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10 Livros para apaixonados por gatos ter na estante…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

O Listas Literárias selecionou 10 livros indispensáveis para quem é apaixonado por gatos:

11 – Um Gato de Rua Chamado Bob, de James Bowen: Não é todo dia que se vê um gato sentado, calmamente, no centro de Londres, aparentemente sem se abalar com o barulho das sirenes, os carros passando e todo aquele movimento — mas Bob não é um gato comum…  + na Saraiva

2 – Conversando com os Gatos, de Kate Solisti-Mattelon: Revela inspiração e uma sabedoria felina que pode proporcionar respostas sobre como estreitar a nossa ligação com essas belas criaturas… + na Saraiva

3 – Dewey, Um Gato Entre Livros, de Vicky Myron: A rotina da pacata cidade de Spencer, Yowa, Estados Unidos, se transforma após Dewey, um gato, ser encontrado na Biblioteca Pública… + na Saraiva

4 – A Odisseia de Homero, de Gwen Cooper: Todo mundo que tem gatos sabe que eles são dotados de uma sensibilidade incrível e possuem uma forma peculiar de encarar a vida. Mas Homero tinha muito mais a ensinar… + na Saraiva

15 – O Incrível Dom de Oscar, de David Dosa: Sincero, inspirador, cheio de humor e muita emoção, O incrível dom de Oscar permite aos leitores passear por um mundo cheio de mistérios, incompreensões e perguntas sem respostas… + na Saraiva

6 -Cleo – a História de Uma Gata Sapeca Que Ajudou a Curar Uma Família, de Helen Brown: Helen tinha certeza que não poderia conviver com o gatinho, mas mudou de idéia com a lembrança do sorriso do filho diante de Cleo, quando se encontraram. Um livro de memórias sobre luto, mudanças, recomeço e, sobretudo, sobre a capacidade de um animal de estimação de restaurar a união de uma família e de ajudá-la na superação de uma perda… + na Saraiva

7 – Este Mundo é Dos Gatos, de Justine A. Lee: Ora travessos e reservados, ora afetuosos, os gatos são criaturas tão desconcertantes quanto o ponto de interrogação de sua cauda. Que dono de gato não se pergunta o que se passa no cérebro desse ser misterioso?… + na Saraiva

18 – Seja Feliz Como Seu Gato, de Birgit Adam:Você já viu um gato estressado ou deprimido como nós, seres humanos? Não vale dizer que sim, pois se viu algum, ele deve ter ficado assim devido a maus-tratos, abandono ou doença. Até porque gatos são considerados egoístas, preguiçosos e donos de um excesso de autoestima de causar inveja a qualquer um de nós…+ na Saraiva

9 – 100 Gatos Que Mudaram a Civilização, de Sam Stall: Você conhecerá um gato que entrou com um processo e gatos que inspiraram grandes trabalhos de literatura e música clássica. Você até irá conhecer um gato que telefonou para a polícia para salvar a vida do seu dono… + na Saraiva

10 – A Gata do Dalai Lama, de David Michie: Diferentes nomes, muitas experiências e uma rotina dividida entre elevação espiritual, celebridades e situações prosaicas. “A Gata do Dalai Lama” é um delicioso e delicado relato de uma felina bastante especial, dona de histórias igualmente singulares e senso de humor… + na Saraiva

10 Livros com a capa do filme para ter na estante…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Todo mundo adora livros que viram filmes, e 2014 estará recheado destas experiências. E muito leitor curte ter em sua estante o livro com a capa baseada no cartaz do filme, e pensando nisto o Listas Literárias selecionou 10 livros com a capa baseada na imagem do filme para suas estantes:

11 – A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak: Com a chegada do livro aos cinemas a editora Intrínseca aproveitou para lançar o livro com a imagem do filme, e sinceramente ficou muito bacana. Compre o seu na Saraiva

2 – Carrie, a Estranha, de Stephen King: Uma das personagens mais aterrorizantes da literatura ganha nova versão nas telonas, e com isso uma nova edição ao melhor estilo do mestre do horror. Veja a Capa na Saraiva

3 – O Mar de Monstros, de Rick Riordan: Uma jornada que colocará à prova a herança de nossos heróis — quando Percy irá questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição em um livro com edição especial com a imagem do filme.  + na Saraiva

4 – A Hospedeira, de Stephenie Meyer: Uma bela capa inspirada no filme para o livro da criadora da saga Crepúsculo. Veja no Ponto Frio

15 – O Hobbit, de J. R. R. Tolkien: A imagem do filme nesta capa do livro é muito iconográfica e reprsenta muito bem a magia do universo de Tolkien. + nas Lojas Americanas e aqui Capa inspirada em A Desolação de Smaug

6 – A Garota da Capa Vermelha, de Sarah Blakley Cartwright: O fantástico mundo dos contos nessa capa inspirada na imagem do filme. Confira a capa no Submarino

7 – Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, de Gustavo Gerbasi: O livro que inspirou um dos maiores sucessos do cinema nacional, Até que a Sorte nos Separe com a capa inspirada no filme. + na Saraiva

8 – Amanhecer, de Stephenie Meyer: Um dos maiores sucessos do cinema mundial, Amanhecer – Parte 2 inspira a capa do livro. Veja na Saraiva

9 – Eu Sou a Lenda, de Richard Matheson: Leva para sua estante este clássico com Will Smith na capa do livro inspirado na imagem do filme. Comprar na Saraiva

10 – Cavalo de Guerra, de Michael Mopurgo: A imagem deste sensacional filme ganhador de vários Oscar na sua estante. Veja a capa na Livraria Cultura

Os 15 livros proibidos que não podem faltar na sua estante

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Bem antes de ser adaptado para o cinema, o livro "As Vantagens de Ser Invisível" foi censurado nos EUA por falar abertamente sobre drogas e homossexualidade

Bem antes de ser adaptado para o cinema, o livro “As Vantagens de Ser Invisível” foi censurado nos EUA por falar abertamente sobre drogas e homossexualidade

Publicado no Alagoas 24horas

Há quem acredite que tudo o que é proibido é mais gostoso. Sendo assim, livros que entram no alvo da censura seriam uma leitura mais rica e prazerosa? Parece que sim. Considerados má influência em sua época, alguns títulos que foram retirados das livrarias ou banidos das escolas viraram agora leitura indicada. Nos EUA, a Associação Americana de Bibliotecas incentiva os jovens a lerem livros que foram protestados como forma de assegurar a liberdade de escolha.

Conheça abaixo 15 livros que foram proibidos em determinado momento e que são leituras indicadíssimas para a formação de qualquer leitor.

“Alice no País das Maravilhas” – Os personagens absurdos e adoráveis do autor britânico Lewis Carroll, que chegaram às prateleiras das livrarias em 1865, estão no imaginário das crianças de todo o mundo, com a possível exceção da China. Lá do outro lado do mundo, o livro do matemático que narra os encontros e diálogos da protagonista Alice com o coelho apressado, o gato de Cheshire, a lagarta fumante e toda sorte de personagens fantásticos, foi banido por dar aos animais as mesmas qualidades que os homens e colocá-los no mesmo nível.

“Admirável Mundo Novo” – Aldous Huxley lançou, em 1932, uma ficção científica passada em um hipotético futuro onde as pessoas têm seus destinos definidos biologicamente, não há o conceito de família e o sexo é algo amplamente encorajado. Clássico ou não, este tipo de sinopse não agrada alguns pais dos EUA, que fizeram o livro ser banido de bibliotecas municipais por “dar a impressão de que o sexo promíscuo é legal.”

“Caçadas de Pedrinho” – As aventuras da turma do Sítio do Pica-pau Amarelo sempre foram usadas na escola para despertar o interesse dos alunos pela leitura, pelo folclore e pela história do Brasil. Recentemente, no entanto, o Conselho Nacional de Educação tentou boicotar o livro “Caçadas de Pedrinho”, lançado em 1933, por ter passagens racistas. O processo ainda não deu em nada, mas alguns professores não desistiram de censurar esta e outras obras de Monteiro Lobato.

“A Revolução dos Bichos” – O escritor britânico George Orwell mostrou a sua decepção com a antiga União Soviética de forma cômica neste livro lançado em1945. Alguns anos depois, a obra do autor foi banida das bibliotecas na década de 60 e voltou a ser protestada em 1980, sob a acusação de ser pró-comunista. E a perseguição prossegue: em 2002, o livro foi retirado das escolas dos Emirados Árabes sob a acusação de conter elementos que vão contra os valores islâmicos e árabes.

“O Diário de Anne Frank” – Em um diário mantido no esconderijo, a menina judia de 13 anos relata seu cotidiano, suas dúvidas e descobertas adolescentes enquanto tenta escapar, com a família e amigos, da perseguição nazista em Amsterdã, na Holanda. O documento é das maneiras mais sensíveis e autênticas de retratar o sofrimento dos judeus perseguidos pelo Holocausto. Mesmo assim, teve gente que conseguiu implicar com “O Diário de Anne Frank”, lançado pelo pai de Anne, Otto,- o único da família que escapou dos campos de concentração – em 1947. O título está entre os livros protestados nos EUA por tratar de temas como sexualidade e homossexualidade.

“1984” – George Orwell é mestre em ser mal interpretado. Em 1948, quando foi lançado, o romance mais famoso do autor foi retirado das livrarias nos EUA por ser considerado pró-comunismo, enquanto, na Rússia comunista, o livro foi visto como uma obra anti-regime vigente. Enquanto isso, no resto do mundo, Orwell foi considerado um gênio ao mostrar um mundo distópico em que os cidadãos eram amplamente vigiados por seu governador.

“O Apanhador no Campo de Centeio” – O clássico de J. D. Salinger foi lançado em 1951 e se tornou o queridinho dos adolescentes. A história de Holden Caulfield, o garoto rebelde que foge do colégio interno para passar alguns dias fazendo o que bem entende em Nova York, no entanto, não agradou tanto os pais e logo se tornou alvo de protestos. As acusações? Linguagem chula, prostituição e, supostamente, incitar a rebeldia. Algumas bibliotecas do interior dos EUA tiveram que retirar as cópias de “O Apanhador” de suas prateleiras. Se tornou leitura obrigatória e transformou o recluso autor, que desde o sucesso do livro se escondeu do público – até sua morte, em janeiro de 2012 – em uma lenda.

“Fahrenheit 451” – Ray Bradbury publicou o romance, em 1953, narrando uma sociedade em que um governo totalitário mandava queimar todos os livros do mundo. Ironicamente, esse foi mesmo o destino de alguns exemplares de “Fahrenheit 451”. Desde a época do lançamento até hoje, o título figura na lista de livros banidos em algumas bibliotecas do mundo por fazer referência ao consumo de drogas e violência.

“Lolita” – O russo Vladimir Nabokov não teve medo de ousar ao lançar este livro em1955. A história de um professor que se apaixona pela enteada, de apenas 12 anos, fez o clássico ser considerado na época uma obra obscena em países como a França, Inglaterra, Argentina e Nova Zelândia. Ainda assim, ganhou duas adaptações cinematográficas. Uma delas, de 1962, foi dirigida por Stanley Kubrick. A outra, de 1997, tem o ator Jeremy Irons no papel do professor e foi dirigida por Adrian Lyne.

“Lorax” – Lançada em1971, a história da criatura fofinha protetora do meio ambiente criada por Dr. Seuss não caiu no gosto de algumas pessoas, e aparentemente o motivo do desagrado seria puramente comercial. A história infantil foi censurada em uma cidade na Califórnia por dar uma visão negativa sobre o desmatamento. Isto não estaria de acordo com os interesses dos empresários do estado, o principal dos EUA na indústria madeireira.

“Harry Potter”

“Harry Potter” – A série de livros do “Harry Potter”, publicados no ritmo de um por ano a partir de 1997, foi o maior fenômeno moderno da literatura entre os adolescentes – e até entre gente mais crescidinha. No total, os sete títulos de J.K. Rowling venderam 400 milhões de exemplares no mundo todo. Mas não é unanimidade a afeição pelo mundo mágico de Rowling: nos Emirados Árabes Unidos, a coleção foi censurada por, supostamente, incentivar a bruxaria. No ocidente, a história dos alunos de Hogwarts foi alvo de protestos de líderes religiosos do Brasil e, nos EUA, entrou na lista das obras que receberam vetos. Algumas escolas mais conservadoras dos Estados Unidos baniram a leitura dos livros em seus domínios. Mas o sucesso seguiu o seu curso e os sete livros resultaram em oito filmes campeões de bilheteria e arrecadação.

“As Vantagens de Ser Invisível” – Lançada em 1999, a obra do autor americano Stephen Chbosky, de 42 anos, está há cinco anos consecutivos na lista de livros que foram banidos ou protestados em bibliotecas americanas. O pecado de “As Vantagens” é tratar abertamente de sexualidade e drogas. Ainda assim, o título se tornou um best-seller, marcou a geração do fim dos anos 1990 e ganhou, neste ano, um filme com Emma Watson, de “Harry Potter”, em seu elenco.

“Gossip Girl – Vai Sonhando” – Cecily Von Ziegesar fez sucesso ao contar em volumes lançados a partir de 2002 a rotina dos adolescente ricos e glamurosos de Nova York. O nono volume da coleção “Gossip Girl” não foi considerado, no entanto, uma obra voltada para o público jovem. Alguns pais pediram para o título ser banido das bibliotecas por fazer referências a elementos como drogas e álcool, que, segundo eles, são coisa de adulto.

“Crepúsculo” – A romântica – e sangrenta – história de amor entre a mortal Bella e o vampiro Edward não escapou do julgamento de pais americanos mais tradicionais. A série de livros de Stephanie Meyers, lançada a partir de 2005, está na quinta posição do relatório anual de livros proibidos nos EUA. Os romances da autora causam desconforto por, supostamente, terem apelo sexual forte e por tratarem de assuntos sobrenaturais.

“Jogos Vorazes” – Os best-sellers de Suzanne Collins, lançados a partir de 2008, estão entre os desafetos de pais mais tradicionais dos EUA. A trilogia foi alvo de muitos protestos por conter elementos como violência, insensibilidade e linguagem ofensiva. Ignorando o coro dos descontentes, a paixão pela história de Katniss continua forte. Até a estreia da adaptação para o cinema do primeiro livro, “Jogos Vorazes”, estrelada por Jennifer Lawrence, 13 milhões de livros haviam sido vendidos. Depois da estreia, em março de 2012, especula-se que tenham sido vendidos 23 milhões de exemplares da trilogia no mundo todo. O filme já faturou R$ 1,3 bilhão no mundo todo. A versão cinematográfica da segunda parte, “Em Chamas”, estreia em novembro de 2013.

Estante radical

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Estante feita de skates.
Obra de Taylor Hamilton

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