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É Carnaval! Devo estudar ou relaxar hoje?

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Hoje é a segunda-feira, mas também é Carnaval: é hora de correr com os estudos ou aproveitar para descansar a mente para o ano que vem por aí?

Publicado no Universia Brasil

É Carnaval! Devo estudar ou relaxar hoje?

Hoje é a segunda-feira, mas também é Carnaval: é hora de correr com os estudos ou aproveitar para descansar a mente para o ano que vem por aí?

Manter o ritmo de estudos ou simplesmente “abandonar” os livros e aproveitar o “feriadão” de Carnaval para descansar?

Se a segunda opção for a sua escolha, há o risco de bater aquele peso na consciência frente aos compromissos com vestibular, universidade ou cursos técnicos que deixam o seu calendário recheado.

Hoje é segunda-feira, mas, embora seja início da semana, os eventos carnavalescos estão por toda parte. O clima festivo deixa o estudante ainda mais confuso e o questionamento não sai da cabeça: é Carnaval! Devo estudar ou relaxar hoje?

Confira, abaixo, algumas sugestões para balancear as duas coisas e avalie qual você considera melhor seguir.

Desacelerar é uma opção

Alguns especialistas não aconselham alterar a rotina de estudos. Entretanto, ponderam que o estudante deve refletir sobre o seu cronograma. Assim, uma alternativa é aproveitar o feriado de Carnaval para desacelerar.

Exemplo: encurtar de quatro para duas horas o tempo dedicado aos livros. A redução vai propiciar um momento de lazer no final do dia ou à noite. Daria até para pular Carnaval ou mesmo pegar um barzinho com os amigos.

Evite dormir e acordar muito tarde

Para não cessar a rotina de estudos e também não prejudicar a saúde, a recomendação é evitar abusos. Se você deseja manter-se empenhado no aprendizado, tente não dormir nem acordar tão tarde.

Mesmo mantendo o ritmo habitual dedicado aos livros, não deixe de separar um tempinho do seu dia para descansar. Maratona de estudos desnecessária pode prejudicar o nível de concentração e capacidade de assimilar o conteúdo estudado.

Ampliar os estudos com o tempo livre

Há quem tire proveito dos feriados para ampliar os estudos. No Carnaval, contudo, não há de ser diferente. Para atingir os objetivos no vestibular ou na universidade é preciso empenho e dedicação. Sem esforço, os resultados não são alcançados.

Portanto, se você se encaixa nesse perfil sabe que qualquer tempo livre pode fazer a diferença para atualizar o conhecimento.

Sendo assim, mantenha seus métodos nessa segunda-feira de Carnaval: continue com os exercícios, simulados e leituras de revistas e jornais para ficar atualizado.

A decisão é sua!

Independente das dicas trazidas neste texto, a decisão de estudar ou descansar no Carnaval é exclusivamente sua! Afinal, cada um sabe as dificuldades que têm e como lidar com elas.
Se você traçou um bom planejamento de estudos ao longo do ano, fique tranquilo e aproveite a folia, nunca deixando de lado, entretanto, os cuidados com a sua saúde.

Fonte: Shutterstock

As 8 melhores práticas para mandar bem nas leituras obrigatórias

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(percds/iStock)

(percds/iStock)

 

Veja dicas para tirar o melhor proveito possível das obras e se preparar para os exames

Publicado no Guia do Estudante

Algumas das maiores universidades do país mantêm vestibulares próprios, além de programas como o Sisu e o Prouni. Para quem vai se candidatar a uma delas, é importante ficar ligado nas listas de obras obrigatórias que muitas vezes são exigidas do candidato na realização do exame.

Para tirar o melhor proveito possível das leituras, o professor de literatura Tiago Martins, da plataforma online Me Salva!, dá 8 dicas que podem ser úteis a quem está se preparando para os exames. Veja!

1. Desfrute das leituras

Um dos principais males do nosso ensino é a perspectiva de que estudamos somente para passar no vestibular ou tirar uma boa nota. O conhecimento pode desempenhar uma grande transformação nas nossas vidas, desde que estejamos abertos a ele. Uma obra literária pode conter um tanto de História, um tanto de Sociologia, um tanto de Psicologia, um tanto de Filosofia, um tanto de Economia, enfim, um tanto de reflexões sobre a nossa própria natureza e sobre como vivemos em comunidade. Como diz Antônio Cândido, crítico literário brasileiro, ‘o romance enrola a verdade na fantasia’.

Se os estudantes se dedicarem a ler as obras literárias desejantes de mergulhar nas narrativas oferecidas, desejantes de superar as iniciais dificuldades que um texto pode oferecer – especialmente aos que não têm familiaridade com a leitura -, poderão não apenas ter um melhor desempenho em seus respectivos vestibulares, como poderão ter o prazer de se entregar a um livro! Quando lemos (ou estudamos) interessados em aprender, e não apenas em decorar para uma prova, o nosso desempenho sempre é muito melhor, pois assimilamos aquele conhecimento profundamente, e não superficialmente.

2. Tenha um bom esconderijo

O escritor português Gonçalo M. Tavares disse em uma entrevista que: “Sem um bom esconderijo não se tem uma boa vida”. Ele fala de um tempo no qual ficamos quietinhos, distante das preocupações e das solicitações, um tempo guardado para a leitura. O fato é que vivemos em uma lógica temporal de muita pressa, a maior parte das pessoas compra a ideia de que devemos estar sempre ocupados, sempre conectados, sempre trabalhando, sempre fazendo alguma coisa. Isso nos põe em um estado de agitação muito grande. É esse estado de agitação que, muitas vezes, leva os estudantes que estão se preparando para o vestibular a desenvolver quadros de ansiedade.

A literatura, no entanto, habita um outro tempo. Para mergulharmos em um texto literário com a atenção que ele exige, é preciso de pausa, e não de pressa. Então é importante que o estudante crie uma rotina de leitura. Um esconderijo. Um horário no qual ele irá se desconectar das redes sociais, deixar o celular um pouco de lado, deixar as preocupações do lado de fora e mergulhar no livro. Cada um vai escolher qual é o melhor horário para si, cada um vai escolher quantas vezes por semana vai se dedicar a sentar-se para ler, mas é importante criar uma rotina de leitura e um espaço de silêncio e calma no meio da agitação e da pressa.

3. Não fique muito tempo longe do livro que você decidiu ler

Os estudantes não precisam ler todo dia, se não quiserem. Uma rotina pode ser diária ou não. No entanto, quando um estudante se decide por começar a ler uma obra é importante que ele não fique espaços de tempo muito longos longe do livro, pois dessa forma, perde-se o “fio da meada”, como se diz, e a assimilação da história fica prejudicada. Quando nos decidimos a ler um romance, por exemplo, é importante termos uma certa constância na leitura.

Livros de contos e livros de poemas, por outro lado, podem pressupor outras orientações. Podemos terminar um conto, ler um romance no meio e depois lermos outro conto. Os livros de poemas, por exemplo, não precisam ser lidos em ordem linear.


4. Evite ler resumos antes de terminar a obra

Ler o resumo de um livro ao invés de ler a obra completa é uma perda muito grande. Fica claro aí o objetivo de apenas “decorar” algo para uma prova. Os resumos podem nos ajudar a refrescar a memória e, portanto, se forem utilizados devem ser lidos após a leitura integral da obra. Quando lemos resumos, estamos diante dos famosos spoilers, ficamos sabendo o que acontece antes de ler, o que estraga as surpresas e o possível prazer com a leitura.

5. Seja um leitor ativo

Caso o estudante esteja diante de uma obra que tenha elementos que, num primeiro momento, pareçam complexos, nada impede que ele pesquise para esclarecer a leitura. Dois exemplos: 1) Podemos estar diante de uma obra cujo contexto histórico é importante para o entendimento da narrativa. Então, nada impede, que o estudante use as facilidades da internet para se familiarizar com o contexto histórico. Depois, ele pode voltar ao livro e perceber que a leitura ficará bem mais acessível. Além disso, 2) às vezes temos obras nas quais o autor ou a autora gostam de brincar com a linguagem, ser criativos com a língua.

O grande barato da literatura é que não precisamos usar a linguagem cotidiana, tão objetiva, podemos subverter a língua. No entanto, esses exercícios criativos podem apresentar dificuldades para alguns leitores. Nada impede que os estudantes leiam algumas coisas sobre a obra para melhor entender o enredo do livro (evitando muitos spoilers). Depois, eles poderão voltar ao texto apreciando a linguagem. Tão logo o que era difícil no início, ficará fácil e prazeroso. Não tenhamos medo da criatividade nem dos diferentes usos da língua. literatura é a arte da subversão da palavra.

6. Risque os livros (se eles forem seus)

Os livros não precisam ser objetos estranhos, intocáveis, distantes. Ao ler, é importante que tenhamos em mãos um lápis e, talvez, post-its. Podemos sublinhar o livro, riscar, escrever coisas nas páginas. (Desde que eles sejam nossos, é claro!) Quem disse que não podemos riscar os nossos livros? Dessa forma, ficarão marcados os trechos mais importantes, os trechos que mais gostamos. Isso facilitará os processos da nossa memória. Caso o livro seja emprestado, poderá colocar post-its e depois anotar aqueles trechos.

7. Faça um diário de leitura

Pode ser muito interessante e estimulador fazer um diário de leitura. Os estudantes podem fazer pequenos ou grandes resumos das obras que leram e colocar nesse arquivo aqueles trechos que foram sublinhados.

8. Conheça a prova

Alguém que realizou uma boa leitura de todas ou, pelo menos, de quase todas as obras obrigatórias vai, com certeza, ter um bom desempenho. No entanto, é claro que é importante que o estudante conheça as provas anteriores para entender que tipo de questão a prova de vestibular que irá realizar está cobrando. Então, é importante ficar atento: a prova cobra mais enredo, cobra mais interpretação, cobra mais contexto histórico? A prova pede relações entre uma obra e outra? Assim, evitam-se as surpresas.

Veja como evitar que a sua redação seja anulada no Enem

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Marcelle Souza, no UOL

Neste ano, o candidato que colocar receita de miojo ou hino do time no meio da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá o seu texto anulado pela banca. Além de trechos sem conexão com o tema, é preciso ficar atento à quantidade de linhas, aos argumentos usados e à estrutura do texto para não zerar a redação.

O exame será realizado nos dias 26 e 27 de outubro e, na hora de escrever a redação, é preciso ter cuidado com argumentos que podem ser interpretados como desrespeito aos direitos humanos, o que pode acabar com o sonho da vaga em uma universidade.

“A redação do Enem exige que o candidato demonstre o mínimo de respeito pela vida, então é importante evitar opiniões unilaterais, extremas, radicais e discriminatórias”, afirma Francisco Platão Savioli, professor da USP (Universidade de São Paulo) e supervisor de português do Anglo Vestibulares.

Por isso, é recomendável que o estudante evite defender no texto atitudes extremas e questionáveis, como a pena de morte, a violência policial e a deportação de imigrantes. “A boa redação é a que mostra uma visão ampla, sustentada com bons argumentos, que tenham o menor grau de refutação possível”, afirma Savioli.

Para a professora Maria Aparecida Custódio, do laboratório de redação do curso e colégio Objetivo, o texto do Enem é um exercício de cidadania e deve evitar deboches e preconceitos. Se o tema for violência no trânsito, por exemplo, o candidato pode ter a redação zerada se defender a máxima “olho por olho, dente por dente”.

“O texto deve propor civilidade, educação no trânsito, campanhas na mídia, atuação mais rígida dos órgãos fiscalizadores, mas jamais defender a morte de um motorista que causou um acidente”, afirma.

Para ter uma boa nota
Quem pretende tirar uma boa nota deve, em primeiro lugar, ler atentamente o enunciado da redação e os textos de apoio. A partir daí, o aluno precisa entender qual é a proposta central e pensar em um texto que mostre o seu próprio repertório de leitura e que utilize dados dos textos da coletânea apresentada pelo exame.

Nesse sentido, se o tema proposto é a violência causada pela desigualdade social, por exemplo, o aluno vai perder pontos se abordar outro aspecto ligado à violência, já que a banca pode entender a abordagem como fuga do tema.

A leitura atenta da proposta também costuma indicar qual ponto de vista é proposto pelo exame. Como exemplo, ela cita o tema do Enem 2012 “Movimento imigratório para o Brasil no século XXI“. A partir dos apresentados na proposta, a professora diz que não foi bem vista a redação que defendia a expulsão dos imigrantes do país ou a redução de direitos desses cidadãos.

Se o estudante for contra, vai precisar usar argumentos muitos sólidos e que em nenhum momento agridam os direitos humanos. “Não é para fazer média com a banca, mas usar os textos para apresentar uma análise crítica, com uma proposta de intervenção”, afirma a professora do Objetivo.

Outras dicas
Além do cuidado com os argumentos utilizados, o candidato precisa ficar atento ao tipo de texto pedido: dissertativo-argumentativo. Escrever uma narração ou uma poesia, por exemplo, é garantia de anulação da prova.

A banca exige ainda que o texto tenha no mínimo sete linhas, ou então será considerado insuficiente e será zerado pela banca.

Inserir desenhos e textos completamente desconexos com o tema da proposta serão considerados “descompromisso com o exame” e redação será anulada.

Correção
A redação do Enem será corrigida por dois especialistas, de forma independente. Cada corretor dará uma nota entre zero e 200 para cada uma das cinco competências exigidas, totalizando mil pontos. A nota final corresponde à média aritmética simples das notas dos dois corretores.

Caso ocorra uma diferença de 100 pontos ou mais entre as duas notas totais ou se a diferença de suas notas em qualquer uma das competências for superior a 80 pontos, a redação passará por uma terceira correção.

Se não houver discrepância entre o terceiro corretor e pelo menos um dos outros dois corretores, a nota final do candidato será a média aritmética entre as duas notas totais que mais se aproximarem, sendo descartadas as notas não convergentes.

Caso o terceiro corretor apresente discrepância com os outros dois corretores, a redação corrigida por uma banca composta por três corretores que atribuirá a nota final ao texto do candidato.

27 dicas para escrever bem

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1. Vc. deve evitar abrev., etc.

2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.

5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?

9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.

10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.

11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma ideia.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Use a pontuação corretamente o ponto e a virgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!

25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da ideia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

*Observação: a dica 17 não vale para textos técnicos.

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