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7 canais e cursos online para você aprender matemática de um jeito legal

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Muito difícil entender números na escola? Reforce os estudos com aulas na web

Aproveite aulas grátis na internet para reforçar a matéria (Foto: Wanda Dechant/Flickr/Creative Commons)

Aproveite aulas grátis na internet para reforçar a matéria (Foto: Wanda Dechant/Flickr/Creative Commons)

Edson Caldas, na Galileu

studar apenas na escola não basta quando você quer realmente dominar um assunto. Sobretudo se ele incluir números. Por isso, é dica é continuar em contato com o conteúdo também na web. Para te ajudar nessa tarefa, reunimos cursos e canais grátis em que você pode aprender matemática sem ter de sair da sua casa. É só escolher o formato de que mais gosta:

Introdução ao Pensamento Matemático
O curso de Stanford, com 10 horas, tem o objetivo de “ajudar a desenvolver a capacidade mental valiosa” dos estudantes. As aulas são ministradas por Keith Devlin, membro da American Mathematical Society, e estão disponíveis com legendas em português.

MatemáticaRio
Professor da rede pública municipal do Rio de Janeiro, Rafael Procopio propõe em seu canal no YouTube (com mais de 3 milhões de views) um jeito bem interessante de aprender a matéria: com bom humor. Os vídeos abordam desde truques de tabuada até matemática de ensino médio, passando por diversos desafios.

Probabilidade e Estatística para Negócios
São 25 aulas legendadas em português e ministradas por Fletcher H. Ibser, da Universidade da Califórnia.

History of Mathematics
Vídeos em inglês com aulas sobre a história da matéria. O professor N. J. Wildberger começa na matemática grega e discute as influências chinesa e árabe na área.

Só Matemática
O canal brasileiro já tem mais de 100 mil visualizações. São 26 vídeos com explicações em português sobre pré-cálculo e a relação entre arte e matemática.

College Algebra
Curso da Missouri State University, com aulas que incluem estudos avançados da disciplina. São 39 aulas em inglês.

Métodos Matemáticos p/ Engenheiros
Tudo até aqui é muito fácil para você? Então vá mais longe. O Veduca tem aulas legendadas em português do Massachusetts Institute of Technology, voltadas especialmente para engenheiros. São 49 vídeos.

Concurso Cultural Literário (68)

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capa mãe mc

Há ocasiões em que você fica perdida tentando saber por que seu filho faz o que faz, por que ele diz o que diz e pensa o que pensa?

Acalme-se! Os homens não são, nem de longe, tão complexos quanto as mulheres. Mas não se engane: o coração deles é igualmente sensível e se magoa com facilidade. E por mais que ele pareça afastar-se, saiba que ele precisa muito de você. Pra dizer a verdade, de todas as pessoas, você, mãe, é quem faz a maior diferença no mundo de seu filho.

Você, e somente você, pode ajudá-lo a entender o que é ser homem e como desenvolver relacionamentos saudáveis com outras mulheres. Afinal, se ele não aprender isso com você, com quem aprenderá? Em você está a capacidade e a habilidade de direcioná-lo para uma vida de sucesso ou de fracassos.

A diferença que a mãe faz é um livro sobre você. E sobre seu filho. Fala do relacionamento que vocês têm agora – e do relacionamento que poderão ter. Aborda a compreensão da masculinidade de seu menino e como ajudá-lo a se transformar no homem que você deseja que ele se torne quando deixar o ninho e voar por conta própria.

É um livro para ajudá-la a entender a si mesma e a maneira como você reage a seu filho. Ele não fala apenas sobre a superação das mudanças no relacionamento à medida que seu filho cresce, mas também sobre como aproveitar a parte divertida desse processo.

Kevin Leman é psicólogo, com pós-graduação e doutorado em psicologia clínica pela Universidade do Arizona. Com frequência, é entrevistado em canais de TV e emissoras de rádio nos Estados Unidos para falar de assuntos relacionados à educação de filhos e ao casamento. Escreveu mais de trinta livros, dentre os quais Entre lençóis, Transforme seu filho até sexta e Transforme seu marido até sexta, publicados no Brasil pela Mundo Cristão.

Vamos sortear 3 exemplares de “A diferença que a mãe faz“, lançamento da Mundo Cristão.

Para participar, basta registrar na área de comentários o nome da mulher  que você deseja presentear com este livro. Pode ser mãe, esposa ou mesmo uma amiga grávida.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 26/5 às 17h30 neste post.

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Parabéns aos ganhadores: Nelson Yan, Jéssica e Ricardo Luis Campos.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Professor surdo ministra aulas de Libras para alunos ouvintes em Goiás

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Estudantes conseguem entender com uso de sinais e recursos tecnológicos.
Disciplina é optativa para alguns cursos do Instituto Federal Goiano (IFG).

Professor surdo se comunica com alunos durante aula no IFG, em Goiânia (Foto: Fernanda Borges/G1)

Professor surdo se comunica com alunos durante aula no IFG, em Goiânia (Foto: Fernanda Borges/G1)

Fernanda Borges, no G1

Com um silêncio incomum em sala de aula e mãos em movimentos constantes, os alunos do Instituto Federal de Goiás (IFG) prestam atenção ao máximo nas explicações do professor Luiz Pereira de França Júnior, 45 anos. Ele é surdo desde o nascimento e ministra a disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no campus Goiânia. O diferencial é que todos os presentes são ouvintes e interagem com o mestre apenas pela linguagem de sinais.

O G1 acompanhou uma aula do professor Luiz no IFG e contou com a ajuda da psicóloga e estudante de Libras Maraiza Oliveira Costa, 28 anos, para intermediar a entrevista.

De acordo com o professor, a técnica usada para ministrar as aulas faz toda a diferença para que todos possam se entender. “Utilizo bastante um projetor multimídia, pois os alunos precisam do visual para entender a linguagem de sinais. Também uso o método de perguntas e respostas, no qual o grupo interage e pode compartilhar informações. Além disso, fazemos atividades impressas, para que cada um possa, em casa, continuar os trabalhos. Se alguém tiver dúvida, uso também técnicas de soletração”, explicou Luiz.

Além dos slides e imagens, o professor faz comparações entre as gramáticas da Libras e do Português e faz traduções entre as duas linguagens. Com o movimento das mãos e expressões aguçadas, Luiz envolve os alunos, que participam o tempo todo das explicações e se ajudam entre si quando alguém não compreende um determinado ponto. O silêncio das aulas só é quebrado quando o professor faz alguma graça e as risadas tomam conta do ambiente.

Luiz nasceu no município de Sertânia, no interior do Pernambuco, e mudou com a família para Goiânia em 1995. Os pais dele moraram na capital por quatro anos, mas decidiram voltar para o estado natal. Ele preferiu continuar na cidade, onde já estudava a linguagem de sinais. Em 2006 começou a cursar Licenciatura em Letras-Libras, em um convênio entre o IFG e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que formou a primeira turma a distância em 2010.

Luiz interage com alunos o tempo todo durante as aulas de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Luiz interage com alunos o tempo todo durante as aulas de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Em 2012, já graduado, Luiz ministrou o curso de Libras para servidores do IFG e da rede estadual de ensino de Goiás. Logo depois, em agosto de 2013, foi aprovado como professor substituto no instituto, onde permanece dando aula. “No começo, as pessoas estavam preocupadas em como eu iria dar aula. Mas não tive dificuldades em me adaptar como professor. Conheço bem a gramática que envolve a Libras, como fonética e fonológica e isso ajuda muito”, esclarece.

A disciplina de linguagem de sinais só é obrigatória para os cursos de licenciatura. Para os demais, como hotelaria, engenharia de controle e automação e engenharia mecânica, a disciplina é optativa, mas as aulas nunca ficam sem interessados. Em média, cada uma tem 35 alunos inscritos, mas todos são ouvintes. De acordo com o IFG, atualmente, nenhum aluno surdo está matriculado no instituto.

Célia diz que aprendizagem sober Libras pode ser diferencial na carreira (Foto: Fernanda Borges/G1)

Célia diz que aprendizagem sober Libras pode ser
diferencial na carreira (Foto: Fernanda Borges/G1)

Além de dominar a escrita muito bem, o professor consegue fazer leitura labial quando os alunos falam pausadamente e nenhuma dúvida fica sem resposta.

“Ele usa muitos gestos e expressões que nos ajudam a entender e assimilar cada sinal. No começo foi muito desafiador, pois ele não fala nada, mas aos poucos fomos nos acostumando. Sem contar que ele é muito engraçado e a aula fica leve e divertida”, afirmou a estudante de hotelaria Célia Keiko, 34 anos, que conta que o professor é carinhosamente apelidado pelos alunos como “Mr. Bean”, pela semelhança física com o ator britânico Rowan Atkinson, que interpretou o personagem de filmes de comédia. “Até no e-mail dele ele se intitula assim”.

Para ela, optar pelas aulas de Libras será importante para o sucesso profissional. “Eu já falo japonês fluente e queria ter mais um diferencial. Encontrei na linguagem de sinais o que eu precisava, pois são pouquíssimas as pessoas que dominam e acredito que isso agrega valor ao currículo”, ressaltou Célia.
Para o estudante de engenharia mecânica David Uander, 27 anos, a paciência do professor com os alunos também é importante para favorecer o aprendizado. “Ele repete um movimento até 20 vezes se for necessário. Além disso, aprendemos o alfabeto e, quando alguém não entende, é possível ‘soletrar’ o que se quer dizer. Mas acho que o mais importante de tudo é que ele é divertido e faz o que for necessário para ser compreendido”, afirmou.

David também escolheu cursar a disciplina optativa para agregar conhecimentos a carreira. “Eu já tive contato com Libras a partir de um folheto que ganhei em um ônibus. Sozinho, comecei a me informar sobre a linguagem e queria muito aprender. Quando soube sobre a possibilidade de estudar aqui no IFG, não pensei duas vezes. Acho que em qualquer área que se escolha trabalhar é importante dominar todos os tipos de comunicação”, disse o estudante.

Alunos repetem movimentos ensinados pelo professor durante aula de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Alunos repetem movimentos ensinados pelo professor durante aula de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Além de Luiz, outros três integrantes da família são surdos. Ele conta que aprendeu a entender o que os ouvintes falavam ao prestar muita atenção nas conversar de uma irmã. Aos 4 anos, ainda em Pernambuco, ele começou a ser alfabetizado em uma escola que ensinava Libras para crianças surdas.

Já na 4ª série do ensino fundamental, Luiz passou a estudar em uma escola regular, onde só havia alunos e professores ouvintes. “Foi um desafio intenso, porque não tive intérprete e utilizava o método oralista junto com a Libras”, lembra o professor.

Após mudar para Goiânia, ele passou a estudar no Sistema Educacional Chaplin. “Lá, aprendi ainda mais sobre Libras e passei, de fato, a dominar a linguagem de sinais”, destacou. Luiz lembra que decidiu virar professor enquanto estudava em outra instituição particular na capital, pois as pessoas o incentivaram dizendo que ele era bom para ensinar.

Maraiza ajuda professor nas relações burocráticas com o IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Maraiza ajuda professor nas relações
burocráticas com o IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Desafios

Ele seguiu o conselho e realiza as atividades na sala de aulas sem maiores transtornos. No entanto, as relações com as partes burocráticas da função ainda são grandes desafios. No IFG, Luiz conta com a ajuda da psicóloga Maraiza Oliveira Costa, uma das poucas pessoas que trabalham no instituto e conseguem se comunicar na linguagem de sinais com ele.

“Ainda estou aprendendo, mas consigo entendê-lo bem. Durante as aulas, o Luiz domina a comunicação sem problemas, mas quando precisa tratar de assuntos acadêmicos ou em reuniões, fica bem complicado. Existem algumas palavras que são complexas demais e fica difícil para ele entender. Mas vamos ajudando na medida do possível”, explicou Maraiza.

A psicóloga destaca que algumas questões do cotidiano podem virar grandes desafios para os surdos. “O Luiz precisou fazer o Imposto de Renda, por exemplo, e ele contratou os serviços de um contador. No entanto, não sabia que era preciso enviar os documentos e ficou aguardando. Sem entender os motivos da demora, me pediu para cobrar o serviço. Quando entrei em contato, o contador me explicou que ele não tinha entregado nada. Aí avisei ao Luiz, que ficou surpreso ao saber que precisava fazer todo esse procedimento. Muitas vezes a questão é simples, mas a dificuldade de comunicação com os ouvintes resulta em uma enorme barreira”, ressaltou.

Apesar das dificuldades, Luiz afirma que consegue lidar bem com as pessoas e diz que nunca foi alvo de preconceito. Segundo ele, os surdos podem atuar em qualquer profissão, desde que a audição não seja um requisito fundamental. “É preciso ter maior divulgação dos cursos para que as pessoas surdas tenham interesse e busquem a formação superior”, acredita.

Professor e alunos mostram sinal que representa a sigla do IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Professor e alunos mostram sinal que representa a sigla do IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

4 estratégias sobre como agir ao ser reprovado

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Teve um desempenho ruim em seus estudos e acabou reprovado em alguma matéria? Confira 4 estratégias sobre como agir para resolver essa situação

Publicado por Universia

Crédito: Shutterstock.com / Não deixe que a frustração tome conta de você e pense de maneira clara sobre o que deverá aprimorar para recuperar suas notas

Crédito: Shutterstock.com / Não deixe que a frustração tome conta de você e pense de maneira clara sobre o que deverá aprimorar para recuperar suas notas

Mesmo quando nos esforçamos, estamos sujeitos a falhas. Seja no colégio ou na universidade, sempre existe a possibilidade de não termos um bom desempenho em alguma matéria e acabarmos reprovados por isso. Para que você não se desespere caso isso ocorra com você, é importante que você entenda algumas estratégias para superar esse problema.

Confira 4 estratégias sobre como agir ao ser reprovado:

1. Tenha certeza se suas notas estão corretas
Antes de aceitar sua situação, analise suas provas e trabalhos e converse com seu professor para entender o motivo das notas baixas e o que exatamente você errou. Muitas vezes, apenas um ponto pode fazer diferença e por isso é extremamente importante que você faça essa certificação.

2. Converse sobre prazos
Se o que fez com que você fosse reprovado foi ter perdido o prazo de conclusão para um projeto, converse com seus professores para verificar a possibilidade de entregar em outra data, explicando sua situação caso tenha ocorrido algum problema que impediu ou prejudicou o desenvolvimento de seu trabalho.

3. Faça planos para melhorar
Reclamar não ajudará em aspecto algum. Por isso, não deixe que a frustração tome conta de você e pense de maneira clara sobre o que deverá aprimorar para recuperar suas notas nas matérias em que foi reprovado, fazendo planos e realmente se esforçando para que o erro não se repita.

4. Seja claro com sua família
Lembre-se de que mentir não é a solução. Não tente esconder a situação de seus familiares, principalmente se eles ajudam você com os custos da instituição de ensino onde você estuda. Explique exatamente o que ocorreu e não tenha medo de qual será a reação deles. Todos cometem erros e eles entenderão o seu caso.

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