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Rihanna lança programa de bolsas de até 50 mil dólares para universitários, inclusive do Brasil

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rihanna

Publicado no Extra

Rihanna acaba de acrescentar um motivo para ser mais amada pelos fãs. A cantora pop lançou um programa de bolsas para universitários americanos e estrangeiros, inclusive do Brasil, que estudarem nos Estados Unidos. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 10 de junho.

De acordo com o site USA Today, podem concorrer à ajuda de custo os estudantes que ingressarem em universidades americanas este ano ou em 2017 e que sejam moradores do Brasil, Cuba, Haiti, Guiana, Barbados, Jamaica ou mesmo dos Estados Unidos. Segundo a reportagem, ainda não há um número definido de bolsas, mas a meta é aceitar tantos estudantes quanto for possível. O site já adiantou, porém, que um comitê da Clara Lionel Foundation (CLF) — fundação mantida por Rihanna — vai selecionar 50 finalistas.

O apoio financeiro será de 5 mil a 50 mil dólares por ano — ou seja, de R$ 20 a R$ 200 mil, aproximadamente — e pode ser renovado por até três anos ou até o término da faculdade. O valor vai depender da necessidade do estudante.

A seleção dos bolsistas vai avaliar a performance do histórico do estudante, experiências profissionais e uma redação que terá que ser escrita pelo candidato. Para concorrer ao programa, basta acessar o site www.claralionelfoundation.org/

 

Em que país os alunos passam mais tempo na escola?

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publicado no Mundo Estranho

Na Austrália, onde os alunos passam mais de 20 anos de sua vida na escola. Isso significa que um australiano estuda 20,3 anos, do ensino fundamental até terminar a faculdade! É essa média de anos de estudo da população a variável analisada pelo Global Education Digest de 2007. O estudo é uma publicação anual da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Outros órgãos fazem a medição em horas-aula diárias, como a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas, como consideram menos países, não é possível cravar um resultado preciso. Um dos países que têm mais horas-aula, por exemplo, é a China, cujos dados a OCDE não conta. Mas, segundo a Chinese Youth and Children Research, as crianças chinesas podem passar até 12 horas diárias estudando, até nos fins de semana! Então, se você reclama de que passa tempo demais na escola aqui no Brasil, confira abaixo quantos anos alunos de diversos países passam esquentando a bunda na carteira e como é a vida de estudante mundo afora. 😉

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LANTERNINHA

Os piores do ranking, além destes três países, incluem Benin, Burkina Fasso, Burundi, República Centro-Africana, Comores, Costa do Marfim, Etiópia, Mali e Togo, todos com 0,1 ano. Em Mali, só 19% do povo é alfabetizado

FORA, ESTRANGEIROS

Apesar da boa posição na lista, a Bélgica é dureza para os estudantes estrangeiros ou descendentes de imigrantes. Lá, eles têm a menor chance de chegar à universidade e, em matemática, têm desempenho muito pior que os nativos

ESCOLA EM CASA

Nem só de escolas formais vive a Dinamarca. Lá, o childminder, pessoa que cuida de quatro ou cinco crianças a partir de 26 semanas de idade em sua própria casa, é reconhecido oficialmente pelo Estado como educado.

HERANÇA SOVIÉTICA

A herança dos tempos da União Soviética ainda é sentida no país. Um exemplo disso é o sistema educacional. Muitas escolas, mesmo de educação infantil, ensinam em russo, e não na língua oficial do país, o estoniano.

DO BÁSICO AO SUPERIOR

Quantos anos os estudantes ralam na soma dos ensinos fundamental, médio e superior

FIM DA FILA

Níger, Djibuti e Burkina Fasso também vão mal na lista do acesso à educação por gênero. No Níger, os garotos estudam um ano a mais do que as garotas. A vida escolar no país dura, em média, 4 anos para eles e 2,9 para elas.

E$TUDO EM ALTA

Dos países que aparecem no pódio dos anos de estudo, o único que também figura entre os que mais gastam em educação, em proporção do produto interno bruto, é a Islândia. O país investe 7,7% de sua renda em educação.

CULTURA NATIVA

Os maoris, povo nativo da ilha e que representa 1/7 da população neozelandesa, estão ganhando popularidade. Desde 2002, o número de estudantes nas escolas públicas que ensinam a língua e a cultura desse povo cresceu 16%

WELCOME, WORLD!

A Austrália é o quinto país que mais recebe estudantes estrangeiros de nível superior, atrás de EUA, Reino Unido, França e Alemanha. Em 2005, os forasteiros eram 207 264, a maioria vinda de nações da Ásia.

Jornalistas chineses deverão passar por teste ideológico para o exercício da profissão

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Jornalistas da agência estatal de notícias Xinhua: testes para comprovar unidade ideológica

Jornalistas da agência estatal de notícias Xinhua: testes para comprovar unidade ideológica

Simone Pieranni, no Il manifesto Beijing [via Revista Samuel]

Para trabalhar como jornalista na China é necessário ter uma espécie de carteirinha, mas muitos o fazem mesmo sem tê-la. A partir de agora isso não será mais um problema. Estão previstos para o início deste ano os novos testes elaborados pelos gênios do mal do Escritório de Propaganda do Partido Comunista. São testes “ideológicos”, frutos de um volume de 700 páginas (“Material preparatório para redatores e jornalistas”) que os repórteres chineses e aspirantes terão que estudar. Estão previstas também aulas e sessões de estudo, inclusive com exigência de frequência, mas muitos já preveem doenças ou licenças que lhes impossibilitarão a presença.

Os testes, no entanto, serão fundamentais para o exercício da profissão. Segundo algumas pessoas que desabafaram no Weibo, o Twitter chinês, ou deram entrevistas anônimas a publicações internacionais, poderia se tratar de um experimento único, que não seria repetido no futuro. Mas é certamente uma novidade relevante, mesmo que grotesca, a ser interpretada no contexto da estratégia do presidente Xi Jinping de reunir em torno do partido todas as forças possíveis, garantindo uma unidade ideológica.

Teste de marxismo
O que significa “socialismo com características chinesas”, ou o que Xi Jinping quer dizer com “sonho chinês”? São algumas das perguntas a que os jornalistas deverão dar a resposta correta. O manual especifica que, para que se possa informar o público adequadamente, é necessário conhecer os fundamentos da política ideológica do partido, evitando assim desinformar através de notícias e artigos que estejam fora dos cânones prescritos. Fazer jornalismo na China não é simples: frequentemente os repórteres locais se defrontam com temas considerados “sensíveis” ou com o “diktat” dos membros da Propaganda, que mantém uma representação em cada redação (um famoso jornalista da Xinhua, a agência oficial de imprensa da China, é um conhecido escritor de ficção científica: escreve as notícias obrigatórias, e depois as eleva em contos de ficção cientifica).

Com relação à presença do partido nas redações, há pouco mais de um ano o confronto entre redatores e o representante da Propaganda em um conhecido jornal diário no sul da China foi o estopim de uma clamorosa greve, comentada inclusive na mídia internacional. E a propósito de jornalistas e publicações estrangeiras, o manual do perfeito jornalista chinês se distancia do modo de conceber notícias no resto do mundo, especificando que existem diferenças, mas que “há muita variedade com relação à modernização, portanto é normal que entre Oriente e Ocidente existam algumas diferenças, mas ‘modernização’ não quer dizer ‘ocidentalização’. E certamente ‘ocidentalização’ não pode ser entendida como ‘americanização’”. Que fique bem claro.

Jornalistas estrangeiros
Foi justamente com relação à mídia ocidental na China que, no final do ano passado,  instalou-se uma polêmica feroz, depois que os repórteres do “New York Times” e da agência Bloomberg denunciaram que seus vistos não tinham sido renovados. Os dois veículos deram a entender que estavam na mira do Partido Comunista após terem publicado reportagens sobre a riqueza dos políticos locais. Suspeitava-se inclusive que muitos dos jornalistas acabariam expulsos. Não por acaso, naqueles dias de incerteza sobre os vistos, o “Global Times” (jornal chinês de língua inglesa), filhote do oficialíssimo “Cotidiano do Povo”, disparou contra a mídia estrangeira em um editorial: “As autoridades chinesas não cumprem seu dever se permitem que a mídia ocidental trabalhe na China sem controle. A segurança das informações é uma das principais preocupações do país. A China está disposta a comunicar-se com o mundo, mas não renunciará à própria definição de seus direitos em razão da mídia ocidental”.

No fim, tudo resolvido: tanto o “New York Times” quanto a Bloomberg obtiveram os vistos e até hoje a única jornalista expulsa do país nos últimos anos foi Melissa Chan, repórter da rede Al Jazeera – seu visto não foi renovado após ela ter realizado uma reportagem televisiva sobre as “black jail”, centros onde os chamados “peticionistas”, pessoas que vêm das províncias para pedir justiça ao Partido Comunista de Pequim, são detidos ilegalmente. Durante os dias em que não havia certeza sobre a renovação dos vistos aos jornalistas do “New York Times”, Thomas Friedman, editorialista do jornal, escreveu uma “carta aberta” a Xi Jinping exortando-o a mudar de estratégia: “Acredito que vocês irão cometer um erro terrível se decidirem expulsar todos os nossos correspondentes da China. Caso isso aconteça, posso dizer exatamente o que acontecerá: serão instituídos escritórios em Hong Kong, Taiwan e Coreia do Sul, que não farão outra coisa senão passar um pente fino em todos os documentos financeiros, sem a possibilidade de equilibrar suas matérias viajando pela China, encontrando e ouvindo o povo chinês cara a cara, e reportando com nuances outras questões. Além disso, seríamos obrigados a banir também os jornalistas chineses. Não deixaremos que vocês gozem da nossa abertura enquanto nós somos amordaçados”. A pergunta é o que pensa sobre isso a agência Bloomberg, que chegou a censurar reportagens sobre os bilhões dos políticos chineses para não sofrer sanções da parte de Beijing. (mais…)

Safra de livros que vai virar filme este ano é boa; confira alguns

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Esse é o momento, perfeito para começar a programar as leituras

Publicado no Divirta-se

20140118114328446535iHá boas razões para aproveitar o finzinho de janeiro fazendo uma última lista. Não de resoluções, mas de adiantamentos. Este ano, pelo menos 21 livros de autores brasileiros, americanos e ingleses devem chegar às telas em longas que prometem bilheteria generosa. Na agenda internacional, tem um pouco de tudo: vampiros, distopia, guerra, aventura e drama hospitalar. O cardápio brasileiro traz para as telas uma mistura de literatura contemporânea com clássicos. Para quem gosta de ler as páginas antes de ver o filme, este é o momento ideal para organizar a lista de leitura de 2014. O Diversão&Arte fez uma seleção dos livros que vão virar filme este ano. Alguns ainda não foram publicados no Brasil, mas já estão disponíveis em inglês em aplicativos de leitura ou em livrarias. A maioria, no entanto, pode ser encontrada com bastante facilidade em qualquer loja física ou on-line.

O primeiro a estrear, ainda este mês, será Quando eu era vivo, adaptação de A arte de produzir efeito sem causa, de Lourenço Mutarelli. Para este semestre, também estão programados A hora e a vez de Augusto Matraga, adaptação de conto homônimo de Guimarães Rosa, dirigido por Vinicius Coimbra. Da leva internacional, o destaque é para Divergente, adaptação do best-seller de Veronica Roth, previsto para março, e A culpa é das estrelas, baseado no sucesso de John Green. Antes, chegam às telas Labor day, longa com Kate Winslet baseado em romance de Joyce Maynard, e A long way down, a versão do diretor Pascal Chaumeil para livro de Nick Hornby. Veja ao lado em que livros ficar de olho até o fim do ano.

BRASILEIROS

Quando eu era vivo
Dirigido por Marco Dutra e com roteiro de Gabriela Amaral e do próprio diretor, o longa chega às telas no próximo dia 31 e tem no elenco Antônio Fagundes, Marat Descartes e Sandy Leah. A roteirista explica que foi preciso abandonar a obra original para dela ver emergir o roteiro. No livro de Mutarelli, Júnior é um personagem que, aos poucos, vê sumir as fronteiras entre a loucura e a sanidade. Após deixar emprego e mulher, ele se muda para a casa do pai e passa os dias entre o sofá da sala, um olho de fechadura e um bar. Para levar a história da plataforma literária para a audiovisual, Gabriela procurou no texto equivalências que funcionassem na dramaturgia. O tom caótico, descontínuo e desorientado que Mutarelli imprime na narrativa para evidenciar a loucura do personagem foi um desafio. “Nos mantivemos fiéis à essência da obra original, no sentido de que foi preservada a sua essência expressiva”, garante a roteirista, em texto no qual explica o processo de adaptação.

Tim Maia
Em agosto, chega às telas a biografia Tim Maia, baseada no livro Vale tudo, de Nelson Motta. A escritora Antonia Pellegrino ficou responsável pelo roteiro e a direção de Mauro Lima promete revelar um Tim Maia pouco conhecido do público em geral. Cauã Reymond interpreta Fábio, músico que narra a história (no livro, Nelson Motta). Robson Nunes faz Maia jovem e Babu Santana, o cantor na fase black power. A Janaína pela qual Tim Maia foi apaixonado a vida inteira é vivida por Alinne Morais, e Carmelo Maia, filho do cantor, trabalhou como consultor do filme.

A hora e a vez de Augusto Matraga
Exibido uma única vez no Festival do Rio de 2011, somente agora, no primeiro semestre de 2014, o longa de Vinicius Coimbra chega ao circuito nacional. Com João Miguel no papel do protagonista, o longa é adaptação fiel do conto de Guimarães Rosa. Matraga é um valentão que acaba traído pelo excesso de confiança em si mesmo. Para o produtor Herbert Grauss, o maior desafio da adaptação está em manter a originalidade da linguagem roseana. Durante a preparação de elenco, os atores receberam treinamento em prosódia para acertar o modo de falar. “Para fazer adaptação de livro tem que ter muito cuidado porque a maioria dos livros é muito melhor do que os filmes”, diz Grauss. “No Matraga, o desafio é não perder a essência do Rosa e fazer um filme para as pessoas assitirem em 2014.”

O gorila
No conto de Sérgio Sant’Anna, Afrânio vive recluso e utiliza o telefone para conversar com mulheres e alimentar suas fantasias. A voz potente e máscula ajuda. No entanto, um dia ele precisa deixar o apartamento para evitar uma tragédia. José Eduadro Belmonte começou a filmar o longa enquanto terminava a montagem de Billi Pig, que estreou em 2012. No elenco, estão Mariana Ximenes, Otávio Müller, Luíza Mariani e Alessandra Negrini. A adaptação ficou por conta de Claudia Jouvin, que já escreveu episódios para A grande família e A diarista. O filme ainda não tem data de estreia, mas deve ficar pronto este ano.“É importante a gente trazer cada vez mais a literatura para o cinema, principalmente a nossa literatura contemporânea, porque acho que os escritores brasileiros estão mandando muito bem. Agora, é um desafio, é um abismo entre o livro e o roteiro”, repara Otávio Müller, que também deve adaptar para o cinema A vida sexual da mulher feia, de Claudia Tajes.

ESTRANGEIROS

Drama
O primeiro lançamento do ano chega aos cinemas no fim do mês e tem Kate Winslet e Josh Brolin como protagonistas da adaptação de Refém da paixão (Jason Reitman), de Joyce Maynard. Na tela, uma mãe entediada e seu filho de 13 anos são sequestrados por um fugitivo até que a mãe se apaixona por seu algoz. George Clooney e Cate Blanchet conduzem o drama Caçadores de obras-primas, inspirado em livro homônimo de Robert M. Edsel e Bret Witter. A história real de um exército encarregado de salvar as obras de arte da ganância nazista durante a Segunda Guerra chega ao cinema pelas mãos do próprio Clooney. O lançamento nos Estados Unidos está programado para fevereiro. Um conto do destino, a fábula sobre um amor interrompido por uma trágica doença, já ganhou as telas com Richard Ghere e Winona Ryder. Agora, quem protagoniza o drama é Collin Farrell e Jessica Brown. Mas um dos longas mais esperados na categoria drama é A culpa é das estrelas, o livro de John Green sobre uma menina com câncer em estado terminal. Com Shailene Woodley e Ansel Elgort como protagonistas e sob direção de Josh Boone, o filme deve estrear em junho. Green já havia vendido os direitos de outros livros para estúdios de Hollywood — Quem é você, Alaska? já tem roteiro pronto na Paramount —, mas A culpa é das estrelas é o primeiro a realmente chegar ao cinema. O autor não se envolveu com a confecção do roteiro, mas escreveu em seu site que confia no trabalho dos roteiristas. “As pessoas que foram contratadas para escrever o roteiro estão entre meus autores favoritos de Hollywood, logo, estou interiamente confiante de que elas vão escrever um roteiro melhor do que o que eu escreveria”, garante. Para o fim do ano, outro lançpamento esperado é Invencível, primeiro filme dirigido por Angelina Jolie. Baseado em livro de Laura Hillebrand, autora de Seabiscuit, o filme acompanha o drama de Louis Zamperini, atleta olímpico que ficou à deriva no oceano quando seu avião foi derrubado por inimigos durante uma batalha na Segunda Guerra.

Fantasia
Distopia e vampiros marcam as narrativas de fantasia que ganham as telas este ano. O mais esperado é Divergente, previsto para março. O primeiro volume de uma série de três foi escrito por Veronica Roth em 2011 e chegou a ser comparado a Jogos vorazes, de Suzanne Collins. No elenco, Shailene Woodley (A culpa é das estrelas), Kate Winslet e Theo James devem atrair, principalmente, os adolescentes. O doador também vai trazer a distopia para as telas sob direção de Philip Noyce. O elenco é cheio de celebridades — Meryl Streep, Alexander Skarsgard, Jeff Bridges, Katie Holmes e Taylor Swift — e a história vem do livro homônimo de Lois Lowry. No conto escrito para o público infantojuvenil, em uma sociedade perfeita, na qual doenças e males foram erradicados, um garoto é escolhido para receber as memórias de um passado nada glorioso. Menos promissores, Vampire academy: o beijo das sombras, adaptação do livro de Richelle Mead, e The maze runner (James Dashner) dão continuidade ao fenômeno distópico que aterrissou na literatura juvenil nos últimos quatro anos.

Comédia
Sem tradução no Brasil, A long way down é o próximo Nick Hornby a ser adaptado para as telas. O encontro hilário de quatro suicidas faz nascer uma amizade improvável. Na direção, o francês Pascal Chaumeil, mais conhecido por trabalhos para a televisão e pela assistência de direção de Luc Besson em O profissional. A morte do pai e a traição da mulher não são suficientes para balançar a vida de Judd Foxman, protagonista de Sete dias sem fim, de Jonathan Tropper. Ocupante de uma posição cobiçada na lista dos mais vendidos do The New York Times, o romance foi adaptado pelo próprio autor e terá direção de Shawn Levy (Uma noite no museu).

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