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Portal do Professor disponibiliza lista de livros sobre estímulo à leitura

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Site indica 11 obras literárias e didáticas que abordam diferentes métodos de ensino para aplicação em sala de aula

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Publicado no Portal Brasil

Além de reportagens sobre métodos premiados, a edição 109 da publicação eletrônica oferece sugestões de livros aos professores e educadores interessados em estimular o hábito de leitura aos alunos da educação básica.

A edição especial também seleciona experiências que recorrem à tecnologia para auxiliar o trabalho em sala de aula. Outros utilizam o recurso poético e literário como força motriz para incentivar o gosto pela leitura.

O Portal do Professor é um espaço on-line no qual educadores têm acesso a sugestões de planos de aula, conteúdos multimídia, notícias sobre o panorama geral da educação no País, iniciativas governamentais, podendo até mesmo interagir em fóruns de discussão com outros profissionais da área.

Confira abaixo os 11 livros indicados para quem deseja se aprofundar no tema e/ou levar os conhecimentos adquiridos para a sala de aula:

A Arte de Ler
Émile Faguet – Editora Casa da Palavra – Brasil

Escrito no início do século XX, o livro permanece atual quase 100 anos após sua primeira publicação (1911), principalmente quando se leva em conta o excesso de informação dos dias atuais, em que a otimização da leitura se faz oportuna.

“A arte de ler é a arte de pensar com um pouco de ajuda”, disse Faguet. Dessa forma, o autor sugere o primeiro passo para um melhor aproveitamento de qualquer livro: identificar os objetivos da leitura e os diferentes tipos de livros, bem como suas particularidades.

O Incentivo à Leitura

Cláudia Stocker – Editora – Brasil – 2014

É na infância que se adquire o hábito de ler; é na criança que estão todas as potencialidades e disponibilidades para o prazer da leitura. E é evidente, também, que se torna necessário abrir para elas as janelas desse mundo maravilhoso.

Ler e contar história são formas de desenvolver o gosto pela fantasia, incentivando nos pequeninos aspectos que dizem respeito ao seu potencial criativo.

Ao ouvir histórias narradas por contadores que transformam palavras e gestos em pura magia e encanto, é que queremos mostrar ao leitor, como o despertar para a leitura pode ser iniciado nas primeiras etapas da vida através da tradição oral.

Incentivando o Amor pela Leitura

Eugene H. Cramer, Marrietta Castle – Editora Artmed – Brasil – 2001

A obra “faz uma análise do professor e do papel crítico que ele desempenha na tarefa de ajudar as crianças a tornarem-se leitores motivados, ativos e envolvidos, que leem tanto por prazer como pela necessidade de manterem-se informados.”

Estratégias de Leitura

Isabel Solé – Editora Artmed – Brasil – 1998 – 6ª edição

O livro escrito por Isabel Solé aborda diferentes formas de trabalhar com o ensino da leitura. Seu propósito principal é promover nos alunos a utilização de estratégias que permitam interpretar e compreender de forma autônoma os textos lidos.

Enfatizando sempre que o ato de ler é um processo complexo, a autora, utilizando um texto simples e agradável de ser lido, explicita-o dentro de uma perspectiva construtivista da aprendizagem.

Estratégias de Leitura, 6ª edição, é uma obra que certamente contribuirá para o desempenho docente, principalmente dos profissionais que atuam no Ensino Fundamental e na Educação Infantil.

Por que Ler?

Tânia Dauster, Lucelena Ferreira – Editora Lamparina, Coed. FAPERJ – Brasil – 2010

Neste livro, pesquisadores abordam questões que são objeto de discussão no campo educacional – a formação de leitores e de mediadores de leitura; a importância da leitura literária na construção da subjetividade; a relação entre literatura e oralidade; os desafios à formação de professores, tendo em vista diferentes concepções sobre o ensino da língua, entre outras temáticas.

Os Jovens e a Leitura: Uma Nova Perspectiva

Michèle Petit – Editora 34 – Brasil – 2008

Partindo de dezenas de entrevistas com leitores da zona rural e jovens de bairros marginalizados na periferia das grandes cidades francesas, bem como do testemunho de escritores e suas obras, a autora demonstra – com exemplos que se adequam perfeitamente à sociedade brasileira – a importância das bibliotecas públicas e de bibliotecários, mediadores de leitura e educadores de modo geral na luta contra os processos de exclusão e segregação.

Sem receitas mágicas, mas com profundo conhecimento de causa, Petit ilumina por vários ângulos as relações entre os jovens e o livro no mundo globalizado, apostando no papel fundamental que a leitura pode representar para a construção e reconstrução do sujeito, particularmente em contextos de crise ou de grande violência social.

A Arte de Ler

Michèle Petit – Editora 34 – Brasil – 2010

“Aquele livro me deu a força necessária para enfrentar a virada decisiva de minha vida, aceitar que eu não era mais o mesmo, suportar sê-lo com meus amigos que não compartilhavam o que eu pensava e que tive que enfrentar para defender minha nova maneira de ver a vida…”

O depoimento acima, de um jovem morador de um dos bairros mais pobres de Bogotá, na Colômbia, é apenas um entre as dezenas de testemunhos sobre a importância da literatura — tomada aqui num sentido amplo, que inclui histórias em quadrinhos e relatos orais, além dos gêneros tradicionais da poesia, do conto e do romance — na formação do sujeito, e o papel que ela desempenha em contextos de crise.

O Prazer do Texto
Roland Barthes – Editora Perspectiva – Brasil – 2008 – 4ª edição

Em um escrito caleidoscópico, quase um bloco de anotações, Roland Barthes busca aqui a análise do prazer sensual do texto, tanto por parte de quem escreve – sem medo de expor seu desejo, sob pena de cair na tagarelice – quanto de quem lê (normalmente situado como objeto, ser passivo e sem defesas frente ao texto, e que aqui é revelado em sua plenitude criativa da fruição).

Descartando a frigidez do texto empolado e político, evocando ao fio dos argumentos tanto Proust, Flaubert, Stendhal como Sade e Bataille, ou ainda Lacan e Freud, ‘O Prazer do Texto’ apresenta, de forma profunda e lúdica, – costumeiro prazer dos leitores de Barthes – um tema fundamental em semiologia e literatura.

A Importância do Ato de Ler
Paulo Freire – Editora Cortez – Brasil – 2011

“Este livro busca abordar a questão da leitura e da escrita encaradas por Paulo Freire sob o ângulo da luta política com a compreensão científica do tema. A obra pretende mostrar sua presença no desafio pelos direitos da alfabetização, pronunciados ao mundo sobre a importância do ato de ler.”

Leituras: do Espaço Íntimo ao Espaço Público
Michèle Petit – Editora 34 – Brasil – 2013

Qual o papel da leitura na construção do indivíduo? Em que medida ela pode desempenhar uma função reparadora em casos de danos psíquicos e sociais? Como pensar o lugar da leitura em bibliotecas e no contexto educacional?

Estas são algumas das perguntas levantadas neste livro pela antropóloga francesa Michèle Petit – já conhecida no Brasil por Os jovens e a leitura (2008) e A arte de ler (2009).

Os textos reunidos em no livro são o resultado de conferências realizadas em países da América Latina e voltadas, entre outros, para bibliotecários, professores, mediadores de leituras e profissionais dedicados à formação de leitores de modo geral.

Em comum, estes ensaios destacam a leitura como atividade de resistência e indagação, a qual permite a muitas pessoas em circunstâncias desfavoráveis tornarem-se agentes de seus destinos.

Como Incentivar o Hábito da Leitura
Richard Bamberger – Editora Ática – Brasil

O livro aborda o panorama do ensino da leitura em várias partes do mundo.

Mark Zuckerberg declara 2015 o “Ano dos Livros”, com clube de leitura online

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Vera Cristina de Moraes, no Bonde

Mark Zuckerberg já teve uma resolução de ano novo de só comer carne do animal que ele tivesse matado, em outra resolução decidiu aprender mandarim. E você acha que estas resoluções pararam por ai?

O fundador do Facebook Titio Mark começou um clube do livro online com o objetivo de leitura e discussão de um livro diferente a cada duas semanas. Esta foi sua resolução para 2015.

Se liga Oprah: há um novo clube do livro em ascensão. Mark Zuckerberg declarou 2015 o “Ano dos Livros” e convidou os usuários do Facebook para se juntarem a ele, com o objetivo de ler um novo livro a cada duas semanas, e discuti-lo no Facebook.

O objetivo é focar em livros com temas ” ênfase em aprender sobre diferentes culturas, crenças, histórias e tecnologias”, sendo a primeira escolha é de “Moisés Naím o fim do poder” que explora a natureza mutável do poder. Depois desta recomendação se esgotou no estoque da Amazon.

Coitadinho do titio Zuckerberg , é evidentemente que ele vai passar um ano sendo inundado por pedidos de editoras esperançosas.

Naím, que anteriormente serviu como ministro do Comércio e Indústria da Venezuela e, como diretor executivo do Banco Mundial, não tinha ideia de que a seleção de Zuckerberg estava acontecendo até que foi anunciado. “É gratificante e energizante, é uma grande coisa para um autor,” disse Naím a Bloomberg Negócios no início desta semana.

Segundo publicação de Zuckerberg na pagina do Facebook, ele selecionou o fim do poder, porque ele se alinha com a sua visão de indivíduos. “É um livro que explora a forma como o mundo está mudando em proporcionar aos indivíduos mais poder que tradicionalmente era realizado apenas por grandes governos, militares e outras organizações”, escreveu Zuckerberg.

O empreendimento pode não ser tão simples quanto parece. De acordo com a pesquisa 2012 conduzido pelo National Endowment for the Arts , apenas 54,6% dos adultos americanos leem um livro qualquer “fora do trabalho ou da escola”. Desses 128 milhões de norte-americanos, 62% leem ficção e não-ficção, com apenas 21% .

No momento em que os comentários são limitados a um segmento singular na página da comunidade do clube do livro do titio Mark, o que torna a discussão substancialmente difícil de navegar na pagina. Há também a questão de tempo; alguns usuários observaram que duas semanas não é tempo suficiente para completar todo o livro, e muito menos um texto de 320 páginas salpicado com análise econômica.

Embora possa ser muito cedo para declarar Mark Zuckerberg o novo expoente que pese na escolha da compra de um livro, o número de “curtir” na pagina oficial A Year of Books não mentem: 216.963 e aumentando.

O título de “O fim do poder” subiu ao topo pela própria recomendação de Zuckerberg. Naim define o poder como “o que exercemos sobre os outros que os leva a se comportar de maneiras que eles não teriam se comportado”. E agora milhares de pessoas estão comprando um livro que eles não teriam comprado. Não li o livro, mas já deu para notar que o poder ainda funciona.

O Fim do Poder está à venda na Amazon brasileira. A edição digital e em bom português custa R$ 27,19.

Veja a resolução do titio Mark AQUI

Faça parte do clube do livro clicando AQUI.

Professor: saiba como estimular a leitura nos seus alunos em 2015

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Descubra 3 métodos para incluir no seu planejamento de aulas que mudarão a percepção dos estudantes quanto à leitura

Fonte: Shutterstock Justificar a leitura falando sobre o amanhã apenas os desmotiva, aumentando as chances de eles preferirem procrastinar a abrir um livro

Fonte: Shutterstock

Publicado por Universia

Justificar a leitura falando sobre o amanhã apenas os desmotiva, aumentando as chances de eles preferirem procrastinar a abrir um livro

Segundo a última edição do estudo “Retratos da Leitura no Brasil”, o brasileiro lê, em média, 4 livros por ano, dos quais conclui apenas 2. Esta pesquisa, que analisou o período contido entre os meses de junho e julho de 2011, embora não tenha sido atualizada ainda, demonstra uma realidade perceptível atualmente nas escolas: são poucos os alunos que lêem porque gostam.

Diante deste cenário, como um professor poderia incentivar a leitura nos seus estudantes? Para responder esta pergunta, a Universia Brasil reuniu alguns conselhos que podem te ajudar a solucionar esta questão na sala de aula. Confira a seguir:

1 – Benefícios da leitura hoje
Uma maneira de mostrar como a leitura é benéfica e divertida é apresentando como o livro que vocês estão lendo pode ser relacionado com o momento que eles estão vivendo hoje. Esse método é eficaz porque crianças e adolescentes gostam de compreender os impactos que as atividades feitas em sala podem ter em suas vidas no presente e não em um futuro distante e incerto, como na universidade ou no trabalho. Deste modo, justificar a leitura falando sobre o amanhã apenas os desmotiva, aumentando as chances de eles preferirem procrastinar a abrir um livro.

Então, para que você possa criar um vínculo entre o presente e o livro, por que não perguntar sobre o que eles querem aprender ou discutir? A partir dessa conversa, você pode escolher o livro mais adequado a este tópico e propor atividades relacionadas com ele, como escrever um diário de leitura, montar uma apresentação de teatro ou até promover debates sobre questões que os preocupam e que são retratadas na obra.

2 – Não foque apenas nos livros
Embora as pessoas relacionem mais a leitura aos livros, é importante que sua aula não se limite a eles. Ou seja, utilize outros textos, ainda que sejam mais informais do que os clássicos da literatura, para mostrar que toda leitura é válida e deve ser valorizada. Você pode recorrer a uma variedade grande de veículos, como jornais, revistas, blogs e até mesmo músicas. O importante é que exista uma relação entre o conteúdo e o texto, de modo que a aplicação deste material leve os alunos a uma reflexão.

3 – Apresente leitores como exemplos a serem seguidos
Tendo em vista a média de leitura nacional, é comum que muitos pais não tenham também o hábito de ler, fato que pode influenciar a maneira como alguns estudantes lidam com os textos. Para reverter essa situação, mostre quais pessoas que eles admiram tem na leitura uma forma de entretenimento e conhecimento. Apresentando outros exemplos relevantes além dos pais, aumentam as chances de eles darem uma oportunidade para os livros que você levar para a sala de aula.

Jovem publica livro após 12 anos ‘caçando’ editoras em lista telefônica

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Fellipe de Almeida começou a escrever aos oito anos por influência da irmã.
Aos 20 anos de idade, jovem surpreende criando em máquina de escrever.

Estante com livros, computador e máquina de escrever ficam na sala de casa (Foto: Orion Pires / G1)

Estante com livros, computador e máquina de escrever ficam na sala de casa (Foto: Orion Pires / G1)

Orion Pires, no G1

Desde os oito anos de idade, um garoto de São Vicente, no litoral de São Paulo, vasculhava as listas telefônicas em busca de uma editora que ajudasse na publicação de um livro. A história poderia servir como enredo de uma obra literária, mas fará parte da vida real do estudante de publicidade e propaganda Fellipe de Almeida Silva, de 20 anos. Quase 12 anos depois de iniciar uma verdadeira saga para realizar o sonho de se tornar escritor, ele conseguiu encontrar a tão almejada editora e terá o seu livro de crônicas, poesias e contos publicado.

O jovem começou a escrever ainda pequeno por influência da irmã, que é 15 anos mais velha. Os livros infantis foram a porta de entrada para cultivar a leitura e ajudar nos estudos. “Toda vez que ela ia me dar um presente eu tinha que ler um livro primeiro para depois ganhar. Depois de um tempo, eu acabei deixando os presentes ‘bons’ e ficava só com os livros”, explica.

A compensação foi a maneira que a irmã, atualmente bancária, encontrou para contribuir com o futuro do irmão. E deu certo. “Funcionou comigo e facilitou também na escola. Quando a professora passava alguma redação para fazer, eu sempre ultrapassava o limite das linhas”, lembra.

Ele revela ainda que, por várias vezes, escutava o recado da professora: ‘Fellipe, não precisa escrever tanto’. Porém, não tinha jeito, pois as folhas de almaço pautadas da época da escola não eram suficientes para as histórias do jovem.

Depois de alguns anos escrevendo textos, o jovem decidiu mudar as leituras. De histórias infantis, ele resolveu procurar um conteúdo diferenciado. Na estante da irmã, encontrou um livro da Zíbia Gasparetto – ‘Pare de Sofrer’ e voltou seus contos para o público adulto. “Fiquei encantado com essa escrita mais adulta. Já na escola conheci Fernando Pessoa e Machado de Assis. Foi uma transição da escrita dessas histórias infantis para as mais adultas”.

Aos poucos, ele foi ‘pegando gosto’ por textos pessoais, poesias, histórias e, por consequência, mudou também o estilo de escrita. “Eu sempre dizia que escrevia muito a história dos outros e, quando eu fosse viver minhas próprias emoções, iria escrever sobre elas”, conta.

Fellipe afirma que não tem ideia de quantos textos já escreveu, mas que anda com folhas e um caderno na bolsa. Quando alguma ideia aparece ele manda tudo para o papel. Aliás, além do papel e caneta, ele detém uma máquina de escrever na sala de casa. “Claro que tem modernidade, mas o barulho da máquina de escrever é inspirador também”.

Além de escrever, Fellipe também faz a manutenção da máquina (Foto: Orion Pires/G1)

Além de escrever, Fellipe também faz a manutenção da máquina (Foto: Orion Pires/G1)

Editora
Há cerca de seis meses, o sonho de se tornar escritor começou a virar realidade na vida do jovem. Depois que criou um blog para reunir os textos escritos na internet, suas histórias ganharam voos maiores. “Um jornalista que eu tenho no Facebook compartilhou um texto meu e um rapaz da editora entrou em contato comigo. Ele mandou um e-mail perguntando se eu estava interessado em fazer uma publicação, se eu tinha alguma coisa pronta. Claro que eu respondi que queria”, explica.

Fellipe organizou os textos por cronograma de tempo e enviou tudo para a editora carioca. O projeto foi aprovado e, finalmente, sairá do papel. O contrato entre ele e a editora não tem um custo direto. A única cláusula é de que pelo menos 35 livros deverão ser vendidos no dia do lançamento. Serão contos, poesias e crônicas distribuídas em 80 páginas. “A editora segue essa política de incentivar jovens escritores e isso me deixou muito feliz”, diz.

O título da obra será ‘Canário’ e será lançada no dia 28 de novembro, no Teatro Guarany, em Santos. O nome do livro é uma alusão aos pássaros que, com a liberdade de voar, chegam ao destino que querem. “Foram dez anos da minha vida sonhando com isso e sempre pareceu muito surreal. Eu gosto de tantos escritores e eu tenho um livro deles na mão. É difícil imaginar que em breve eu terei algo produzido por mim na mão, com o meu nome assinado. Acho agora a minha vida está fazendo mais sentido”, comemora.

Fellipe escreve desde os oito anos de idade por incentivo da irmã (Foto: Orion Pires/G1)

Fellipe escreve desde os oito anos de idade por incentivo da irmã (Foto: Orion Pires/G1)

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