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Reação à censura faz faturamento até triplicar em estandes na Bienal

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Aumento na procura se deu no fim de semana após a tentativa do prefeito Marcelo Crivella de censurar uma revista em quadrinhos dos Vingadores que traz uma cena de beijo entre dois personagens masculinos

Bolívar Torres, em O Globo

RIO — Uma Bienal para a História. Assim o evento ficará marcado na memória das editoras, que faturaram como nunca. Até o fechamento desta edição, a organização do evento estimava um total de quatro milhões de livros vendidos, dos 5,5 milhões disponíveis no evento. E os organizadores perceberam um momento de virada: o fim de semana que se seguiu à tentativa de censura do prefeito Marcelo Crivella a um gibi representando dois homens se beijando, na última sexta-feira. A organização da Bienal chegou a falar em crescimento de 60% nas vendas ante 2017, mas depois voltou atrás, dizendo que esse número ainda precisa ser confirmado.

A tentativa de censura acabou ajudando na promoção daquilo que se queria censurar. E os beneficiados foram além da “Vingadores: Cruzada das Crianças” — título da Marvel onde aparecia o tal beijo que ofendeu o prefeito —, que teve todos os exemplares vendidos. Refletiu-se também no aumento de público nos estandes e de livros comprados em geral. No último sábado de evento, algumas editoras triplicaram o faturamento em relação ao mesmo dia na edição anterior. E a alta procura não estava relacionada apenas a livros com temática LGBT, mas a todos os títulos do catálogo.

Foi o caso da editora Valentina. No mesmo sábado de 2017, ela havia vendido cerca de R$ 12 mil em livros. Neste agora, foram R$ 35 mil. Juntando todos os dias do evento, o publisher da editora, Rafael Goldkorn, acredita ter dobrado suas vendas na edição de 2019. Das quatro mil sacolinhas personalizadas trazidas pela editora, 1.500 se esgotaram só no sábado.

— Foi um dia fora da curva. Todos os editores com quem conversei falaram que nunca viram nada igual — diz Goldkorn. — Domingo ainda não fechou, mas o movimento parece que se manteve. O que impressionou foi ver o estande mantendo lotação máxima o tempo todo, e não só em alguns momentos. Isso não costuma acontecer.

Efeito Felipe Neto

O mesmo fenômeno foi notado por Daniela Kfuri, diretora de marketing da HarperCollins. No total, as vendas da editora cresceram 250% em relação a 2017.

— Para nós nunca houve uma Bienal como essa — disse Kfuri.

Os exemplos de sucesso se multiplicam. A Globo Livros mais do que dobrou seu faturamento. Já na Intrinseca, o crescimento foi de 18%. Entre os livros com temática LGBT da editora, houve um aumento considerável nas vendas, que varia de 100% a 600% dependendo do título. Obras como “Com amor, Simon” e “Boy erased” esgotaram no estande. As editoras estão convictas de que a reação à ameaça de apreensão de livros foi responsável pelo sucesso comercial do evento.

— A polêmica sobre livros supostamente impróprios levou milhares de jovens como uma forma de protesto a essa censura — diz Rafaela Machado , do grupo Record. — Foram filas e filas de jovens ávidos por livros. No estande temos oito caixas e não foi o suficiente para atender todo mundo. Algo nunca visto.

A ação de Felipe Neto no sábado, que comprou 14 mil livros com temática LGBT das editoras e os distribuiu gratuitamente para o público , também ajudou, acredita Goldkorn. Mas um detalhe é importante: nem todos esses exemplares entraram na conta da Bienal. Alguns foram comprados diretamente do estoque das editoras e por isso não foram incluídos no balanço do evento.

— O Felipe neto trouxe um engajamento — avalia o editor. — O público veio atraído pela causa e ficou para comprar.

Já o presidente do presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Marcos Pereira, é mais cauteloso.

— É inegável que toda repercussão deu uma luz muito maior, atraiu mais pessoas, que vieram pelos livros e pelas atrações —diz Pereira. —Ninguém veio para procurar polêmica. O que vimos fomos famílias andando tranquilamente pelos estandes e comprando livros. E esse é o sentido do evento.

Bienal começa sexta-feira apostando em diversidade e temas do momento

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O Riocentro durante a 18ª Bienal do Livro, em 2017, por onde passaram 640 mil visitantes . Este ano, o evento ocupa o mesmo lugar, mas com programação que busca ampliar a diversidade de ideias e nomes Foto: Fernando Lemos / Agência O Globo

Evento literário busca atrair diferentes faixas etárias com nomes conhecidos e debates quentes

Publicado em O Globo

RIO — Se há uma expressão em latim para tudo, a que resume a Bienal do Livro de 2019 bem que poderia ser totus in antithesi — “o conjunto está nos contrastes”. Se nas últimas edições o evento virou ponto de encontro entre autores e fãs do gênero Young Adult , este ano tem de tudo um pouco. Youtubers e acadêmicos, poetas e instapoetas, médicos e mentalistas, esquerdistas e direitistas, atrações nacionais e internacionais, Maísa e Luis Fernando Verissimo estão na Bienal que começa nesta sexta, 31, e vai até 8 de setembro, no Riocentro.

Até mesmo a Arena #SemFiltro, espaço que debate temas relevantes da juventude, promete não se restringir aos mais jovens.

— Percebemos na edição passada que o público da nossa arena era diverso, adultos também se interessavam pelos temas — lembra Rosane Svartman, cocuradora da Arena #SemFiltro, que terá desde referências da literatura teen (como a it girl Pam Gonçalves e o poeta do Instagram Akapoeta) a escritores veteranos como o pensador Mário Sérgio Cortella. — Então pensamos em fazer algo atraente para eles também. Brinco, inclusive, que são mesas para jovens de todas as idades.

As expectativas da organização são altas, assim como os números do evento. Só os dois palcos de debates da Bienal (Arena #SemFiltro e Café Literário) já reúnem 72 mesas. Juntando os outros espaços (Encontro entre Autores e Auditório Madureira) serão ao todo 300 autores e 520 expositores.

Os organizadores aguardam 600 mil visitantes — na última edição, em 2017, passaram pelos pavilhões 640 mil pessoas, e 5,5 milhões de livros foram vendidos.

— Nosso festival é consagrado como o maior evento literário do país, dá voz a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser — afirma Tatiana Zaccaro, diretora da GL Events, responsável pela Bienal.

Curadora do Café Literário, a jornalista Mànya Millen, destaca a atualidade dos temas debatidos na programação, que “vão além da literatura stricto sensu ”.

— Os assuntos são os temas quentes do momento, como feminismo, racismo e a Amazônia — diz Mànya. — O Café reflete demandas da sociedade. Se há livros publicados sobre esses assuntos, é porque as pessoas estão querendo ler e conversar sobre eles.

Pastor Henrique Vieira (“Um encontro sobre fé, diversidade e amor”, dia 5, às 17h) e Monja Cohen (“Esperança, fé e juventude na atualidade”, sábado, às 15h30m)

O jornalista Laurentino Gomes na Porta do Não Retorno, localizada na Ilha de Goréia, local de embarque de escravos em que partia da atual Dacar (capital do Senegal) Foto: Carmen Gomes / Divulgação

BIENAL DE CONTRASTES

Passado e presente: Laurentino Gomes (Conversa com Flávia Oliveira no sábado, às 15h) e Mário Magalhães (“Um longo olhar sobre o Brasil”, dia 8, às 19h). Dois jornalistas, duas épocas, duas feridas ainda abertas. Enquanto Laurentino Gomes lança o primeiro volume de sua trilogia histórica “Escravidão”, Mario Magalhães falará sobre sua “biografia” do ano de 2018, “Sobre lutas e lágrimas”.

Thriller histórico e contemporâneo: Eliane Alves Cruz e Raphael Montes (ambos participam da mesa “A sedução dos thrillers”, domingo, às 16h). O crime não descansa — seja no Brasil do século XIX, retratado por Eliane, seja no do XXI, cenário costumaz de Raphael. Dois autores policiais que não colocam obstáculos temporais à suas investigações.

A fé tem muitas faces: Monja Cohen (“Esperança, fé e juventude na atualidade”, sábado, às 15h30m) e Pastor Henrique Vieira (“Um encontro sobre fé, diversidade e amor”, dia 5, às 17h). Ela é uma das principais divulgadoras do budismo no Brasil . Ele é ator, ex-vereador e pastor da Igreja Batista do Caminho. Em comum, ambos partilham o respeito à diversidade religiosa, promovida em seus livros e palestras.

Para além das bolhas: Gregorio Duvivier (“Você é o que você lê”, dia 4, às 19h) e Lobão (“Música — A história que a gente canta”, dia 3, às 17h). A polarização política anda agressiva. Mas, na Bienal, duas figuras opostas no espectro político — e bastante visadas por seus adversários — prometem mostrar que talento não tem partido (mesmo que em mesas diferentes).

Gerações poéticas: Ryane Leão e Carpinejar (ambos participam da mesa “Livro de cabeceira”, dia 7, às 15h). Diferentes momentos e estilos da poesia brasileira — mas que, em muitos casos, dividem o mesmo público. Ryane é a voz do empoderamento, poeta do amor e da luta; Carpinejar representa o homem moderno desconstruído.

Geografias: Jarid Arraes (“Escrever para empoderar”, domingo, às 17h) e Márcio Souza (“Amazônia, terra de quem?”, dia 5, às 17h). O Brasil é vasto. E seus contrastes geográficos estarão bem representados. A cordelista e escritora Jarid Arraes trará um pouco do seu Sertão contemporâneo enquanto o jornalista e escritor Márcio Souza fala sobre os desafios da Amazônia.

O escritor americano Mark Manson Foto: Divulgação

OUTROS DESTAQUES

A volta de Verissimo. Sábado às 19h. Aos 82 anos, o mestre da crônica volta aos pavilhões da Bienal na mesa Clube dos Anjos, com o produtor Angelo Defanti e os atores Otávio Muller e Matheus Natchergaele.

A era do f*da-se. Domingo, às 13h. Maior fenômeno de vendas do Brasil nos últimos anos, o americano Mark Manson, autor de “A sutil arte de ligar o f*da-se”, fala com o roteirista Leo Lanna e os jornalistas Martha Mendonça e Nelito Fernandes.

O best-seller da democracia. Dia 7, 13h. Co-autor do best-seller “Como as democracias morrem”, que vendeu 35 mil cópias no Brasil, o cientista político americano Steven Levitsky encontra a historiadora Lilia Moritz Schwarcz na mesa Sobre Autoritarismos e Democracias. Eles debaterão sobre os desafios da política na era das polarizações extremas.

Machado e as questões raciais. Dia 7, 11h. O pesquisador Eduardo de Assis Duarte e os escritores Conceição Evaristo e José Almeida Júnior debatem as relações de Machado de Assis com a cultura e a literatura negra.

SERVIÇO: Onde: RioCentro (Av. Salvador Allende 6.555, Barra — 2441-9100). Quando: Seg a sex, de 9h às 21h. Sáb e dom, de 10h às 22h. De amanhã até 8/09. Quanto :R$ 30. Classificação: Livre.

MetrôRio vai deixar mil livros nos trens em parceria com a Bienal do Livro

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Mil livros serão distribuídos nos vagões do metrô no Rio
Divulgação

Ação tem como objetivo incentivar a cultura e estimular a leitura

Publicado na IstoÉ

Rio – O MetrôRio firmou parceria com a Bienal Internacional do Livro, o maior evento literário do país, para promover a ação “Embarque na Leitura”. Nesta terça, os clientes que embarcarem nas estações terminais Pavuna, Botafogo e Jardim Oceânico encontrarão livros sobre os assentos.

Ao todo, mil obras, de diferentes gêneros literários, sobretudo para os públicos adolescente e adulto, serão “encontradas” pelos passageiros no início das viagens.

A parceria com o MetrôRio tem o apoio do Instituto Invepar e seu objetivo é incentivar a cultura e estimular a leitura. A expectativa é que 600 mil pessoas passem pela Bienal durante os dez dias de evento, que acontece de 30 de agosto a 08 de setembro, no Riocentro. Mais informações sobre a Bienal em www.bienaldolivro.com.br

SERVIÇO: Embarque na Leitura – MetrôRio
Data: 27 de agosto
Local: estações terminais Pavuna, Botafogo e Jardim Oceânico
Horário: a partir das 9h

Bienal do Livro do RJ confirma presença de nove autores internacionais

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Última edição da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro bateu recorde de público com mais de 640 mil visitantes | © Leandro Martins / Divulgação

Publicado na IstoÉ

Já são nove os autores internacionais com presença confirmada na 19ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que acontecerá entre 30 de agosto e 8 de setembro, no Riocentro. O cardápio é variado e promete agradar a todos.

Os convidados estrangeiros abordarão temas que vão desde a ciência política até a leitura de mentes, caso do primeiro escritor internacional confirmado, o sueco Henrik Fexeus, considerado o maior mentalista do mundo na atualidade. Especialista em linguagem não verbal e leitura de mente, o autor já vendeu, apenas no Brasil, mais de 100 mil exemplares do livro A Arte de Ler Mentes, pela Editora Record. A obra foi traduzida para 26 línguas e tem mais de um milhão de cópias vendidas. Fexeus diz que é possível identificar os pensamentos e sentimentos de uma pessoa a partir do tom de voz, postura corporal, respiração, entre outros fatores.

Os outros escritores internacionais que participarão da Bienal do Rio 2019 são:

– Josh Malerman, autor do ‘best-seller’ Caixa de Pássaros, adaptado pela Netflix em filme estrelado por Sandra Bullock e John Malkovich;
– Steven Levitsky, professor de ciência política na Universidade de Harvard e autor de Como as Democracias Morrem, com mais de 35 mil exemplares vendidos no Brasil, pela Editora Zahar;
– C.J. Tudor, autora do sucesso O Homem de Giz, seu romance de estreia, publicado no Brasil pela Intrínseca;
– Mark Manson, autor do sucesso A Sutil Arte de Ligar o F*da-se, sobre a pressão negativa que a perseguição do sucesso e da felicidade exercem sobre os seres humanos;
– Rachael Lippincott, jovem autora de A Cinco Passos de Você, que virou filme que faturou mais de US$ 70 milhões em todo o mundo;
– Marc Levy, o autor francês mais lido do mundo atualmente, que escreveu 14 romances, entre eles A Próxima Vez e E se Fosse Verdade. É o autor francês mais lido do mundo hoje;
– Lisa Genova, autora de Para Sempre Alice, lançado em 2009 e que já vendeu mais de 150 mil exemplares no Brasil e acaba de ganhar uma nova edição pela HarperCollins; e
– Haemin Sunim que, além de escritor, é um dos mestres de zen budismo mais influentes da Coreia do Sul, seu país de origem.
Novidades

O maior evento literário do país é organizado pela GHL Events Exhibitions e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Na edição deste ano, a Bienal do Rio terá mudanças, que poderão ser observadas já na entrada no local. Atendendo a pedidos nas edições passadas, o Pavilhão de Atividade Infantil, com editoras especializados em livros infantojuvenis, estará localizado logo na entrada.

Depois, vem o Pavilhão Azul, onde acontecerá o Fórum de Educação, cuja programação é voltada para educadores e professores. Nesse espaço, os educadores conhecerão as novas tecnologias da Microsoft destinadas às salas de aula. Uma palestra para os professores já está confirmada: a do monge budista sul-coreano Haemin Sunim, que tem dois livros publicados pela Editora Sextante – As Coisas Que Você Só Vê Quando Desacelera e O Amor pelas Coisas Imperfeitas.

Em seguida, estará localizado o Café Literário, que já é uma tradição da Bienal do Rio. O espaço segue com a missão de expandir ideias ao levar para o público o debate de livros com seus autores preferidos, em temas que passeiam pela política, gastronomia, turismo, autoajuda, filosofia, entre outros.

Por último, o público passará para o pavilhão que abriga a Arena Jovem, espaço bem-sucedido da Bienal, que vai continuar tratando de temas atuais, contemporâneos.

No auditório, ocorrem encontros com autores celebridades, durante os quais os fãs terão a oportunidade de conseguir um autógrafo ou tirar uma foto.

Japão

A edição deste ano da Bienal vai homenagear o Japão. Segundo o presidente do SNEL, Marcos da Veiga Pereira, a escolha do Japão como primeiro país asiático homenageado na Bienal é um resgate do caráter internacional do evento. Além disso, Pereira lembra que o país oriental tem uma ligação muito forte com o Brasil: “Aqui está a maior comunidade japonesa do mundo fora do Japão”.

Pipas

A Bienal Internacional do Livro do Rio mudou também sua identidade visual. Para a edição de 2019, a Agência Crama, responsável pela criação da primeira marca do evento, resolveu transformar os livros em pipas, convidando a população a “passear” e conhecer cada estande de livros do evento.

Time feminino

Nesta edição, um time feminino de mulheres vai comandar a curadoria cultural da Bienal: a premiada autora de livros e filmes Rosane Svartman vai responder pela Arena Jovem, enquanto a jornalista Mànya Millen cuidará do Café Literário, espaço tradicional do evento. Já o trio formado por Martha Ribas, Rona Ranning e Carolina Sanches, do coletivo Ler Conecta, se encarregará do Fórum Educação.

3ª Edição do LER Salão Carioca do Livro será em maio, no Pier Mauá

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Cristina Danuta

A próxima edição do Ler Salão Carioca do Livro será entre os dias 16 à 19 de maio de 2019, nos armazéns 2 e 3, do Pier Mauá, no Centro do Rio de Janeiro.

A LER é, segundo o próprio site diz ” é um encontro sobre livros e ideias diferentes: acolhedor, estimulante e, sobretudo, aberto. Para tanto reunimos autores (de todas as vozes), livrarias, editoras (especialmente as novas e independente), juntamos com peças, exposições, tecnologia, música e convidamos os leitores para passar (e festejar) por toda a experiência da leitura, das oficinas de escrita às conversas com escritores. Tudo gratuito, aberto!”

A LER já está em sua 3ª edição. Ano passado o evento aconteceu na Biblioteca Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas, Centro da cidade e contou com a participação de 345 autores.

Gloria Maria na 2ª edição da LER Salão Carioca do Livro, em 2018

Para maiores informações sobre o evento, sigam a LER Salão Carioca no Instagram @lersalaocarioca, na página do Facebook @LERSalaoCariocadoLivro ou acessem o site www.lersalaocarioca.com.br

Chega logo, maio!

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