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Flip 2019: Conheça as cinco principais atrações da Festa Literária Internacional de Paraty

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Com homenagem a Euclides da Cunha, edição quer promover debates políticos. Mulheres são maioria entre convidados.

Publicado no G1

A 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) reunirá 41 autores, músicos, atores e artistas entre 10 e 14 de julho em Paraty. Pela primeira vez, a festa literária terá mesas mais curtinhas, de 45 minutos, intercalando com as tradicionais de 1h15. Também terá uma competição de poesia falada com poetas internacionais, o Flip Slam.

Seguindo a tendência iniciada em 2016 de incluir mais convidadas na programação, a Flip deste ano tem maioria de mulheres: são 22, ou 53,6%. Ela também é, sobretudo, brasileira: São 22 convidados nacionais, 12 de países de língua não inglesa e 7 de países inglesa.

Com homenagem a Euclides da Cunha, a edição quer promover debates que o escritor levantou ao longo de seu trabalho e o tom político será forte durante os cinco dias de debates e apresentações.

O G1 selecionou os cinco temas que certamente vão dominar as discussões ao longo de todo o evento. Veja no vídeo acima.

Veja, abaixo, os 5 temas imperdíveis da Flip 2019:

O escritor angolano Kalaf Epalanga, integrante da banda de kuduro Buraka Som Sistema que vem para a Flip 2019 — Foto: David Pattinson/Divulgação

1. Política e temas atuais

Os debates que extrapolam a literatura e abordam questões atuais, como política, racismo, crise migratória, questão indígena são tradição da Flip. Nesta edição de 2019, o cardápio está vasto.

É o caso do debate que junta o escritor e músico angolano Kalaf Epalanga e o rapper e romancista franco-ruandês Gael Gaye. Um dos temas deve ser a vida dos negros na Europa. Kalaf Epalanga, que é conhecido como poeta-cantor, é autor de “Também os brancos sabem dançar”, que tem forte inspiração autobiográfica e narra a história de um músico e escritor angolano que vai tocar na Europa.

Já o Gael Gaye é autor de “Meu pequeno país”, que fala da guerra e do genocídio em Ruanda do ponto de vista de uma criança.

A questão racial deve pautar também a participação da escritora, psicóloga e artista portuguesa Grada Kilomba. Ela é autora de “memórias da plantação: episódios do racismo cotidiano”. Grada está escalada para um dos horários nobres do evento, sexta-feira à noite e sozinha no palco. e isso deve render, porque a Grada usa livros, faz performance, leitura, filme, instalação.

Outro tema atual, a questão indígena, deve ser assunto em ao menos dois momentos da Flip 2019. Um deles é na mesa da antropóloga brasileira Aparecida Villaça, que é autora de “Paletó e eu”. O livro é um relato pessoal sobre a vida dela ao lado do paletó do título, que é considerado “o pai indígena” dela. Outro é no debate que tem o escritor e líder indígena Ailton Krenak. Ele vai estar num encontro com o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa.

A escritora americana Kristen Roupenian, autora de ‘Cat person’, primeiro nome confirmado para a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty — Foto: Elisa Roupenian Toha/Divulgação

2. As mulheres e suas angústias

Um dos destaques é a americana Kristen Roupenian, de 36 anos. Ela escreveu o conto “Cat person”, que viralizou em 2017 com a história de um encontro ruim e gerou debates sobre consentimento em relações casuais. Kristen reuniu outros 11 contos que também discutem essas ideias de amor, desejo, poder e consentimento e publicou seu livro de estreia, uma coletânea que no Brasil chama “Cat person e outros contos”. Com histórias leves e contemporâneas, ela é a representante millennial da Flip e tem tudo pra atrair um público jovem e arejado para o evento.

Ela vai dividir mesa com a canadense Sheila Heti, eleita pelo “New York Times” como uma das quinze autoras internacionais que estão “moldando a maneira como lemos e escrevemos ficção no século 21. Sheila vem promover seu novo livro, “Maternidade”, que fala com muito humor e franqueza sobre a decisão de não ser mamãe. Além da obra, ela tem outros sete livros de ficção e não ficção. O encontro entre as duas promete render porque vai questionar como as mulheres têm sido representadas nos livros.

E pra fechar o time das gringas tem a Nigeriana Ayobami Adebayo autora de “Fique comigo”. O romance toca em todas essas feridas que a gente precisa tratar hoje como o patriarcado e o papel da mulher em sociedades conservadoras. Este livro foi eleito um dos melhores de 2018 por várias listas, do “New York Times”, do Guardian. E vale citar que a Adebayo não anda sozinha, ela teve ótimas companhias nessa jornada, foi aluna da Margaret Atwood, autora de O Conto da Aia, e colega de turma da Chimamanda. Então é um nome que vale ficar de olho.

Por fim, tem a cearense Jarid Arraes que também fala sobre o sertão, mas com uma perspectiva de raça e gênero. Um de seus livros mais importantes, “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis”, resgata a história de mulheres negras que foram apagadas da história. Jarid Arraes é cordelista, poeta e acaba de lançar um livro de contos, “Redemoinho em dia quente”.

 

3. Destaques internacionais

Dos autores internacionais convidados para a Flip que podem sair como grandes nomes desta edição, podemos destacar alguns aqui.

A primeira é Ayelet Gundar-Goshen, que é considerada uma revelação da literatura de Israel. Ayelet, que além de escritora é roteirista e psicóloga, não é muito conhecida do Brasil. Tem aqui este livro dela que saiu há pouco tempo, “Uma noite, Markovitch”.

O livro é inspirado em uma história real, fala de rapazes que vão da Palestina para a Europa, que estava sob domínio nazista, para participar de casamentos fictícios, arranjados, e assim resgatar mulheres judiais.

Na Flip, Ayelet vai participar de um debate com a escritora Ayobami Adebayo, também um dos destaques da programação. É pra prestar atenção.

Mas o segundo destaque internacional que vale citar aqui é o jornalista americano David Wallace-Wells. Um dos principais trabalhos dele é um livro excelente sobre mudança climática chamado “Planeta inabitável”, que está saindo no Brasil. O livro, que é um best-seller do “New York Times“, é resultado de uma grande reportagem feita pelo Wallace-Wells em 2017 sobre aquecimento global.

O texto é excelente, é bom a ponto de interessar até a quem não se liga muito em ciência e assuntos do tipo.

Na Flip, ele vai ocupar um dos horários nobres da festa, a mesa dele é no sábado à noite. Um debate com a jornalista brasileira Cristina Serra, autora do livro “Tragédia em Mariana: a história do maior desastre ambiental do Brasil”.

Pra fechar, deve fazer sucesso a participação da jornalista e escritora venezuelana Karina Sainz Borgo, autora de “Noite em caracas”, que é o livro de estreia dela na ficção e deve render muitos debates lá em Paraty.

Adriana Calcanhotto — Foto: Murilo Alvesso / Divulgação

4. Destaques brasileiros

A feira se chama Flip, mas não tem só literatura. E aí que os brasileiros se destacam nesta edição.

O ensaísta José Miguel Wisnik terá uma mesa dedicada à atividade das mineradoras. Seu livro mais recente, “Maquinação do mundo: Drummond e a mineração” explora a relação entre a obra do poeta mineiro e a mineração e vai passar obviamente pelos últimos desastres ambientais envolvendo a atividade no estado de Drummond: as tragédias de Mariana e Brumadinho.

Adriana Calcanhotto também escreve e estará na feira. Seu livro de 2008, “Saga Lusa”, foi escrito depois de um surto psicótico causado pelo uso de remédios para gripe. Calcanhotto é embaixadora e professora convidada da Universidade de Coimbra, em Portugal, e sua mesa no evento vai falar da mistura boa entre literatura, música e arquitetura.

José Celso Martinez Corrêa adaptou e dirigiu por quatro anos, no Teatro Oficina, um espetáculo baseado em “Os Sertões”. Ele mesmo atuou na peça como Antônio Conselheiro e incorporou jovens e adolescentes do bairro do Bexiga no elenco. Na Flip, ele divide mesa com o porta-voz indígena Ailton Krenak para discutirem sobre valorização das diferentes culturas brasileiras.

O escritor Euclides da Cunha — Foto: Reprodução

5. Euclides da Cunha, o homenageado

O primeiro destaque é Euclides da Cunha, o grande homenageado da Flip 2019. Ele é autor do clássico “Os sertões”. O livro foi lançado em 1902 e é uma obra de não ficção. Ele é resultado da cobertura do Euclides da famosa revolta de Canudos, que aconteceu no interior da Bahia no final do século 19. O escritor foi enviado ao local como repórter pelo jornal “O Estado de São Paulo”. Lá, ele registrou o conflito entre o exército brasileiro e o movimento liderado pelo Antônio Conselheiro.

Como acontece em todas as edições, o homenageado permeia diversos momentos da programação da Flip. Então, haverá, sim, muitas discussões sobre o Euclides da Cunha, e não só sobre o aspecto literário.

A curadora da Flip, Fernanda Diamant, quando anunciou o nome do Euclides da Cunha como homenageado, citou que “Os sertões”, que ela chama de “um dos primeiros clássicos brasileiros de não ficção”, mistura jornalismo, geografia, filosofia, teorias sociais e científicas – muitas delas ultrapassadas, segundo a curadora – para falar de um país em transição.

Veronica Roth, escritora de Divergente e Crave a Marca, anuncia novo livro

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Veronica Roth, escritora do best-seller Divergente e Crave a Marca, anunciou recentemente ter escrito mais uma história e o site Entertainment Weekly revelou algumas informações sobre a obra.

The End e Other Beginnings: Stories From the Future é nome da obra, ela é uma coletânea de contos futurista que em partes lembra bastante Black Mirror, uma série Original Netflix. Poucas foram reveladas, mas já foi afirmado que dois contos é ambientado no mesmo universo de Crave a Marca, uma obra também de Veronica Roth.

Divergente é uma das séries de sucesso da escritora, ela é composta por três livros — Divergente, Insurgente e Convergente — e um spin-off aprofundando na vida de um dos protagonistas. Os livros ganharam adaptação em filme, mas não teve tanto sucesso nas telonas devido à infidelidade dos produtores, mesmo caso de Percy Jackson e os Olimpianos.

No Brasil os livros de Veronica são publicados pela Editora Rocco, a mesma responsável pela distribuição de Harry Potter em território nacional, porém a casa editorial ainda não informou se lançará o novo livro da escritora.

O livro será lançado em território internacional no dia 01 de outubro deste ano.

Conheça o livro que deu origem a série “Você” da Netflix

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Publicado em Os Geeks

Qual é o limite entre amor e obsessão? “Você“, suspense que marca a estreia de Caroline Kepnes na literatura e publicado pela Editora Rocco, conta a história de Joe Goldberg, funcionário de uma livraria em Nova York que se apaixona por Guinevere Beck, uma jovem aspirante a escritora. Para ter a amada ao seu lado, Joe não medirá esforços e afastará qualquer um que atravessar seu caminho. Invasão de privacidade, violência e manipulação fazem parte da trama, que mistura momentos de ternura com trechos assustadores.

Era um dia comum na Mooney Books, livraria no Lower East Side, em Nova York, quando Joe Goldberg viu entrar a cliente que mudaria sua vida: baixinha, sorriso tímido, sem esmalte nas unhas e usando jeans e um suéter, ela disse “olá” e foi direto para as prateleiras onde estavam os livros de ficção. Mais tarde, no caixa, Joe descobriria que ela se chamava Guinevere Beck, mas preferia ser chamada de Beck. Depois de uma rápida conversa, ela se despediu e deixou a loja, sem dar margem a um segundo encontro. Mas Joe estava convencido de que o destino deles era formar um casal.

Sem conseguir tirar Beck da cabeça, Joe pesquisa sobre ela na internet até chegar a seus perfis em redes sociais. A partir daí, a perseguição se intensifica: ele descobre o endereço da jovem, os nomes das suas melhores amigas e os lugares que o grupo frequenta, passando a acompanhá-las de perto. Enquanto se diverte estudando Beck e examinando seus gostos, Joe encontra um concorrente na figura de Benji, rapaz rico e mimado com quem ela mantém um relacionamento sem compromisso. É o suficiente para Benji entrar no radar de Joe e ser colocado na lista de pessoas que precisam sair da vida de Beck.

Após observar Beck passar horas em um bar com as amigas, Joe a segue até o metrô. Bêbada, a jovem cai nos trilhos e ele tem a chance de ser o herói da noite. Ao deixá-la em casa, outro golpe de sorte para um perseguidor – a aspirante a escritora esquece o celular no táxi. Com livre acesso ao e-mail e a outras contas de Beck, Joe tem a chance de se tornar o namorado perfeito, desde que o alvo de seu amor não descubra como ele a conhece tão bem.

Ao longo das páginas, Caroline Kepnes percorre a linha tênue que separa um comportamento apaixonado de uma postura obsessiva, fazendo com que os leitores mergulhem na mente de Joe e acompanhem a lógica por trás das atitudes dele. Mas será que o vendedor de livros é o único a se aproveitar das situações para atingir seus objetivos? O que pode acontecer com quem representar uma ameaça? Embarque nessa história de tirar o fôlego e descubra se Joe e Beck viverão um grande amor ou um pesadelo.

A Série da Netflix

Inspirada no best-seller “You” (“Você“), escrito por Caroline Kepnes, o drama homônimo que está no catálogo da Netflix é considerado melhor que o livro por muitos críticos.

Bem ao estilo de “Narcos” e “Mr. Robot“, a narração em off de “Você” feita pelo personagem principal consegue ser muito mais intrigante e envolvente, chegando até mesmo a enganar quem assiste sobre as reais intenções do protagonista.

Joe Goldberg é vivido pelo ator Penn Badgley e quem interpreta a bela aspirante a escritora, e universitária falida e desleixada, Guinevere Beck é a atriz Elizabeth Lail.

A série, que foi lançada nos Estados Unidos pelo canal Lifetime, possui 10 episódios na primeira temporada com cerca de 40 a 50 minutos cada um e uma segunda temporada já foi garantida pela Netflix, já que o canal Lifetime desistiu de produzir a série.

Os novos episódios, sem ainda data para serem lançados, seguiram a trama de “Hidden Books“, sequência de “You“.

Rocco publica o best-seller “Filhos de Sangue e Osso” no Brasil

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Victor Tadeu, no Desencaixados

A Editora Rocco trouxe para o Brasil em outubro um dos livros mais comentados nos EUA, inclusive estando há 34 semanas na lista de mais vendidos do The New York Times. Filhos de Sangue e Osso, da escritora Tomi Adeyemi é o título que está sendo bastante consumido pelos norte-americanos e foi distribuído em território nacional.

O título foi lançando originalmente em março de 2018 e foi ganhou o prêmio da categoria melhor Jovem Adulto de 2018 pela Amazon. Esse é o livro de estreia da escritora, ela é norte-americana com origem nigeriana e teve a inspiração da obra em sua passagem no Brasil, quando ganhou uma bolsa de estudo para estudar mitologia africana em Salvador, Bahia.

Children of Blood and Bone, o título original, é o primeiro livro da trilogia O Legado de Orïsha, uma história sobre a mitologia iorubá. Nessa estreia acompanharemos Zélie, uma jovem que luta contra a opressão, situada em um mundo similar à África subsaariana.

A menina perdeu a mãe aos seis anos de idade, justamente quando a realeza mandou executar todos os maji, pessoas que realizavam magias, e devido a situação as magias sumiram e os atuais maji começaram a viver como escravo. Porém, Zélie e seu irmão Tzain entram em uma jornada ao descobrir que a filha do rei rouba um artefato capaz de trazer a magia de volta.

“Eu estava em Salvador quando descobri os orixás. Iemanjá, Xangô, Oxóssi e Oxum, diante de mim em azulejos pintados, lindos, sagrados e negros. Instantaneamente minha mente foi transformada. É uma honra ter meu livro publicado no lugar onde esta aventura começou para mim, e minha única esperança é que o incrível povo brasileiro curta o livro!”, comentou a escritora.

Em entrevista com a Entertainment Weekly, a escritora foi comparada com J. K. Rowling.

O sucesso de Filhos de Sangue e Osso está sendo tão grande, que a Fox Filmes adquiriu os direitos para realizar uma adaptação em filme, além disso, o livro está sendo distribuídos em mais de 25 territórios do mundo.

Segundo alguns críticos o livro explora de forma excepcional as religiões de matrizes africanas, que muitas das vezes são esquecidas dentro da literatura. O tradutor Petê Rissatti do livro em território nacional, tem conhecimento sobre a cultura africana e afirmou a visão dos internautas.

Ainda não existe uma data e confirmação da Rocco se o restante da trilogia futuramente será publicada no Brasil.

Inédita no Brasil, única biografia autorizada de Agatha Christie chega às livrarias

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Publicado no Midiamix

Inédita no Brasil, o livro “Agatha Christie – Uma biografia” chega às livrarias em novembro, pela BestSeller, escrita por Janet Morgan. Na única biografia autorizada pela família da escritora, o mistério que ela revela é a própria vida da escritora inglesa, tão cheia de passagens surpreendentes quanto suas tramas.

O livro conta com um encarte de fotos de álbum de família e foi publicado há cerca de 30 anos. É um clássico do gênero biografias e ganha um extra nesta edição: um prefácio narrando os bastidores do processo de pesquisa. Morgan teve acesso a todas as anotações, diários, fotos e documentos da autora, montando assim um relato abrangente e definitivo.

Ela desvenda alguns segredos sobre a vida da rainha do mistério, incluindo as famosas duas semanas em que Agatha ficou desaparecida em dezembro de 1926. O que aconteceu nesse período? Ninguém sabe. A própria escritora jamais conseguiu revelar. Na época, o episódio mobilizou a população de Surrey, onde ela morava, e deu origem às mais diversas teorias sensacionalistas. No livro, Janet faz a reconstrução mais meticulosa possível do incidente diante dos materiais que conseguiu obter.

O texto inclui alguns detalhes curiosos: durante a Primeira Guerra Mundial, ela trabalhou como farmacêutica, o que explica seu conhecimento sobre a manipulação de venenos, tão usados em seus crimes na ficção. Outro trecho dos mais interessantes do livro narra a incursão de Agatha pela região do Oriente Próximo – que inclui países como Iraque, Síria e Turquia – ao lado do segundo marido, que era arqueólogo. Os dois foram fundamentais para a exploração arqueológica naquele território, e a experiência forneceu material para algumas das histórias mais célebres da autora, como “Morte no Nilo” e “Assassinato no Expresso Oriente”.

A “dama do crime” coleciona títulos superlativos: está no Guinness World Records como a autora com mais livros vendidos no mundo, e também a mais traduzida; já “A ratoeira”, peça escrita por ela, estreou em 1952 e é famosa por ser a mais longeva na história do teatro, há mais de sessenta anos em cartaz. Seu Hercule Poirot foi o primeiro personagem fictício a entrar no obituário do New York Times.

Janet Morgan é escritora e consultora. Trabalhou em laboratórios de ideias do governo britânico entre 1978 e 1981. Entre seus livros está a aclamada biografia “Edwina Mountbatten: A Life of Her Own”. Atualmente, vive na Escócia e assessora governos, empresas e outras organizações em planejamento de longo prazo, novas tecnologias e estratégias inovadora

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