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Posts tagged estantes

Conheça duas duas livrarias na China de tirar o fôlego

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Projeto assinado pelo escritório Alberto Caiola Design funciona como livraria, café e loja de móveis (Foto: Reprodução)

Projetos impressionam pelo toque de ousadia ao repensar a experiência da compra de livros

Maria Beatriz Gonçalves, na Casa e Jardim

A combinação de livraria e café é bastante comum mundo afora. Mas dois projetos recentes na China redefiniram o conceito de livraria contemporânea com consideráveis níveis de ousadia.

Multifuncionais, os arcos funcionam como divisores de espaço, como estante e até apoio para o caixa. (Foto: Reprodução)

Na Harbook, em Hangzhou, o escritório Alberto Caiola Design criou arcos que são o grande destaque do projeto. Multifuncionais, eles são usados como divisores de espaço, como estante e até apoio para o caixa. Com 600 m², o espaço é dividido em livraria, café e showroom de móveis de design.

Outra livraria bem enfeitada e extravagante é a rede do editor de livros Jin Hao, de Xangai. Para enfrentar a concorrência (vinda principalmente das lojas virtuais), Jin convidou o designer Li Xiang, da XL-Muse, para ajudá-lo a reimaginar o espaço de 930 m². Tetos espelhados e estantes coloridas marcam os abientes inspirados na natureza.

Tetos espelhados e estantes coloridas marcam o espaço, inspirado na natureza. (Foto: Reprodução) 

Não importa se os livros estão em decadência ou voltando com tudo, são dois lugares para gastar um tempo a mais.

A biblioteca de ficção científica que reúne mais de 1200 títulos em Ribeirão Preto

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Publicado no Hypeness

Adora livros de ficção científica? Então você precisa conhecer a Biblioteca Roberto C. Nascimento, em Ribeirão Preto, que reúne mais de 1.200 obras do gênero.

O acervo é parte do Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) e conta ainda com uma gama de livros de divulgação científica em suas estantes. Criada em 2013, a estrutura fica localizada dentro de um laboratório do departamento.

Mesmo pertencendo à universidade, qualaquer pessoa pode pegar livros emprestados na biblioteca. Para isso, é necessário ficar atento aos horários de abertura do espaço: segunda e terça, das 14h30 às 18h30, e nas quintas, das 16h às 18h.

Ao Sci-Fi Blog, o diretor da biblioteca, físico e professor da USP Osame Kinouchi conta que o acervo começou com apenas 400 livros que foram doados pelo Clube de Leitores de Ficção Científica (CLFC). Com a ajuda da comunidade, mais títulos foram sendo acrescentados à coleção. Para encher ainda mais as estantes, doações de livros são aceitas, mas devem ser organizadas através do e-mail [email protected]

Projeto promove compartilhamento gratuito de livros em cafeterias de Manaus

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Livros gratuitos são oferecidos pleo projeto ‘Livrou’ em Manaus (Foto: Divulgação/projeto Livrou)

Lançado nesta semana, ‘Livrou’ busca difundir leitura, promover conhecimento e tolerância.

Ive Rylo, no G1

Ler para ampliar horizontes e semear a tolerância”. Esse é um dos objetivos do projeto “Livrou”, lançado nesta semana. Um trabalho de “formiguinha” que começou a invadir as cafeterias de Manaus e promover o compartilhamento gratuito de livros.

O projeto foi encabeçado por Ticiano Alves que viu na iniciativa uma oportunidade para facilitar a difusão da leitura.

“Quando eu voltei para Manaus, após um período fora estudando, eu quis realizar esse projeto aqui. A ideia inicial era que as estantes fossem na rua, para que a população em geral tivesse acesso. Mas isso iria expor as estantes a chuva e sol, além de eventualmente a vandalismo, e de depender de licença do poder público”, apontou.

Mas, como quem tem amigos nunca está sozinho, o apoio veio à galope. “Daí pensei o que mais combina com livros e me veio a ideia dos cafés, que eu frequento bastante e cujos donos são meus amigos. Eles compraram a ideia e aí tudo começou. Estou muito feliz porque já surgiram outros interessados em colocar o ‘Livrou’ em outros lugares”, comemorou.

Nesta quarta-feira (25), o cheirinho de café misturou-se com o das páginas dos livros expostos nas estantes do “Livrou”, em três cafeterias de Manaus.

Como funciona?

O projeto não tem finalidades lucrativas. Basta ir em uma dos lugares participantes, pegar um livro e ler. Pode até levar para casa também.

“É pra levar pra casa mesmo. E não precisa pedir ou devolver depois de ler. Como todo compartilhamento, é importante também que as estantes sejam alimentadas. Por isso, o ato de deixar um livro (ou vários livros) também é muito bem-vindo”, explicou Ticiano.

Quem puder ajudar a alimentar as estantes, o idealizador garante que pode ficar à vontade. Só não vale “desentocar” os livros didáticos ou técnicos demais.

“Em relação a esses livros, há de fato um desinteresse. Se não, as estantes ficarão cheias de livros que ninguém quer ler, com livros desatualizados que poderiam ter outra destinação. Agora, livros de ficção e não ficção são muito bem-vindos”, explicou.

Onde estão as estantes?

Kalena café: Rua Fortaleza, 201, Adrianópolis.
Café Suplicy: Rua Rui Alberto Costa Lins, 16 ,Adrianópolis
Café Com Texto: Rua Belo Horizonte, 1391, Adrianópolis.

Tolerância e sustentabilidade

Como leitor, Ticiano defende a ideia de que a leitura precisa ser difundida como uma ferramenta de rompimento da ignorância e intolerância.

“Numa época de fake news, bolhas de informação, superficialidades e polarização, a leitura permite a ampliação dos horizontes, o desenvolvimento de um senso crítico, semeia a tolerância e o respeito às ideias diferentes. (…) Na minha opinião a leitura permite isso”, afirmou.

A ideia de compartilhar também está relacionada com a sustentabilidade. O consumo colaborativo visa, ainda, reduzir gastos e, a longo prazo, gerar menor impacto ambiental.

“A ideia está diretamente ligada à sustentabilidade. É possível realizar outros projetos de compartilhamento para além de livros. Acho que isso é importante: fazer da nossa cidade um espaço com mais interações e um lugar melhor. O ‘Livrou’ é pequeno, mas se isso se multiplica, o efeito é gigante”, disse.

Nova York investe US$ 317 milhões em reforma de sua biblioteca mais famosa

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Biblioteca pública de Nova York (Foto: Getty Images)

Biblioteca pública de Nova York (Foto: Getty Images)

Com a nova reforma, a biblioteca ganhará 20% de espaço para salas de pesquisa, exibição e oficinas educativas e incorporará uma cafeteria, uma nova loja, um elevador e um novo terraço

Publicado na Época Negócios

A biblioteca mais emblemática de Nova York, conhecida pelos famosos leões que descansam em sua entrada, realizará a maior reforma da sua história, que custará US$ 317 milhões e não está livre de polêmicas.

A biblioteca, que fica na Quinta Avenida, está sempre bastante movimentada devido ao fluxo de turistas, mas também é uma das que mais recebe pesquisadores em todo o país, e permanecerá em obras até o fim de 2021.

Há quatro anos, um grupo de pesquisadores conseguiu derrubar o projeto de reforma anterior e ameaçou processar a instituição se esta não voltasse atrás em sua tentativa de se desfazer de suas estantes centenárias.

Com a nova reforma, a biblioteca ganhará 20% de espaço para salas de pesquisa, exibição e oficinas educativas e incorporará uma cafeteria, uma nova loja, um elevador e um novo terraço.

No entanto, o plano diretor não trata de um assunto complicado: o uso que será dado às estantes emblemáticas.

Estas, datadas de 1911, não cumprem com os requisitos de temperatura, umidade e segurança para incêndios que são necessários para as coleções mais delicadas.

É por isso que a maior parte dos arquivos que costumavam ficar nelas estão temporariamente realocados na biblioteca de Bryant Park, e suas prateleiras abrigam outra coleção diferente, a da biblioteca de Mid-Manhattan, que está envolvida em outra enorme reforma avaliada em US$ 200 milhões.

“Vamos levar um tempo antes de tomar uma decisão. É melhor demorar um pouco mais do que decidir às pressas e cometer equívocos”, afirmou o presidente da rede de bibliotecas públicas de Nova York, Anthony Marx, durante a apresentação do plano diretor em uma audiência pública nesta semana.

“Como se atrevem a chamá-lo de plano diretor se ele não contempla o aspecto mais importante da biblioteca, como o das estantes?”, questionou um usuário durante a sessão de perguntas.

“O que as pessoas querem é ter mais livros à disposição e acesso aos mesmos o mais rápido possível”, afirmou outro, que lembrou com nostalgia da época em que podia sentir o cheiro entre as estantes, pegar ele mesmo o livro e, durante o caminho, “deparar-se com outros exemplares” que sequer sabia que existiam.

Marx defendeu que, apesar dos livros estarem em outras bibliotecas, o tempo médio de entrega é de 27 minutos, e destacou que, graças a um acordo com as universidades de Harvard, Columbia e Princeton, o catálogo foi ampliado em 7 milhões de novos exemplares.

A abertura de uma cafeteria na biblioteca também levantou paixões. “Café? Café neste edifício majestoso?”, resmungou uma senhora de idade avançada, provocando aplausos do público que assistia à apresentação do plano.

Dos US$ 317 milhões do plano diretor, 144 já foram investidos na última década, e a maioria desses recursos provém de doações para a rede de bibliotecas públicas de Nova York.

Esta rede é, apesar do nome, uma fundação privada que recebe recursos públicos e particulares, e tem 92 centros distribuídos nos distritos de Manhattan, Bronx e Staten Island.

A reforma envolverá uma reorganização dos espaços. Os andares superiores receberão as salas silenciosas de leitura, para estudantes, leitores e pesquisadores, enquanto os visitantes e os eventos ficarão restritos aos andares de baixo.

A parte externa do edifício não sofrerá mudanças, exceto pela transformação de uma entrada para funcionários na Rua 40, que se transformará em um terraço com jardim, pensado para os grupos de estudantes que visitam a biblioteca, e que ajudará a descongestionar os acessos.

A arquiteta holandesa Francine Houben, cujo escritório ficará responsável pela reforma, detalhou que o edifício é “esplêndido”, mas que existem algumas salas nobres que o público não vê na atualidade, um “erro” que será reparado após as obras.

Apesar da insistência do público, que perguntou pelo futuro das estantes, Anthony Marx se limitou a dizer que todos os usos possíveis serão avaliados.

“Que uso vocês querem dar para uma estante? Coloquem nela os seus livros!”, alfinetou uma senhora presente no evento, levando o público aos risos na sala.

(Por sergi Santiago)

25 estantes criativas para guardar seus livros

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publicado no Brasil Post

Qualquer maníaco ou maníaca por livros sabe: chega uma hora que você não sabe mais onde guardá-los. Ou, caso você queira apenas dar aquela reformulada na decoração de casa, aí está outra oportunidade de dar atenção aos livros. Nada como fazer isso com criatividade.

Estantes circulares, no encanamento exposto ou em formato de árvore são alguns exemplos de como você pode dar um tratamento lúdico a seus queridos livros – a galeria abaixo vai te ajudar nisso.

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