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Concurso Cultural Literário (21)

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Neste livro, o célebre frasista e escritor Dirceu Ferreira, colaborador do antológico Pasquim, reúne suas mais divertidas e engraçadas frases sobre o cotidiano brasileiro. Com humor sutil e por vezes ácido, é um brilhante cronista da realidade nacional, já que, ao retratar cenas do dia a dia em suas frases hilariantes e contundentes, consegue promover, ao mesmo tempo, uma reflexão e uma risada. Suas centenas de máximas são acompanhadas de ilustrações do cartunista Nani. Além das frases e das charges, há no livro alguns fac-símiles de cartas e bilhetes de figuras importantes do cenário cultural brasileiro que influenciaram Dirceu e ao mesmo tempo foram influenciadas por seu trabalho, como Carlos Drummond de Andrade, Ziraldo, Henfil, Zuenir Ventura e até mesmo o jogador de futebol Tostão, que assina o prefácio da obra.

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Dirceu era admirado por Millôr, Jaguar e Henfil, que se inspirou nele para criar o personagem Ubaldo, o paranoico. Seus trocadilhos não são meros jogos de palavras.
Zuenir Ventura

Dirceu faz mais de cem frases por dia. Como qualquer ser humano normal. Todas engraçadas, eis a diferença.
Ziraldo

Relaxe e aproveite o mundo imaginário e engraçado de Dirceu. Você vai adorar!
Tostão

O humor de Dirceu faz pensar fazendo rir.
Zuenir Ventura

As frases do Dirceu são humoradas e inteligentemente percucientes, bem afiadas e, como diz Ariano Suassuna, “com memória de cachorro vingativo”.
Mário Sérgio Cortella

Chegando mais um Concurso Cultural Literário!

Para participar é só responder: Qual é a sua máxima favorita no cotidiano? Quem responder concorrerá a 3 exemplares de Máximas do Dirceu. A resposta deve ser de até 2 linhas.

Se for participar pelo Facebook, por gentileza colocar um email de contato.

O resultado será divulgado no dia 25/10, às 17h30 nesse post e também em nosso perfil do twitter: @livrosepessoas.

Boa sorte!

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Parabéns: Beatriz Santos, Mario Marcio Felix e Luciana Estevam.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Contra tédio nas aulas, estudante faz desenhos realistas na perna

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Publicado por UOL

A estudante Jody Steel, 19, encontrou um jeito diferente de combater o tédio durante as aulas em uma faculdade de Boston. A garota faz desenhos realistas nas próprias pernas.

Os desenhos ficaram famosos na internet e chamaram a atenção da mídia nacional. Segundo o site da Emerson College, onde Jody faz o curso de produção de cinema, ela passou a receber propostas de emprego após a divulgação dos desenhos.

A garota contou que começou a desenhar nas próprias pernas por achar o papel “limitado”. O primeiro desenho feito por ela dessa maneira foi o personagem Walter White, da série americana Breaking Bad – o desenho recebeu mais de 530.000 visualizações no imgur.com e foi parar no topo de buscas do Google.

De acordo com o Huffington Post, um professor viu o desenho que Jody fazia durante uma palestra e, ao invés de repreendê-la, o docente pediu que ilustrasse uma antologia editada por ele.

Jody contou ao Huffington Post que leva de 45 minutos a uma hora para terminar os desenhos. Ela se forma no próximo ano e pretende seguir carreira como tatuadora. Os trabalhos da garota podem ser vistos no site www.jodysteel.com.

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas. O primeiro desenho feito por ela dessa maneira foi o personagem Walter White, da série americana Breaking Bad / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Aqui, ela desenhou o ator Aaron Johnson / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Entre os desenhos, está o ator Joseph Gordan Levitt / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Nesse desenho ela retratou Thom Yorke, da banda Radiohead / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Os desenhos ficaram famosos na internet e chamaram a atenção da mídia nacional / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Segundo o site da Emerson College, onde Jody faz o curso de produção de cinema, ela passou a receber propostas de emprego após a divulgação dos desenhos / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. A garota contou que começou a desenhar nas próprias pernas por achar o papel “limitado” / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Ela contou ao Huffington Post que leva de 45 minutos a uma hora para terminar os desenhos / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

Acessório permite ler livros em tablets enquanto se corre em esteiras

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‘Run-n-Read’ faz tela de tablet se ajustar à visão durante corrida. Projeto tenta colocar aparelho à venda por US$ 55 nos EUA.

Publicado no

'Run-n-read' permite correr e ler livros em tablets (Foto: Divulgação/Weartrons)

‘Run-n-read’ permite correr e ler livros em tablets (Foto: Divulgação/Weartrons)

Um acessório promete ajudar quem gosta de correr em esteiras e ler livros no formato digital no iPad, adaptando a tela aos olhos do usuário e facilitando a leitura. Chamado de “Run-n-Read” (corra e leia, em tradução), ele possui um sistema que consegue fazer o texto na tela “pular” em sincronia com os olhos durante a corrida.

O acessório pode ser colocado na cabeça, usando uma faixa, ou na gola da camiseta. Usando um aplicativo, a tela do tablet – que é colocado no painel da esteira –  e o sensor entram em sincronia, fazendo com que, aos olhos do corredor, a tela fique estática na mesma posição, mas, na realidade, ela está acompanhando o movimento dos olhos durante a corrida.

Para avançar uma página, basta tocar uma vez no aparelho e, para retroceder, são dois toques.

O acessório funciona com tablets com sistema iOS e Android e será vendido nos Estados Unidos por US$ 55. A Weartons, que criou o clipe, tenta arrecadar fundos para conseguir lançar o aparelho comercialmente (clique aqui para acessar o site).

 

Após 21 anos, alunos de São Paulo terão lição de casa, nota e boletim

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Karina Yamamoto, no UOL

O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário de Educação César Callegari (PSB) apresentaram, na manhã desta quinta-feira (15), um novo programa para a rede municipal de ensino. Chamado “Mais Educação São Paulo”, o pacote de iniciativas faz clara referência ao programa de ensino integral do governo federal criado por Haddad enquanto ministro.

As escolas públicas municipais terão um novo regimento geral que mudará a rotina dos estudantes e professores: provas a cada dois meses (bimestrais), lição de casa, notas de 0 a 10 e boletim que poderá ser consultado pelos pais na internet.

PROGRESSÃO CONTINUADA EXISTE HÁ 21 ANOS NA REDE MUNICIPAL DE SÃO PAULO

“O ensino na rede municipal de ensino de São Paulo foi organizado em ciclos em 1992, na gestão da prefeita Luiza Erundina de Souza, filiada então ao PT (Partido dos Trabalhadores). Nesse período, o ensino fundamental de oito anos passou a ter três ciclos: ciclo 1, 1º , 2º e 3º anos; ciclo 2, 4º, 5º e 6º anos e ciclo 3, 7º e 8º anos. Em 1998, na gestão de Celso Pitta, o ensino foi reorganizado em dois ciclos: ciclo 1, correspondendo aos quatro primeiros anos do ensino fundamental, e ciclo 2, aos quatro últimos anos.”

Márcia Aparecida Jacomini, no artigo “Por que a maioria dos pais e alunos defende a reprovação?”

“[O programa] procura resgatar ideias boas e velhas e [acrescentar] ideias boas e novas”, afirmou o prefeito Fernando Haddad. “[É uma] combinação virtuosa, com resgate de uma escola que passou por um suposto processo de modernização.”

Segundo diagnóstico da Prefeitura, apenas 34% dos alunos apresentam conhecimento adequado ou avançado em português e 27% em matemática. Na 8ª série, 23% estão com nível adequado e avançado em português e 10% apresentam esse resultado em matemática.

As mudanças passam a valer a partir de 2014 e o texto está sob consulta pública (com recebimento de sugestões de mudança) até o dia 15 de setembro.

Há 21 anos, o município havia implantado a chamada progressão continuada, uma concepção em que não há reprovação todos os anos e existem ciclos — a ideia é que os alunos têm diferentes ritmos e tempos para a aprendizagem.

Ideias “velhas”
A retenção (reprovação) dos alunos poderá acontecer em cinco momentos — atualmente, ela só é possível ao final do 5º ano (antiga 4ª série) e ao final do 9º ano (antiga 8ª série). Com as mudanças propostas, um estudante da rede municipal pode ser reprovado ao final dos 3º, 6º, 7º, 8º e 9º anos.

“Em dois ciclos, havia pouca possibilidade de retenção. [E isso] para mim é ruim porque o aluno perde a referência, o aluno acaba não conseguindo acompanhar seu desenvolvimento no tempo”, afirmou Haddad.

Os alunos também passarão a ser avaliados com notas de 0 a 10 em vez de receberem conceitos como “suficiente” e “insuficiente” — a média para ser aprovado deve ficar em 5, segundo Callegari.

“Boletim, prova e lição de casa são a melhor estratégia para envolver a família”, disse Haddad. “São elementos centrais que se perderam [com o tempo]”.

Ideias “novas”
Junto ao retorno de práticas consideradas tradicionais, o governo municipal propõe algumas novidades. As medidas que vão interferir mais diretamente na rotina dos estudantes são a mudança da composição e caráter dos ciclos e a permanência da figura do professor de sala no 6º ano (antiga 5ª série quando os estudantes passam a ter diversos professores em vez de um único responsável pela turma).

A divisão dos anos de escola ficará assim:

Ciclo da alfabetização: vai do 1º ao 3º ano (do antigo pré à antiga 2ª série) e tem como objetivo a alfabetização dos estudantes

Ciclo interdisciplinar: será composto dos 4º, 5º e 6º anos e, como o nome sugere, terá ênfase na abordagem interdisciplinar dos conteúdos (ou seja, um mesmo tema será estudado nas diversas matérias) em projetos. Há previsão de docentes para o desenvolvimento dos projetos

Ciclo autoral: reunirá os anos entre o 7º e o 9º e a intenção é que o estudante esteja preparado para articular os conhecimentos adquiridos de maneira individualizada. Ao final do 9º ano, será elaborado um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), um tipo de produção que é mais usual no ensino superior

Ao manter apenas um professor para as aulas de por português e matemática no 6º ano (antiga 5ª série), a intenção é “fazer uma transição mais suave” entre o os anos iniciais e finais do ensino fundamental. As avaliações nacionais mostram queda no desempenho dos alunos no fundamental 2 — fase considerada de difícil adaptação para o aluno que deixa de ter um professor de classe e poucas matérias para uma rotina com diversos docentes e disciplinas novas como biologia e história.

A adesão mais ampla ao programa federal de educação integral (Mais Educação) e a implantação de uma rede de formação de professores com cursos semi-presenciais (por meio de um outro programa federal, a UAB – Universidade Aberta do Brasil) são outras “ideias boas e novas” na concepção do “Mais Educação São Paulo”.

Filha de Chico Mendes prepara livro com biografia do pai

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Entrevista para documentário inédito serviu de base para Elenira Mendes. Livro faz parte da celebração à memória do líder seringueiro

Eduardo Duarte no G1

Chico Mendes livro (Foto: Arquivo de família)

Chico Mendes e os filhos Elenira e Sandino (Foto: Arquivo de família)

O ano de 2013 marca os 25 anos da morte do líder sindical Chico Mendes. Para celebrar sua memória, a filha do sindicalista, Elenira Mendes, prepara um livro biográfico com base em uma entrevista inédita que Chico Mendes concedeu à documentarista norte-americana, Miranda Smith, meses antes de morrer, em 1988.

O material foi gravado em VHS poucos meses antes do assassinato de Chico Mendes e contém mais de 1 hora de uma conversa informal que, segundo Elenira, conta toda a trajetória do pai, desde a infância até suas expectativas para o futuro. “Ele faz uma retrospectiva de toda sua jornada, de uma forma muito singela, à beira da janela”, diz.

Elenira Mendes (Foto: Arquivo pessoal)Elenira Mendes conta detalhes do livro sobre o pai
(Foto: Arquivo pessoal)

De acordo com Elenira, durante a entrevista, Chico Mendes fala do seu engajamento na luta em defesa da floresta e dos seringueiros e de sua preocupação em dar continuidade ao seu legado. “Ele fala que a luta não devia parar e da responsabilidade que os filhos dele e dos seringueiros deviam ter no futuro”.

Elenira conta ainda que o material cedido por Miranda Smith é o mais completo sobre a vida de Chico Mendes. “Muita coisa existe sobre ele [Chico Mendes]. Uma entrevista aqui, um vídeo e um áudio ali, mas nunca foi produzido algo onde ele pudesse dizer o que realmente queria”, comenta.

O documentário começou a ser produzido após Chico Mendes chamar a atenção da mídia internacional para a causa da defesa da Floresta Amazônica e dos prêmios internacionais que recebeu como o Global 500, da ONU, em 1987.

O livro deverá ser publicado no início de 2014 e com base no material que recebeu de Miranda Smith, Elenira pretende também finalizar o documentário e lançar, posteriormente, o filme com essa entrevista.

O livro está em fase de revisão e faz parte das celebrações à memória de Chico Mendes após os 25 anos de sua morte. “Depois de 25 anos, não podemos perder a essência da mensagem que Chico Mendes deixou para o mundo”, concluiu.

Morte de Chico Mendes
O líder seringueiro e ambientalista Francisco Alves Mendes, conhecido por Chico Mendes, morreu em 22 de dezembro de 1988, ao 44 anos, com um tiro no peito, em sua casa, no município de Xapuri (AC).

Defensor do meio ambiente, Chico Mendes já havia denunciado ameaças de morte em função de sua intensa luta contra o desmatamento e pela preservação da Amazônia.

Em dezembro de 1990, a Justiça condenou os fazendeiros Darly Alves da Silva e Darcy Alves Ferreira (filho de Darly), a 19 anos de prisão, pela morte do seringueiro.

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