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Cearenses criam startup que aluga livros de terceiros a partir de 50 centavos a diária

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Desenvolvedores da plataforma de aluguel também são responsáveis pelas entregas dos livros. (FOTO: Divulgação/Geo Brasil)

Você tem um livro parado? Pois o aplicativo AlluGo!, criado no Crato, se propõe a alugá-lo para leitores. Por hora, o serviço está restrito à cidade

Willian Barros, na Tribuna do Ceará

Os estudantes Daislan Vieira, Juan Carlos e Saulo Joab são os responsáveis pela AlluGo!, uma startup que viabiliza aluguel de livros. Os criadores são alunos do bacharelado em Sistemas de Informação do Instituto Federal do Ceará (IFCE). O serviço ainda está restrito à cidade do Crato, onde fica localizado o campus em que os desenvolvedores estudam.

Na plataforma, o usuário tanto pode alugar obras literárias quanto cadastrar exemplares para serem emprestados. Durante todo o procedimento, as informações são colhidas em formulários da plataforma Google Forms. Em poucas semanas, o projeto já ultrapassou a marca de 160 livros cadastrados.

Quem utiliza o serviço também não precisa se preocupar com a entrega. De bicicleta, a própria equipe do projeto se encarrega de buscar e deixar os livros nos endereços solicitados. Um outro diferencial da plataforma é o baixo custo do aluguel. Os valores variam entre 50 centavos e 2 reais por dia de leitura.

Os criadores já planejam a expansão do projeto. Eles pretendem levar a plataforma para cidades como Juazeiro do Norte e Barbalha; depois, para outros estados ou cidades maiores. Além disso, a equipe também já trabalha no desenvolvimento de um aplicativo para o serviço.

“A gente acredita que, se promover a questão da leitura, trazendo livros para as pessoas de uma forma mais barata, vai contribuir muito para o desenvolvimento tanto na região quanto da nossa sociedade em geral”, afirma o universitário Saulo Joab.

Fast food em São Francisco pagará 50 reais por hora para equipe ler livros

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Combo de hambúrguer e batata-frita da Creator: hamburgueria abriu as portas há um mês, com uma proposta inovadora para o fast food (Creator/Divulgação)

A hamburgueria Creator, operada por robôs, encontrou uma boa forma de manter seus funcionários ocupados: a leitura educativa

Mariana Fonseca, na Exame

São Paulo – Lembra daquela história de que os robôs irão tomar empregos, especialmente os mais operacionais? Na Creator, uma hamburgueria de São Francisco (Estados Unidos), o conto virou parcialmente realidade. Um robô de mais de quatro metros usa sua inteligência para produzir 120 sanduíches por hora. Mas isso não significou o fim dos empregos humanos. Pelo contrário: agora, os funcionários recebem também para fazer cursos online e lerem livros educativos.

Nem sempre Alex Vardakostas, criador da hamburgueria, teve esse plano. Inclusive, no longínquo ano de 2012, quando o negócio ainda se chamava Momentum Machines, ele afirmou que “[nosso equipamento] deve servir para remover os funcionários completamente”, de acordo com o Business Insider.

Após oito a nove anos de desenvolvimento e muitas especulações sobre o fim do trabalho para adolescentes, a Creator abriu suas portas há um mês, com um posicionamento bem mais no estilo do Vale do Silício. “A ideia de não ter de falar com ninguém me parece distópica”, corrigiu-se Vardakostas para a Forbes. “Estamos em um ponto no qual realmente acreditamos que você não pode automatizar a criatividade e a interação social humanas.”

A máquina-chef da hamburgueria Creator, de São Francisco (Creator/Divulgação)

As duas máquinas, com produção total de 240 hambúrgueres por hora, focarão em processos que os humanos não poderiam fazer melhor. Por exemplo, eles usam sensores para determinar a temperatura ideal para cada hambúrguer; fazem um processo de moeção difícil de reproduzir apenas com as mãos humanas; e conseguem cortar vegetais milimetricamente.

Enquanto isso, os funcionários devem se concentrar em tarefas mais complexas, como ajudar o cliente na hora de pensar no pedido ideal. Os benefícios aos funcionários estão mais para Google do que para fast food: cursos grátis na plataforma online Coursera e 5% da jornada de trabalho dedicada à leitura de livros educacionais, que podem ser colocados na própria lanchonete da Creator.

Espaço da hamburgueria Creator, com livros nas prateleiras (Creator/Divulgação)

O salário dos funcionários é de 16 dólares por hora (na cotação atual, cerca de 50 reais). Mas Steve Frehn, cofundador da Creator, afirma que alguns funcionários podem aproveitar oportunidades de trabalho a partir do seus convívios com as máquinas-chefs. “Neste momento, se você está se candidatando a um curso superior, você pode não colocar seu trabalho em um restaurante de hambúrgueres no currículo. Mas seria bem legal colocar que você trabalhou na Creator, e é assim que nós sabemos que fizemos um bom plano de carreira”, completa Vardakostas.

Com menos gastos na produção dos hambúrgueres e com aluguéis de espaços grandes para a cozinha, a Creator consegue cobrar seis dólares por seus hambúrgueres, em linha com o cobrado na gigante McDonald’s. Cerca de 40% dos custos da Creator vai para os ingredientes, incluindo iguarias como a ameixa japonesa umeboshi e o molho francês aioli feito com ostras defumadas. Com ingredientes gourmet e atendentes intelectuais, a Creator alcança o feito de concorrer, ao mesmo tempo, como hamburgueria mais tecnológica e mais hipster de São Francisco.

Mr. Mercedes: Série inspirada em obra de Stephen King é renovada para a segunda temporada

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Produção estrelada por Brendan Gleeson e Harry Treadaway vai se basear nos demais livros da trilogia de King.

Vitória Pratini, no Adoro Cinema

Mr. Mercedes, adaptação da obra homônima de Stephen King, foi renovada para a segunda temporada. O anúncio foi feito pela emissora AT&T’s Audience Network nesta terça-feira (10), às vésperas da exibição do último episódio do primeiro ano da série.

A primeira temporada foi focada em Brady Hartsfield (Harry Treadaway), um motorista de caminhão de sorvete que, secretamente, é um assassino em série, e no detetive Bill Hodges (Brendan Gleeson), que deixou sua aposentadoria para cuidar do caso do Assassinato do Mercedes. Já a segunda será inspirada nos outros livros da trilogia protagonizada por Bill Hodges: Finders Keepers (Achados e Perdidos, em português) e End of Watch (Último Turno).

O showrunner David E. Kelley (Big Little Lies) novamente vai escrever o roteiro dos novos episódios, enquanto Jack Bender (Game of Thrones) voltará à cadeira de diretor. Os dois também vão continuar como produtores executivos, ao lado de Stephen King e de Dennis Lehane, que contribuirá para o roteiro.

“Estamos emocionados que a primeira parte de Mr. Mercedes chamou a atenção de um público tão amplo”, disse Christopher Long, presidente da Audience Network (via Variety). “David E. Kelley, Jack Bender, Dennis Lehane e Sonar [Entertainment] fizeram um trabalho magistral criando uma série que honrou a obra original de Stephen King. Estamos ansiosos para ter a oportunidade de criar uma segunda temporada com essa equipe incrível”.

“Mr. Mercedes é Stephen King escrevendo sobre os monstros dentro de seus personagens ao invés de fora”, afirmou Bender. “Nós fomos extremamente sortudos por atrair um elenco impressionante, liderado por Brendan Gleeson e Harry Treadaway, para trazer à vida esses personagens complexos e imperfeitos. Com a Sonar e a AT&T, juntamente com ótimos roteiros e nossa talentosa equipe em Charleston, estou feliz por continuar contando esta história.”

Com dez episódios, a nova temporada deve começar a ser filmada em fevereiro de 2018.

Projeto brasileiro para lixo orgânico vence disputa internacional em SP

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Equipe do IFG-GO foi premiada em competição latino-americana.
Estudantes desenvolveram processador que diminui volume do lixo.

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Publicado no G1

Uma equipe brasileira formada por seis estudantes e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG-GO) foram premiados por desenvolver um processador de resíduos orgânicos domésticos. A máquina é baseada na compactação e diminuição do volume do lixo.

A apresentação da equipe levou o prêmio de melhor apresentação durante competição latino-americana de inovação, a I2P Latin America, realizada na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, na última semana.

Os brasileiros desenvolveram um processador de resíduos que tritura, compacta e drena líquidos residuais para reduzir o lixo orgânico doméstico.

Segundo a professora Sandra Longhin, participante do projeto, o aparelho facilita o trabalho de compostagem dos resíduos orgânicos inadequados para o aterro sanitário.

“Sabemos que 60% do lixo doméstico é composto de resíduos orgânicos, inadequados para o aterro sanitário”, disse Sandra. “Com o equipamento, o que resta dos resíduos vai diretamente para a compostagem.”

A máquina desenvolvida pelos jovens com o auxílio da docente também promete reduzir o custo do transporte de material inaproveitável devido à redução do volume do lixo. O grupo pretende desenvolver planos de gestão de resíduos para aplicação em condomínios de casas e apartamentos da cidade de Goiânia.

Além da professora Longhin, a equipe vencedora contou com a participação dos estudantes Bruno Alves Rocha e Nadine de Paula Santos, do curso técnico em controle ambiental; Victor Carrijo Guimarães, técnico em mineiração; Rafael Sforni Mota, de engenharia mecânica; Wesley Rosa de Mesquita, de engenharia ambiental; e Augusto Sérgio Patrocínio, técnico em edificações.

Brasil leva 4 menções honrosas em Olimpíada de Astrofísica na Indonésia

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Competição aconteceu entre os dias 26 de julho e esta segunda-feira (3).
Brasil foi o único país da América Latina a receber premiações.

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Will Soares, no G1

Quatro estudantes brasileiros foram condecorados com menções honrosas na 9ª edição da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (OIAA), que terminou nesta segunda-feira (2, no horário do Brasil), na cidade de Magelang, na Indonésia. O Brasil foi o único país da América Latina a receber premiações durante o evento.

Carolina Lima Guimarães e Yassin Rany Khalil, de 18 anos; Felipe Roz Barscevicius, de 17; e João Paulo Krug Paiva, de 16, foram os estudantes que conquistaram menção honrosa. A delegação brasileira que viajou à Ásia ainda contou com a presença do estudante Pedro Henrique da Silva Dias, 17. Os jovens foram acompanhados do astrônomo Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Eugênio Reis, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

A equipe brasileira terminou a competição na 20ª colocação dentre os 41 países participantes. O resultado, apesar de menos expressivo do que o obtido no ano passado, quando o país ganhou a medalha de prata, foi bastante comemorado pelo professor Rojas, comandante do time: “O nível das provas foi muito elevado. Mesmo assim, nossos alunos conseguiram as menções honrosas, ficando à frente de outros países com tradição na competição”, afirmou.

A estudante capixaba Carolina, que cursa o quarto ano do ensino médio integrado com técnico em eletrotécnica no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), foi a melhor colocada no processo seletivo para a olimpíada, e recebeu, como prêmio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), uma viagem ao deserto do Atacama, no Chile, para conhecer o mais potente telescópio do mundo.

A OIAA teve início no dia 26 de julho e a cerimônia de encerramento aconteceu nesta terça, no templo de Prambanan. O primeiro lugar geral da competição ficou com o estudante Joandy Pratama, da Indonésia, que na edição anterior tinha levado a medalha de bronze. A próxima edição do evento já tem local e data definidos: acontecerá na Índia, em dezembro de 2016.

Preparação
Em entrevista por e-mail ao G1, os estudantes falaram sobre a principal dificuldade encontrada pela equipe brasileira na preparação para o evento. “Infelizmente, as escolas brasileiras ainda não costumam incluir o tema de astronomia em seus currículos. Alguns assuntos relacionados são ensinados nas disciplinas de geografia ou física, mas superficialmente”, lamentaram.

Nem mesmo a experiência dos jovens em outras olimpíadas estudantis, como de física, matemática e robótica, tornou a vida dos competidores brasileiros mais fácil na OIAA. “Diferentemente das outras olimpíadas, na de astrofísica temos que construir todo nosso conhecimento do zero. Como a disciplina não é abordada nas escolas, tivemos que correr atrás do assunto por conta própria e com a ajuda de professores dedicados”, completaram.

Seleção da equipe
Para fazer parte de uma equipe internacional, como a montada para a OIAA, o candidato precisa participar e obter uma boa pontuação na prova nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia. Depois, participa de provas seletivas online. Por fim, caso se classifique, o estudante realiza uma última prova, desta vez presencial.

Só no final deste processo é que os selecionados começam os treinamentos intensivos, nos quais aprendem a operar telescópios, construir foguetes, bases de lançamento e aprimoram, em um todo, seus conhecimentos de astronomia. No caso da OIAA, apenas jovens que ainda não concluíram o ensino médio podem participar.

Brasileiros posam com premiação obtida na Olímpiada Internacional de Astronomia e Astrofísica (Foto: Divulgação)
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