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A misteriosa e exclusiva escola criada por Elon Musk para educar seus filhos

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Elon Musk decidiu tirar os filhos da escola que frequentavam em Beverly Hills, Califórnia, e elaborou um plano especial para eles
Foto: Reuters / BBCBrasil.com

Fundador da Tesla e da SpaceX tirou seus cinco filhos de uma prestigiada escola para crianças superdotadas e criou a Ad Astra, um centro privado do qual pouco se sabe.

Publicado no Terra [via BBC Brasil]

Insatisfeito com a educação que seus filhos estavam recebendo, Elon Musk fez o que muitos outros pais fariam: tirou-os da escola em questão.

Mas o que o fundador e diretor da Tesla e da SpaceX fez em seguida está fora do alcance da maioria: ele criou a sua própria escola, a Ad Astra (em latim, “Para as estrelas”).

Sem um site ou visitas abertas ao público em geral, a Ad Astra opera há três anos em Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos, rodeada por mistério e segredo.

“Criei uma pequena escola”, disse o empresário em entrevista a uma televisão chinesa em 2015, meses após a abertura da Ad Astra.

A atípica empreitada foi uma forma de oferecer uma educação alternativa aos seus cinco filhos, que antes estudavam na renomada escola Mirman, para crianças superdotadas, também em Los Angeles.

Inicialmente, um site da Ad Astra podia ser acessado pelos responsáveis dos alunos, mas ele não está mais disponível
Foto: BBCBrasil.com

Musk contratou um dos professores da Mirman para iniciar o projeto, que começou com um grupo muito pequeno de crianças.

A Ad Astra é oficialmente registrada como uma escola privada ativa aberta em 20 de julho de 2015, com cursos para crianças de 7 a 14 anos.

Em setembro de 2015, ela tinha 20 alunos; agora, aumentou para 40.

“Não se sabe exatamente quem são essas crianças”, diz Christina Simon, autora do livro Beyond the Brochure: An Insider’s Guide to Private Elementary Schools in Los Angeles (“Além do folheto: o guia de uma conhecedora das escolas primárias privadas de Los Angeles”, em tradução livre).

“Foi dito, em algum momento, que a Ad Astra era destinada a filhos dos funcionários da SpaceX, mas não está claro para quais trabalhadores a oferta é feita, nem a quantos ou em que condições”, diz Simon.

A Ad Astra fica perto da sede da SpaceX em Los Angeles.

Uma visita informal

Depois de várias tentativas da BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, de obter informações sobre a escola, a administração concordou em conduzir uma visita informal – da qual não podem ser expostos detalhes, mas que serviu para corroborar seu funcionamento e ajustar algumas percepções equivocadas sobre ela.

Para serem admitidos na escola, as crianças não precisam passar em qualquer teste de QI, como foi sugerido em reportagens na imprensa.

Estudantes em potencial visitam a escola e interagem com a equipe, que analisa se as crianças podem desfrutar desse tipo de educação alternativa.

Maioria dos alunos da Ad Astra são filhos de funcionários da empresa Elon Musk, a SpaceX
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

Os estudantes que não são filhos de funcionários da SpaceX vão à Ad Astra por indicação de um conhecido.

Segundo a escola, em breve ela se tornará mais aberta. Os pais interessados podem preencher um formulário na internet e, a partir daí, o processo de admissão começará.

Claro, o número de lugares permanecerá limitado para manter o espírito inovador da escola.
Fascínio e interesse em Ad Astra

Simon recebe numerosos emails e perguntas de pais que desejam matricular seus filhos ali e não sabem por onde começar.

“Eles não se importam com o que é a escola, quantos professores ela tem ou como funciona, informações que você normalmente deseja saber antes de escolher a escola de seus filhos. Só que se trata de Elon Musk”, conta.

“A filosofia da escola é experimental, não se baseia em um currículo. Musk decidiu que queria educar seus filhos e um pequeno grupo de crianças assim. É algo que ele desenvolveu, é uma ideia sua, e não uma escola tradicional”, enfatiza Simon.

A infância na África do Sul foi muito complicada para Elon Musk, que foi vítima de bullying
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

O próprio Musk explicou em 2015 quais são os dois princípios essenciais subjacentes à proposta: “A maior diferença em relação às outras escolas é que na Ad Astra não há cursos determinados pelo método tradicional”, afirmou.

“Algumas pessoas adoram o inglês ou os (outros) idiomas, outras, a matemática, outras, a música… São habilidades diferentes. O mais sensato é que a educação se adapte às suas habilidades e aptidões”, acrescentou o bilionário.

“Outro princípio é a importância de ensinar a resolver problemas, concentrando-se no problema e não nas ferramentas”, continuou.

“Se você quer ensinar a alguém como um motor funciona, é melhor desmontá-lo e ir aprendendo para que servem essas ferramentas do que iniciar um curso completo de chaves de fenda.”

Ética e moral

Musk não voltou a falar abertamente sobre a Ad Astra, onde muita importância é dada ao tema da ética e da moral.

Ainda é cedo para saber o impacto da formação na escola no futuro acadêmico de seus alunos.

Elon Musk prefere um sistema de ensino diferente do estilo tradicional das salas de aula
Foto: PA / BBCBrasil.com

Quando perguntada se matricularia seus próprios filhos na Ad Astra, Christina Simon diz que suas preocupações seriam principalmente duas.

“Digamos que Elon Musk decida que não quer mais morar em Los Angeles, que quer mudar do país e fechar a escola. Ele pode fazê-lo, mas o que os outros fariam?”, questiona.

“E, em segundo lugar, o que acontece se o seu filho tiver um problema com um dos filhos de Musk? Em uma escola mais estabelecida, há todo um processo para resolver disputas, mas eu não sei o que aconteceria na Ad Astra”, diz ela.

Musk se dá por satisfeito em saber que seus filhos gostam de ir à escola e até mesmo que as suas férias sejam suficientemente longas.

“Eu odiava ir à escola quando eu era pequeno, era uma tortura”, confessou Musk, que sofreu bullying durante sua infância na África do Sul.

10 recomendações de livros de quem já ganhou na vida

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

Conheça os livros que pessoas de sucesso como Barack Obama, Steve Jobs e Bill Gates leram antes de chegar no sucesso

Publicado no Universia Brasil

Quer saber o que pensam bilionários, líderes globais e gente que mudou o jogo? Leia o que eles leem. Não importa quanto sucesso pessoas como Elon Musk, Steve Jobs ou Barack Obama conquistaram, eles adquiriram a experiência necessária para isso com o tempo. E eles concordam que os livros foram uma grande parte da sua jornada. Para a nossa sorte, eles compartilharam que livros foram esses.

A seguir, veja a lista de livros que influenciaram algumas grandes mentes da atualidade, e quem sabe, você seja influenciado por eles também:

A Revolta de Atlas – Ayn Rand
Recomendado por: Steve Jobs and Mark Cuban
Tópico: Política e negócios
Resumo em uma frase: “Resolva os problemas do mundo com soluções empreendedoras”

Competindo Contra o Tempo – George Stalk
Recomendado por: Tim Cook
Tópico: Negócios, economia e produtividade
Resumo em uma frase: “O tempo agora entra na lista de fatores cruciais para se manter competitivo no mercado junto com dinheiro, produtividade e qualidade”

Aventuras Empresariais – John Brooks
Recomendado por: Warren Buffet e Bill Gates
Tópico: Negócios e finanças
Resumo em uma frase: “Uma história clássica sobre a vida coorporativa e financeira dos EUA”

Influência – Robert Cialdini
Recomendado por: Charlie Munger e Guy Kawasaki
Tópico: Psicologia, persuasão e marketing
Resumo em uma frase: “Métodos bancados pela ciência para persuadir qualquer um que você quiser”

A Vida é o que Você Faz Dela – Peter Buffett
Recomendado por: Bill Clinton
Tópico: Vida, propósito, autobiografia
Resumo em uma frase: “Ao invés de escolher o caminho mais fácil, escolha o com maior satisfação”

A Conquista da Felicidade – Jonathan Haidt
Recomendado por: Tony Hsieh
Tópico: Felicidade, cultura, filosofia
Resumo em uma frase: “Dar e servir são o caminho para a felicidade”

Os Quatro Compromissos – Don Miguel Ruiz
Recomendado por: Oprah Winfrey e Jack Dorsey
Tópico: Espiritualidade, vida e felicidade
Resumo em uma frase: “Mantenha sempre a sua palavra, não leve nada para o pessoal, não presuma nada, sempre faça o seu melhor”

A Confiança em Si, a Natureza e Outros Ensaios – Ralph Waldo Emerson
Recomendado por: Barack Obama
Tópico: Individualismo, não-conformidade e independência
Resumo em uma frase: “Mantenha suas convicções, mesmo que a sociedade e as pessoas queiram que você acredite em outra coisa”

Benjamin Franklin – Uma Vida Americana – Walter Isaacson

Recomendado por: Elon Musk
Tópico: Autobiografia, empreendedorismo, Benjamin Franklin
Resumo em uma frase: “A ascensão de Benjamin Franklin do ponto baixo até o mais alto”

Os Vestígios do Dia – Kazuo Ishiguro

Recomendado por: Jeff Bezos
Tópico: História, segunda guerra mundial, vida e arrependimento
Resumo em uma frase: “O retrato de um perfeito cavalheiro britânico e da sua limitada Inglaterra pós-guerra”

O hábito que ajudou Bill Gates, Warren Buffett e Oprah Winfrey alcançarem o sucesso

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Warren Buffett e Bill Gates (Foto: Getty Images)

Warren Buffett e Bill Gates (Foto: Getty Images)

 

Eles gastam uma quantidade fixa de horas semanais só para aprender – seja lendo ou fazendo novos experimentos

Publicado na Época

Eles são extremamente ocupados e trabalham muito. Mas nenhum deixa de lado uma prática: a de reservar algumas horas por semana para fazer algo aleatório com o objetivo de aprender. A conclusão é de Michael Simmons, cofundador da Empact, plataforma para empreendedores, que analisou histórias pessoais de grandes líderes e executivos como Elon Musk, Oprah Winfrey, Bill Gates, Warren Buffett e Mark Zuckerberg. “Percebi um padrão na rotina de todos eles: reservam uma hora por dia (ou cinco horas semanais), durante toda a carreira, para fazer atividades que podem ser classificadas como práticas de aprendizado”, diz Simmons em artigo publicado na Inc. É o que ele define como a “regra das cinco horas”. Simmons selecionou algumas dessas práticas – e as dividiu em três tópicos: leitura, reflexão e experimentos. Confira abaixo:

Leitura

Segundo um artigo publicado na Harvard Business Review, o fundador da Nike, Phil Knight, venera tanto a sua biblioteca particular que você precisa tirar os sapatos antes de adentrá-la e fazer uma saudação. Já Oprah Winfrey credita boa parte de seu sucesso a livros que leu. “Livros são meu passe para minha liberdade pessoal”. Ela compartilha o seu hábito abertamente, por meio de um clube de leitura. Eles não estão sozinhos. Veja os hábitos de outras personalidades:

– Warren Buffett gasta cerca de seis horas por dia lendo cinco jornais e 500 páginas de balanços de empresas

– Bill Gates lê 50 livros por ano

– Mark Zuckerberg lê, ao menos, um livro a cada duas semanas

– Elon Musk cresceu lendo dois livros por dia, segundo seu irmão

– Mark Cuban lê mais do que três horas por dia

– Arthur Blank, cofundador da Home Depot, lê duas horas por dia

– O bilionário e empreendedor David Rubenstein lê seis livros por semana

– Dan Gilbert, bilionário e dono do Cleveland Cavaliers, lê de uma a duas horas por dia

Refletir

O CEO do AOL, Tim Armstrong, faz sua equipe de diretores-sênior gastarem cerca de quatro horas por semana apenas refletindo. Jack Dorsey, do Twitter, é conhecido justamente por vaguear. Jeff Weiner, do LinkedIn, gasta duas horas de seu dia pensando.

Quando Reid Hoffman, empreendedor digital e cofundador do LinkedIn, tem alguma ideia, ele logo liga para um de seus pares para compartilhá-la: Peter Thiel (fundador do Pay Pal), Max Levchin ou Elon Musk. Quando Ray Dalio, fundador do maior hedge fund do mundo, comete um erro, ele rapidamente compartilha o fato em uma plataforma que é aberta a todos os funcionários de sua companhia. E, então, ele gasta tempo com sua equipe para encontrar onde está a falha que o levou ao erro.

Experimentar

Ao longo de sua vida, Benjamin Franklin reservou um tempo à parte para experimentar e planejar projetos com outras pessoas. É famosa também a prática do Google de permitir que seus funcionários participem de novos projetos durante 20% de sua carga horária. O Facebook tem a sua própria hackathon, uma maratona mensal para funcionários testarem novas ideias e criações – que às vezes não têm relação direta com o trabalho que desenvolvem.

O maior exemplo de experimentação, contudo, é provavelmenteThomas Edison. Mesmo sendo incontestavelmente um gênio, Edison aproximou-se de suas maiores criações com muita humildade. Ele identificava cada possível solução – e testava uma a uma. “Se Edison tinha que encontrar uma agulha em um monte de feno, ele não parava até conseguir. Ele começava imediatamente, com diligência quase que febril, a examinar palha a palha, até encontrar o objeto de sua pesquisa”, afirma Nikola Tesla, um de seus rivais.

Por que criar o hábito de aprender

Ao pontuar esses hábitos, Michael Simmons defende que as pessoas que estabelecem regras semanais para fazer algo que não envolve diretamente o trabalho delas obtêm vantagens. Um ponto a ser destacado, contudo, é que tais práticas não devem se confundir com “trabalho”. Muitos profissionais, segundo Simmons, buscam atividades que aumentam sua produtividade e eficiência – e que não os levarão a melhora em algum tipo de habilidade.

Elon Musk revela seu livro de cabeceira do momento

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“Twelve Against the Gods”, de William Bolitho, é o livro de cabeceira de Elon Musk Créditos: Getty Images

“Twelve Against the Gods”, de William Bolitho, é o livro de cabeceira de Elon Musk Créditos: Getty Images

 

Anderson Antunes, no Glamurama

O livro de cabeceira do momento de Elon Musk é “Twelve Against the Gods”, escrito há quase noventa anos pelo jornalista sul-africano William Bolitho. Quem fez a revelação foi o próprio Musk, em um evento da Tesla Motors, da qual ele é cofundador, realizado na semana passada.

Coincidência ou não, desde a promoção involuntária feita pelo bilionário, o livro saltou para o topo da lista dos mais vendidos pela livraria eletrônica Amazon e eventualmente esgotou, situação que se repete em outros sites de vendas de livros dos Estados Unidos.

A obra contém as biografias de doze personalidades históricas, desde Alexandre, O Grande, até o ex-presidente americano Woodrow Wilson, e é, segundo Musk, leitura obrigatória para qualquer empreendedor.

Elon Musk criou uma escola primária para os filhos de seus funcionários

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Gabriel Garcia, na INFO

Durante uma entrevista para um canal de televisão chinês, o bilionário sul-africano Elon Musk revelou que fundou uma escola, chamada Ad Astra, para seus cinco filhos.

De acordo com o fundador da Tesla e da SpaceX, a escola regular não estava educando seus filhos da maneira que ele acredita que seria a mais adequada. “Eles não estavam fazendo as coisas que acho que deveriam ser feitas”, disse Musk durante a entrevista.

“Pensei: ‘Bem, vamos ver o que posso fazer’. Talvez criar uma escola seria melhor”, afirmou Musk, que contratou um dos professores da antiga escola de seus filhos para fundar a Ad Astra.

Atualmente, o colégio tem matriculadas 14 crianças com idade de ensino primário, a maior parte delas filha de funcionários da SpaceX.

A principal diretriz de Musk era sua escola ensinasse a partir das aptidões individuais de seus estudantes, eliminando toda a grade curricular convencional. Para ele, a base do aprendizado escolar deve ser a solução de problemas.

“É importante ensinar a resolução de problemas, ou ensinar o problema e não as ferramentas para resolvê-lo”, disse Musk.

“Digamos que você está tentando ensinar as pessoas sobre como os motores funcionam. Uma abordagem tradicional diria, ‘Iremos ensinar tudo sobre chaves de fenda e furadeiras’. Essa é uma forma muito difícil de fazer isso. Uma maneira muito melhor seria, ‘Aqui está o motor. Agora vamos desmontá-lo. Como iremos fazer isso? Ah, precisamos de uma chave de fenda!'”, afirmou.

Por enquanto, a escola é pequena e experimental, e Musk ainda não sabe quanto tempo irá deixar seus filhos matriculados. Mas os alunos parecem estar gostando da escola de Elon Musk: a classe terá até 20 alunos no próximo ano.

Assista a entrevista (em inglês):

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