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Harry Potter e a Criança Amaldiçoada vende 15 mil exemplares em menos de uma semana

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Rocco preparou primeira tiragem de 500 mil livros

 

Rocco preparou primeira tiragem de 500 mil livros

Caio Soares, no Omelete

A expectativa em torno do lançamento da edição nacional de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada reverteu em números impressionantes já nos primeiros dias de venda. Em menos de uma semana, o livro alcançou o topo da lista geral do site especializado PublishNews com 14.551 exemplares.

Com 3.600 exemplares vendidos, o segundo lugar na lista de Infantojuvenil ficou com o Diário de Larissa Manoela, escrito pela atriz mirim conhecida pela série Carrossel. AuthenticGames – A batalha da torre, do youtuber Marco Túlio, completa o pódio da categoria com 1.695.

Na categoria ficção, O Orfanato da Srta.Peregrine para Crianças Peculiares, que foi recentemente adaptado para os cinemas, ficou na liderança com 3.589 livros. A Garota no Trem, outra obra que virou filme, vendeu 3.395. O terceiro lugar ficou com Prometida, de Carina Rissi, com 2.083 exemplares. Confira abaixo o ranking dos 10 livros mais vendidos nas categorias Ficção e Infantojuvenil:

Ficção

Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares, Ransom Riggs (LeYa) – 3.589
A Garota no trem, Paula Hawkins (Record) – 3.395
Prometida, Carina Rissi (Verus) – 2.083
O Homem mais inteligente da História, Augusto Cury (Sextante) – 1.911
Como eu era antes de você, Jojo Moyes (Intrínseca) – 1.778
Depois de você, Jojo Moyes (Intrínseca) – 1.496
A espiã, Paulo Coelho (Paralela) – 1.371
Cidade dos etéreos, Ransom Riggs (Intrínseca) – 1.222
Biblioteca de almas, Ransom Riggs (Intrínseca) – 1.181
Enclausurado, Ian McEwan (Companhia das Letras) – 1.166

Infantojuvenil

Harry Potter e a criança amaldiçoada, J.K Rowling (Rocco) – 14.551
O diário de Larissa Manoela, Larissa Manoela (HarperCollins Brasil) – 3.600
AutenthicGames – A batalha da torre, Marco Túlio (Astral Cultural) – 1.695
Jogada final, RezendeEvil (Suma de Letras) – 1.207
O martelo de Thor, Rick Riordan (Intrínseca) – 1.149
Sinceramente Maísa, Maisa Silva (Gutenberg) – 1.133
Eu fico loko 3, Christian Figueiredo (Novas Páginas) – 921
Todo dia com a Bel, Bel (Única) – 769
Larissa Manoela, Larissa Manoela (Coquetel) – 757
AutenthicGames, Marco Túlio (Astral Cultural) – 676

Esta bebê fantasiada de Harry Potter é a coisa mais bonitinha que você vai ver hoje

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Publicado no Brasil Post

A fotógrafa Kayla Glover não pensou duas vezes quando o assunto era decidir o tema do álbum de fotografia de sua filha de apenas três meses, Lorelai Grace.

Fã da saga de Harry Potter desde criança, ela fez uma sessão de fotos inspirada nos livros e filmes e o resultado foi incrível.

Glover, moradora de Illinois, nos Estados Unidos, é fã da saga desde os 10 anos de idade. Ela conta que sempre quis passar para a filha um pouco das histórias de Harry Potter.

“Eu queria ter certeza que incluiria os livros nas fotos porque eles significam muito para mim e re presentam uma parte feliz da minha infância”, disse Glover ao Huffington Post dos EUA.

O álbum não precisou de uma megaprodução, garantiu a fotógrafa. Além dos livros, que ela já tinha, ela usou decoração de Halloween, um cachecol de Gryffindor e um óculos que ela ganhou quando comprou o quinto livro, muitos anos atrás.

Veja abaixo a sessão de fotos que é o sonho de todos os papais que são fãs de Harry Potter:

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Peter Jackson irá produzir adaptação dos livros de fantasia Mortal Engines

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Realizador de O Senhor dos Anéis e O Hobbit deixará a direção para o seu protegido de longa data, Christian Rivers.

Rodrigo Torres, no Adoro Cinema

Peter Jackson fechou com a Universal o seu próximo projeto cinematográfico — porém, ainda não de volta à direção. O realizador e seu time de confiança realizarão um novo projeto de fantasia e ficção científica: a adaptação dos livros “Mortal Engines”, de Philip Reeve.

Mortal Engines é ambientado numa distopia pós-apocalíptica provocada pela “Guerra dos Sessenta Minutos”, que causou maciça turbulência goelógica. Para contornar terremotos, vulcões e outras instabilidades, o líder Nikola Quercus instala grandes motores e engrenagens que desmantelam cidades próximas e proveem recursos à sua cidade, Londres. A tecnologia se espalha rapidamente e evolui para o que se torna conhecido como “Darwinismo Municipal”.

"Mortal Engines", de Philip Reeve.

“Mortal Engines”, de Philip Reeve.

 

Realizador das trilogias O Senhor dos Anéis, O Hobbit e de King Kong, Jackson assina o roteiro de Mortal Engines com Fran Walsh, sua esposa, e o amigo Philippa Boyens. A direção ficará a cargo de um colaborador de longa data, Christian Rivers, que fará sua estreia na função em longa-metragem.

A Universal produzirá Mortal Engines em parceria com a MRC. As filmagens terão início no segundo semestre de 2017, na Nova Zelândia.

Sete livros para ler enquanto Harry Potter and the Cursed Child não chega

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Para quem ama fantasia, há muitos livros incríveis por aí (Foto: Flickr / Marie Guillaumet)

 

Claudia Fusco, na Galileu

J.K. Rowling explodiu a internet mais uma vez. Na última quarta-feira (10), a autora de Harry Potter anunciou que a peça Harry Potter and the Cursed Child, que se passa dezenove anos depois dos acontecimentos de Relíquias da Morte, vai virar livro – e será vendido a partir de 31 de julho (o dia de aniversário de Harry). Para ajudar a segurar a ansiedade até lá, selecionamos dez livros incríveis que podem ajudar nessa longuíssima espera:

Jonathan Strange e Mr. Norrell, de Suzanna Clarke

Esse é para quem está sentindo saudade do clima britânico, de bruxos poderosos e, é claro, de muita magia. O estilo narrativo de Clarke transporta o leitor diretamente para a Inglaterra no século 19, onde a magia parou de existir… até então. O livro virou série da BBC, que tem uma pegada bem mágica e sombria.

Os Magos, de Lev Grossman

Escola de magia? Tem. Adolescentes problemáticos e indecisos? Tem também. A trilogia de Grossman não esconde suas referências em Harry Potter – há até uma piada com Testrálios no primeiro livro. Mas não espere a sutileza de Rowling ao lidar com dramas da adolescência. Grossman construiu um mundo mágico muito mais sujo, com direito a traições, sexo e drogas.

O Nome do Vento, de Patrick Rothfuss

Rothfuss provavelmente inventou uma das universidades de magia mais legais do universo fantástico, em que professores malucos desenham carinhas tristes na lousa quando os alunos mandam mal no trabalho. Além disso, a trilogia Crônicas do Matador do Rei prende o leitor até a última página por um monte de motivos – entre eles, a narrativa misteriosa de Kvothe, o protagonista. E para quem sente falta de esperar ansiosamente pelo fim de uma série, uma boa notícia: o último livro da saga deve sair este ano (com sorte).

A Bússola de Ouro, de Philip Pullman

Esqueça para sempre a adaptação cinematográfica desse livro. Pullman construiu um universo rico, nebuloso e atormentado que não foi representado com fidelidade nas telas. Há quem diga que a série Fronteiras do Universo é o inverso perfeito de Crônicas de Nárnia; enquanto o segundo é inspirado na Bíblia, Lyra e seus amigos dão vida a uma releitura rica de Paraíso Perdido, de John Milton, que mostra o lado infernal da expulsão de Adão e Eva do paraíso.

Ciclo de Terramar, de Ursula Le Guin

É diferente de tudo o que você já leu sobre escolas de bruxaria. Le Guin é conhecida por sua ficção científica de ponta; ler uma obra de fantasia com o mesmo toque da autora é bem especial. Le Guin bebe muito da fonte de Tolkien na construção de seus personagens e da dinâmica mágica que é estabelecida em Terramar. A parte ruim? O livro está praticamente esgotado – mas deve ser republicado pela Editora Arqueiro em breve.

Livros da Magia, de Neil Gaiman

O jovem protagonista, de cabelos escuros e óculos redondos, descobre que é bruxo – e ele e sua coruja branca como a neve decidem explorar o mundo mágico e os mistérios que os aguardam. Lembrou alguém? Para muita gente, Rowling copiou os quadrinhos de Gaiman na cara dura – mas a autora jura de pé junto que nunca tinha lido as aventuras de Timothy Hunter. Leia por sua conta e veja se são tão parecidos assim.

Animais Fantásticos e Onde Habitam, de Newt Scamander

Você provavelmente já leu, a gente sabe disso. Mas além de ser uma leitura curtinha e deliciosa, o manual indispensável para estudantes de Hogwarts também está virando filme, estrelado por Eddie Redmayne. Pelo jeito, a Pottermania está longe de acabar…

Bônus: livros sobre Harry Potter

Vamos combinar: nada pode substituir Harry Potter. Se você está no clima de conhecer mais o universo do bruxo da cicatriz de raio, uma boa opção é ler sobre ele. Recomendamos alguns: o Conversas com J.K. Rowling, de Lindsey Frasier, recheado de entrevistas com a autora; Harry e Seus Fãs, de Melissa Anelli; e O Mundo Mágico de Harry Potter, de David Colbert, um guia que esmiúça as raízes mágicas e mitológicas da obra de Rowling. Boa leitura!

O que as crianças aprendem com as histórias infantis?

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Estudo mostra que os pequenos conseguem entender a diferença entre o que é real e o que é fantasia

Publicado no A Crítica

Como uma criança entende que a lagarta pode se transformar em borboleta, mas que um sapo não pode virar um príncipe encantado de verdade? De acordo com uma pesquisa publicada no início deste ano, no periódico científico Child Development, essa capacidade começa a se desenvolver bem cedo, por volta dos 3 anos de idade, e está ligada à leitura realizada em casa e na Educação Infantil. Segundo o estudo, os pequenos conseguem entender a diferença entre o que é real e o que é fantasia e conseguem, ainda, aprender informações das histórias para usar em sua vida cotidiana antes mesmo de entrar na escola.

O estudo assinado pelas pesquisadoras Caren M. Walker, Alison Gopnik (Universidade da California, Berkeley) e Patricia A. Ganea (Universidade de Toronto) mostra que a ficção oferece importantes oportunidades para as crianças aprenderem informações que elas não podem experimentar diretamente – especialmente no que diz respeito a fenômenos não observáveis.

As histórias nos ajudam, desde muito cedo, a compreender o mundo que nos cerca. Quando os adultos leem uma ficção, o cérebro realiza um duplo esforço, que é chamado pelas pesquisadoras de “dilema do leitor”: ele tenta separar a histórias em partes para isolar os conhecimentos que pertencem ao mundo real das informações falsas, mas, ao mesmo tempo, tenta incorporar os conteúdos da história para aplicar no mundo real. O mais interessante é saber que esse movimento cerebral complexo começa antes da alfabetização.

No entanto, a ficção infantil varia consideravelmente: muitas histórias são descrições realistas do mundo, enquanto outras são altamente irreais e fantásticas. Como resultado, aprender com histórias representa um desafio único para as crianças em desenvolvimento. Conforme elas vão envelhecendo, explica a pesquisa, essa diferenciação vai aumentando e elas vão ficando mais capazes de usar informações das histórias em suas vidas. Essa capacidade se desenvolve significativamente na Primeira Infância (primeiros 6 anos de vida), assim como aumenta a capacidade de distinguir entre eventos possíveis e eventos impossíveis.

A pesquisa mostra ainda que quanto maior a semelhança entre a imagem mostrada em um livro infantil e um objeto real, mais simples é para a criança distinguir entre os dois. Assim, elas são menos propensas a transferir informações para suas vidas a partir de livros de histórias fantasiosas, com representações que atribuem características humanas e estados mentais a personagens animais, por exemplo, do que fazê-lo com histórias mais realistas. Para elas é mais fácil absorver conteúdos de histórias que representam situações plausíveis do que de histórias em que pessoas voam ou árvores falam, por exemplo.

Embora os resultados demonstrem que os contextos realistas facilitam a absorção de informações, não se pode dizer, de modo algum, que a ficção fantasiosa é prejudicial para o desenvolvimento infantil. Pelo contrário. Pesquisas comprovam que a fantasia pode melhorar o desempenho das crianças em tarefas cognitivas, como avanços no raciocínio dedutivo, na lógica e nas habilidades linguísticas e de narrativa. Ou seja, todos os livros trazem benefícios para as crianças e contribuem e muito para o seu desenvolvimento.

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