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4 livros para se tornar um empreendedor

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Fonte: Shutterstock

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Pensando em abrir um negócio próprio, mas ainda sem ideia? Confira as leituras que podem te ajudar

Publicado no Universia Brasil

Cada vez mais profissionais têm pensado na ideia de se transformar em um empreendedor. Afinal, investir em um negócio próprio pode ser algo bastante lucrativo e interessante. Contudo, o principal desafio para abrir uma empresa é planejar o primeiro passo, ou seja, começar a ter uma ideia para o seu empreendimento.

Sabendo disso, separamos 4 livros para construir uma carreira de empreendedor . Confira quais são eles fique mais perto do seu sonho de ter uma empresa própria!

1 – 4-Hour Workeek, de Tim Ferris

Inserido na lista de best-sellers do The New York Times, o livro foi publicado em mais de 30 idiomas e traz boas dicas para viver mais e trabalhar menos.

2 – Zero to One, de Peter Thiel

Escrito pelo empreendedor e investidor Peter Thiel, o livro trata de como os profissionais podem usar a criatividade para explorar e criar novas coisas.

3 – The Lean Startup, de Eric Ries

O livro fez parte da lista de bestsellers do The New York Times e aborda a metodologia do Lean Startup, que consiste em uma forma de testar a visão no empreendedor, para adaptar suas ideias da melhor forma.

4 – Inbound Marketing, de Brian Halligan e Dharmesh Shah

Para quem deseja se interar sobre o marketing online, o livro explica como uma empresa pode aumentar a sua visibilidade na internet, considerando o comportamento dos consumidores.

Denise Guilherme tem paixão por livros

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Denise Guilherme tem paixão por livros – e pode ajudar seu filho a ler mais e melhor

Mirela Mazzola, no Projeto Draft

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Apaixonada por livros, a pedagoga criou um site que ajuda os pais a navegar pelo oceano da literatura infanto-juvenil

A pedagoga Denise Guilherme, 38 anos, cresceu rodeada por livros. Cursando o ensino médio, em Osasco (SP), foi arrebatada de vez pela literatura. O cenário era uma biblioteca aberta, onde qualquer um podia passear entre as estantes e manusear os livros. Havia também uma bibliotecária sempre pronta a indicar uma boa obra. “Li muito nessa época. A biblioteca da fundação onde estudei não era aquele ambiente típico de pesquisa e silêncio”, lembra.

A faculdade de Pedagogia foi o caminho natural para Denise. Depois vieram o mestrado e a chance de recuperar e organizar a documentação de uma editora. A vontade de se dedicar a projetos de incentivo à leitura surgiu quando ela passou a lecionar para professores no interior de São Paulo, em 2005. “Descobri que seria feliz ajudando a despertar essa paixão em outras pessoas”, diz Denise, grávida de Maria e mãe de Manuel, de 2 anos.

O sonho de levar mais leitura à vida de crianças e jovens e a experiência acumulada em literatura fizeram nascer o blog Meu Diário de Leitura, de resenhas de livros infanto-juvenis. Era o embrião do A Taba, site de curadoria que entrou no ar em 2013 em parceria com bibliotecários, professores e contadores de histórias.

Quando idealizou o projeto, Denise reuniu os profissionais e chegou a uma lista de mil obras indicadas para crianças e jovens, todas avaliadas e divididas em listas temáticas. Não foi fácil viabilizar um site com tanta informação e ainda logística de venda online, mas a versão completa saiu após um ano de ajustes. A criadora dá o tom do trabalho:

“Os textos buscam indicar livros de leitor para leitor, não são uma crítica literária”

Além do conteúdo, A Taba tem espaço para um fórum de leitores e livraria virtual. A ideia, diz Denise, é que a loja seja coadjuvante diante do grande número de resenhas gratuitas. “Não temos vínculo com editoras e não indicamos leituras que consideramos ruins, com conteúdo moralista ou estereotipado, por exemplo.” Há ainda um serviço de assinaturas (mensal, trimestral, semestral ou anual) que, mediante um valor fixo, seleciona e envia um livro por mês de acordo com o perfil da criança ou adolescente presenteado.

Para a idealizadora do projeto, o livro não é nada sem o leitor. “O personagem mais importante nessa história é a leitura, ou seja, a forma como interpretamos a obra e como ela mexe conosco”. Denise sonha que a iniciativa tenha um papel relevante na formação de uma comunidade leitora. Para que cada dia mais pessoas sejam crianças rodeadas por livros, como ela foi.

Aos cinco anos, menino se torna especialista em computação

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Um menino inglês se tornou o mais jovem especialista em computação de que se tem notícia.

Ayan passou em exame de certificação da Microsoft; ele começou a aprender a operar computadores aos 3 anos.

Ayan passou em exame de certificação da Microsoft; ele começou a aprender a operar computadores aos 3 anos.

Gurvinder Gill, na BBC

Ayan Qureshi foi certificado como profissional pela empresa Microsoft, após passar em um teste de habilidades a que se submeteu aos cinco anos de idade.

O menino, que agora tem seis anos, criou sua própria rede de computadores em casa. Ele disse à BBC que achou o exame difícil, porém divertido, e espera se tornar um empreendedor na área.

Seu pai, Asim, que é consultor na área de TI (Tecnologia da Informação), disse que “o mais desafiador (ao prestar o exame) foi explicar a linguagem do teste a um menino de cinco anos”.

“Mas ele pareceu entender e tem uma memória muito boa”, afirmou.

Asim começou a ensinar computação ao filho quando este tinha três anos. Ele brincava com computadores antigos para entender conceitos como hard drive e placa-mãe.

“Qualquer coisa que eu falasse ele lembrava no dia seguinte. Então comecei a alimentá-lo com mais informação”, explicou. “O uso excessivo de computadores nessa idade pode ter um efeito negativo, mas, no caso de Ayan, ele aproveitou uma oportunidade.”

Laboratório

Ayan criou sua própria rede de computação

Ayan criou sua própria rede de computação

Ayan tem seu próprio laboratório de computação em sua casa, em Coventry (centro da Inglaterra), com uma rede de informática que ele mesmo construiu.

O menino passa cerca de duas horas por dia aprendendo sobre sistemas operacionais e como instalar programas.

Quando Ayan foi prestar o exame da Microsoft – geralmente prestado por quem quer se tornar técnico em TI -, os monitores da empresa acharam que ele era muito novo para ser um candidato. O pai assegurou-lhes que o menino ficaria bem.

A família Qureshi se mudou do Paquistão para a Inglaterra em 2009.

“Estou muito, muito orgulhosa”, disse a mãe do menino, Mamoona. “Não quero que ele bata um recorde mundial a cada dia. Mas quero que ele dê o seu melhor no que quer que faça na vida.”

Ayan contou que sonha em criar no Reino Unido uma região semelhante ao Vale do Silício americano, concentrando empresas de tecnologia, e em abrir uma empresa própria.

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