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Posts tagged Ensaio

Jovem lê livros em locais inusitados para apoiar hábito de leitura

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Publicado em Catraca Livre

Para apoiar e promover o hábito da leitura, o eslovaco Jakub Pavlovsky, de 21 anos, criou um ensaio fotográfico no qual aparece lendo em locais bastante inusitados. Intitulado “Book’s Calling” (“O livro está chamando”), o projeto procura provar que livros são ótimas companhias em qualquer lugar ou momento.

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Nas imagens, o jovem é capturado sentado em calçadas, no chão de supermercados, em lojas de bolsas e outros locais nada convencionais para ler um livro. Com isso, ele espera influenciar as pessoas a criarem um hábito de leitura, independente da hora ou do lugar.

Em entrevista ao site, Jakub relatou: “Há alguns meses, eu percebi que as pessoas não estavam mais lendo tanto quanto elas liam hoje, eles preferem as tecnologias modernas a um livro interessante. Eu criei um projeto chamado Book’s Calling nas mídias sociais. Quero espalhar uma ideia tradicional em um sistema moderno”.

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Carta inédita de Camus para Sartre é encontrada na França

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Publicado por Folha de S.Paulo

Uma carta inédita do escritor Albert Camus ao filósofo Jean-Paul Sartre foi encontrada recentemente e confirma a relação amistosa entre os dois intelectuais poucos meses antes da ruptura em 1952.

A briga aconteceu depois da publicação do ensaio “O Homem Revoltado” de Camus, obra que Sartre rejeitou de maneira taxativa.

A carta, que teve a autenticidade comprovada por um especialista, começa com a saudação “meu querido Sartre” e termina com “eu aperto sua mão”.

O escritor argelino Albert Camus em foto de Henri Cartier-Bresson / Henri Cartier-Bresson

O escritor argelino Albert Camus em foto de Henri Cartier-Bresson / Henri Cartier-Bresson

No texto, Camus recomenda a Sartre a atriz “Aminda Valls, amiga de María (Casares, famosa atriz, que foi amante de Camus) e minha, republicana espanhola, que é uma maravilha de humanidade”.

No início de 1951, Sartre preparava o lançamento da peça “O Diabo e o Bom Deus”.

Na montagem, María Casares teve o papel de Hilda, mas Aminda Valls não fez parte do elenco.

“A carta havia sido comprada por um colecionador de autógrafos nos anos 70”, disse Nicolas Lieng, especialista em literatura do século XIX e XX, intermediário na venda do documento a um dos colecionadores privados mais importantes de artigos de Camus.

A carta não tem data, mas, levando em consideração alguns eventos mencionados, especula-se que tenha sido escrita em março ou abril de 1951.

Seis meses depois do envio da carta, Camus publicou “O Homem Revoltado” e, pouco depois, Sartre rompeu a amizade entre os dois, queimando quase toda a correspondência trocada.

T.S. Eliot e Roberto Piva: considerações acerca da Tradição e a poética de Paranóia e Piazzas

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A concepção de que clássico é proporcional ao moderno é enunciada por T. S. Eliot, bem como Borges.

Bande à Part, de Godard (1964)

Bande à Part, de Godard (1964)

Larissa Paes, no Homo Literatus

A concepção de que clássico é proporcional ao moderno é enunciada por T. S. Eliot no ensaio intitulado Tradição e Talento individual (1917), onde a conceituação em torno do termo Tradição é subvertida, superando o senso comum deste, fazendo emergir problemáticas de caráter teórico-literário. Esta é amplamente investigada no ensaio de J. L. Borges, Kafka e seus precursores (1952). O escrito argentino também parte da prerrogativa de Eliot.

T. S. Eliot

T. S. Eliot

A citação exposta sutilmente no filme de Godard, quando Odile (Anna Karina) reproduz Eliot e fala: “Tudo o que é novo é, portanto, automaticamente tradicional’’, emerge indagações ante a tal esbravejo. Como é possível uma obra ser inovadora e concomitantemente tradicional? E parafraseando Bergman: a tradição e o novo estão dolorosamente ligados?

O escritor inglês desconstrói a estruturação em torno da contradição equivocada que impõem um isolamento massacrante dos termos, pois para se aproximar de uma obra é imprescindível adotar a dialética que abarque a complexidade do fazer literário. A tradição não está situada na permanência cristalizada de uma época por geração em geração, quebrando o paradigma através de algum gênio original que oferece novo fôlego à arte, mas na eterna transformação de perspectivas pela inserção da novidade e invocação dos mortos na literariedade sucessora. Ou seja: consiste na atualidade do passado. Tomando a literatura em sua totalidade, a existência dela é simultânea. Assim, diz Eliot:

‘’Um homem a escrever não somente com a própria geração a que pertence em seus ossos, mas com um sentimento de que toda literatura européia desde Homero e, nela incluída, toda a literatura de seu próprio país têm uma existência e constituem uma ordem simultânea. Esse sentido histórico, que é o sentido tanto do atemporal quanto do temporal e do atemporal e do temporal reunidos, é que torna um escritor tradicional’’.

Essa afirmação é reforçada, de certa forma, por Borges quando fala, em seu ensaio, do escritor inglês R. Browning (meados do século XIX) e de Kafka. Ao colocar em voga o poema Fears and Scruples (Browning) afirma ser este a antevisão do sustentáculo de Kafka. Todavia, o escritor tcheco não é simplesmente seu sucessor, mas a luz que enaltece e altera a compreensão do seu precursor. Cai por terra a sistematização hierárquica das obras. A tradição, portanto, é impulsionada, é fundamentada.

Aparece então Roberto Piva e seu Paranoia (1963). Com o recurso da intertextualidade, intensifica-se a clareza ante a conjugação entre tradição e modernidade, já que Piva, ao reverenciar, por exemplo, o poeta Jorge de Lima, modifica a apreensão deste, relendo-o pela criação do poema Jorge de Lima, panfletário do Caos:

Foi no dia 31 de dezembro de 1961 que te compreendi Jorge de Lima
enquanto eu caminhava pelas praças agitadas pela melancolia presente
na minha memória devorada pelo azul
eu soube decifrar os teus jogos noturnos
indisfarçável entre as flores
uníssonos em tua cabeça de prata e plantas ampliadas
como teus olhos crescem na paisagem Jorge de Lima e como tua boca
palpita nos bulevares oxidados pela névoa
uma constelação de cinza esboroa-se na contemplação inconsútil
de tua túnica
e um milhão de vaga-lumes trazendo estranhas tatuagens no ventre
se despedaçam contra os ninhos da Eternidade
é neste momento de fermento e agonia que te invoco grande alucinado
querido e estranho professor do Caos sabendo que teu nome deve
estar com um talismã nos lábios de todos os meninos

R. Piva

R. Piva

Jorge de Lima foi um estrangeiro da poesia nordestina, no sentido da não contemplação de traços regionais ou afins, e filho esquecido das letras brasileiras. A mediação de Piva retira de uma espécie de ostracismo o poeta que não sustenta classificação e o recoloca no tempo, resgatando e readaptando a poesia à turbulência da pauliceia dos anos 60. Piva evoca principalmente as obras A Túnica Inconsútil (1938) e Tempo e Eternidade (1935), tendo como fio condutor a estruturação do poema-mor do poeta alagoano Invenção de Orfeu (1952). Nesta obra, Jorge de Lima buscou n’A Divina Comédia sua mola propulsora de constituição e constituinte.

Por Roberto Piva ter sido um leitor faminto, devorando dos canônicos aos ”subalternos” da literatura, cuspiu na cara da sociedade a marginalidade de todo poeta e alucinou as palavras como seu mestre Rimbaud. Sendo um rebelde enveredando pelo lado negro da força, foi um dos mais tradicionais poetas de sua geração. A retroalimentação foi o estandarte. É pela brasilidade de Mário de Andrade que também inventa um país, uma cidade, um microcosmo, ao ser inventado, tornando um itinerante à la Andrande. Como no poema No Parque Ibirapuera:

Nos gramados regulares do Parque Ibirapuera […]
A noite traz a lua cheia e teus poemas, Mário de Andrade, regam
[minha
imaginação […]
o vento traz-me o teu rosto […].
É noite. E tudo é noite. […]
É noite nos teus poemas, Mário!
Onde anda agora a tua voz?
[…] devo
seguir contigo de mãos dadas noite adiante […]
Não pares nunca meu querido capitão-loucura
Quero que a Paulicéia voe por cima das árvores
suspensa em teu ritmo

A escolha das obras Paranóia e Piazzas é pertinente porque a intertextualidade é transversal. Seja sutilmente, seja taxativamente, a riqueza de criações que fortifica e iluminado o passado ilumina-se é hiperbólica, presenteando a década de 60 com espelhos ferozes. Em Piazzas, Piva constitui um ritual xamânico em torno do Marquês de Sade, no poemaHomenagem ao Marquês de Sade:

O Marquês de Sade vai serpenteando menstruado por
máquinas & outras vísceras
imperador sobre-humano pedalando a Ursa maior no
tórax do Oceano
onde o crocodilo vira o pescoço & acorda a flor louca
cruzando a mente num suspiro
é aéreo o intestino acústico onde ele deita com o vasto
peixe da tristeza violentando os muros de sacarina
ele se ajoelha na laje cor do Tempo com o grito das
Minervas em seus olhos
o grande cu de fogo de artifício incha este espelho de
adolescentes com uma duna em casa mão
as feridas vegetais libertam os rochedos de carne
empilhadas na Catástrofe
um menino que passava comprimiu o dorso descabelado
da mãe uivando na janela
a fragata engraxada nos caminhos da sombrancelha
calcina
o chicote de ar do Marquês de Sade
no queixo das chaminés
falta ao mundo uma partitura ardente como o hímen
dos pesadelos
os edifícios crescem para que eu possa praticar amor
nos pavimentos
o Marquês de Sade pôs fogo nos ossos dos pianistas que
rachavam como batatas
ele avança com tesouras afiadas tomando as nuvens de
assalto
ele sopra um planador na direção de um corvo agonizante
ele me dilacera & me protege contra o surdo século de
quedas abstratas

Por fim, a obra na concepção da tradição literária é amplificadora. Eliot estabelece que:

”O presente consciente corresponde a um entediamento do passado de uma maneira e numa escala que a consciência que esse passado tem de si mesmo não pode mostrar”

E Borges:

”O fato é que cada escritor cria seus precursores. Seu trabalho modifica nossa concepção de passado {…}”

Ensaio premiado de Gustavo Lacerda com albinos é lançado em livro

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Daigo Oliva, na Folha de S.Paulo

No livro que o fotógrafo Gustavo Lacerda lança no próximo dia 31, a pele, os cabelos e os cílios dos retratados são quase invisíveis.

No ensaio “Albinos”, selecionado pela Coleção Pirelli/Masp em 2010 e vencedor dos principais prêmios de fotografia do país, o cenário das imagens e as roupas, em tons claros e delicados, funcionam como transparências.

Durante cinco anos, o mineiro fotografou cerca de 50 adultos e crianças brasileiros com albinismo, distúrbio genético que causa falta de pigmentação na pele.

“Por causa da fotofobia e dos cuidados com a pele, os albinos tendem a se preservar e a se esconder”, diz Lacerda, 44. “Queria fotografar quem não é fotografado.”

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Os irmãos Marcus, Andreza e André em foto tirada por Gustavo Lacerda em 2011

Em diferentes regiões do Brasil, os personagens posaram com figurinos propostos pelo fotógrafo, que abandonou o viés documental do início do projeto.

Ao perceber como os albinos reagiam à preparação para os retratos, ele diz ter encontrado a tensão necessária para construir sua estética.

“Eles jamais tinham sido escolhidos para nada que não fosse serem zoados. De repente, alguém os seleciona para uma foto, em um estúdio, com roupas à disposição, com aquele ritual de se olhar no espelho antes”, conta.

Além da mise-en-scène, Lacerda também se preocupou com os flashes. Para evitar irritação, ele usou uma fonte de luz muito grande e recriou a luminosidade de um dia nublado.

“Percebi que quando o clima está assim, eles ficam incomodados no início, mas depois se acostumam. É menos irritante do que dia de sol.”

Um dos fotografados no ensaio, o professor de inglês e literatura Roberto Biscaro foi o primeiro contato de Lacerda com o mundo albino, para encontrar modelos. Autor do blog “Albino Incoerente”, Biscaro se tornou referência em notícias sobre o tema.

Para o paulistano Biscaro, 47, o mérito do trabalho do artista é “olhar o diferente como portador de beleza, sem estigmatizá-lo”. Ele acrescenta, brincando:”Ainda mais em um país tropical que preza tanto pelo bronzeado”.

Tanto ele quanto a economista carioca Ana Beatriz Vassimon, mãe das gêmeas Helena e Mariana, retratadas, percebem distância entre o ensaio de Lacerda e trabalhos que exploram a condição dos retratados como exotismo.

“Pessoas querem fotografar as meninas e colocar elementos coloridos nelas. O Gustavo é o contrário, não tem nada de espetacularização, é uma forma sensível e lírica”, defende a mãe das gêmeas.

O fotógrafo conta que, por medo da exposição, algumas pessoas se recusaram a participar, no início. Mas, depois que o ensaio se tornou mais conhecido, voltaram atrás. “Muitos vão achar um trabalho poético, outros vão achar que é uma forma de explorar os albinos. Ainda que tenha esse risco, eles estão sendo mostrados”, afirma.

Desde o nascimento das filhas, Vassimon escreve textos relatando sua experiência com a descoberta do albinismo. Um deles está reproduzido em formato de carta dentro do livro (leia ao lado).

O projeto gráfico do volume incluiu folhas de papel-manteiga entre as fotos para remeter à textura da pele e revelar e esconder as imagens.

O próprio Lacerda financiou grande parte da produção. Para reduzir os custos, pretende vender 50 livros-objeto com impressão especial, embalados em caixa e oferecidos a R$ 650 cada um.

“As pessoas perguntam qual será meu próximo trabalho como se fosse pecado continuar este projeto. Quero seguir fotografando alguns albinos, talvez não como faço hoje, mas acompanhando o crescimento de irmãos.”

TRECHO

“Quando peguei as meninas no colo, quentinhas, na sala de parto, vi os cílios claros e na hora pensei que não poderiam ser loiras a ponto de terem cílios quase brancos…

Saquei ali que eram albinas. Elas estavam berrando, eu chorando, derretida de emoção.

No quarto, elas demoraram a vir e eu fiquei muito preocupada… Só falavam sobre a falta de pigmento nos olhos e que deveríamos rastrear o passado e saber se nossas famílias tinham histórico de albinismo.

Eu só lembrava do Hermeto Pascoal, que adoro! Quando começaram a andar, eu sempre avisava quando elas se aproximavam de degraus, imaginando que elas não veriam o desnível do chão.

Realmente, elas não veem tão bem a mudança de nível no piso, mas aprenderam a arrastar sorrateiramente o pé e descobrir, antes mesmo de eu gritar: ‘Olha o degrau!’.

(…) A gente vê que a vida pode realmente surpreender.”

Carta escrita pela economista carioca Ana Beatriz Vassimon, mãe das gêmeas Helena e Mariana, e publicada no livro “Albinos”, de Gustavo Lacerda

Veja + fotos aqui.

10 livros famosos que foram escritos atrás das grades

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Você sabia? Algumas das obras mais importantes da literatura mundial foram produzidas enquanto seus autores cumpriam sentença. Quer saber quais são elas? Confira a seguir

Publicado no Universia Brasil

10 livros famosos que foram escritos atrás das grades

(Crédito: Shutterstock.com)
Poucas pessoas sabem, mas obras consideradas grandiosas foram produzidas enquanto seus autores cumpriam sentenças pelos mais variados crimes

Embora poucas pessoas saibam, obras consideradas grandiosas foram produzidas enquanto seus autores cumpriam sentenças pelos mais variados crimes. Se você é um amante da literatura, confira a seguir uma lista com 10 obras que foram produzidas enquanto seus escritores estavam atrás das grades.

1. Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes

Dom Quixote foi produzido na prisão em Sevilha, em 1597, quando Cervantes, como coletor de impostos, foi preso por se apropriar de dinheiro público após diversas contas do autor terem sido investigadas.

2. Mein Kampf, de Adolf Hitler

O livro foi escrito por Hitler na prisão de Landsberg, no verão de 1924. O nazista estava lá depois de ter sido condenado a cinco anos de prisão por planejar e executar o golpe fracassado em Munique. O livro descreve as principais ideias que o regime alemão completou durante seu governo.

3. Cancionero y Romancero de Ausencias, de Miguel Hernández

Com a eclosão da Guerra Civil Espanhola, Hernández entrou para o grupo republicano Bando. Ao fim da guerra, tendo pertencido ao lado perdedor, foi condenado à morte, mas depois comutou a sentença para 30 anos. Enquanto esteve na prisão, escreveu a coleção de poemas que apresenta uma nova linguagem e marca o início de uma mudança de estilo.

4. A História me Absolverá, de Fidel Castro

Trata-se da alegação de autodefesa de Fidel Castro antes de seu julgamento pelos ataques aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes. No ensaio, Fidel mostra a licenciatura Civil que decide levar em sua própria defesa.

5. Lazarillo de Tormes, de autor desconhecido

Ainda que a história tenha declarado o conto clássico como sendo de autor desconhecido, o nome de Diego Hurtado de Mendoza, poeta e diplomata espanhol, foi o mais apontado como um provável autor. A história conta que Hurtado foi governador de Siena e acusado de irregularidades financeiras, o que o levou a prisão de La Mota. Diz-se que durante o tempo em que esteve preso ele redigiu esta obra.

6. De Profundis, de Oscar Wilde

O livro é uma longa e emocional epístola que Oscar Wilde escreveu para seu amante, Alfred Douglas, diretamente da prisão onde cumpria pena por comportamento indecente e sodomia. Na carta, datada de 1897, Wilde apresenta os sentimentos, preocupações e ressentimentos para com seu amante.

7. Justine, de Marquês de Sade

Justine ou “Os Infortúnios da Virtude” é um romance escrito pelo Marquês de Sade em 1787, durante uma de suas estadias na prisão da Bastilha. A obra é considerada um “trabalho maldito”, uma vez que expõe os pensamentos mais sombrios do autor.

8. De los Nombres de Cristo, de Frade Luis de León

Frade Luis de León foi um poeta e humanista espanhol que passou um tempo preso por traduzir a Bíblia para o vernáculo sem licença. Na prisão, escreveu “Em nome de Cristo”, trabalho composto por três livros que mostra a definitiva elaboração dos temas e ideias delineados em seus poemas que discutiam as várias interpretações dos nomes dados a Cristo na Bíblia.

9. Décimas, de Miguel Hidalgo

Miguel Hidalgo foi um padre e soldado que se destacou na primeira fase da Guerra da Independência do México. Hidalgo liderou a primeira parte do movimento, mas após uma série de derrotas foi capturado, em 1811, e levado como prisioneiro para a cidade de Chihuahua, onde foi julgado e executado quatro meses depois. A obra é uma coleção de poemas escritos na parede de sua cela antes da execução. Eles agradecem o carcereiro, o chefe da prisão e bom tratamento que tinha recebido.

10. La Muerte de Arturo, de Sir. Thomas Malory

Sir. Thomas Malory saqueou e se comportou de maneira cruel e irresponsável durante a Guerra das Rosas. Após ser derrotado, Malory se encontrava em uma situação desesperadora, com diversas dívidas e sendo acusado até mesmo de estupro, o que o levou para a cadeia. Enquanto estava preso escreveu o romance.


 

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