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Novo livro de J.K Rowling, “Morte Súbita” chega ao Brasil na próxima semana

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Publicado no UOL

Livro mais bem vendido no Reino Unido em 2012 e que dividiu a opinião da crítica especializada, “Morte Súbita”, novo romance da autora da saga Harry Potter, J.K. Rowling, chega ao Brasil na próxima semana, com tradução em português.

Editado pela Nova Fronteira e com cerca de 500 páginas, o livro é situado em Pagford, uma cidade aparentemente idílica no sudoeste da Inglaterra e começa com a morte de um vereador local. Essa morte faz com que uma parte dos moradores comece a planejar um esquema para encontrar um substituto que simpatize com a sua causa: libertar a classe média da convivência com um sórdido conjunto habitacional.

O livro aborda questões como a dependência de heroína, prostituição, família monoparental, desejos adolescentes e a religião Sikh, que a autora precisou estudar para escrever. O primeiro capítulo é introduzido por Charles Arnold-Baker, responsável pela Administração dos Conselhos Locais explicando a morte do político. A partir daí, a história da família de três adolescentes começa a ser introduzida.

Rowling explicou em evento para os fãs em Nova York que sua principal preocupação é que as pessoas entendam a moral da trama. “Quero que quando as pessoas comprem este livro, elas entendam porque antes da cena final, estes personagens tomam as decisões que tomam”, conta com suspense.

A autora diz que “continuará matando pessoas” no romance. “Tenho um tipo de obsessão com a morte. Este livro mostra a mortalidade de diferentes pontos de vista. Mas não quero fazer ninguém chorar com ele”, comenta.

“Minha mãe morreu muito jovem, foi uma experiência muito intensa. Minha família era de aristocratas ingleses e velhos, morria gente o tempo inteiro, foi algo que vivi com muita frequência. Este livro fala sobre o externo e o interno. No fim, não é a família o mais importante, mas a mistura da sua religiosidade e moralidade”, conclui a autora.

Romance adulto da autora de “Harry Potter” divide opiniões dos críticos

“‘The Casual Vacancy’ não é uma obra prima, mas não é de todo ruim: inteligente, esforçado, e muitas vezes engraçado”, disse Theo Tait, no britânico Guardian. “O pior que se poderia dizer a respeito, realmente, é que ele não merece o frenesi midiático que o cerca. E quem hoje em dia acha que mérito e publicidade têm algo a ver um com o outro?”

Publicidade, aliás, é o que não faltou no primeiro trabalho de Rowling após os sete volumes da série “Harry Potter”, que venderam 450 milhões de exemplares no mundo todo. Em Londres, muitas livrarias abriram antes do normal para atender à demanda, e nos EUA o livro saiu com uma tiragem inicial estimada em 2 milhões de exemplares.

Andrew Losowsky, do Huffington Post, disse que o romance merecia ser publicado, mas talvez não esteja à altura da expectativa que gerou. “Será que esse livro seria publicado se não fosse pelo nome na capa? Quase certamente (sim). Será que alguém prestaria muita atenção a ele e à sua mensagem? Provavelmente não.”

Mas ele também disse que Rowling, de 47 anos, deveria insistir na ficção adulta, embora a autora já tenha dito que seu próximo trabalho provavelmente será infantil.

“Embora algumas sequências pareçam estar a algumas versões de ficarem prontas, outras são escritas com uma fluência e uma beleza que sugerem que poderia haver mais e melhores obras vindo da sua pena.”

Boyd Tonkin, do Independent, opinou que Rowling se sai melhor na descrição dos personagens mais jovens, ao passo que seus pais às vezes parecem caricaturais. “Toda a turbulência social e hormonal que os últimos volumes de ?Potter’ precisavam cobrir com eufemismos de fantasia aparecem plenamente à vista aqui.”

O conservador Daily Telegraph criticou o tratamento dado à classe média no livro. “Enquanto Rowling dá o devido respeito aos personagens mais pobres e maltratados, subindo na escala social ela fica ocupada entalhando (personagens) grotescos”, escreveu Allison Pearson, que deu três estrelas ao livro.

Rowling é considerada a primeira escritora (ou escritor) a fica bilionária com a venda de livros e direitos para o cinema, mas ela começou a carreira literária, na década de 1990, num momento de dificuldades financeiras, como mãe solteira e desempregada, dependente de benefícios sociais. Ela é uma tradicional apoiadora do Partido Trabalhista.

Mas talvez a crítica que mais desagrade à autora tenha sido a de Monica Hesse, no The Washington Post. “Ao longo de ‘The Casual Vacancy’, eu não conseguia deixar de ter um pensamento dominante, que a devotada fã que existe em mim odeia partilhar, já que tenho certeza de que é o que Rowling mais detesta escutar: esse livro seria um pouco melhor se todo mundo tivesse uma varinha de condão.”

LEIA TRECHO DE “MORTE SÚBITA” 

Luis Fernando Verissimo tem melhora progressiva e sedação é suspensa

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Luis Fernando Verissimo fala durante a abertura da Flip 2012 (4/7/12)Luis Fernando Verissimo fala durante a abertura da Flip 2012 (4/7/12)

Publicado no UOL

Os médicos do hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, suspenderam, na manhã deste domingo (25), a sedação de Luis Fernando Verissimo com o objetivo de retirar os aparelhos que auxiliam a respiração do escritor. O gaúcho de 76 anos, internado com quadro de infecção generalizada, tem melhora progressiva do seu estado de saúde.

Na noite deste sábado, o hospital comunicou que exames detectaram o vírus da Influenza sazonal, a gripe comum. Segundo os médicos que assinam o boletim, Alberto Augusto Rosa, Sandro Cadaval e Eubrando Silvestre Oliveira, a evolução do quadro clínico demonstra que a infecção determinou diversas complicações em função das condições de saúde prévias do paciente.

Verissimo deu entrada no hospital na noite de quarta-feira, após se sentir mal, apresentando sintomas típicos de gripe como dores musculares, febre e cansaço.

Biografia
Verissimo, que é filho do também escritor Érico Verissimo, nasceu em Porto Alegre (RS) em 26 de setembro de 1936. Cronista do cotidiano, o escritor tem mais de 60 títulos publicados e é colunista dos jornais “O Globo”, “O Estado de São Paulo” e “Zero Hora”. Ele publicou seu livro mais recente, a coletânea de crônicas “Diálogos Impossíveis”, em outubro deste ano.

Entrevistado pelo UOL antes de abrir a décima edição da Flip, em julho deste ano, Verissimo, que é saxofonista desde a década de 1950, revelou planos de lançar mais um CD com sua banda Jazz 6, que é considerada “o menor sexteto do mundo” por contar apenas com cinco integrantes.

foto: Adriano Vizoni/Folhapress

Escritor Luis Fernando Verissimo é hospitalizado e está em estado grave

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Luis Fernando Verissimo fala durante a abertura da Flip 2012 (4/7/12)
Luis Fernando Verissimo fala durante a abertura da Flip 2012 (4/7/12)

Publicado no UOL

O escritor Luis Fernando Verissimo, 76, foi internado na quarta-feira (21) no Hospital Moinho de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital nesta quinta, o estado de Verissimo é grave e ele está sedado e dependente de aparelhos.

O boletim é assinado pelo Dr. Eubrando Oliveira, coordenador do Centro de Terapia Intensiva do Hospital.

A assessoria de imprensa do Moinho de Vento não confirma a causa da internação, mas o jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre, afirma que Verissimo tem uma suspeita de infecção.

Biografia
Verissimo, que é filho do também escritor Érico Verissimo, nasceu em Porto Alegre (RS) em 26 de setembro de 1936. Cronista do cotidiano, o escritor tem mais de 60 títulos publicados e é colunista dos jornais “O Globo”, “O Estado de São Paulo” e “Zero Hora”. Ele publicou seu livro mais recente, a coletânea de crônicas “Diálogos Impossíveis”, em outubro deste ano.

Entrevistado pelo UOL antes de abrir a décima edição da Flip, em julho deste ano, Verissimo, que é saxofonista desde a década de 1950, revelou planos de lançar mais um CD com sua banda Jazz 6, que é considerada “o menor sexteto do mundo” por contar apenas com cinco integrantes.

foto: Adriano Vizoni/Folhapress

Adele fala sobre seu peso e vida antes da fama em nova biografia

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A cantora Adele, indicada ao Grammy 2012 (Jason Merritt/Getty Images)


Publicado originalmente na Veja.com

A cantora Adele faz o tipo reservada quando o assunto é sua vida pessoal. Uma das raras exceções à regra está impressa na biografia Adele: The Biography, lançada nesta semana, ainda sem tradução para o português. O jornalista britânico Chas Newkey-Burden extraiu declarações de Adele sobre sua relação com a família, o problema nas cordas vocais que a afastou dos palcos e seu peso.

As curvas de Adele são alvo contante de comentários e críticas. Recentemente, o estilista Karl Lagerfeld chegou a declarar que a cantora é gorda demais, mas tinha um rosto lindo e uma voz incrível. Na biografia, Adele fala pela primeira vez sobre o assunto e diz que vai pensar em perder peso apenas quando perceber que sua vida sexual foi afetada pelas godurinhas a mais. “Li um comentário no meu site que pensei fosse me chatear: ‘piloto de teste para tortas’, mas não me afetou. Sempre lideI bem com meu corpo”, disse a cantora segundo trecho da biografia reproduzido pelo tabloide britânico The Sun.

A publicação também fala das dificuldades financeiras da cantora quando deixou a casa da mãe pela primeira vez, logo após o lançamento do disco 19. A relação com o pai, que abandonou sua mãe grávida, também é abordada.

Quem não lê…

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