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Como Asimov ajudou a popularizar a ficção científica

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no Play Replay

A ficção científica tem muitos pais, mas dificilmente você encontrará um apreciador do gênero que não cite Isaac Asimov como inspiração. Nascido Isaak Judah Ozimov, o autor russo nasceu quase 100 anos atrás, mas seu legado certamente ainda será contemplado por décadas a fio.

Em 1958 o autor percebeu que estava ganhando mais dinheiro com seus livros do que com seu trabalho de professor na Boston University, se tornado escritor em tempo integral. Sorte nossa, já que foram quase 500 livros publicados entre mistérios, não ficção e, principalmente, ficção científica.

As séries Império Galático e Fundação já devem estar na estante de todo leitor do PlayReplay que se preze, mas os geeks de plantão também podem curtir a leitura de As Cavernas de Aço, Os Robôs, Os Robôs e o Amanhecer e Os Robôs e o Império, que formam a série Os Robôs; ou mesmo romances como Fim da Eternidade, Viagem Fantástica e Os Próprios Deuses.

Em seus livros o autor adota um estilo meticuloso e detalhista, profundo o suficiente para intrigar as grandes mentes de nossa era, mas ao mesmo tempo acessível o bastante para que leigos possam se divertir, compreender as ideias e viajar pelo mundo da ciência.

E que viagem ele nos proporcionou! Tudo bem que algumas de suas previsões (ainda) não viraram realidade, como carros voadores cortando os céus das cidades, mas, mesmo sem dar nomes, Asimov vislumbrou muitas das invenções que utilizamos diariamente, como microchips, televisores de tela plana, fibra ótica e até mesmo a internet e a Wikipedia, descrita no romance Escolha a Catástrofe como “Biblioteca Computada Global”.

Naturalmente, isso aproximou o autor de outras mídias. Gene Roddenberry, amigo próximo e criador de Jornada nas Estrelas, creditou Asimov com agradecimentos e conselhos no primeiro longa da franquia.

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Percebendo o potencial comercial das grandes obras do autor, não demorou para os estúdios se interessarem em adaptar alguns de seus trabalhos para o cinema, como Eu, Robô. Apesar de compartilhar o nome da coletânea escrita por Asimov, sua principal inspiração vem dos contos Little Lost Robot, Runaround e das três leis da robótica. Estranhamente, apesar de pegar inspiração em tanto material bacana, o filme não agradou devido ao seu foco exagerado na ação e propaganda de diversos produtos.

Melhor sorte teve o longa O Homem Bicentenário. Adaptado do livro The Positronic Man (que, por sua vez, é uma adaptação do conto The Bicentennial Man, de 1976), o filme estrelado por Robin Williams conseguiu capturar bem a essência do autor, levantando questões éticas e morais bem interessantes numa ficção científica de primeira.

Então da próxima vez que assistir um filme ou ler um livro que envolva robôs, leis da robótica, humanismo relacionado às questões éticas e morais do avanço científico, tire um momentinho e agradeça ao mestre Asimov. E, claro, aproveite para mergulhar em sua obra. É certeza de boa leitura!

Primeiro livro publicado de Isaac Asimov chega ao Brasil

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Publicado no Sul 21

Foto: Reprodução

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Pedra no Céu, tradução do clássico Pebble in the Sky, de Isaac Asimov, chega ao Brasil pela Aleph. Consagrado como um dos maiores escritores da ficção científica de todos os tempos, Asimov é o autor de clássicos como Eu, Robô e Fundação, também lançados pela editora.

Escrito originalmente como um conto, Pedra no Céu foi ampliado pelo autor para se tornar seu primeiro romance publicado, em 1950. A trama se desenrola no mesmo universo da influente série Fundação e também se conecta com a Série dos Robôs. Além de interconectar as obras do Bom Doutor, já apresenta temáticas que seriam muito trabalhadas em sua trajetória: experimentos em laboratórios, poderes psíquicos, viagem no tempo, conflitos políticos e estudos de física e biologia.

Para esta publicação, a Aleph seguiu a sua linha editorial de design aprimorado e optou pela ilustração original da edição de 1974, do lendário Peter Elson – ilustrador de vários livros de ficção científica da década de 70 e 80. Pedra no Céu é um complemento de outras obras do autor e é considerada uma porta de entrada para apresentar ao leitor o universo de Asimov.

SINOPSE

A trama se passa milhares de anos no futuro e a Terra é um planeta radioativo e quase inabitável, ridicularizado pelo Império Galáctico. E é para esse tempo que Joseph Schwartz viaja involuntariamente. Sem compreender o idioma da época, o sexagenário se torna um estorvo para os cidadãos, principalmente graças a uma rigorosa lei que condena à morte quem completa 60 anos. Schwartz acaba como cobaia do cientista Affret Shekt, que o submete, sem seu consentimento, a experimentos científicos que vão mudar seu corpo e o destino da Terra.

10 clássicos da ficção científica para ativar sua imaginação

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Publicado no Catraca Livre

Todos sabem que ler é um ótimo hábito e que as leituras são muito mais ricas em detalhes do que os filmes, por exemplo. Além disso, ler exercita sua imaginação e é um ótimo passatempo.

Nos livros de ficção científica, a arte e a ciência se unem e fazem do gênero, um dos mais populares do mundo.

Separamos uma lista com dez clássicos do gênero para mergulhar em novos universos e fazer sua mente trabalhar.

1 – Trilogia “Fundação”, de Isaac Asimov

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2 – Coleção “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams

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3 – “Eu, robô”, de Isaac Asimov

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4 – Box “Crônicas de Duna”, de Frank Herbert

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5 – “Encontro com Rama”, de Arthur C. Clarke

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