Posts tagged estudar

Alguns hábitos podem atrapalhar seus estudos: veja 4 atitudes ERRADAS na hora de estudar

0

amo-direito-post-estudante

Publicado no Amo Direito

A revisão de todo o conteúdo da matéria pode ser um momento de nervosismo para muitos estudantes, tendo em vista a ansiedade e a expectativa em relação à prova. À medida que a data dos exames se aproxima, muitos alunos sentem que algumas matérias ainda precisam ser retomadas, para que o conteúdo seja fixado melhor. Entretanto, é preciso que o aluno saiba fazer a revisão da maneira correta, para evitar a sensação de que toda a matéria está se acumulando a sua frente.

Sabendo disso, separamos a seguir 4 atitudes que deve evitar na hora de estudar. Confira abaixo e melhore o seu desempenho para as provas:

1 – Anotar todo o conteúdo
Fazer anotações sobre a matéria é uma ótima estratégia de estudos. No entanto, não é recomendado escrever todo o conteúdo do livro, sem sintetizar o que for mais relevante. É importante saber resumir os assuntos principais, de uma maneira personalizada, para que você mantenha o seu foco naquilo que merece mais atenção para a prova. Isso também pode facilitar a sua organização.

2 – Abusar da “marca-texto”
Na hora de ler, muitos estudantes costumam abusar das canetas marca-texto, sublinhando frases e palavras em excesso. Contudo, isso não costuma ser eficiente, tendo em vista que o aluno precisa focar no conteúdo mais importante. Ao invés disso, você pode usar a técnica de uma maneira mais eficiente, como por exemplo, marcar aquelas palavras novas, cujo significado você ainda não sabe.

3 – Reescrever demais as anotações
Alguns alunos costumam achar que reescrevendo continuamente suas anotações irão absorver melhor o conteúdo. Contudo, simplesmente escrever de forma repetida o que está no caderno pode não ser tão efetivo assim, pois você só estará reproduzindo sempre a mesma coisa. Você pode buscar outra alternativa, como por exemplo compartilhar suas anotações com um colega e pedir as dele. Em seguida, tente explicar a ele o conteúdo que leu, pois isso pode facilitar a sua memorização.

4 – Apenas decorar os conteúdos
Alguns estudantes podem acreditar que memorizar fórmulas e definições já pode garantir um bom desempenho no vestibular. Entretanto, é importante certificar-se, primeiro, de que os assuntos memorizados podem ser colocados em prática. Para ter um bom desempenho na prova, é preciso ter compreendido o conteúdo de fato, sabendo aplicá-lo em qualquer situação.

Fonte: Universia Brasil

Jovem mineiro é disputado por Harvard e outras 6 universidades americanas

0
Arthur Abrantes aprendeu inglês sozinho e compartilhou com o Estudar Fora a redação que o ajudou a ser aceito nas melhores universidades do mundo.

Arthur Abrantes aprendeu inglês sozinho e compartilhou com o Estudar Fora a redação que o ajudou a ser aceito nas melhores universidades do mundo.

 

Nathalia Bustamante, no Estudar Fora

Embora tenha sido aceito por 7 das melhores universidades norte-americanas, Arthur Abrantes não hesitou nem por um momento: é para Harvard que ele quer ir. “Também por causa da bolsa que eles me ofereceram, que é muito boa, mas principalmente porque me senti muito acolhido pelas pessoas de lá”, explica ele.

Embora os moradores da cidade de Paracatu, na região norte de Minas Gerais, tenham se surpreendido com as notícias, este foi um resultado que não veio da noite para o dia. Durante todo o ano de 2015, o rapaz de 18 anos se preparou incansavelmente para o processo de application – a candidatura para universidades do exterior. “Não fiz nem ENEM, era tudo ou nada”, relembra.

“Minha rotina era estudar a manhã toda para o SAT [a prova unificada que dá acesso às universidades americanas]. Fiz cerca de 40 simulados, duas vezes cada um. Então, quando fui realmente fazer a prova, já estava familiarizado”, conta ele.

Mesmo dedicado aos estudos, Arthur não abriu mão de outras atividades extracurriculares: dava aulas particulares de matemática, física e química e, no projeto que criara em 2014 com amigos, oferecia aulas de inglês para crianças de escolas públicas.

Depois de ter conseguido boas notas no SAT, era a hora de se dedicar às redações. “Sempre escrevia durante a noite. E as ideias me vinham quando não estava pensando nelas. O texto que enviei para Harvard, por exemplo, tive a ideia uma noite quando encostei a cabeça no travesseiro para dormir”, relembra.

Escrever as redações não foi tão difícil para Arthur, que já era fluente em inglês. Mas isto, também, só aconteceu às custas do seu próprio esforço: ele aprendeu, sozinho e estudando em casa.

Quando estava no primeiro ano do Ensino Médio, Arthur ficou sabendo do programa Jovens Embaixadores, promovido pelo governo americano. Ficou encantado, mas não pôde se candidatar porque não falava inglês. “Fiquei decepcionado, mas não poderia deixar que este obstáculo me impedisse de conquistar as coisas que queria”, comenta.

Com o apoio de um aplicativo de celular, Arthur começou a estudar. Com o tempo, passou a ler textos, ver filmes com áudio e legenda em inglês e a aprender as letras das músicas que gostava. “Também conversava sozinho, no espelho ou na rua. As pessoas achavam que eu era louco”, ri.

Na edição seguinte do Jovens Embaixadores, ele foi aceito e passou três semanas nos Estados Unidos com outros 49 estudantes brasileiros, selecionado entre 13500 candidatos. Esta experiência o transformou. “Lá tive certeza que eu queria estudar nos Estados Unidos, e que, sim, era possível.”

O domínio do inglês, além de lhe permitir ir para os Estados Unidos, também lhe abriu outras portas: “Quando eu estudava para prova ou fazia trabalhos na escola, já não pesquisava em português porque sabia que em inglês tinha muito mais material”, explica ele. Foi assim que surgiu o Teach Me, projeto que fundou que dá aula de inglês para as crianças de escolas públicas de Paracatu.

Quando os resultados começaram a sair, Paracatu, cidade de 80 mil habitantes, se surpreendeu. “Eu não contava para as pessoas que estava me preparando, então foi uma surpresa. As pessoas ficaram impressionadas porque isto parece ser muito distante”, explica.

Arthur, que se inspirou a ir estudar no exterior ao ver, na televisão, uma reportagem sobre a bolsista da Fundação Estudar Tábata Amaral, aceita em Harvard em 2012, espera mostrar para outros jovens que as melhores universidades do mundo não estão tão distantes assim. “Algumas pessoas vieram me procurar para tentar também no futuro, porque viram que eu era uma pessoa normal… Espero que, com isso, se forme uma corrente. Porque o fundamental é querer, não tem nenhum segredo”, finaliza.

Mais do que simplesmente estudar: planeje seus objetivos nos estudos e aumente suas notas

0

Nota A

Publicado no Amo Direito

Mais do que simplesmente estudar, é necessário planejar os objetivos e como seus estudos devem ser feitos para aumentar suas notas. Veja algumas dicas para ajudar você.

Estudar é um dos grandes desafios enfrentados pelos jovens em suas vidas. Para ser bem sucedido, é necessário manter a motivação e perseverança pelas boas notas e rendimento. Um dos maiores erros cometidos pelos estudantes e que mais prejudicam sua trajetória acadêmica é a falta de planejamento de seus estudos. Deixar tudo para a última hora ou não organizar corretamente como cada conteúdo será estudado traz consequências extremamente negativas tanto para os estudos quanto para a motivação dos alunos, pois as frustrações enfrentadas são cada vez maiores.

Planejar é pensar com antecedência como as coisas serão feitas. Para isso, você pode manter um calendário com as datas de prazos finais de trabalhos, dias de provas e atividades avaliativas e outras tarefas. Atualmente, há diversos aplicativos para celulares e tablets que podem ajudar você a se manter organizado e a não perder datas importantes.

Planejar seus estudos permite que você coloque um tempo entre cada sessão para que possa absorver e relacionar melhor cada matéria estudada. Fazer tudo de última hora prejudica seu rendimento, pois você não consegue absorver todas as matérias e relacioná-las de maneira adequada, além de afetar seu sono e atenção no dia seguinte.

Quando suas atividades estiverem em dia, você terá tempo para se concentrar de forma equilibrada em uma única tarefa sem se preocupar com o tempo ou com outras coisas que poderiam ser negligenciadas. Além disso, você terá mais tempo livre para aproveitar sem ter que se preocupar com trabalhos atrasados.

Fonte: noticias universia

Não gosta de estudar? A culpa é dos seus pais

0

publicado no Ciência Maluca

Você é do tipo que morre de preguiça dos estudos – e não perde uma chance de matar aula? Então pode avisar seus pais: a culpa é toda deles. Ou melhor, dos genes que você herdou deles.

Pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio entrevistaram 13 mil gêmeos (idênticos ou não), com idades entre 9 e 16 anos, de seis países diferentes (Inglaterra, Canadá, Japão, Alemanha, Rússia e Estados Unidos). Todos eles preencheram questionários para contar o quanto gostavam de fazer algumas tarefas, como ler, escrever, soletrar, etc.

A ideia era descobrir qual fator influenciava mais: a genética ou o ambiente de criação. Por isso, os pesquisadores compararam as respostas dos gêmeos. E os irmãos idênticos, que compartilham todos os genes, tinham respostas mais parecidas (dividiam o mesmo amor ou ódio pelos estudos) do que os pares de gêmeos fraternos, que compartilham apenas cerca de 50% dos genes.

Segundo a pesquisa, isso prova que o ambiente de criação tem pouca influencia na sua paixão pela escola – e o que impera mesmo são os genes. “Nós descobrimos que as diferenças na personalidade herdada pelas pessoas têm um impacto maior na motivação com os estudos. Isso não significa que a gente não tente encorajar e inspirar alunos, mas temos que lidar com essa realidade”, diz Stephen Petrill, um dos autores da pesquisa.

A culpa nunca, jamais foi sua. Pode respirar aliviado.

Vida de jogador que quer estudar não é fácil. Eles sofrem até bullying

0
Victor é um raro caso de jogador de ponta no Brasil que concluiu o ensino superior

Victor é um raro caso de jogador de ponta no Brasil que concluiu o ensino superior

 

Luiza Oliveira, no UOL

Estudo e esporte são instrumentos fundamentais para a formação de todo cidadão. Mas entre os jogadores de futebol, ao menos no Brasil, os dois andam bem separados. São raros os casos de atletas que têm interesse e condições de investir na formação escolar e chegam a fazer um curso superior. Os que se desdobram para concluir a graduação, ainda encontram muitas dificuldades e sofrem até bullying dos colegas.

A árdua rotina de treinos e jogos costuma ser o maior vilão dos jogadores estudantes. Quem ainda insiste em investir nos livros e cadernos, enfrenta uma rotina diária de três turnos em que é preciso conciliar treinos, aulas e trabalhos escolares , além de driblar sono e o cansaço.

O goleiro Victor, do Atlético-MG, representa esta pequena parcela de atletas de ponta que completaram o ensino superior. Ele começou a cursar Educação Física ainda quando estava na categoria Sub-20 do Paulista. O goleiro foi emprestado ao Ituano e precisou trancar o curso, mas conseguiu terminar a graduação quando voltou ao clube de Jundiaí.

“Atuando e viajando para jogos é difícil conciliar, é complicado porque você viaja muito e, às vezes, você acaba perdendo as aulas. Sempre tive também o apoio do pessoal do Paulista na minha época, o meu treinador no profissional do Paulista era o Vagner Mancini, ele sempre me incentivou. Em algumas oportunidades, ele me liberava por algumas horas da concentração para que eu pudesse ir para a faculdade. Então com uma certa dificuldade eu consegui conciliar. É um diferencial, algo importante que eu tenho no meu currículo”, disse ao UOL Esporte.

Outros atletas também viveram as dificuldades encontradas por Victor. O zagueiro Hugo Gomes hoje está emprestado ao Mallorca, mas jogou nas categorias de base no São Paulo. O Tricolor do Morumbi incentiva seus atletas a estudar e até arca com os custos da faculdade. Ainda assim, poucos têm interesse em seguir adiante.

Hugo foi o primeiro atleta da base do clube a se formar em Educação Física e hoje vê o quanto o estudo foi importante em sua vida. Mas admite que não foi fácil. “Eu fiquei um pouco fora do padrão. Todo mundo queria terminar o ensino médio para se dedicar só ao futebol, não aguentavam mais, e eu continuei estudando. No primeiro ano eu era o único do clube que estudava. Nos três anos seguintes, vinham matérias mais complexas na faculdade e eu já estava no júnior indo para o profissional. Por mais que eu tenha conseguido, passei noites estudando, fazendo trabalho em estádio e treinava de manhã, chega uma hora que é puxado. Querendo ou não teve uma questão de sorte também. Eu poderia ter sofrido com lesões por não descansar, o horário que eu tinha para descansar eu estava na faculdade”.

hugo-gomes-jogador-do-mallorca-emprestado-pelo-sao-paulo-1458347279158_615x300

A dificuldade para estudar não se restringe à rotina. Como são minoria, alguns atletas enfrentaram até a zoação dos colegas. O goleiro Dauberson, que disputou a Copa SP pelo Cruzeiro e hoje está emprestado ao Boa Esporte-MG, optou por um curso bem diferente de sua profissão. Ele cursa Engenharia de Produção e se prepara para entrar no mercado, caso um dia deixe o futebol.

Em sua visão, os jogadores, de uma forma geral, não veem no estudo um instrumento de transformação de vida porque acham que vão garantir o futuro apenas com a bola. Assim, a dedicação aos livros não é importante. Dauberson acredita que apenas os atletas que têm muita consciência e que contam com o apoio da família seguem adiante.

“Alguns (colegas) apoiam bastante, mas outros acham que eu estou errado. Eles não pretendem estudar, falam que estudar é coisa para burro. Fizeram só até a sexta ou sétima série e acham que estão garantidos no futebol, que vão ser grandes jogadores e ponto. Acham que são mais espertos porque vão se dar bem mesmo sem estudar. E isso vem de anos, desde lá atrás, grandes jogadores não são formados e ganharam dinheiro. Então eles acham que não precisam estudar, que vão ganhar muito dinheiro. Para mudar isso hoje é difícil”.

No Cruzeiro, outros atletas também se viram para fazer cursos sem qualquer relação com o futebol. O atacante Victor Crispim e o goleiro João Victor Bravin passaram recentemente no vestibular de direito e psicologia, respectivamente, e ainda não sabem se vão conseguir cursar por causa da agenda.

“Se a gente tem tempo para jogar bola, que é o que a gente sonha, para o plano B também tem que ter um tempinho. Então, é sempre importante focar nos estudos. A gente procura ficar com essa galera que gosta de ler e dormir cedo”, conta João Victor.

o-goleiro-joao-victor-bravin-e-o-atacante-victor-crispim-jogam-na-base-do-cruzeiro-1458344776125_615x300

Estudo pode ajudar dentro de campo?

Ainda que exija um esforço extra, o curso superior pode trazer muito mais benefícios do que a maioria acredita. Hugo Gomes conta que a Educação Física ampliou seus conhecimentos para muito além do campo e bola. Hoje, ele compreende um treino ou uma instrução do preparador físico com muito mais clareza.

“A faculdade de Educação Física abre a mente além do futebol. Você começa a conhecer o seu corpo, a sua musculatura, a sua alimentação, o que influencia. Se os atletas soubessem o quanto ajuda em questão de conhecimento, as funções de cada alimento, o que a proteína oferece para o músculo, o quanto o carboidrato é importante. O preparador passa um trabalho e eu questiono os métodos dele. Não é só chutar uma bola, abre o leque do que é o esporte para desempenhar da melhor maneira”.

Também atleta do São Paulo, o volante Felipe Araruna concilia os treinos e jogos com o curso de Administração de Empresas na tradicional Faap, em São Paulo. E só vê benefícios. “É bom porque sempre tenho um dia cheio. Não me incomodo e não me atrapalha, só ajuda. Ao invés de ficar com a cabeça muito aqui dentro, no mesmo lugar sempre e conversando com as mesmas pessoas, eu aprendo um negócio novo. Faço novos amigos, isso que é o diferencial”.

Go to Top