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A leitura faz você feliz: 10 boas razões para ler mais

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Gisella Meneguelli, no Green Me

Ler não é apenas fundamental: é necessário! Um livro nos coloca em contato com o outro, nos tira de nós mesmos, nos faz lançar um novo olhar para o mundo. Além de ser uma ótima companhia!

Quando lemos, ficamos sabendo sobre assuntos que não conhecíamos ou dos quais sabíamos muito pouco. O nosso repertório cultural se amplia quando entramos em narrativas imaginárias.

A nossa capacidade imaginativa fica mais elástica e menos formatada, sobretudo, quando é tão fácil termos a mão um smartphone com conteúdos selecionados de acordo com o nosso perfil. A leitura de um livro nos dá uma liberdade de trânsito por outros universos culturais com muito mais solidez do que as fórmulas prontas das redes sociais.

Por isso, aqui estão as 10 razões pelas quais vale a pena você ler mais:

1. Os protagonistas das histórias que preferimos estão de alguma forma relacionados com a nossa vida. Alguns estudos sugerem que muitas pessoas se lembram de ter lido pelo menos uma história que tenha mudado suas vidas e que isso leva a mudanças reais no cérebro. Em suma, alguns personagens podem “influenciar” nosso modo de pensar e nosso comportamento. Também por esta razão é importante escolher não casualmente o que se lê ou o que se lê para uma criança.

2. Estreitamente ligado ao ponto anterior, a leitura gera empatia. A leitura, de fato, leva a uma espécie de simulação de experiências sociais e, portanto, a uma maior empatia com os outros, a uma maior criatividade e a um comportamento cooperativo.

3. Regularmente a leitura de romances aumenta a conectividade de diferentes áreas do cérebro, incluindo as associadas ao processamento linguístico e à resposta sensorial primária, o que ajuda a compreender e visualizar o movimento. E, de acordo com o estudo publicado na revista Brain Connectivity, isso permanece mesmo depois de terminar o livro.

4. Ler um livro estende sua vida. De acordo com a pesquisa da Universidade de Yale em New Haven, de fato, os leitores, independentemente do sexo e estilos de vida, vivem dois anos mais do que aqueles que não tocam em uma folha.

5. A leitura ajuda no desenvolvimento das crianças: a leitura em voz alta para os filhos é um hábito precioso porque estimula o cérebro e melhora o desenvolvimento da linguagem.

6. A leitura combina o sono: ler antes de ir dormir é um bom hábito por vários motivos, sendo um deles adormecer mais sereno.

7. Reduz o estresse e previne ansiedade e depressão: estudos epidemiológicos descobriram que muitos pacientes que sofrem de ansiedade e depressão tiveram um declínio nos sintomas ao ler constantemente romances. Por outro lado, também foi demonstrado que a leitura relaxa os sentidos.

8. Ler em voz alta para cães ajuda as crianças. Parece estranho, mas não é. De fato, uma pesquisa mostrou que ler em voz alta para um cachorro pode ajudar as crianças em idade escolar a melhorar suas habilidades de leitura e construir relacionamentos positivos com os livros e a escola.

9. A leitura abre a mente e cura as feridas da alma porque uma história se conecta com o mundo, fornece incentivos para sair de uma dificuldade ou inconveniente, ajuda a enfrentar o medo de falhas e dores e a entender que elas fazem parte da vida.
10. A leitura estimula toda a atividade cerebral e aumenta a conectividade do cérebro, é um remédio para a memória e, em geral, para todas as funções cognitivas.

Ficou convencido de que ler faz bem para o corpo e para a alma? Vale ler romance, poesia, biografia, enfim, qualquer livro que lhe dê prazer, felicidade ou que o faça sair do eixo!

Quem lê por prazer é mais feliz e confiante, diz estudo recente

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O aumento da confiança e a satisfação com a própria vida são alguns dos benefícios da leitura. Você já leu hoje?

Flávia Resende, no Blasting News

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisa de Leitura, Literatura e Sociedade da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, investigou os hábitos de leitura, motivação, critério de escolha dos livros, frequência e efeitos que a leitura causa na vida das pessoas.

A pesquisa, que foi liderada pelo Dr Josie Billington e entrevistou mais de duas mil pessoas, explorou os benefícios emocional, social e psicológico de adultos que leem regularmente por prazer descobriu que as pessoas que leem mais são mais propensas a ficarem satisfeitas com suas vidas.

Encomendada pelos chocolates Galaxy em nome do Quick Reads – programa que produz livros curtos por autores renomados para pessoas ocupadas e que não são leitores menos confiantes -, a pesquisa mostrou que a leitura regular tem a habilidade única de fortalecer o embarque do leitor em jornadas positivas na vida, conectá-los uns com os outros e fazer com que os leitores sintam-se mais confiantes sendo eles mesmos.

Benefícios da leitura

Aumento da confiança

A pesquisa mostrou que os livros podem fornecer a confiança necessária para que busquemos nossos objetivos e tomemos grandes decisões na vida: 36% da população foi inspirada a viajar por causa de um livro e 27% das pessoas foram inspiradas a fazer mudanças positivas na vida – desde leitura à procura de um novo emprego ou terminar um relacionamento ruim.

Remédio para stress

Um terço da população admitiu que gostaria de ler mais, mas são frequentemente distraídos pelo celular ou TV. No entanto, destacando o efeito significante que um bom livro pode ter em nosso contentamento e realização, a pesquisa revelou que mais de um terço das pessoas do mundo escolhe a leitura como um remédio para o stress: 41% dos adultos descobriram que curar as preocupações diárias com uma leitura é melhor do que sair à noite com amigos. Já 35% dos entrevistados revelaram que os livros os trazem mais conforto quando estão se sentindo pra baixo, enquanto 31% escolhem uma taça de vinho e 10% um banho quente.

“Os efeitos positivos que a leitura pode ter em uma sociedade são amplamente documentados e o que tem se fez bem claro nessa pesquisa é que os livros podem nos ajudar a aproveitar as coisas pequenas na vida e sermos mais felizes aceitando nós mesmos como somos”, diz o Dr Josie Billington.

Estudo da Universidade de Roma prova que ler deixa as pessoas mais felizes

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É senso comum dizer que ler faz bem, que proporciona aos leitores inúmeros benefícios intangíveis. No entanto, é difícil encontrarmos estudos que comprovem essas teses. Ou era difícil. Investigadores da Universidade de Roma 3, em Itália, realizaram um trabalho com cerca de 1.100 pessoas para encontrar a resposta para duas questões: «Quem lê livros é mais feliz do que quem não lê?» e «A leitura melhora o nosso bem-estar»? A conclusão, apresentada no artigo «The Happiness of Reading», é bastante clara: os leitores são mais felizes e encaram a vida de forma mais positiva que os não leitores.

Publicado no Diário Digital

A pesquisa é dividida em tópicos e o primeiro deles aponta que quem lê é mais feliz do que quem não lê. Para chegar a tal conclusão, utilizaram a escala proposta pelo sociólogo holandês Ruut Veenhoven, que mensura o grau de felicidade das pessoas entre 1 e 10.

Os leitores tiveram uma pontuação 7,44, enquanto os não leitores, 7,21, diferença tida como significativa pelos pesquisadores.

Como uma outra forma de mensurar a felicidade, também usaram a escala de Cantril – conhecida como a de Bem-estar Subjectivo -, na qual os leitores ficaram com 7,12 e os não leitores, 6,29, numa métrica igual a de Veenhoven.

Já com a escala de Diener e Biswas, que vai de 6 a 30, os pesquisadores puderam analisar a diferença na maneira que leitores e não leitores vivenciam sensações positivas e negativas. Quem lê tem uma percepção maior de emoções como felicidade e contentamento (21,69 X 20,93), enquanto quem não lê sente mais sensações como tristeza e fúria (17,47 X 16,48).

Por fim, os académicos também constataram que os leitores são pessoas mais satisfeitas com a forma como usam o seu tempo livre, que a leitura é o que há de mais importante nas horas de ócio e que, no entanto, ler é apenas a quarta actividade que mais realizam enquanto não estão a trabalhar, ficando atrás de praticar desportos, ouvir música e ir a eventos culturais como exposições, teatro ou cinema.

Ou seja, ler torna-nos realmente humanos melhores.

Pais de crianças com deficiências lançam livro Sorrindo Para a Vida

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Pais de crianças com deficiências reúnem histórias no livro Sorrindo Para a Vida. A obra está sendo vendida em prol de instituição carente

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Publicado em O Povo

Coitadinho é um diminutivo que não cabe para aqueles que desde o nascimento lutam para viver. Afinal, sem ligar se estão ou não dentro dos padrões médicos ditos “normais”, as crianças só querem brincar, descobrir, sorrir. Os pais delas acham mais adequado chamar seus filhos de “guerreirinhos” e, como quem celebra, contam a história dos seus pequenos “com diagnóstico” em Sorrindo para a vida. O livro reúne relatos de onze famílias fortalezenses e já está à venda em prol de instituição carente ainda não definida.

Na última semana, a pedido do O POVO, cinco dessas famílias se reuniram na clínica Therapias, local onde o projeto nasceu em volta do carinho da fisioterapeuta “mais feliz do mundo”, Elizabeth Gurgel, a tia Lila. Ela assina a organização do livro com o pai de uma das crianças, Suderio Magalhães, que teve a ideia da publicação após ver o desespero de uma mãe que não sabia lidar com deficiência.

Paralisia cerebral, Síndrome de Down e autismo não são protagonistas da festa que é a reunião dessas famílias. “Meu filho me ensinou a viver”, resume o pai do Suderinho. Ele conta que durante a montagem da obra chorou lendo cada um dos textos. “Mas o livro traz emoção, não tristeza”, garante.

A cantora da turma é Anna Sophia, 7, que adora a música A Paz, do Roupa Nova. A mãe dela, Caliny Pinheiro, é só orgulho: “Ela consegue fazer de tudo da forma dela, seja educação física ou dança”. Se cair, não tem problema, Sophia já sabe: “Do chão não passa”.

A menina ouviu um “coisa fofa” de Pedro, 3, que chegou todo sorridente, de gel no cabelo. “Ele é bem sociável, acolhedor. Pedro é o nosso grande amor”, diz Maria do Carmo, mãe do garoto. Ela aprendeu com ele que não importa o “tempo que demorar e, sim, a conquista”.

Junto com os outros, Levi se diverte. “Com ele não tem tempo ruim, tem horas que a gente está estressado, mas quando olha, ele está feliz da vida”, diz Daniel Soares, que conta não se incomodar com a palavra “deficiência”, mas prefere dizer que ele só tem “um probleminha”. “É que é tão pequeno diante da nossa felicidade”.

“As conquistas do meu filho são tão grandes que ele ensina que coisas tão pequenas não valem nada. O que vale é o sorriso”, assegura Jô Peixoto, mãe de Laércio Filho. Ela explica que algumas pessoas se afastaram da família por “não olharem bem” para a criança. “Mas a gente não critica e, sim, procurar agir com delicadeza e normalidade”.

O pai do garoto, Laércio, destaca a importância do livro e dos grupos de pais: “Trocar informações e experiências vai fortalecendo a gente para encarar tudo de forma positiva, como tem que ser”.

Estudo indica que canções em inglês são as mais tristes, português é língua ‘feliz’

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O português foi listado como a segunda língua escrita com mais palavras positivas do mundo, atrás do castelhano, informou o Daily Mail. A mesma investigação concluiu que as letras das músicas em inglês são mais deprimentes do que a literatura russa.

Publicado no Notícias ao Minuto

Um estudo levado a cabo por um grupo de matemáticos da Universidade de Vermont, nos EUA, que se propôs a analisar a ‘felicidade’ das palavras, concluiu que a língua mais triste alguma vez ‘cantada’ é o inglês, reporta o Daily Mail.

A investigação concluiu que as canções em inglês são menos positivas que a literatura russa. Só os romances chineses e as legendas dos filmes coreanos aparecem abaixo das letras de músicas em inglês, como formas mais tristes de escrita.

Na base do estudo estão análises a milhares de milhões de palavras recolhidas através de várias fontes (livros, jornais, redes sociais, páginas de internet, letras de músicas, legendas de filmes e de programas de televisão, etc.).

O mesmo estudo fez também um inquérito junto dos falantes nativos das línguas para que estes classificassem as palavras mais usadas do seu vernáculo (se mais positivas ou mais negativas). Aqui concluiu-se que, para além das pessoas preferirem escrever mais palavras positivas que negativas, o português é a segunda língua mais ‘feliz’ do mundo.

Neste ranking de palavras positivas, o espanhol é quem vence, sendo apontada a língua escrita mais ‘feliz’ do mundo, isto é, a língua em que se escrevem mais palavras classificadas como positivas. A língua de Camões surge em segundo lugar, seguida do inglês.

Indonésio, francês, alemão, árabe, russo, coreano e chinês compõe o resto do ranking de 10 línguas.

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