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Tribunal dos EUA mantém aventuras de Sherlock Holmes em domínio público

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Decisão encerra, dez vez, briga pelos direitos autorais sobre as histórias do personagem

Jonny Lee Miller, Benedict Cumberbatch e Robert Downey Jr como Sherlock Holmes - Reprodução

Jonny Lee Miller, Benedict Cumberbatch e Robert Downey Jr como Sherlock Holmes – Reprodução

Publicado por Reuters [via O Globo]

O caso da briga pelos direitos autorais das histórias de Sherlock Holmes está encerrado, agora que a Suprema Corte dos Estados Unidos manteve intacto um veredicto que determina que 50 obras com o famoso detetive ficcional são de domínio público.

Os juízes da alta instância, que assim como o excêntrico investigador escolhem que casos aceitam, recusaram-se a ouvir o apelo apresentado pelo espólio do autor Arthur Conan Doyle, morto em 1930.

O espólio pedia que o escritor Leslie Klinger pagasse uma licença de US$ 5 mil antes que um volume de novas histórias baseadas no personagem, conhecido por sua genialidade, pudesse ser publicado.

A medida do tribunal significa que o veredicto de junho da Sétima Corte de Apelações dos EUA a favor de Klinger é a palavra final sobre o assunto. A corte argumenta que as 50 obras de Sherlock Holmes publicadas antes de 1923 são de domínio público, já que as proteções dos direitos autorais expiraram.

O tribunal de apelações afirmou que só as dez últimas obras protagonizadas pelo detetive, que foram publicadas entre 1923 e 1927 e cujos direitos autorais só vencem depois de 95 anos, exigem proteção.

Klinger é o editor de “The New Annotated Sherlock Holmes” e outros livros com o personagem. Ele havia pago uma licença ao espólio por um trabalho anterior, mas o processou depois de se recusar a pagar outra taxa por um compêndio de novas histórias de Holmes que ele e a co-editora Laurie King estavam editando, “In the Company of Sherlock Holmes”.

Sua editora, a Pegasus Books, recusou-se a publicar a obra depois que o espólio de Conan Doyle ameaçou suspender as vendas no site Amazon.com e na livraria Barnes & Noble a menos que recebesse mais uma taxa.

Valesca Popozuda vai pagar viagem de professora que a citou em trabalho acadêmico a congresso nos EUA

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Jaqueline foi convidada para um congresso sobre trabalhos relacionadas a Hernert Marcuse (Foto: Reprodução/Facebook)

Jaqueline foi convidada para um congresso sobre trabalhos relacionadas a Hernert Marcuse (Foto: Reprodução/Facebook)

Ana Carolina Pinto, no Extra

“Quando ouvi a Valesca Popozuda cantar ‘My Pussy é o poder’ pela primeira vez, pensei: uau! isso é mais profundo que Simone de Beauvoir”. A interpretação é da pedagoga Jaqueline Conceição da Silva, de 28 anos. Com mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), ela foi convidada pela prestigiada Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para apresentar seu trabalho sobre o funk e a juventude brasileira, “Só Mina Cruel – Algumas Reflexões Sobre Gênero e Cultura Afirmativa no Universo Juvenil do Funk”, em um congresso que acontece em setembro deste ano.

Moradora de Jardim Celeste, no bairro Campo Limpo, em São Paulo, Jaqueline comemorou a oportunidade de levar a cultura da periferia para outro país. Mas por não ter vínculo atual com nenhum programa de pós-graduação, a concretização do sonho da educadora tinha esbarrado na questão financeira. Até agora. Depois de saber da vaquinha online organizada por Jaqueline para levantar o dinheiro, Valesca contou ao EXTRA que quer ajudar.

– Quero arcar com metade do valor, se ela concordar. Fico muito feliz com o carinho dela e vou torcer pra ela conseguir. O trabalho deve ter ficado magnífico, pois o funk é bem amplo. Já peço uma cópia, pois depois eu quero ver e ler ele todinho.

Valesca ainda mostrou-se orgulhosa em ver o gênero ser representado nos Estados Unidos e mandou um recado para Jaqueline.

– Boa sorte na apresentação e representa lá o Brasil e o Funk que daqui estaremos torcendo orgulhosos pela força e coragem dela.

Ao saber da ajuda inesperada, Jaqueline ficou ainda mais animada. Fã da cantora, ela já tinha recebido um conselho para pedir ajuda a Valesca, mas tinha optado pelo financiamento. Agora, ela torce para conhecer a musa do hit “Beijinho no Ombro” pessoalmente e falar sobre o artigo.

– Espero conhecê-la, porque sou muito fã! Não sei o que me deixou mais bege, se foi o fato de ela contribuir ou de poder conhecê-la. Não sei o que me impactou mais. ‘Tô’ passada – brincou Jaqueline, que credita a história de Valesca como uma inspiração para outras mulheres.

– Acho que a trajetória dela, pensando num país como o Brasil, é uma trajetória que me inspira. São mulheres que vão buscando seu espaço em cima daquilo que acreditam. Estou muito feliz, apesar de não ser um trabalho em que defendo o funk enquanto música, de poder pegar um trabalho que elas construíram e poder discutir em cima dele, para podermos nos emancipar.

Libertação feminina

O artigo de Jaqueline não pretende analisar o funk como gênero musical, mas como produto cultural gerado pela juventude da periferia. Em sala de aula, seus alunos analisam as letras das músicas e debatem sobre a realidade retratada nas canções, sob a ótica dos autores de Teoria Crítica, Theodor W. Adorno e Hernert Marcuse. Para a pedagoga, que concluiu o mestrado no curso “Educação: História, Política, Sociedade”, apesar das críticas, é preciso avançar e entender como o fenômeno do funk está impactando a juventude, especialmente a das favelas.

– A ideia do trabalho é pensar sobre a sociedade em que vivemos. Neste contexto, o gênero femino é uma oposição ao que é ‘ser homem’. Assim, o nosso desejo enquanto mulher, de fazer isso ou não, também é relacionado através do que é o desejo para os homens. Então até que ponto dentro do funk, mesmo as mulheres podendo ter a liberdade de dizer que a ‘b* dela’, significa de verdade uma liberdade sexual, inclusive sobre o próprio corpo e o que ele representa? – questionou.

“As considerações apontam no sentido de que tais jovens (produtores e consumidores do funk enquanto produto cultural da sociedade de massas) reproduzem em seu discurso as mesmas relações de opressão e submissão em que a mulher é submetida ao longo do processo civilizatório, mesmo que revestido de uma pseudoliberdade aparente na exacerbação da sexualidade feminina e do “direito” das jovens em usufruir do prazer que seu corpo pode lhes proporcionar”, destaca uma parte do resumo do artigo.

– Para mim, a Valesca é uma das mulheres que lida mais com essa dupla realidade nas músicas dela. Para uma mulher negra e pobre da periferia poder afirmar que “dá para quem quiser”, ou que hoje vai bancar e pode ostentar dinheiro, por exemplo, é um fato libertário, não podemos negar. A questão é até que ponto, na sociedade em que vivemos, isso pode ser realmente libertador, ou é só mais uma reprodução de como a mulher é vista. Me interessa pensar o funk como uma manifestação cultural legítima desses meninos e meninas. O que tem de imediato para a juventude? A sexualidade. E o funk fala sobre isso. Fui começar a entender as letras para entender este discurso, entender a realidade desses jovens para pensar os caminhos para os quais estamos levando eles, que tipo de formação estamos dando a estes jovens e quais as perspectivas que eles tem e podem vir a ter a partir disso.

Livrarias da Alemanha processam a Amazon por abuso de poder

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Publicado por Folha de S.Paulo

A associação de livrarias da Alemanha anunciou nesta terça-feira (24) um processo contra a Amazon por chantagem em suas práticas comerciais e por abuso de posição dominante.

“Com suas práticas similares à chantagem com as editoras, a Amazon viola o direito à livre concorrência”, declarou em um comunicado o presidente da associação, Alexander Skipis.

A organização, que atua em nome de todas as empresas do setor, levou o caso à comissão alemã da concorrência.

Segundo os profissionais alemães, o gigante americano do comércio eletrônico pressiona algumas editoras para obter descontos de 40% a 50% se quiserem vender seus livros no serviço.

Entre as editoras afetadas estão a escandinava Bonnier, presente na Alemanha com selos como Ullstein, Carlsen e Piper.

Há mais de um ano, a Amazon enfrenta na Alemanha —seu mercado mais importante fora dos Estados Unidos— o sindicato Verdi, que reúne vários setores de prestação de serviços e organizou várias greves em seus principais centros de logística, exigindo aumento de salários.

Empregados do sindicato Verdi fazem protesto em frente a Amazon em Rheinberg, Alemanha, em junho

Empregados do sindicato Verdi fazem protesto em frente a Amazon em Rheinberg, Alemanha, em junho – Roland Weihrauch/AFP

Starbucks vai oferecer cursos universitários gratuitos para funcionários nos EUA

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Tammie Lopez (centro) trabalha no Starbucks em tempo integral e frequenta a faculdade à noite

Tammie Lopez (centro) trabalha no Starbucks em tempo integral e frequenta a faculdade à noite

Richard Pérez Peña, no UOL [via The New York Times]

A rede de cafeterias Starbucks vai oferecer formação universitária gratuita online para milhares de seus funcionários – sem exigir que eles permaneçam trabalhando na empresa depois de formados – por meio de um acordo incomum com a Universidade do Estado do Arizona, anunciaram nesta segunda-feira (16) a empresa e a universidade.

O programa é aberto a qualquer um dos 135 mil empregados da Starbucks nos Estados Unidos, desde que eles trabalhem pelo menos 20 horas por semana e tenham as notas e os resultados nos testes necessários para serem admitidos pela Universidade do Estado do Arizona.

Para os baristas que tiverem pelo menos dois anos de créditos universitários cumpridos, a empresa pagará a mensalidade integralmente; para aqueles com menos créditos, a Starbucks pagará uma parte dos custos. Mas, apesar desse critério, para muitos desses funcionários os cursos serão gratuitos, com o auxílio do governo e da universidade.

“A Starbucks está realizando algo que nenhuma outra grande corporação realizou até o momento”, disse Jamie P. Merisotis, presidente e principal executivo da Fundação Lumina, organização focada na promoção da educação. “Para muitos desses funcionários da Starbucks, um curso universitário online é a única possibilidade razoável que eles têm para obter um diploma de bacharel”.

Muitos empregadores oferecem a seus funcionários o reembolso das despesas com mensalidades escolares. Mas esses programas geralmente têm limitações: às vezes, o custo total do curso não é pago pela empresa, os novos empregados ficam excluídos, existe a exigência de que os trabalhadores permaneçam na companhia durante vários anos após o término do curso ou há a limitação dos reembolsos apenas para cursos relacionados às funções desempenhadas pelos trabalhadores dentro da empresa.

A Starbucks está, na realidade, convidando seus funcionários, desde o dia em que eles são contratados pela empresa, a estudarem o que quiserem e, em seguida, se sentirem livres para deixar a companhia quando quiserem também – mesmo sabendo que muitos deles, com o diploma nas mãos, trocarão a rede de cafeterias por empregos mais bem remunerados em outras corporações.

Mas, mesmo que esses funcionários venham a deixar a Starbucks, a experiência deles “seria acrescentada à nossa marca, à nossa reputação e ao nosso negócio”, disse em entrevista Howard D. Schultz, presidente e principal executivo da empresa. “Eu acredito que esse programa diminuirá o desgaste natural do quadro de funcionários, ou seja, reduzirá a eliminação das vagas causadas pelas demissões voluntárias ou pela aposentadoria de funcionários, aumentará o desempenho dos empregados e atrairá e reterá colaboradores de melhor qualidade.”

Michael Bojorquez Echevarria, funcionário do Starbucks em Canoga (EUA), trabalha 60 horas por semana e estuda sociologia

Michael Bojorquez Echevarria, funcionário do Starbucks em Canoga (EUA), trabalha 60 horas por semana e estuda sociologia – Monica Almeida/The New York Times

Em um setor de serviços no qual as remunerações são baixas, a Starbucks vem se comportado há décadas de maneira incomum e fazendo coisas como o oferecer planos de saúde até mesmo para os funcionários de meio período e dar a seus funcionários opções de compra de ações. (Assim como outras cadeias que comercializam alimentos e bebidas, a empresa também foi acusada de utilizar táticas agressivas e impróprias para combater os movimentos em prol da sindicalização de seus empregados.) Quer seja por causa dessas vantagens ou apesar delas, a empresa tem sido muito bem sucedida: suas ações, que fecharam na sexta-feira passada em US$ 74,69, tiveram seu valor multiplicado mais de 100 vezes desde a oferta pública inicial, em 1992.

O presidente da Universidade do Estado do Arizona, Michael M. Crow, defensor ferrenho da educação online, se uniria nesta segunda-feira a Schultz e a Arne Duncan, o secretário de Educação, para anunciar o programa em Nova York. A Universidade do Estado do Arizona tem um dos maiores e mais conceituados programas de formação universitária online dos Estados Unidos, com 11 mil alunos e 40 cursos de graduação.

A universidade e a empresa dizem que não sabem quantos funcionários da Starbucks utilizarão o programa, que inclui ajuda com a papelada e orientação acadêmica, mas eles esperam que milhares de pessoas se inscrevam. Crow disse que a Universidade do Estado do Arizona se preparou para receber um grande aumento no número de matrículas. A mensalidade para os cursos de graduação online da Universidade do Estado do Arizona geralmente custa cerca de US$ 500 por crédito e são necessários 120 créditos para obter um diploma de bacharel.

Ajuda
O programa da Starbucks soa como uma bênção para Abraham G. Cervantes, 24, que vive na região de San Pedro, em Los Angeles, com sua mãe e dois irmãos, e seria o primeiro de sua família a obter um diploma universitário. “Eu sou o único na família que tem um emprego estável”, disse ele. Na verdade, Cervantes tem dois empregos – um na Starbucks e outro em um estúdio de música.

Enquanto estudava em uma faculdade comunitária (que oferece cursos de dois anos), ele descobriu a música clássica e se apaixonou por Chopin, Bach e Beethoven, embora em casa ele só consiga praticar em um piano velho e desgastado. Ele disse que sonhava em ser professor de música, mas que, depois de cinco anos de tentativas para combinar os horários de suas aulas e de seus dois empregos, não conseguiu terminar o curso nem obter seu diploma.

“Quando você trabalha em dois empregos, nem sempre tem tempo para frequentar a universidade”, disse ele.

O novo programa da Starbucks “seria um benefício enorme para mim”, disse Cervantes, pois lhe proporcionaria flexibilidade e eliminaria o tempo gasto no trajeto entre o trabalho e a universidade.

Schultz, o presidente e principal executivo da Starbucks, disse que tais histórias o tocam pessoalmente. Ele cresceu em um conjunto habitacional público no Brooklyn e uma bolsa de estudos permitiu que ele fosse o primeiro de sua família a frequentar a faculdade, na Northern Michigan University.

Ele e Crow disseram que se encontraram pela primeira vez há alguns anos, quando Schultz falou na Universidade do Estado do Arizona, e que se conheceram enquanto trabalhavam com a Fundação Markle, uma instituição de caridade voltada para políticas públicas. Eles descobriram que compartilhavam as mesmas origens modestas e que tinham uma preocupação em relação à crescente desigualdade social nos EUA.

“De muitas maneiras, a classe média está sendo muito prejudicada”, disse Crow. A não ser que mais pessoas recebam uma formação, disse ele, “todos nós talvez venhamos a testemunhar um desastre social no futuro”.

Tradutor: Cláudia Gonçalves

Professor dá rosto e voz aos excluídos do mundo; confira

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Foto: Facebook / Reprodução

Foto: Facebook / Reprodução

Ação de 2008 patrocinada pela The Forgotten International, em parceria com o Clube Rotary de San Jose, Califórnia, que concedeu uma bolsa a um estudante para que ele desse aulas na escola da foto, em Uganda, na África

Publicado no Terra

Quais as histórias daqueles que sobrevivem às margens da sociedade? Que lições essas pessoas têm a nos ensinar? Muitas, segundo o professor de Direito da Universidade de San Francisco, Estados Unidos, Thomas A. Nazario.

Depois de 35 anos estudando e trabalhando para descobrir formas de ajudar famílias que vivem em situação de extrema pobreza nos quatro cantos do mundo, Nazario lançou em abril o livro Living on a Dollar a Day: The Lives and Faces of the World’s Poor (Vivendo com um dólar por dia: As vidas e os Rostos da Pobreza Mundial), onde documenta estas biografias.

Na obra, Nazario dá voz e rosto aos “esquecidos pelo mundo”: mais de 1 bilhão de pessoas que vivem com apenas U$ 1,00 por dia ou cerca de R$ 2,20. Todas as fotos são da americana Renée C. Byer, vencedora do prêmio Pulitzer de Fotojornalismo. Contribuiu para o livro a experiência de Nazario à frente da organização sem fins lucrativos The Forgotten International, criada por ele em 2007, e que desenvolve projetos sociais de combate à pobreza na Índia, África, Sudeste Asiático, Peru e Estados Unidos.

Para fazer o livro, Nazario e sua equipe viajaram para quatro continentes, tirando fotos, coletando entrevistas e pesquisando informações sobre as instituições que ajudam os mais necessitados nos lugares onde vivem.

Nazario com família indiana: o intuito do livro é chamar a atenção dos leitores para as desigualdades sociais, convidando-os a se mobilizar para o bem comum e ajudar a diminuir a pobreza e o sofrimento global Foto: Facebook / Reprodução

Nazario com família indiana: o intuito do livro é chamar a atenção dos leitores para as desigualdades sociais, convidando-os a se mobilizar para o bem comum e ajudar a diminuir a pobreza e o sofrimento global
Foto: Facebook / Reprodução

As mais de 200 imagens revelam a rotina de indivíduos e famílias que enfrentam a pobreza extrema no mundo. O intuito é chamar a atenção dos leitores para as desigualdades sociais, convidando-os a se mobilizar para o bem comum e ajudar a diminuir a pobreza e o sofrimento global.

Causas diversas
Thomas Nazario cresceu na área espanhola do Harlem, em Nova York, e diz que jamais pensou que seria professor de Direito na vida. Após formar-se pela Universidade de San Francisco, passou a envolver-se com a causa dos direitos das crianças.

Além de presidir sua própria ONG, tornou-se membro do conselho da Fundação Dalai Lama. Tem trabalhado, inclusive, para o Departamento de Estado dos Estados Unidos e para a ONU como um defensor da causa das crianças em todo o mundo.

Professor Nazario, em sua primeira viagem à Índia, em 1999: após formar-se pela Universidade de San Francisco, ele passou a se envolver com a causa dos direitos das crianças Foto: Facebook / Reprodução

Professor Nazario, em sua primeira viagem à Índia, em 1999: após formar-se pela Universidade de San Francisco, ele passou a se envolver com a causa dos direitos das crianças
Foto: Facebook / Reprodução

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