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Paula Pimenta, a fazedora de leitores

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Afonso Borges, em O Globo

Uma fazedora de leitores. Esta é Paula Pimenta. O livro “Fazendo Meu Filme” teve uma aceitação tão forte entre os adolescentes que virou série, já no quarto volume. E sabem quantas páginas tem cada um dos livros? Entre 300 e 400 páginas. Desde 2008, praticamente sem publicidade, contando apenas com suas redes sociais, Paula Pimenta vem fazendo com que jovens ataquem furiosamente calhamaços de 400 páginas, com o vigor de leitores contumazes.

Chega agora à marca inacreditável de um milhão de exemplares vendidos somente pela Editora Autêntica. Mas é um número parcial. Somados os títulos da sua outra editora, a Galera Record, sobre para 1.250.000 livros vendidos. E a belorizontina Paula Pimenta já está no mundo. Foi editada em Portugal, Espanha e em toda América Latina. Tem, até o momento, 14 livros publicados e dois contos em coletâneas.

E sua vida profissional é de pop star das letras: não existe um só lugar no País, hoje, onde Paula Pimenta vá e não atraia multidões. Mas aí o ponto: são fãs, sim, do ramo da fama. Mas são fãs leitores. E este é o maior mérito de Paula Pimenta: além da qualidade dos seus livros faz o que pouca gente faz, no mundo das letras: cria novos leitores. E isso é indispensável. Viva Paula Pimenta, fazedora de leitores.

Escritora Paula Pimenta fala do passado, presente e futuro

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A escritora mineira Paula Pimenta durante entrevista exclusiva para o CORREIO de Uberlândia na quinta-feira (24) (Foto: Cleiton Borges)

A escritora mineira Paula Pimenta durante entrevista exclusiva para o CORREIO de Uberlândia na quinta-feira (24) (Foto: Cleiton Borges)

Pablo Pacheco. no Correio de Uberlândia

Ela foi cantora de bar, professora de violão, pensou em seguir as carreiras de publicitária e de jornalista, mas foi realmente na literatura que se encontrou. E foi também na literatura que milhares de leitores encontraram o talento da escritora mineira Paula Pimenta, de 40 anos, atualmente integrante da lista dos autores mais vendidos no país.

O primeiro livro, a coletânea de poemas “Confissão” (Gutenberg, 80 páginas, R$ 27,90), foi lançado em 2001, com a primeira tiragem feita de forma independente e com a ajuda do pai da escritora. Porém a autora mineira só percebeu que a literatura poderia se transformar no “ganha-pão”, com aquela que considera sua primeira obra: “Fazendo meu filme” (Gutenberg, 336 páginas, R$ 34,90), de 2008. O livro vendeu 1 mil exemplares somente com a divulgação boca a boca entre os primeiros fãs.

O resultado da descoberta pode ser traduzido em números: a soma da venda dos 17 livros já lançados por Paula Pimenta, entre os meses de setembro de 2008 e 2015, já ultrapassa a marca de 980 mil exemplares.
Enquanto comemora os 7 anos do lançamento do primeiro volume de “Fazendo meu filme”, completados na quinta-feira (23), permanece em viagem para o lançamento de “Fazendo meu filme em quadrinhos 2 – Azar no jogo, sorte no amor?” (Nemo, 88 páginas, R$ 29,90) – com uma turnê que passou por Uberlândia, na sexta-feira (24) –, Paula Pimenta não para de produzir e, claro, brindar os fãs com obras inéditas.

Entrevista

Agenda cheia

Além do segundo volume de quadrinhos, somente neste ano, a escritora lançou “Minha vida fora de série – 3ª temporada” (Gutenberg, 424 páginas, R$ 37,90), “Cinderela pop” (Galera, 160 páginas, R$ 25) e “Um ano inesquecível” (Gutenberg, 400 páginas, R$ 37,90), coletânea de contos que Paula Pimenta assina com as amigas-autoras Babi Dewet, Bruna Vieira e Thalita Rebouças. Em outra coletânea, “O Livro das Princesas” (Galera, 288 páginas, R$ 35) a escritora mineira faz uma releitura da história de Cinderela, ao lado de autoras também consagradas: Meg Cabot, Lauren Kate e Patrícia Barboza.

Paula por Paula

A entrada da escritora Paula Pimenta no universo da literatura infantojuvenil se deu em 2008 com o estouro de “Fazendo meu filme”, que narra as aventuras da jovem Estefânia Castelino Belluz, a Fani, e que ganhou três continuações.
Lançado em inglês, espanhol e português de Portugal, “Fazendo meu filme” foi, na realidade, apenas o início de uma história que tem rendido admiração e continuações na vida de Paula Pimenta. Em entrevista exclusiva ao CORREIO de Uberlândia, onde se hospeda na casa de uma amiga da época de faculdade, a autora nascida em Belo Horizonte revela que desde a adolescência, passando pelas faculdades de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, a literatura sempre foi um bichinho adormecido à espera dos primeiros “likes”. Em sua conta no Twitter (@paulapimenta), a escritora mantem o contato direto com os milhares de fãs, enquanto tenta tempo para escrever e manter a paixão pela leitura.

O namoro com a Literatura

Eu sempre escrevi poemas e mantive fielmente um diário na minha adolescência. Comecei a fazer o curso de Jornalismo na PUC Minas de Belo Horizonte porque achava que era a profissão que mais se aproximava do meu gosto pela leitura e a escrita. No meio da graduação, troquei para o curso no qual me formaria, Publicidade e Propaganda, também na PUC Minas. Em 2001, de forma independente e com a ajuda de meu pai, publiquei meus poemas no livro “Confissão”. Após a publicação, fui estudar escrita criativa em Londres e tive tempo para escrever “Fazendo meu filme”.

Meu reino por uma editora

Com o livro pronto, em 2006, continuei a trabalhar como professora de violão e publicitária, além de fazer apresentações como cantora em bares de Belo Horizonte, enquanto corria atrás de uma editora que pudesse publicar “Fazendo meu filme”. Cheguei a ouvir de um editor que “adolescentes não leem livros grossos”. Até que a Gutenberg topou a publicação e, em 1 ano, a primeira tiragem vendeu 1 mil exemplares por meio do boca a boca e do automarketing que eu fazia no saudoso orkut. A segunda tiragem vendeu 3 mil exemplares em 3 meses. Foi então que os leitores começaram a pedir a continuação (mais…)

Mineira desbanca livros de colorir e assume topo de lista de mais vendidos

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Elemara Duarte, no Hoje em Dia

Isabela– “Quem se ama, se basta. Sou uma conselheira, uma amiga através dos livros”

Isabela– “Quem se ama, se basta. Sou uma conselheira, uma amiga através dos livros”

A escritora que mais vende livro no país é mineira. A novidade na lista, pelo balanço referente à última semana do mês de agosto, vem de Juiz de Fora, com a autora Isabela Freitas. Isso na categoria “Geral” da tradicional lista do mercado editorial Nielsen PublishNews.

Com o livro “Não Se Iluda, Não” (Editora Intrínseca), Isabela desbancou o best-seller colorível “Jardim Secreto” (de Johanna Basford, Editora Sextante), lançado no Brasil no ano passado e que tem se firmado no alto da lista pelo menos desde o início de 2015.

Como se não bastasse, Paulo Coelho, o escritor que mais sabe destas delícias de ser um autor muito lido, soube da história e mencionou o feito da garota de 24 anos no seu Twitter. “Palmas para a brasileira que conseguiu desbancar estrangeiros nas listas dos mais vendidos!”, disse o autor.

De papo com o ídolo

“Gente, não acredito!”, disse Isabela, ao saber da repercussão pela fala do “Mago” sobre a marcante venda de 26.820 exemplares do livro que escreveu na Zona da Mata mineira.

“Eu cresci junto dos livros. Desde pequena sempre li demais. A maior alegria da vida era ter um livro novo. Lia Umberto Eco, André Vianco e li Paulo Coelho também. Eu ainda era criança. Via aquele escritor no final da página e falava: pessoa inatingível. Agora, os meus sonhos se realizaram e de uma forma natural”, diz ao Hoje em Dia.

Sem sofrer

Isabela, em seu segundo livro, dá sequência às histórias dos personagens do livro “Não Se Apega, Não” (2014). São histórias de namoro adolescente, mas com um diferencial. Isabela ensina que a cabeça até que pode ficar nas nuvens em um romance – mas desde que os pés permaneçam firmes no chão. Sim, a paixão pode ser racional.

E de onde vem esta clareza para viver? “Desde pequena sempre fui muito bem resolvida. Quando adolescente, terminava um namoro e deixava”. E quando começou a escrever na internet, lembra, focava sempre nos assuntos da autoestima. “Com os livros, procurei manter isso”, afirma. “Sofremos muitas vezes com relacionamentos que não tinham nada a ver com a gente”, ensina.

Mãe é mãe

A escritora que mais vende livro hoje no Brasil mora em Juiz de Fora com os pais. Lá onde nasceu e cresceu, de vez em quando, algumas fãs a esperam na porta da academia para tietar. Mas nada que precise de uma equipe de seguranças. “Mas eu penso em sair, sim. Eu tenho um blog e trabalho com publicidade. Se eu morasse em São Paulo seria melhor”, diz.

Por enquanto, ela fica em Juiz de Fora e a culpa é da mãe dela. Mãe mineira, sabe como é… “Ela fala: ‘Ai, não vai não’. Ela faz tudo para mim. E não é porquê eu peça, ela que faz questão. E fica com o coração partido quando falo isso”. Isabela tem uma irmã mais nova.

Paula Pimenta

NA LIDERANÇA – Outra mineira, Paula Pimenta emplacou nove livros na
lista Nielsen PublishNews em agosto. Leo Drumond/Divulgação

Paula Pimenta lança ‘Fazendo Meu Filme em Quadrinhos 2’

A iniciante?e já consagrada carreira de Isabela Freitas no mundo dos best-sellers parece que segue os passos de outra mineira, a belo-horizontina Paula Pimenta que, aos 40 anos, possui 15 títulos e já vendeu quase 1 milhão de livros.

Ambas estarão na 17ª Bienal Internacional do Livro Rio. Isabela Freitas, nesta sexta-feira, dia 11, e Paula Pimenta, volta no dia 12 – ela esteve por lá no dia 5. Mais uma fila de fãs enlouquecidos certamente vai aguardá-las. Na última semana, as 450 senhas para autógrafos com Paula se esgotaram. No evento, ela lança seu 15º livro: “Fazendo Meu Filme em Quadrinhos 2”.

Entre os 20 mais lidos

Na lista Nielsen PublishNews, Paula é considerada a autora “número um” quando se trata da quantidade de livros. Ela emplacou nove livros em agosto, e na soma geral dos 20 mais lidos.

“Em 2014, neste mesmo ranking, fui a autora que mais vendeu livro no Brasil”, lembra. Além disso, acrescenta, em julho, 11 livros dela ficaram entre os 20 mais lidos do Brasil.

Mas Paula, como é a relação entre vocês duas – as autoras mais lidas? (mais…)

Livro “Fazendo Meu Filme 2” de Paula Pimenta: 8 lições sobre intercâmbio para aprender na história

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Na obra, a mocinha Fani sofre bastante quando chega para morar em um novo país, mas depois de um tempo ela deixa o medo de lado e se joga!

Publicado no Purebreak

Você já viu o que rolou lá no primeiro livro da série queridinha da Paula Pimenta, “Fazendo Meu Filme”, e se você achou que ali foi complicado, não sabe o que vem por aí! Na segunda aventura de Fani, a heroína da história vai fazer o tão falado intercâmbio na Inglaterra e ao chegar lá ela chora, e chora demais! Mas chega uma hora que tem que parar, né?

E ela desapega e se diverte tanto, que quando volta morre de saudades das aventuras que viveu durante esse ano que passou longe do Brasil. E, inspirados pelas emoções da mocinha, o Purebreak resolveu pegar tudo que ela conquistou em sua viagem e colocar aqui como dicas para você que sonha ou que vai fazer um intercâmbio. Se liga!

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Explore novos lugares

Aproveite ao máximo o tempo que você tem em um lugar que é completamente desconhecido! A Fani viajou, explorou, conheceu e viveu experiências incríveis nos ambientes mais diferentes e interessantes que conseguiu. E, como ela, algumas pessoas que passaram por isso dizem que essa é a melhor parte.

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Estude bastante, se dedique!

Afinal, não é esse o principal objetivo dessa sua aventura? Claro que você deve se divertir bastante e ter o momento da sua vida, mas também saiba que o conhecimento é o seu bem mais precioso. Enjoy it!

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Faça amigos

Na hora que a saudade apertar, eles são as pessoas que mais vão tentar te fazer sorrir e te dar aquele abraço apertado que você precisa. No caso da Fani, ela encontrou isso na brasileira Ana Elisa e até mesmo em sua “irmã” Tracy. Inclusive, a amizade com elas continuou até quando ela voltou para o Brasil.

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Dê abertura para a sua família estrangeira

Na maioria dos intercâmbios, os jovens são hospedados por uma família que oferece a sua casa para que você possa fazer parte do dia a dia deles, como se fosse um dos filhos. Em “Fazendo Meu Filme 2”, a Fani encontrou uma família incrível esperando por ela no aeroporto e, depois que começou a criar intimidade, ela se deu tão bem com eles no dia a dia, que até chorou quando voltou pra casa!

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Não fique preocupado com o que estão fazendo sem você

Nada de sentar no sofá e ficar pensando: “O que será que a minha melhor amiga está fazendo agora?”. Isso só vai fazer você se sentir desconfortável onde está e querendo voltar pra casa, e vamos combinar, não foi pra isso que você viajou pra tão longe, né? Com a mocinha do romance da Paula Pimenta isso aconteceu, e ela só aproveitou de verdade quando deixou essa bobeira de lado.

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Desapegue um pouco do Brasil, mas mantenha contato

Ninguém tá falando pra você ignorar completamente sua família, mas não fique toda hora falando com eles e dizendo que sente falta de estar junto. Ligue uma vez por dia e conte (mais…)

Filme que concorre ao Oscar é inspirado por obras de Stefan Zweig

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Em 22 de fevereiro, há 73 anos, autor deixou carta de adeus em Petrópolis.
O “Grande Hotel Budapeste” concorre em nove categorias.

Publicado no G1

 

O filme “O Grande Hotel Budapeste” concorre neste domingo (22) ao Oscar, em 9 categorias. A história é baseada nos livros do autor austrí­aco Stefan Zweig, que passou os últimos dias de sua vida em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, com a mulher, Lotte. Um museu aberto na Cidade Imperial, 73 anos depois da morte deles, registrada entre 22 e 23 de fevereiro, conta a história do escritor, considerado um dos maiores do mundo.

Casa onde autor morreu virou museu em Petrópolis (Foto: Reprodução / Inter TV)

Casa onde autor morreu virou museu em
Petrópolis (Foto: Reprodução / Inter TV)

O museu foi criado em julho de 2012, e o acervo atrai visitantes de todas as partes, principalmente, pela curiosidade envolvendo o mistério da morte do casal. Foi em Petrópolis que Zweig e Lotte encontraram a paz que precisavam ao se refugiar da Segunda Guerra Mundial, mas também foi na cidade que eles resolveram dar um fim a própria vida, tomando uma overdose de medicamentos. No museu, está exposta a carta de despedida deixada por eles, datada no dia 22 de fevereiro de 1942, cinco meses depois da assinatura do contrato de aluguel da casa.

O historiador, Joaquil Eloy, conta que o autor escolheu Petrópolis pelo clima semelhante ao de sua terra natal, mas a paz durou pouco.

“Quando ele recebeu a informação de que havia navios brasileiros na costa sendo bombardeados pelos alemães e quando, imediatamente, o presidente Getúlio Vargas fez a declaração de guerra à Alemanha, Stefan Zweig pensou, certamente: ‘a guerra chegou até aqui e eu não tenho mais para onde ir’. Então, ele preferiu esse caminho, da morte”, explica o historiador.

A estudante austríaca Katharina Wegerer fez uma visita à última moradia do escritor conterrâneo e gostou de ver o espaço bem conservado e a história preservada.  Os intessados em conhecer a Casa de Stefan Zweing podem visitá-la de sexta a domingo, das 11h às 17h, com entrada franca. A casa fica na Rua Gonçalves Dias, 34, no bairro Valparaíso.

Inspiração para o cinema e teatro
Em Petrópolis, Stefan Zweig escreveu apenas um livro, sendo um grande tabuleiro de Xadrez a única referência dessa história, como conta a gerente da casa, Dora Martini. Ela confirma que ele escreveu o livro todo ali, e que depois virou peça de teatro na França e um filme na década de 60. Mas ao longo dos anos, muitos diretores de cinema e roteiristas se inspiraram na obra de Zweig, tendo, atualmente, cerca de 60 filmes baseados em seus livros, um deles é “O Grande Hotel Budapeste” que concorre ao Oscar neste domingo (22). A cerimônia será exibida pela TV Globo, logo após o Big Brother Brasil.

Autor passou fim da vida exilado no Brasil (Foto: Reprodução / Inter TV)

Autor passou fim da vida exilado no Brasil
(Foto: Reprodução / Inter TV)

O Filme
O Grande Hotel Budapeste concorre ao Oscar em nove categorias, incluindo a de melhor filme. O diretor e roteirista Wes Anderson declarou que duas obras de Zweig inspiraram o roteiro: os livros “O mundo que eu vi” e “Cuidado da piedade”.

A narrativa do filme lembra a do escritor: conta uma história dentro de outra história. Três personagens fazem referência a Stefan Zweig, entre eles o gerente do Grande Hotel Budapeste, figura central da trama, e o escritor, que narra a historia, Jude Law.

A estudante carioca Ana Luiza de Carvalho, durante uma visita ao museu em Petrópolis, assistiu ao filme e lembrou das cores fortes e dos personagens marcantes e grotescos.

“Todos têm detalhes muito característicos. Tem o bigodinho do ajudante dele, do menino indiano que trabalha com ele”, destacou.

No final da trama, o diretor do filme atribui a inspiração ao escritor austríaco, que passou os últimos dias em Petrópolis, fazendo um agradecimento à sua obra genial.

 

Obras do autor inspiraram roteiro do filme O Grande Hotel Budapeste (Foto: Reprodução / Inter TV)

Obras do autor inspiraram roteiro do filme O Grande Hotel Budapeste (Foto: Reprodução / Inter TV)

 

Casa onde autor morreu virou museu em Petrópolis, no RJ (Foto: Reprodução / Inter TV)

Casa onde autor morreu virou museu em Petrópolis, no RJ (Foto: Reprodução / Inter TV)

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