontos, mas o profissional deve saber resumir bem suas atividades, para o recrutador entendê-las de cara. O currículo ideal não deve ter mais de duas páginas, então longas experiências correm risco de nem serem lidas.

NÃO: Listar todas as experiências profissionais só é pertinente para um recém-formado ou universitário. Se o candidato está em um nível mais sênior no mercado, não faz diferença se ele trabalhou em loja ou deu aula particular no início da carreira.

IDIOMAS:

SIM: A fluência em língua estrangeira deve ser destacada, pois é bastante valorizada. Mas, se o inglês está enferrujado, vale a pena ser honesto e colocar, por exemplo, o ano de conclusão do curso, para indicar possível necessidade de atualização, o que nem sempre será um problema.

NÃO: Indicar que tem “espanhol básico” ou “inglês intermediário” é um dos erros mais cometidos por candidatos. Se a fluência for realmente necessária para a vaga, isso será testado, e a informação do currículo, desmentida.

OBJETIVOS:

SIM: Quem opta por incluir o campo “Objetivos profissionais” no currículo precisa ser sucinto e específico: o candidato deve listar a área de atuação pretendida e explicitar os conhecimentos em poucas linhas e com clareza.

NÃO: “Profissional pró-ativo com objetivo de atuar na área de administração e colaborar com a empresa”. Para colocar um objetivo vago e genérico, que não diz muita coisa, é melhor suprimir essa parte do currículo.

NÃO ESQUECER: Nos contatos, e-mail e celular devem estar sempre visíveis. Não é necessário incluir dados como identidade e CPF. Hoje em dia, recomenda-se também colocar no currículo links para os perfis nas redes sociais ou para blogs ou sites pessoais. Mas isso só vale para o que estiver atualizado. Se o recrutador clicar e vir que o último tweet do candidato é de 2011, poderá desconsiderá-lo. O mesmo vale para o LinkedIn, que, além de atualizado, deve ter uma foto que indique profissionalismo.

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