Contando e Cantando (Volume 2)

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Relatório aponta abuso sexual contra mais de 60 crianças em escola tradicional dos EUA

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Agressões começaram na década de 1960 na Horace Mann School

Segundo o relatório, Horace Mann School não tomou providências sobre o caso - Divulgação Horace Mann School

Segundo o relatório, Horace Mann School não tomou providências sobre o caso – Divulgação Horace Mann School

Publicado em O Globo

Pelo menos 64 alunos foram abusados sexualmente em uma escola de elite em Nova York entre os anos de 1960 e 1990 por 24 membros da equipe do colégio. O relatório atualizado dos abusos cometidos na escola Horace Mann, no Bronx, revelam mais que o dobro dos casos descritos em um relatório de 2013, feito pela procuradoria distrital, no qual havia a notificação de 25 vítimas.

A investigação é liderada por um ex-juiz e pelo promotor Leslie Crocker Synder e revelou que alunos de ambos os sexos foram abusados na escola, no entanto, a maior parte dos casos envolve os meninos. Em alguns casos, uma mesma vítima foi atacada por mais de um funcionário do colégio.

“Entre 1962 e 1996, mais de 20 denúncias sobre abuso sexuais foram feitas pelas vítimas, por seus pais, professores, testemunhas ou administradores . Os casos foram relatados em várias administrações e ao longo de décadas. Nenhum dos relatórios foi encaminhado para a aplicação da lei. Além disso, a investigação não indica que a escola tenha compartilhado a denúncia da vítima com os pais. Na maioria dos casos, os agressores foram autorizados a permanecer na escola por anos ou décadas depois que o primeiro abuso foi relatado ”, afirma o relatório.

Na terça-feira, a Horace Mann School afirmou que irá rever o relatório para verificar se ele contém sugestões para reforçar a segurança das crianças. A escola já havia anunciado uma série de acordos com ex-alunos, em pelo menos um dos casos estima-se que o valor pago no acordo tenha superado US$ 1 milhão.

Pasquale Cipro Neto: O trote e o nosso incurável atraso

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Pasquale Cipro Neto, na Folha de S.Paulo

Dona Antônia certamente vai escrever para mim. Dona Antônia fica muito triste quando digo algo que desabone “o nosso maravilhoso Brasil, um país lindo, tropical, onde não há vulcões, tornados, tsunamis etc.”. Dona Antônia mora num condomínio duma cidade paulista, famosa justamente por seus condomínios (fechadíssimos). A existência de um sem-número desses condomínios país afora prova que “o nosso Brasil” é mesmo “maravilhoso”.

Sinto muito, Dona Antônia, mas a senhora vai ficar triste novamente. Re/começaram as aulas nas nossas universidades, e com elas veio outra prova inconteste do nosso secular e incurável atraso.

Repito Paulo Freire: “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”. A barbárie que se vê todos os anos na boçal prática do trote nas nossas “universidades” comprova o que Joaquim Nabuco escreveu há mais de cem anos: “A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil”.

O que é essa estupidez sem fim senão a perpetuação de uma prática que tem por trás a ideia de que calouros são escravos de veteranos, que, por sua vez, quando calouros, foram escravos de veteranos, que, por sua vez, quando calouros, foram escravos de veteranos, que…

Há algum tempo, participei de um programa de TV no qual se discutiu o trote. Eu disse o que penso de QUALQUER trote (o assassino, o “solidário”, o “cidadão” etc.): é pura ditadura, já que não se concede à vítima a hipótese do não. É proibido recusar. Eu era um estranho no ninho… Fui até motivo de troça.

Acabara de ocorrer um caso medonho numa faculdade de medicina, em que um calouro foi queimado. Eu disse que é inconcebível que numa escola de medicina se pratique tamanha barbárie. Recebi mensagens de médicos e futuros médicos que me perguntavam o que eu tinha contra eles… Talvez tivesse sido melhor não responder, mas eu disse que, a priori, contra médicos e futuros médicos não tenho nada, mas contra monstros burros tenho tudo.

Foi preciso que corajosas alunas da medicina da USP resolvessem denunciar o nojo que se dá nas “festinhas” para que a faculdade descobrisse a pólvora: nada de orgias, digo, nada de festas na faculdade (e nada de barbárie, também). A tragédia com o estudante chinês não bastara para pôr fim ao ritual macabro.

Quando olho para um médico, fico com vontade de perguntar-lhe se ele participou dessa estupidez quando aluno. Quando entrevistei o grande e querido escritor e médico Moacyr Scliar, meu companheiro de feiras do livro Brasil afora, disse-lhe que não confio em médicos que não leram Fernando Pessoa, Machado de Assis etc. Ele sorriu, como que concordando com o pensamento.

O que se faz numa conceituada escola paulista de agronomia é o atraso do atraso do atraso. Calouros são levados de madrugada a um canavial, onde são abandonados. Detalhe: a única coisa que se lhes deixa é cachaça. Sem comentários.

É dessa alta nobreza que sai a “elite” do Brasil. Gente insensível, bruta, burra e besta, com muitas e gloriosas exceções, é claro.

Dilma Rousseff, que foi torturada, não entende ou finge que não entende que trote é tortura. Nem ela nem todos os presidentes anteriores a ela. Nem eles nem todos os ministros da Justiça da história deste infame país, Dona Antônia. A leitura da realidade precede a leitura da palavra, caro leitor. É isso.

Elite educacional do Brasil também fica entre as piores no Pisa 2012

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Média dos 25% alunos mais ricos do país é pior que a dos jovens de menor renda em nações desenvolvidas no exame internacional

Sala de aula de uma escola particular no Rio Eduardo Naddar / Agência O Globo

Sala de aula de uma escola particular no Rio Eduardo Naddar / Agência O Globo

Leonardo Vieira, Eduardo Vanini e Antônio Gois em O Globo

RIO — Os maus resultados do Brasil na Educação não se devem apenas à má qualidade da escola pública ou ao baixo desempenho dos alunos mais pobres. A elite brasileira, quando comparada com a de outros países, também se sai muito mal no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), exame divulgado na semana passada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e que compara o aprendizado de jovens de 15 anos de idade em 65 países em testes de Matemática, leitura e Ciências. Este ano, o foco da avaliação foi o conhecimento dos alunos na área de Matemática.

Considerando apenas os alunos que, pelos critérios da OCDE, estariam entre os 25% de maior nível socioeconômico em cada nação, a elite brasileira figuraria apenas na 57ª posição entre os 65 países. O resultado deixa a desejar mesmo quando esse grupo é comparado com os mais pobres da média da OCDE, grupo que congrega principalmente nações desenvolvidas. Enquanto os brasileiros no topo da pirâmide social registraram uma média de 437 pontos, os 25% mais pobres da OCDE tiveram média de 452 pontos.

Veja aqui os resultados do Brasil e do mundo no Pisa 2012.

Na prática, com essa pontuação, a OCDE entende que os brasileiros de condições econômicas mais favoráveis já dominam operações matemáticas como frações, porcentagens e números relativos, sendo capazes de resolver problemas simples — cerca de 65% dos alunos brasileiros não atingiram esse nível no Pisa. No entanto, eles não conseguem formular e comunicar explicações e argumentos com base em suas interpretações e ações.

Outra maneira de comparar seria considerar um número ainda menor de alunos de elite, considerando que o percentual de 25%, para um país ainda em desenvolvimento como o Brasil, pode não ser um retrato fiel do topo da pirâmide social. Mesmo assim, se considerada só a média dos 5% de alunos com melhor desempenho nos 65 países, a posição do Brasil no ranking seguiria praticamente inalterada: 58ª.

O diagnóstico é o mesmo também quando se consideram apenas alunos cujos pais têm nível superior. Nessa comparação, o Brasil ficaria na 56ª posição. No topo desse ranking, aparece novamente a província chinesa de Xangai, cuja média dos alunos é 219 pontos superior à dos brasileiros. Pela escala do Pisa, isso equivale a dizer que essa elite brasileira com pais de alta escolaridade precisaria estudar mais cinco anos letivos para chegar ao nível de conhecimento dos chineses de Xangai em Matemática.

Os dados do Pisa foram divulgados uma semana depois de o resultado do Enem 2012 mostrar que as escolas com as melhores médias no exame do MEC são particulares. De acordo com um levantamento feito pelo GLOBO, nove dos dez colégios cariocas com as notas mais altas no Enem têm mensalidades acima de R$ 2 mil.

Na opinião do coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, os dados mostram que as escolas particulares no Brasil cobram muito por um serviço que não é assim tão melhor do que o oferecido pela rede pública. Segundo ele, o ensino privado no Brasil é desregulamentado e conserva margens de lucro superiores aos seus pares no exterior:

— É um comportamento parecido com um mercado de luxo: não presta um serviço tão bom assim, mas consegue fazer com que a elite se diferencie em termos de consumo. Para um determinado estrato da sociedade, colocar os filhos em escolas muito caras, independentemente da qualidade do serviço, é um caráter de diferenciação. E você tem chances também de construir um capital social: o filho de um grande empresário pode conviver com filhos de outro grande empresário — explica Cara.

Para o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro (Sinepe), Vitor Notrica, o mau desempenho brasileiro dos 25% mais ricos no Pisa não se deve necessariamente às escolas, mas a questões culturais. Ele acha que esse rendimento abaixo da média pode estar ligado à relação entre alunos e professores no Brasil.

— A mensalidade da escola está ligada à sua proposta pedagógica. Tem escolas bilíngues, aplicadas em tecnologia, horário integral… Mas a qualidade do ensino depende, principalmente, do pulmão do professor. É fato que em países como a França e a Alemanha os alunos respeitam muito mais o professor, e por isso são cobrados com vigor. Isso pode também ser uma explicação para o resultado — afirma Notrica.

Membro do Conselho Nacional de Educação e professor da UFMG, Francisco Soares alerta que, mesmo no grupo de 25% mais ricos do Brasil, ainda há alta heterogeneidade:

— Separar em quatro grupos de mesmo tamanho não é razoável para um país tão desigual como o Brasil. Nós temos uma elite, sim, mas não é de 25%. Se formos lá na nata das nossas escolas, talvez elas não deixem a desejar em relação ao resto do mundo. Há escolas, sim, que estão cobrando caro, mas estão colocando os alunos na elite mundial.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, segue a mesma linha de análise de Francisco Soares, mas ressalta que apenas 1% dos estudantes brasileiros atingiu os níveis mais elevados na prova de Matemática do Pisa:

— Os 25% não são uma comparação ideal num país com renda tão concentrada como o Brasil. Nossa elite se aproxima dos 10% ou 5%, em média. Mas a grande questão é que ninguém está indo muito bem em Educação aqui. Mesmo nessa amostra, somente 1% dos nossos alunos conseguiu alcançar notas boas. Esse é o dado mais assustador. Temos pouquíssimos alunos que sabem bem.

Eliane Porto é gerente-geral no Rio da agência de intercâmbios CI, que envia jovens brasileiros para cursar parte do ensino médio no exterior. Segundo ela, os alunos voltam empolgados com o ensino lá fora:

— Eles elogiam muito a infinidade de matérias eletivas, que vão da prática de esportes a aulas de marcenaria. Tudo isso os deixa mais envolvidos e motivados com a escola.

Diferença no respeito ao professor

Cursando o 2º ano do ensino médio num colégio particular do Rio, o aluno Decio Greenwood, de 16 anos, conhece pelo menos duas realidades distintas. Devido ao trabalho de seus pais, o adolescente já passou por escolas inglesas duas vezes: a primeira aos 12 anos; a segunda, no começo deste ano. Segundo ele, as diferenças já começam pelo tratamento dado à rede pública.

— Estudei lá fora em escolas públicas, que são tão boas ou melhores que as particulares daqui. Este ano, frequentei por um mês um colégio que fica perto de Oxford e notei como o ensino de lá é mais preocupado em proporcionar uma vivência ampla ao aluno. Os estudantes têm laboratórios de tecnologia, aulas de culinária e muitas opções esportivas. Enquanto no Brasil as escolas se preocupam em mostrar que um mais um são dois, os professores de lá estão mais interessados em mostrar por que um mais um são dois — compara.

A valorização dos professores nas escolas inglesas também chamou a atenção de Decio.

— Os professores na Inglaterra são muito respeitados. Independentemente da idade deles, os alunos os tratam com muito respeito. Esses profissionais são elevados a um nível muito acima do que esse que notamos aqui, onde nem mesmo o governo os respeita — diz.

Showmen: professores ficam famosos com aulas no YouTube

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Docentes brasileiros alcançam um público de mais de 900 mil alunos por mês

Davi lira, no Estadão

Mal passou pela cabeça do professor paulista Paulo Jubilut, de 33 anos, que uma demissão inesperada pudesse lhe render tantos frutos. Depois de 12 anos dando aulas de Biologia, foi demitido numa escola de elite de Curitiba no final de 2011. Mesmo sendo natural de Santos, Jubilut desenvolveu parte da carreira na Região Sul.

Cada um dos vídeos mais populares de Ivys não tem menos do que 15 mil visualizações

Cada um dos vídeos mais populares de Ivys não tem menos do que 15 mil visualizações

“Ia desistir de dar aulas. Por isso resolvi aproveitar todo o meu conhecimento, gravá-las e disponibilizá-las como se fosse o meu legado”, fala Jubilut.

A decisão, no entanto, acabou lhe trazendo uma grata surpresa. “Assim que me mudei para Florianópolis, em maio de 2012, recebi uma mensagem do YouTube me informando da popularização dos vídeos e de que poderia ganhar dinheiro com eles”, lembra.

Foi então que surgiu a ideia de desistir de um emprego formal e partir para a produção de mais conteúdo online. “Estava prestes a abrir uma casa de sucos. Depois da aceitação do material na rede, decidi me dedicar 100% nas videoaulas”, diz Jubilut.

E o processo de evolução da nova maneira de dar aulas impressiona. Da gravação caseira numa webcam do próprio notebook, o professor de biologia passou para um equipamento profissional em HD. E com menos de dois anos de atuação, seus vídeos de genética, ecologia e bioquímica já têm mais de 900 mil visualizações por mês. Contabilizando os seguidores de outras redes sociais, como o Facebook e o Twitter, são mais de 300 mil internautas antenados no portal Biologia Total, criado por Jubilut após tamanho sucesso no YouTube.

“O que eu e outros professores fazemos não é nada revolucionário, nem inovador. Mas é fato, que essas aulas ajudam muitos estudantes que moram nos rincões do país e que não têm acesso a um cursinho, por exemplo”, diz Jubilut.

Física. Outro professor que desponta na rede com suas videoaulas é o pernambucano Ivys Urquiza, que leciona física há mais de 20 anos. Trabalhando atualmente em Maceió, ele diz, no seu site, que “foi o cuidado de falar a língua do estudante que o levou a aderir às novas mídias”.

Inicialmente ele começou com seu blog Física para o Novo Enem, e depois partiu para o lançamento de um portal maior, com várias videoaulas e uma série de materiais interativos, o Física total.

No meio estudantil, no entanto o sobrenome Urquiza fica de lado, pois é o apelido “Tio Ivys” que impera. Cada um dos seus vídeos mais populares não tem menos do que 15 mil visualizações.

Vestibulandia. E eles não são os únicos professores-estrelas da rede. Outro site, considerado um dos pioneiros das web aulas para o ensino médio também possui uma legião de fãs desde meados do ano 2000. Trata-se do canal Vestibulandia que conta com mais de 130 mil usuários inscritos no canal do YouTube.

E quem comanda o portal? Nerckie, um apelido que é facilmente reconhecido pelos estudantes. Mas além de curioso, algo que chama atenção é que os vídeos não são produzidos por um professor. Nerckie, ou César Medeiros (nome real), é um engenheiro de 38 anos.

Mesmo sem o diploma, a disposição para o ensino fez com que ele passasse a dar aulas pela internet, por meio dos vídeos. Todos eles, gravados de sua própria casa, na zona sul de São Paulo. “Até queria se tornado professor, mas professor sofre bullying na sala de aula”, brinca Nerckie em entrevista no início do ano ao Estado.

Confira os sites dos professores “estrelas”:

Vestibulandia
Projeto sem fins lucrativos, o portal é dos mais antigos e reconhecidos da web. Além das videoaulas, o site ainda disponibiliza uma série de textos teóricos e exercícios com a mesmas dificudlades dos vetibulares. A Matemática é um dos pontos fortes.
Mais informações: http://www.vestibulandia.com.br

Biologia Total
Portal comandado pelo professor Paulo Jubilut é um dos mais completos da rede. O estudante pode ter acesso a uma série de videoaulas dos mais variados assuntos de Biologia. Simulados, planos de curso e tutorial online também são outras vantagens.
Mais informações: http://www.biologiatotal.com.br

Física total
Para aqueles estudantes que precisam de um esforço extra em matéria de física, as videoaulas do portal podem contribuir bastante. Dividas por módulos de aulas e cursos, estudantes podem até sugerir o conteúdo do próximo vídeo a ser gravado.
Mais informações: http://www.fisicatotal.com/

Promoção: “Sombra e ossos”

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Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.

A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras.

Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se
à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.

Vamos sortear 3 exemplares de “Sombra e Ossos”, um dos livros mais aguardados do ano. Lançamento da Ed. Gutenberg!

Para participar é fácil:

* Faça o login
* Preencha os requisitos do aplicativo abaixo

O resultado será divulgado no dia 23/7 e os nomes dos ganhadores serão conhecidos aqui no post e no perfil @livrosepessoas.

Boa sorte! =)

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Atenção:

Os requisitos são:

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