Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged falta

Mais dois livros do autor de ‘A parte que falta’ serão lançados no Brasil

0

Reprodução do vídeo em que Jout Jout lê o livro “A parte que falta” – Reprodução

Após ter obra viralizada em vídeo de youtuber, Shel Silverstein está entre mais vendidos do país

Publicado em O Globo

RIO – Depois de ter seu livro “A parte que falta” catapultado para o topo da lista dos mais vendidos após ser lido pela youtuber Jout Jout, o escritor americano Shel Silverstein terá outras obras relançadas no Brasil, anunciou a Companhia das Letras.

O primeiro a chegar será a continuação de “A parte que falta”. Intitulada “A parte que me falta encontra o grande O”, chega às livrarias no dia 13 de abril. De acordo com o release da editora, “leitores de todas as idades vão refletir junto com a parte que falta sobre como podemos nos transformar e descobrir como evoluir nosso amor-próprio”.

Outro livro do autor a ganhar reedição, ” “Leocadio – o leão que mandava bala”, originalmente lançada em 1963.

A editora explica que os relançamentos já estavam previstos, mas ganharam uma outra dimensão após a repercussão do vídeo de Jout Jout, que bateu a marca de 3,5 milhões de visualizações em uma semana. Desde que o vídeo foi ao ar, “A Parte que Falta” alcançou o posto de mais vendido na Amazon, à frente de títulos como “O Poder do Hábito” e “Sapiens”. Como os pedidos das livrarias aumentaram cem vezes nos últimos dias, a editora já pediu uma reimpressão do título.

Silverstein nasceu em 1930 em Chicago, nos Estados Unidos. Seus livros foram traduzidos em dezenas de países, mas só agora se tornou best-seller no Brasil.

Alunos assistirem às aulas no chão ‘fere direitos fundamentais’, diz MPCE

0

Publicado no G1.

Alunos tiveram aulas no chão na quarta (27) em escola de Fortaleza.
MP dá prazo de 10 dias para Secretaria de Educação explicar o caso.

Screenshot from 2016-01-30 08:02:03

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) emitiu nesta quinta-feira (28) ofício à Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza (SME) solicitando que o secretário da pasta, Jaime Cavalcante, justifique o fato de os alunos da Escola Municipal Waldemar Barroso, em pelo menos duas salas de aula, terem assistido ao primeiro dia de aula sentados no chão e utilizando cadeiras plásticas como carteiras. A Prefeitura tem prazo de 10 dias para encaminhar as justificativas ao MPCE.

O Promotor de Justiça Luciano Tonet explica que deixar que uma sala lote sem que as crianças tenham onde sentar fere o princípio da proteção integral de crianças e adolescentes. “O fato pode ser considerado, conforme os direitos preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como violadores dos direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes, quer seja em suas dignidades, quer seja no seu direito a uma educação de qualidade”.

No primeiro dia de aulas, na quarta-feira (27), alunos da Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental (Emeif) Waldemar Barroso, assistiram às aulas sentadas no chão e usando cadeiras de plástico como apoio para livros e cadernos. A falta de estrutura foi flagrada por imagens enviadas ao G1 pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Fortaleza (Sindiute).

Nas fotos, é possível ver a maioria das crianças no chão e escorada nas paredes das salas durante a aula. Uma das alunas apoiou o caderno nas próprias pernas para copiar os conteúdos do quadro.

O diretor do Sindiute, Wellington Soares, afirma que a falta de cadeiras ocorre em outras escolas da capital cearense. “Essa situação mostra a falta de estrutura que está acontecendo em várias escolas da cidade, onde alguns professores estão até abrindo mão de suas mesas para servirem de cadeiras aos alunos”, reclama Soares.

Alunos assistem às aulas sentados no chão em Fortaleza (Foto: Sindiute / Divulgação)

Alunos assistem às aulas sentados no chão em Fortaleza (Foto: Sindiute / Divulgação)

Novas carteiras

Em nota, a Secretaria Municipal da Educação (SME) informou que novas carteiras foram enviadas à Escola Municipal Waldemar Barroso. A SME informou ainda que a carência das carteiras foi “provocada devido ao aumento das matrículas” e que “7.000 novos conjuntos de carteiras foram adquiridos neste ano para as escolas da rede municipal de ensino”.

A secretaria não respondeu se alunos de outras escolas da cidade também estão sem carteiras para assistirem às aulas, como denuncia o sindicato.

O G1 entrou em contato com a direção da escola, que confirmou o recebimento do material e que os alunos devem assistir às aulas em carteiras apropriadas nesta quinta-feira (28).

Autoridades investigam suposto envenenamento de 600 alunas no Afeganistão

0

Estudantes foram levadas a hospitais com náusea, dores e falta de ar; elas teriam inalado gás tóxico

malala

Publicado em O Globo

A polícia do Afeganistão investiga o envenenamento de centenas de alunas na província de Herat. Cerca de 600 meninas de diversas escolas foram levadas a hospitais nas últimas duas semanas com queixas de náusea, dores no corpo e falta de ar. Autoridades acreditam que elas inalaram algum tipo de gás tóxico. Nenhuma estudante morreu, mas muitas estão acamadas, impedidas de ir à escola.

Grupos fundamentalistas islâmicos se opõem à educação para meninas. Em 2012, a estudante paquistanesa Malala Yousafzai, então com 15 anos, foi baleada na cabeça por radicais do Talibã em represália ao blog que ela mantinha e no qual criticava a restrição de ensino ao sexo feminino. Mesmo ameaçada, ela não deixou de frequentar as aulas. Hoje aos 18 anos, Malala e sua família moram no Reino Unido. A jovem recebeu o Nobel da Paz no ano passado.

Também em 2012, o Talibã foi responsabilizado por suspeitos envenenamentos em escolas para meninas, mas eles negaram qualquer culpa no episódio. Da mesma forma, nenhum grupo reivindicou, até o momento, a responsabilidade pelo suposto envenenamento das últimas duas semanas.

Professor universitário é criticado por fazer comentário machista em grupo no Facebook

0

Em conversa com O GLOBO, docente reconheceu o erro e enfatizou que frase não o representa

facha

Publicado em O Globo

O comentário de um professor da Faculdades Integradas Helio Alonso (Facha), no Rio, criou polêmica nas redes sociais. Tudo começou com uma publicação, num grupo fechado para estudantes e alunos da instituição, que perguntava aos membros o que eles achavam da campanha “Homens que amamos”, da marca de esmalte Risqué, cujos produtos foram batizados com nomes como “André fez o jantar”, “Leo mandou flores” e “Guto fez o pedido”. Muitos integrantes do grupo responderam; Entre eles, o docente Pedro Murad escreveu:

“Pena que é um trabalho acadêmico… Eu sugeriria você colocar que isso é falta de sexo mesmo! (pra não dizer falta de pau)”.

A postagem do professor gerou repercussão e uma nota de repúdio assinada por diversos coletivos feministas. Em resposta, o professor afirmou ao GLOBO que não tinha percebido que era um grupo ligado à universidade, que nunca utilizou a rede social para outros fins que não a interação com seus amigos e que a resposta não passa de uma brincadeira que não representa o que ele acredita.

– Eu nunca usei o Facebook dentro do contexto da Facha, como professor. Foi um comentário equivocado. Achei que estava conversando com amigos, estava falando como Pedro, em um contexto de brincadeira. Não como professor. Além disso, o que está lá não representa o que eu penso. A galera que criticou mereceu uma retratação por minha parte. Fiz um texto e publiquei no mesmo grupo onde foi postado o comentário pela primeira vez – afirmou Pedro.

Na nota de repúdio da Pagu – Núcleo Feminista da Facha, a publicação do professor é criticada pelo desrespeito com as mulheres.

“Cremos ser inadmissível que um docente de uma instituição de ensino superior, que confiamos junto ao corpo acadêmico a nos fornecer conhecimento e formação intelectual, reduza uma questão séria, concernente a um curso ministrado na Facha, à uma frase simplista. Estamos extremamente decepcionadas com tal afirmação, uma vez que, diante de uma pesquisa sobre desigualdade de gênero, o professor recorre aos mesmos recursos preconceituosos e justifica pela falta de falo a razão para tal questão. Senhor professor, as mulheres, portanto, estão inaptas biologicamente a serem respeitadas por si próprias, uma vez que não nasceram com tal “pau” que o senhor sugere? Precisamos de relações sexuais com o sexo masculino para, assim, não nos manifestarmos?”, questiona a nota.

Em contato, a Facha não respondeu sobre o episódio.

25 imagens que resumem a sua relação com os professores

0

Quando ele te faz uma pergunta porque pensa que você tá desatento e você acerta.

Rafael Capanema, no BuzzFeed

1. Quando ele te faz uma pergunta e você erra.

1

Via Twitter: @momentoselena

2. Quando ele faz pergunta pros melhores alunos.

Via Twitter: @victorac

Via Twitter: @victorac

3. Quando ele te faz uma pergunta porque pensa que você tá desatento e você acerta.

Via Twitter: @tiago_costa9

Via Twitter: @tiago_costa9

4. Quando ele te faz uma pergunta porque pensa que você tá desatento e você acerta. (2)

Via Twitter: @raafaelacvieira

Via Twitter: @raafaelacvieira

5. Quando ele te faz uma pergunta porque pensa que você tá desatento e você acerta. (3)

Via Twitter: @BatataReal

Via Twitter: @BatataReal

6. Quando ele manda sublinhar.

Via Twitter: @SamuelBeuran

Via Twitter: @SamuelBeuran

7. Quando ele passa filme na aula.

Via Twitter: @realjoaoverde

Via Twitter: @realjoaoverde

8. Quando ele falta…

Via Twitter: @gomeznoiada

Via Twitter: @gomeznoiada

9. …mas tem professor substituto.

Via Twitter: @opaparazzii

Via Twitter: @opaparazzii

10. Quando ele coloca conteúdo a mais na prova.

Via Twitter: @ejuniorls

Via Twitter: @ejuniorls

(mais…)

Go to Top