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Posts tagged Feira Do Livro

Teresópolis, RJ, recebe primeira Feira do Livro nesta semana

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Feira do livro vai até o dia 30 de janeiro em Teresópolis (Foto: Ascom Teresópolis | Divulgação)

 

Evento ocorre na Calçada da Fama e terá shows e contação de histórias até o dia 30 de janeiro.

Publicado no G1

Teresópolis, na Região Serrana do Rio, recebe a primeira Feira do Livro nesta semana. O evento começou nesta segunda-feira (8), na Calçada da Fama, na Várzea, e terá shows e contação de histórias até o dia 30 de janeiro.

“Nossa ideia é trazer a cultura a preços acessíveis, para incentivar a leitura em todas as classes sociais”, explica um dos expositores da feira, Michel Abreu.

De acordo com a Secretaria de Cultura de Teresópolis, a Feira do Livro, promovida pela Associação Brasileira do Livro, tem também a participação de livrarias da cidade.

Segundo o expositor Joaquim Pereira, 80% dos livros vendidos são usados e têm preços atrativos. “O público está gostando”, comentou.

O evento agrada aos leitores, como Mariana Neves, de 18 anos, que estava olhando os exemplares e contou que lê mais de dez livros por ano. Quem também gostou da iniciativa foi Luís Carlos dos Santos, de 45 anos.

“Eu encontrei na feira alguns livros de filosofia e continuei pesquisando outros títulos. A feira está muito boa”, afirmou.

Conheça o escritor que vendeu apenas um exemplar na Feira do Livro

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Obra sobre educação teve apenas um comprador

Em 2013, o autor esteve na Câmara de Vereadores divulgando o livro Foto: Ederson Nunes / Câmara de Vereadores

Em 2013, o autor esteve na Câmara de Vereadores divulgando o livro
Foto: Ederson Nunes / Câmara de Vereadores

Jorge Barcellos, no Zero Hora

A Feira do Livro terminou e a expectativa é de que tenha batido o milhão de visitantes e milhares de livros vendidos. Em 2013, foram 420.384 livros comercializados e 643 sessões de autógrafos. É um sucesso. Ainda não saíram os recordistas de vendas deste ano, mas se eu posso zoar, posso falar que sou o recordista em “não vendas”: vendi um único exemplar de Educação e Poder Legislativo, obra de minha autoria lançada pela Aedos Editora na Feira do Livro no último dia 14.

O presidente do Legislativo, Professor Garcia, a quem sou imensamente grato, foi o único vereador que compareceu à sessão de autógrafos. Poderia ter pedido cortesia, mas preferiu pagar. Vou votar nele na próxima eleição. Ele se preocupa com a responsabilidade da Câmara com a educação. Não é à toa: antes de ser presidente do Legislativo, ele é professor.

Não fico triste: milhares de autores escrevem e sequer conseguem publicar. Publicar já é um feito face à indústria em que se transformou o meio. Se não tem apelo, se não tem uma grande editora, uma grande capa e o apoio da mídia, você não vende. O meio é fechado porque visa ao lucro. Espaços alternativos são raros. Autores iniciantes têm pouca chance. As leis do meio são cruéis. Publicar pela primeira vez, uma odisseia. Publicar um livro técnico no universo dominado pelos best-sellers, uma temeridade. Publicar um livro já foi uma arte, mas hoje cede à lógica da mercadoria na sociedade de massas.

Pior é a autopublicação, um buraco negro, porque a obra pode ou não vender. É o meu caso. Claro que a agenda dos vereadores é cheia, afinal são apenas 36 vereadores para uma cidade de 1 milhão e meio de habitantes com demandas imensas. Eu apenas lamento sua ausência, são os principais interessados.

Mas a questão é outra. O caso serve para refletir sobre as nossas práticas. Dizemos a todo instante que nos preocupamos com a educação. Dizemos que as instituições públicas devem ser chamadas à responsabilidade. Na primeira oportunidade que uma instituição e a sociedade têm para refletir sobre o papel de seu Legislativo, ela se ausenta. Por quê? Porque, na verdade, vivemos correndo e escondemos o fato de que não temos tempo para ler. Preferimos os livros pequenos, de letras enormes e imagens grandes. A cultura visual afeta o público leitor, ela transforma o livro numa mercadoria para colocar nas estantes e parecer culto.

Se um livro sobre as políticas públicas de educação que se produzem no parlamento não interessa, é porque vamos à Feira do Livro não para comprar os livros que realmente são importantes e que vamos ler, mas porque curtimos apenas o espaço e a sensação de consumir que a Feira provoca. Se for assim, é uma pena.

Brasil levará 70 autores à Feira do Livro de Frankfurt

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O Brasil, em condição de convidado especial do evento, levará mais de 70 autores à cidade alemã

Publicado na revista Exame

Estande de Hong Kong na Feira do Livro de Frankfurt em 2012

Estande de Hong Kong na Feira do Livro de Frankfurt em 2012: entre os 7,1 mil expositores escalados para a edição de 2013, um terço vêm de fora da Alemanha

 Berlim – A Feira do Livro de Frankfurt, que abrirá suas portas ao público no próximo dia 8 de outubro, deverá receber mais de 7 mil expositores de 100 países diferentes nesta edição, enquanto o Brasil, em sua condição de convidado especial, levará mais de 70 autores à cidade alemã.

Durante a apresentação da feira, realizada nesta terça-feira em Frankfurt, o diretor Jürgen Boos declarou que a mostra – a maior do mundo no setor – está se tornando cada vez mais um evento internacional. Isso porque, entre os 7,1 mil expositores escalados para essa edição, pelo menos um terço provém de fora da Alemanha.

Em seu discurso, Boos também ressaltou que, ao longo dos cinco dias de programação, a mostra deverá receber entre 250 mil e 300 mil visitantes.

Segundo o diretor, a feira apresentará 260 títulos relacionados ao Brasil, entre eles 117 de literatura brasileira traduzida ao alemão com ajuda de um fundo especial para o fomento das traduções.

No total, a Feira do Livro de Frankfurt apresentará cerca de 500 atos diretamente relacionados ao Brasil, que, como país homenageado, ocupará o pavilhão especial, um espaço nobre com 2,5 mil metros quadrados.

Entre outros destaques da feira deste ano, Boos citou a tendência de lançamentos na internet, sem a intermediação das editoras, e a criação de novas empresas no setor do livro.

Já Katja Böhne, porta-voz da feira, declarou que o centro de agentes literários virá maior do que nunca nesta edição e também destacou a criação de um próprio espaço voltado para literatura infanto-juvenil.

Além de exaltar a reflexão sobre o vigor do mundo editorial na rede, Katja também falou sobre a aposta da feira por “livros valiosos”, obras com desenhos artísticos e materiais exclusivos, frente aos conteúdos digitalizados.

Cartazes da Feira de Frankfurt riem de estereótipos brasileiros

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Danielle Naves de Oliveira na Folha de S. Paulo

No ano passado, o diretor da Feira do Livro de Frankfurt, o alemão Jürgen Boos, disse que o Brasil não se resumiria a “samba e Ipanema” ao anunciar o país como o homenageado da próxima feira, que acontece de 9 a 13 de outubro.

Mas a imagem vencedora do concurso anual de cartazes organizado pelo evento germânico brinca com a ideia de um “Brasil festivo”: ela estampa um cachorrinho da raça teckel (ou dachshund) vestido a caráter para o Carnaval, acompanhado da frase “Esperando pelo Brasil” em alemão.

O uso irônico do estereótipo é uma das marcas do bem-humorado concurso, que existe desde 2006 e já virou uma tradição do evento.

Karina Goldberg, assessora-executiva da feira e uma das organizadoras do concurso, diz que o teckel “é uma verdadeira instituição, um símbolo alemão relacionado a conforto, estilo, mas também a uma nobreza decadente e fora de moda”.

Para ela, fantasiar o cachorro é transformar um pouco o alemão em brasileiro, tirar-lhe de seu cotidiano e dar mais agito, cor e animação.

Juntamente ao cão carnavalesco, de autoria de Yvonne Winnefeld, mais nove trabalhos foram premiados. Em segundo lugar ficou “Jogador de Futebol”, de Victor Guerrero, que faz uma montagem com Pelé segurando um livro.

A partir de setembro, os pôsteres serão espalhado em parques, estações de metrô, livrarias e cafés da cidade.

Yvone Winnefeld/Divulgação
Cartaz de autoria de Yvone Winnefeld, "O teckel", que surpreendeu o juri ao unir estereótipos dos Brasil e da Alemanha numa só imagem. Cartaz venceu concurso anual de cartazes organizado pela Feira do Livro de Frankfurt, cujo objetivo é dar as boas vindas ao país convidado e criar uma identidade visual bem-humorada do evento
Cartaz de autoria de Yvone Winnefeld, “O teckel”, que surpreendeu o juri ao unir estereótipos dos Brasil e da Alemanha numa só imagem. Cartaz venceu concurso anual de cartazes organizado pela Feira do Livro de Frankfurt, cujo objetivo é dar as boas vindas ao país convidado e criar uma identidade visual bem-humorada do evento

Prefeito peruano admite não ter hábito de ler ao inaugurar feira literária

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Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado por Folha de S.Paulo

O prefeito da cidade peruana de Trujillo, César Acuña, inaugurou a Segunda Feira Internacional do Livro da cidade com a surpreendente confissão pública de que não tem o hábito de ler ou escrever.

“Os que me conhecem de perto sabem que não leio, que nunca escrevo, mas tirei um tempo para estudar alguns textos ontem à noite e poder explicar o que é uma feira do livro”, reconheceu Acuña na sexta-feira durante seu discurso inaugural, informa neste sábado (2/3) o portal do jornal “El Comercio” na internet.

O site diz que esta declaração gerou “assombro, murmúrios e risos” entre os presentes, entre os quais estavam os escritores peruanos Santiago Roncagliolo e Santiago Aguilar e o colombiano Alonzo Salazar, além do presidente da Câmara Peruana do Livro, Jaime Carbajal, e o arcebispo Metropolitano de Trujillo, Miguel Cabrejos.

Acuña, que é fundador e proprietário da universidade particular César Vallejo, declarou que sempre foi vinculado com a educação e que a feira do livro “é uma união entre o povo e a cultura”.

Ao término de seu discurso, o prefeito prometeu que no próximo ano a feira “será muito melhor” e anunciou que vai inaugurar o Centro Cultural Municipal, que ficará no centro de Trujillo, uma das cidades mais importantes do litoral peruano.

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