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Livro de Philip Roth sobre presidente fascista nos EUA vai ganhar série

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O escritor Philip Roth em retrato feito em Nova York em setembro de 2010 (Eric Thayer/Reuters)

Obra de realidade alternativa narra a ascensão de um populista fã da Alemanha nazista ao poder

Publicado na Veja

O canal HBO anunciou que vai adaptar o livro Complô Contra a América, de Philip Roth, para a televisão. A série, que será produzida por David Simon (The Wire), ainda não possui data de lançamento.

O enredo mostra a ascensão de Charles Lindbergh, um líder populista e xenófobo, ao poder nos Estados Unidos da década de 40. Os fatos são mostrados a partir da perspectiva de uma família operária judia, que vê seu país ser transformado em uma nação fascista – Lindbergh é um fervoroso defensor da Alemanha nazista.

Roth morreu em maio em Nova York. O romancista, que escreveu mais de 30 livros e conquistou o Prêmio Pulitzer de ficção em 1998, era conhecido por retratar a comunidade judaica em seus trabalhos.

David Simon possui um longo histórico de produções em parceria com a HBO, entre elas Treme, The Deuce e Generation Kill.

Game of Thrones | Inteligência Artificial criou sua própria versão de Os Ventos do Inverno

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Marina Val, no Jovem Nerd

Por mais que os atrasos de Os Ventos do Inverno, próximo livro de As Crônicas de Gelo e Fogo, já fossem esperados, é difícil lidar com a ansiedade de saber o que acontece no universo criado por George R. R. Martin.

Um engenheiro de softwares chamado Zack Thoutt conseguiu uma solução que pode ser um pouco melhor que xingar muito o autor no Twitter: criar uma Rede Neural Recorrente para analisar os livros já lançados e criar sua própria versão de Os Ventos do Inverno.

A inteligência artificial já criou pelo menos cinco capítulos (que podem ser lidos no GitHub) nos quais ela “previu” situações como Jaime Lannister matando a própria irmã e Daenerys sendo envenenada por Varys, além de criar seu próprio personagem, chamado “Greenbeard”.

Segundo Thoutt, em entrevista ao Motherboard:

Eu sou um grande fã de Game of Thrones, os livros e a série. Eu já tinha trabalhado com Redes Neurais Recorrentes um pouco em aulas e pensei em dar uma chance para trabalhar com os livros.

Atualmente, Thoutt está trabalhando em melhorar a “memória” da rede neural, para fazer com que ela leve em consideração eventos dos livros anteriores, como personagens que já morreram.

Claro que nenhuma das situações criadas pela rede neural é considerada cânone na série de livros de George R. R. Martin, mas parece um jeito divertido para passar o tempo enquanto o autor não publica sua nova obra.

J.K. Rowling escreve carta emocionante para fã

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Publicado no E! Online

Como não amar?

J.K. Rowling continua fofa como sempre! Após escrever uma carta para a sobrevivente de um massacre, Rowling mandou uma carta emocionante para um fã que disse sempre ser ignorado por ela no Twitter. Como não amar?

“Alguém se sente como um bruxo órfão quando J.K. Rowling tuita para outros fãs e não para você?“, publicou Johnny, o fã da escritora que disse sempre ser ignorado, em junho do ano passado. Coitadinho!

Porém, em julho, os dois não só se encontraram enquanto J.K. assinava as cópias do livro O Bicho-da-Seda, como Johnny também entregou um livro com as ilustrações de Jason Cockcroft (o mesmo que fez as capas dos livros de Harry Potter) e dentro dele se encontrava um texto do fã dizendo como a série de livros do bruxinho mudou a sua vida.

A escritora não deixou barato e mandou uma carta no mês seguinte, com o selo da Câmera Secreta, para a casa de Johnny, dizendo:

Querido Johnny,

Você escreve muito bem. Isso não é a coisa mais importante que eu tenho para falar para você, mas eu acho que devia comentar – Sou perita nisso.

Agora vamos para o que importa:

O que você disse sobre Harry te ajudar a passar pelo o que foi claramente um momento difícil em sua vida, significa mais para mim do que eu possa facilmente expressar. Eu confesso publicamente que detesto bullying e o jeito que as escolas “lidam” com ele.

A sua experiência é chocante e perturbadora e ver que você se tornou uma pessoa boa, com compaixão e altamente motivado, é uma grande prova de sua coragem. Você é da Grifinória, querido… Obrigada pelo lindo livro. Eu amei ele.

Essa carta parece ser tão impessoal, mas vamos quebrar o padrão: Eu tenho família em Ayshire – Arran, para ser mais precisa. E eu nunca fui para lá. Constrangedor, né? Não diga isso aos nacionalistas. Eu tenho certeza que vamos nos encontrar de novo. Enquanto isso, eu vou falando com você pelo Twitter.

Com amor,

Jo.

Vale dizer que, após a carta, Rowling manteve contato com o fã e responde a todas as perguntas e dúvidas que ele tem. Fofa!

10 coisas que você provavelmente não sabe sobre J. R. R. Tolkien

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Ian Castelli, no Mega Curioso

John Ronald Reuel Tokien, ou simplesmente J. R. R. Tolkien, é o homem brilhante que criou o mundo fantástico por trás de obras como “O Senhor dos Anéis”, “O Hobbit” e “O Silmarillion”. Se você não leu os livros dele, você provavelmente já viu alguns dos filmes baseados no rico universo inventado por Tolkien décadas atrás.

Apesar de as suas obras serem extremamente populares, existem muitas pessoas que não conhecem alguns fatos curiosos sobre o Professor Tolkien, como é chamado até hoje pelos seus fãs.

O site Mental Floss reuniu algumas dessas características e nós trazemos esse breve apanhado para vocês também. Quão bem você conhece o criador da Terra-Média, Valinor e Arda no geral? Veja alguns fatos interessantes logo abaixo:

1 – Não foi considerado um típico professor inglês

Tolkien foi um renomado linguista com especialidade em Inglês Antigo e Nórdico Antigo, sendo professor da Universidade de Oxford de 1925 até 1959. Ele foi reconhecido pela quantidade de aulas que ministrou na Universidade, sempre muito além do que o seu contrato demandava. Porém, o mais interessante é o jeito que as aulas de Tolkien possuíam.

Apesar de ser bastante quieto e tímido em público, nas salas Tolkien se transformava com aulas consideradas dinâmicas para a época. Relatos dizem que ele foi a festas em Oxford fantasiado de urso polar, perseguiu um vizinho vestido de guerreiro anglo-saxão com um machado, entre outras histórias. Um aluno dele comentou no passado: “Ele consegue transformar uma sala de aula em um salão de hidromel”.

2 – Não gostou muito de adaptações dos livros

Tolkien foi professor primeiro e depois se tornou escritor, um processo lento e que levou muitos anos para estabelecer os mitos do universo criado por ele. Quando o material publicado fez sucesso, o professor ficou bastante feliz e surpreso, porém recusou várias propostas para adaptar os livros e seus escritos no início – principalmente porque ele achou que essas adaptações não capturavam o escopo épico e nobre das histórias. É no mínimo curioso imaginar o que Tolkien acharia dos filmes dirigidos por Peter Jackson hoje…

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3 – Apaixonado pela profissão

Escrever os livros da Terra-Média foi algo importante para Tolkien, porém não foi seu trabalho principal. O essencial para ele foi ser professor na Universidade de Oxford, sendo que dedicava bastante tempo com os estudos literários e traduções de obras antigas do inglês.

4 – Um homem bastante romântico

Aos 16 anos, Tolkien se apaixonou por Edith Bratt. Contudo, por Tolkien ser católico e Edith protestante, um padre proibiu que os dois se encontrassem até o jovem completar 21 anos. Ao atingir a idade, Tolkien se encontrou com Edith e os dois puderam se conhecer melhor. Posteriormente, ela terminou o noivado e se converteu ao catolicismo para que os dois pudessem se casar. Eles ficaram juntos até o final de suas vidas e o túmulo de ambos é compartilhado, sendo que ele possui os nomes “Beren” e “Luthien” gravados também – referência a uma das histórias românticas mais emocionantes e épicas já escritas por ele.

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5 – Alguns desentendimentos com C. S. Lewis

Tolkien e Lewis, autor de “As Crônicas de Nárnia”, são frequentemente chamados de melhores amigos, e realmente todos os indícios apontam que os dois escritores compartilhavam muitas coisas em comum. Contudo, quando Lewis supostamente teve alguns comportamentos considerados anticatólicos, como namorar uma mulher americana divorciada (algo bastante negativo na época), o relacionamento dos dois esfriou.

Tolkien lamentou a separação deles e, quando Lewis faleceu, o professor já idoso escreveu uma carta a sua filha com os seguintes dizeres: “Até o momento eu me sinto como uma árvore velha que está perdendo todas as suas folhas uma por uma, porém isso parece um golpe de machado nas raízes” – comentou, referindo-se à morte de Lewis.

6 – As guerras influenciaram Tolkien drasticamente

J. R. R. Tolkien lutou na Primeira Guerra Mundial em uma das batalhas mais intensas e agressivas desse período, conhecida como Batalha de Somme. Muitas das privações que Frodo e Sam passaram no caminho até Mordor refletem um pouco dos horrores que Tolkien viveu nos confrontos reais nas trincheiras. Vários de seus amigos morreram na época ao seu lado, o que fez com que essas tragédias inspirassem algumas das coisas que vemos em “O Senhor dos Anéis”, “O Hobbit” e “O Silmarillion”.

7 – Ele inventou línguas novas por diversão

Como Tolkien foi um filólogo e estudou as mais variadas línguas e seus efeitos culturais, ele manteve seu cérebro exercitado ao desenvolver suas próprias línguas que utilizou nas obras (como os idiomas élficos que possuem suas próprias vertentes, o Quenya e o Sindarin). Inclusive, Tolkien escreveu poemas e músicas nessas línguas fictícias, como modo de agregar aspectos culturais a elas.

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8 – Muitas das obras foram publicadas após sua morte

Se você escrever algum livro ficará feliz ao publicá-lo enquanto estiver vivo, porém no caso de Tolkien muitos livros foram lançados depois que ele faleceu. Apesar de obras como “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” terem chego às prateleiras enquanto ele estava vivo, muito mais livros foram editados com base nas extensas anotações que o professor fez sobre o universo de Arda, Valinor e a Terra-Média e publicados posteriormente.

O seu filho, Christopher Tolkien, foi o responsável por reunir essas anotações e editá-las em formato de livros que complementam o mundo criado pelo seu pai. “A História da Terra-Média”, “Contos Inacabados”, “Os Filhos de Húrin”, “O Silmarillion” e “A Lenda de Sugurd e Gudrún” são alguns desses exemplos.

9 – Tolkien não gostava dos nazistas como eles gostavam dele

Os trabalhos de Tolkien na reconstrução do Nórdico Antigo e das lendas germânicas eram extremamente populares entre os nazistas, que tentavam recuperar parte da cultura anciã germânica durante o período de Hitler. Entretanto, o professor disse publicamente ter aversão aos nazistas e à Hitler, inclusive considerando proibir a tradução de “O Hobbit” para o alemão depois que o editor pediu para ele certificar que era um “homem ariano”.

Em uma carta que Tolkien escreveu ao seu filho, ele comentou: “Eu tenho nessa Segunda Guerra um rancor que provavelmente me faria um melhor soldado aos 49 anos do que fui aos 22. Aquele pequeno ignorante Adolf Hitler… Arruinando, pervertendo, aplicando de modo errado o nobre espírito do norte, uma contribuição suprema para a Europa que eu sempre amei e tentei apresentar na sua verdadeira luz”.

10 – Um fã de clubes de estudos

Onde quer que fosse, Tolkien sempre participou e fundou os mais variados clubes de estudo, que normalmente se enchiam após as aulas. Quando foi professor da Universidade de Leeds, ele criou o Viking Club. Já nos eu período em Oxford, ele fundou os Inklings, um grupo focado na discussão literária.

“Apoio maravilhoso”: fã de 9 anos faz livro e emociona esposa de Schumi

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Corinne Schumacher responde garoto da Irlanda do Norte em carta e agradece o carinho. Aidan Gormley produziu obra “Ferrari Adventure” em apenas três semanas

Publicado por Globo Esporte

Capa do livro "Ferrari Adventure" (Foto: Facebook)

Capa do livro “Ferrari Adventure” (Foto: Facebook)

Entre as milhares de cartas recebidas pelos familiares de Michael Schumacher desde seu grave acidente de esqui no final do ano passado, uma delas chamou bastante a atenção da esposa do ex-piloto alemão, Corinna. Um livro de ficção escrito por Aidan Gormley, de apenas nove anos, ganhou atenção especial, e o pequeno fã ganhou de resposta uma carta emocionada.

– Nosso Michael é um lutador e nunca vai desistir. Obrigada por seus bons desejos e pelo belo presente. Para a nossa família é um apoio maravilhoso – escreveu.

Natural de Omagh, na Irlanda do Norte, Aidan produziu a obra em apenas três semanas e enviou ainda em maio para a família de seu ídolo. Chamada de “Ferrari Adventure”, conta a história de um garoto – Johnny -, que percorre o mundo com sua Ferrari vermelha e tem como herói o alemão heptacampeão de Fórmula 1.

Em entrevista ao jornal alemão “Bild”, a empresária de Schumacher, Sabine Kehm, revelou a alegria de Corinna ao receber as mensagens de carinho.

– Ela ficou muito emocionada. Gostaríamos de agradecer, assim como aos que enviaram todas as outras cartas e presentes.

Aidan, que posa com Ferrari vermelha ao fundo, ganhou resposta emocionada de Corinna Schumacher (Foto: Facebook)

Aidan, que posa com Ferrari vermelha ao fundo, ganhou resposta emocionada de Corinna Schumacher (Foto: Facebook)

Uma das ilustrações da obra do pequeno fã de apenas nove anos de idade (Foto: Facebook)

Uma das ilustrações da obra do pequeno fã de apenas nove anos de idade (Foto: Facebook)

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