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5 filmes que você não sabia que foram inspirados em livros

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Amanda Barros, no Desencaixados

Que o mercado literário cada vez mais está ligado às grandes produções cinematográficas é inegável, e cada vez mais os fãs estão tanto lendo os livros quanto assistindo aos filmes. Mas e aqueles filmes que você nem imagina que saíram das páginas de um livro?

Separamos nessa lista 5 filmes que são inspirados em livros e você, provavelmente, não sabia. Confira:

1 – Stardust – O Mistério da Estrela (2007)

O filme conta a história de Tristan (Charlie Cox), que se aventura em um reino de fadas para recuperar uma estrela. Ele, a estrela e uma mulher chamada Yvaine (Claire Danes) devem enfrentar um pirata e um grupo de bruxas malvadas.

O longa é baseado no livro homônimo de Neil Gaiman e é como um conto de fadas adulto, com direito a bruxas, fadas, diversos outros seres encantados, e claro, o amor. O livro foi publicado em 1999 e até hoje cativa fãs das mais diversas idades.

2 – Sierra Burgess é uma Loser (2018)

O filme conta a história de Sierra (Shannon Purser), uma adolescente inteligente, mas fora dos padrões de beleza do ensino médio. Quando um incidente de confusão de identidade resulta em um romance inesperado em sua vida, ela se vê precisando se juntar a garota mais popular da escola para poder ficar com o menino que gosta.

O longa é uma versão moderna da peça de teatro clássica Cyrano de Begerac, lançado em 1897, onde um homem escrevia poesias para sua amada, mas o rosto que ela pensava ser dele era de outra pessoa, então ele achou melhor assim, pois achava que ela o acharia muito feio se soubesse quem ele era de verdade. No filme, os gêneros dos personagens foram trocados e se passa nos dias atuais.

3 – E Se Fosse Verdade? (2005)

A comédia romântica E Se Fosse Verdade? conta a história do arquiteto David Abbott (Mark Ruffalo). Quando ele se muda para um novo apartamento descobre que a inquilina anterior, Elizabeth Masterson (Reese Witherspoon), é uma espécie de espírito que vai conviver com ele, mas ela nega que está morta. Entretanto, o que ele mais quer saber é por que só ele consegue ver a mulher?

O filme é inspirado no livro homônimo, que foi lançado em 1999, de um escritor francês chamado Marc Levy. A história explora vida após a morte, espiritualidade e amor. A obra foi a primeira da carreira do autor e ele escreveu com o intuito de criar uma história que seu filho pudesse ler quando ficasse adulto, assim virou um sucesso já na sua primeira publicação.

4 – Um Olhar do Paraíso (2009)

Nesse filme é contada a emocionante história de Susie Salmon (Saoirse Ronan), a menina estava está voltando para casa quando foi estuprada e assassinada por George Harvey (Stanley Tucci), um vizinho que mora sozinho. Susie, que agora está em um local entre o paraíso e o inferno, observa a situação de sua família com sua perda e lida com o sentimento de vingança e a vontade de ajudar sua família a superar sua morte.

O longa é baseado no livro Uma Vida Interrompida: Mémorias de um Anjo Assassinado, lançado em 2002, da autora Alice Sebold. A história do livro permeia o mesmo universo e é ficcional, mas o fato a ser observado é que a autora é sobrevivente de um estupro que sofreu na faculdade e por isso viu na escrita uma forma de falar sobre o assunto. O enredo é emocionante e mostra um triste retrato de agressão contra mulheres e crianças, mas também a pureza de suas almas.

5 – Ponte Para Terabítia (2007)

Jess (Josh Hutcherson) se sente um estranho na escola e até com sua própria família que não entende muito bem seus gostos e aspirações, é a partir daí que ele conhece a aluna nova, Leslie (AnnaSophia Robb). Uma garota extrovertida, decidida e cheia de convicções que vem para agitar a vida do garoto. Juntos eles descobrirão o reino mágico de Terabítia.

O livro homônimo que inspirou o filme foi lançado em 1977 e é da escritora Katherine Paterson, a autora criou a história como forma de ajudar o filho a superar um grande trauma que teve na infância, e a história tomou proporções imensas chegando a ganhar duas adaptações. Na adaptação de 2007, seu filho, já adulto, se tornou roteirista do filme.

Leiturinha volta atrás, diz que cometeu erro e vai aceitar bruxas, fadas, duendes e outros seres mágicos

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Imagem: blog leiturinha

Cristina Danuta

 

A Leiturinha, maior clube de assinaturas dedicado a livros infantis, informou que houve um erro na divulgação de um edital que excluía livros que tivessem como tema fadas, bruxas, duendes e seres mágicos. No comunicado anterior, a Leiturinha havia informado que “não aceitaria a inscrição, por parte de editoras, de obras que apresentassem seres mágicos, como bruxas, fadas e duendes, como temática central na história”.

 

Em novo comunicado, foi informado que tudo não passou de um erro e que “inclusive eles já distribuiriam livros do gênero para seus assinantes”.

 

Veja abaixo o comunicado da Leiturinha:

“A Leiturinha, clube do livro infantil da PlayKids, vem se retratar, prestar esclarecimentos e se colocar à disposição em função do edital publicado em 04/02/2019.

Ao abordar a questão da exclusão de alguns temas em edital de projeto, a Leiturinha cometeu um erro. A curadoria não exclui bruxas, fadas e duendes, especialmente porque sabe-se da importância do imaginário e destes seres mágicos na literatura infantil. Inclusive, o clube já enviou livros como “Os Convidados de Senhora Olga”, “Os Moomins”, “Para Que Serve Um Livro?” e vários outros.

A intenção da Leiturinha é respeitar a diversidade de crenças, valores e culturas dentro de seleções surpresa enviada para milhares de famílias. Refletindo sobre a questão, foi publicada uma nova versão do edital, com a reformulação deste tópico.

Com todo respeito e compromisso que a Leiturinha tem com a liberdade de criação e expressão, o clube se coloca à escuta sensível para evolução do nosso trabalho na missão de enriquecer momentos em família e se coloca à disposição para esclarecimento de dúvidas.”

 

Com informações de Babel

J.K. Rowling revela ter conto de fadas guardado

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J.K. Rowling: ela disse "não fazer ideia" sobre se a história será publicada um dia (Stefan Wermuth/Reuters)

J.K. Rowling: ela disse “não fazer ideia” sobre se a história será publicada um dia (Stefan Wermuth/Reuters)

Ao admitir a existência da história, a escritora revelou um detalhe curioso: ele não foi escrito em papel e nem em um computador

Publicado na Exame

J.K. Rowling fez uma nova revelação sobre suas obras em entrevista à CNN. Questionada pela jornalista Christiane Amanpour se era verdade que ela estava produzindo um livro infantil com temática política, ela confirmou que havia, sim, escrito uma história. Mas tem um detalhe: não foi em papel nem em um computador. J.K. Rowling escreveu em um vestido.

“A minha festa de aniversário de 50 anos foi realizada no Halloween e como tema eu pedi para os convidados virem como ‘seu pior pesadelo’. No meu caso, era o de um manuscrito perdido, então escrevi um conto no vestido e usei. Não faço nem ideia se será publicado algum dia, mas no momento está pendurado em algum dos meus armários”, falou Rowling.

No momento, ela está finalizando o roteiro da continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam e revelou no final de 2016 que está escrevendo dois livros diferentes, um deles com o seu pseudônimo Robert Galbraight.

Com Rapunzel rastafári e fadas do acarajé, baiana lança livro inspirado em contos de fadas clássicos com personagens negros

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‘Os Contos de Fadas na Realidade Afro-baiana’ será lançado no dia 7 de julho, em Salvador.

Livro Os Contos de Fadas na Realidade Afro-Baiana será lançado no dia 7 de julho, em Salvador (Foto: Divulgação)

Livro Os Contos de Fadas na Realidade Afro-Baiana será lançado no dia 7 de julho, em Salvador (Foto: Divulgação)

Lílian Marques, no G1

Rapunzel rastafári, fadas do acarajé, príncipe jamaicano, Chapeuzinho Vermelho protegida por um orixá são alguns dos personagens do primeiro livro da escritora baiana Maria Izabel Nascimento Muller. Intitulada de “Os Contos de Fadas na Realidade Afro-baiana”, a obra foi inspirada em clássicos da literatura infantil e tem personagens negros ou que vivem em cenários da Bahia, como o Pelourinho e Chapada Diamantina.

O livro é também definido pela escritora como muvulcultura, uma forma de incentivar as crianças negras, criando uma identificação com os personagens, antes pertencente ao mundo tido como dos brancos.

Após quase 30 anos de escrita, a publicação será lançada no dia 7 de julho, na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, em Salvador, e tem ainda os santos Cosme, Damião e Do’ou, representando os três porquinhos, os irmão João e Maria cantando e dançando ao som do Olodum e da Timbalada. O livro tem também um trecho dedicado ao tema “histórias de baianidade”, no qual a escritora cria histórias divertidas, como o diário de um tênis, as aventuras de um personagem no carnaval da Bahia e a miscigenação dos anjos.

Em entrevista ao G1, Maria Izabel revelou que a ideia de escrever a publicação surgiu há muitos anos, quando ainda era professora da rede pública de ensino da Bahia e viu a necessidade da sensação de pertecimento em seus alunos negros. Maria Izabel trabalhou em escolas de Salvador por 33 anos. Episódios de racismo que marcaram a vida dela também foram determinantes para essa iniciativa. Hoje, aos 68 anos, ela se divide entre Brasil e Suíça, terra natal do marido dela.

“Começou nos idos de 1982, quando passei por uma situação de racismo em uma pós [graduação]. Quando eu comecei a ensinar estudos africanos passei a ter uma nova visão. Descobri que minhas alunas eram fascinadas pelos contos de fadas. Negras, pobres, que não tinham a realidade dos contos de fadas. Depois de estudos, eu fui observando e olhando os livros de contos de fada. Vi que aqui vivemos numa realidade de 80% de negros e [esses contos] não condizem com nossa realidade, mas não sou contra”, afirmou.

A escritora, que também ilustrou o livro, conta que começou a escrever a obra em 1988, ainda com muita insegurança em falar sobre negritude no Brasil. “Era muito difícil”, disse.

Sem perspectivas de publicação, Maria Izabel guardou os escritos do livro, mas compartilhou o trabalho com alguns colegas de escola. “Só foi publicado agora por falta de oportunidades. Me cobraram muito caro na época e para financiar pelos órgãos públicos eu precisava participar de editais”, disse.

Após pouco mais de dez anos, o trabalho de Maria Izabel foi divulgado em alguns jornais de Salvador e em uma edição especial da Revista TV Escola, do Ministério da Educação, mas ainda sem perspectivas de publicação.

“O trabalho ‘fugiu’ das minhas mãos e foi parar nos jornais e revistas. Em 2000, o Ministério da Educação estava buscando por trabalhos inéditos e me procurou. Veio uma delegação do MEC e fui escolhida para representar o povo negro quando o Brasil completou 500 anos”, afirmou.

A escritora afirma que ainda hoje considera que existe um racismo velado no Brasil, mas que o país já avançou muito em relação a isso. Quando teve a ideia do livro, conta Izabel, o tema mal era debatido. “O racismo colonialista se alimenta até hoje. Mas isso tem melhorado muito. Pelo menos, a gente ja tem a coragem de dizer, não tem mais medo. Minha intenção [no livro] não foi fazer uma separação, mas pegar metáfora e escrever numa realidade mais próxima. A literatura é volátil, usei a metáfora da inclusão e não da exclusão. Existem vários caminhos para a gente se incluir”, disse.

O projeto de publicar o livro foi retomado recentemente, em maio 2017. “Minha intenção é, através da venda do livro, dar oportunidade a alguém que está necessitando, fazer um trabalho social, porque ele está agregado à minha carreira, à minha realidade. É uma contribuição, não é uma vaidade minha. Eu vim de uma realidade muito humilde e, graças a Deus, a meus pais, e muita outras pessoas, tive a oportunidade de estar realizando esse sonho”, revelou.

Izabel conta que investiu cerca de R$ 8 mil para publicar 200 exemplares da obra. Cada livro será vendido por R$ 30. Como a escritora não tem vínculo com nenhuma distribuidora, a publicação pode ser adquirida no dia do lançamento. Quem tiver interesse também pode fazer contato com a escritora pelos telefones 71 98806-4872 ou 71 3230-1219.

Maria Izabel define livro como uma forma de incentivar as crianças negras (Foto: Roberto Leal/ Divulgação)

Maria Izabel define livro como uma forma de incentivar as crianças negras (Foto: Roberto Leal/ Divulgação)

Racismo

Ao G1, a escritora Maril Izabel contou uma história marcante de racismo que ocorreu quando ela ainda era criança. Segundo a escritora, à época do ocorrido ela estava com 9 anos e não chegou a perceber com clareza que, junto com três colegas, estava sendo excluída de uma ativdade escolar por ser negra.

“Uma vez uma pró integrou uma turma de teatro e os quatro negros foram excluídos. Eu questionei e, no dia seguinte, ela trouxe um texto muito direcionado aos negros. Vivi com isso por toda a minha vida, me feriu muito. Era uma cantiga que dizia assim: ‘eram quatro pretinhos, todos quatro da Guiné, e deitaram a fugir dançando siricoté'”, disse a escritora cantando o trecho da música.

Mesmo diante da resistência da mãe, que orientou Izabel a não participar da atividade com a cantiga, ela disse que não tinha consciência do que estava ocorrendo e se sentia feliz por poder se apresentar com os colegas. “No dia da apresentação, todos os colegas apresentaram seus pápeis, e nós quatro [negros] ficamos no fundo da sala, ouvimos todos. Quando terminou todos foram embora, só ficou a professora. Eu perguntei da nossa apresentação e ela mandou a gente se apresentar para a sala vazia. Mas isso para mim foi uma alegria tão grande, mas ao mesmo tempo tinha um sentimento que eu não sabia explicar. Só hoje eu tenho noção de que era tristeza, frustação”, relatou.

Sobre a autora

Maria Izabel do Nascimento Muller nasceu em Jacobina, cidade localizada na Chapada Diamantina, onde se formou em Magistério. Após prestar concurso para professor da rede pública de ensino da Bahia, ela se mudou para Salvador, onde fez o curso de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, pela Universidade Católica de Salvador (Ucsal). Depois, Izabel fez pós-graduação em Estudos Afro e Tradição e Cultura, nas Universidades Federal (UFBA) e do Estado da Bahia (Uneb).

Em 2002, casou com um suíço, se aposentou e foi viver no país do marido, onde estudou alemão e trabalhou como voluntária em um programa da Organização das Nações Unidas (Onu). Em 2012, após o marido se aposentar, Izabel voltou com ele para Salvador e o casal começou a viajar o mundo. Juntos, os dois já conheceram mais de 25 países e fizeram alguns cursos de idiomas por onde passaram. Hoje eles se dividem entre o Brasil e a Suíça.

Concurso Cultural Literário (79)

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capa do bem e do mal

LEIA UM TRECHO

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias.

Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são.

Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Vamos sortear 3 exemplares de “A Escola do Bem e do Mal“, superlançamento da Gutenberg.

Para participar, basta responder: Por que os contos de fadas fascinam leitores de todas as idades? (utilize no máximo 3 linhas)

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 5/8 neste post.

Boa sorte! 😉

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Parabéns aos ganhadores: Sol Solange, Krislaynne Oliveira, ShBasilio.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

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