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Livro vai ensinar fãs de ‘Game of thrones’ a falar ”dothraki”, idioma de Daenerys na série

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Idioma de Daenerys (Emilia Clarke) terá vocabulário, gramática e exercícios de fonética

Idioma de Daenerys (Emilia Clarke) terá vocabulário, gramática e exercícios de fonética

Língua imaginária inventada por linguista ganhará método de aprendizado completo

Publicado no Divirta-se

“Khaleesi zheanae” é a expressão em “dothraki” para dizer “a rainha é bonita”: agora os fanáticos pela série ‘Game of thrones’ poderão aprender a língua imaginária falada nos episódios, assim como alguém que aprende inglês ou francês. O idioma inventado pelo linguista David Peterson para a cultuada série da HBO ganhará, a partir de 7 de outubro, um método de aprendizagem com direito a listas de vocabulário, gramática e exercícios de fonética.

Nesta cultura totalmente dedicada aos cavalos, “haja o que houver, nunca chame um guerreiro Dothraki de ‘ifak’ (caminhante): é o pior xingamento, já que implica que a pessoa não pode andar a cavalo”, advertem em comunicado a editora especializada Living Language e a HBO Global Licensing, parceiros na publicação.

O dothraki é falado na série pela bela Daenerys, que luta para conquistar o Trono de Ferro. O método, que estará disponível em livros e CD, aplicativos para celular e cursos on-line, será supervisionado pelo criador da língua – que garante “transformar um ‘arakh’ em ‘zhavvorsa'”, sem adiantar a tradução.

Hábito de leitura… na Europa

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A surpresa maior aconteceu quando vi um vendedor de livros, com uma pilha deles nos braços caminhando entre os banhistas

Milton Assumpção no Administradores

Durante o mês de Julho viajei com a família para a Toscana na Itália. Um região linda, cheia pequenas cidades medievais, e com histórias maravilhosas de Etruscos, Romanos e do Renascimento.

Como já conheciamos várias delas, concentramos nossa viagem em cidades menores e que não havíamos ainda visitado.

E foi por isso que resolvemos passar alguns dias na Ilha de Elba, hoje sob a responsabilidade e controle da cidade de Livorno.

A principio, de Elba, eu só sabia do exilio de 10 meses de Napoleão Bonaparte, e das praias maravilhosas no Mediterrâneo.

Mas como sempre que visito algum lugar, eu procuro saber da sua história, da formação do seu povo, da economia , de atrações turísticas especiais, a Ilha de Elba foi uma grata surpresa.

1.500 AC os etruscos já extraiam, exploravam o minério ferro, e comercializavam para todo mediterrâneo. A ilha é citada em textos gregos da época. Posteriormente dominada pelos romanos, a ilha floresceu proporcionando matéria prima para confecções de armamentos, que lhes deu uma vantagem competitiva contra povos que lutavam com armamentos de cobre.

A cidade de Capoliveri, construída 1.000AC é uma pequena cidade no interior da ilha, próximo das minas de ferro e que apesar de ter hoje uma arquitetura mais medieval, guarda a historia daqueles tempos.

As minas, hoje estão desativadas, bombardeadas que foram durante a 2ª guerra mundial, mas podem ser visitadas.

Hoje a ilha vive totalmente do turismo, principalmente alemães, austríacos, nórdicos, e claro, italianos.

O que me chamou a atenção e que me levou a escrever este texto foi encontrar nas praias um numero muito grande, mas muito grande mesmo de pessoas lendo livros, de papel.

Jovens de 16, 17 anos, sentados na areia com livros na mão. Mulheres e homens de todas as idades curtindo e apreciando uma boa leitura.

A surpresa maior aconteceu quando vi um vendedor de livros, com uma pilha deles nos braços caminhando entre os banhistas.

Não tive dúvidas, chamei-o , comprei um livro e tirei uma foto.

Fiquei encantado. Não cansava de comentar com a minha família a satisfação de tudo isto.

Ah, não vi ninguém lendo um e-book.

 

Concurso cultural literário (3)

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Juntas no amor, na dor e no rock’ n’ roll

Nina, Pâmela e Manuela são jovens adultas que chegam aos 30 anos de idade mantendo uma amizade desde os tempos de escola. Amigas inseparáveis, continuam curtindo as músicas da Legião Urbana – a trilha sonora de suas vidas – e, apesar de terem tomado rumos muito diferentes, elas conseguem se encontrar todas as quintas-feiras para a Noite do Batom, quando colocam o papo em dia, apoiam-se, dão risadas, trocam confidências e, é claro, falam mal dos desafetos, já que ninguém é de ferro.

Pâmela, já casada, é muito bem-sucedida profissionalmente, não tem problemas financeiros e parece ter a vida perfeita. Mas só parece. Manuela é separada. Casou-se um dia para esquecer o grande amor da sua vida e não foi feliz, e hoje parece não ligar mais para as questões do coração. Mas só parece. Nina é a solteira que tem uma atração irresistível por cafajestes, que sempre a fazem sofrer. Implora para que Santo Antônio a ajude a ser feliz no amor, o que parece impossível. Mas só parece.

Em uma Noite do Batom incomum, Manu inventa a OFI (Operação Faxina Interna) para ajudar Nina a superar mais um relacionamento frustrado. Junto de mais dois amigos, partem para uma divertida viagem que mudará para sempre a vida de todos. Com reviravoltas, aventuras e desventuras, será impossível você não se identificar com essas amigas, que, como todos nós, são imperfeitas em seus defeitos e problemas, mas perfeitas demais para não querermos repartir com elas as dores, as alegrias, os sonhos e a realidade de uma vida inteira.

Chegando mais um “Concurso cultural literário”.

Para concorrer, basta completar na área de comentários a frase “Ser amigo é…”. Entre os participantes, 3 leitores vão ganhar o livro “Amigas (im)perfeitas“.

O resultado será divulgado no dia 20/8 às 17h30 aqui no post e no perfil @livrosepessoas.

Boa sorte!

***

Parabéns aos ganhadores: João Bellini, Isabelle Vitorino e Maysa Lemos!

 

Cervejaria lança edição especial de Game of Thrones

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Em parceria com a HBO, cervejaria belga produz linha de bebidas inspiradas no aclamado seriado

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Take the Black Stout” (à esq.) e a “Iron Throne” (à dir.) (Divulgação)

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Take the Black Stout” (à esq.) e a “Iron Throne” (à dir.) (Divulgação)

Publicado por Veja

A cervejaria belga Ommegang firmou uma parceria com a rede HBO para produzir uma série de bebidas inspiradas na série ‘Game of Thrones’, seriado americano aclamado pela crítica e pelo público.

Dois tipos de cerveja foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Iron Throne”, cuja embalagem é ilustrada com o famoso Trono de Ferro, e a “Take the Black Stout”, uma cerveja preta que traz no rótulo a escuridão da árvore considerada, na história, sagrada pelos povos do Norte. O design é da própria Brewery Ommegang, de Copperstown, Nova York.

Os fãs da série devem ficar curiosos não apenas para ver os próximos episódios da trama, mas também para saber quais serão os possíveis nomes das novas bebidas a serem lançadas. Para os brasileiros, o mistério é sobre quando a linha de cerveja será lançada no país.

Psicóloga americana vira ‘terapeuta’ de super-heróis

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A psicóloga clínica Andrea Letamendi tem um trabalho “normal” durante o dia na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, onde atende principalmente famílias hispânicas do Condado de Los Angeles.

Letamendi combina o trabalho com o gosto por fantasia e histórias em quadrinhos

Letamendi combina o trabalho com o gosto por fantasia e histórias em quadrinhos

Dalia Ventura, na BBC

Mas depois do expediente de trabalho, ela se torna psicóloga dos super-heróis, uma atividade que ela exerce – e que lhe deu fama – no site www.underthemaskonline.com.

Descendente de equatorianos, Letamendi já colaborou com a roteirista Gail Simone ─ que escreveu para títulos da DC Comics como Mulher Maravilha e Aves de Rapina ─ e fez até mesmo uma “participação especial”, como psicóloga de Barbara Gordon, a Batgirl.

“Sou muito fanática pelos quadrinhos, pela ficção científica e pela fantasia, e isso me permite combinar minha profissão e meu hobby”, disse Letamendi à BBC Mundo.

“O trabalho ao que me dedico pode ser muito obscuro e tem um tom profundo e pesado. Por isso, quando eu faço isso com personagens de ficção ─ já que faço de uma maneira mais descontraída ─ consigo ter um descanso da realidade, que eu preciso.”

No entanto, a psicóloga diz que a consultoria para os combatentes do crime na ficção também é uma forma de chamar a atenção para distúrbios mais sérios.

“Quando analiso personagens fictícios, quero não só educar as pessoas sobre doenças psicológicas sérias, mas também normalizar: essas condições são muito comuns, por isso não deve haver nenhum estigma a respeito delas”, afirma.

Homem de Ferro é um dos 'pacientes' de Letamendi

Homem de Ferro é um dos ‘pacientes’ de Letamendi

Homem de Ferro

Em seu segundo trabalho, Letamendi tem “pacientes” como o Homem de Ferro, que ela diz ser “um personagem complexo”. “O alter ego é Homem de Ferro, mas Tony Stark é um ser humano: ao contrário de outros super-heróis, ele não tem superpoderes”, explica.

“Em suas encarnações mais recentes, ele sofre de ataques de pânico debilitantes, que no filme (Homem de Ferro 3) são representados frequentemente e realisticamente. Em pelo menos três ocasiões o vemos congelado, incapacitado por esses ataques.”

Mas a psicóloga diz que evita “marcar os personagens com um diagnóstico, porque na minha profissão é necessário ter muitas sessões, avaliações e testes profissionais padronizados antes de determinar algo assim.”

“Mas eu posso conjecturar. Dada a constelação de sintomas que ele apresenta ─ como pesadelos, pensamentos intrusivos recorrentes, evasão do evento traumático, hipervigilância e os episódios de pânico ─ se ele fosse meu paciente, eu consideraria que transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um diagnóstico potencial.”

Batman

Outro exemplo de super-herói que é humano é o Batman ─ uma das estrelas dos quadrinhos ─ e sua dor, particularmente nas versões mais recentes, está à flor da pele.

Na origem do personagem está o brutal assassinato de seus pais, que ele presenciou quando criança. É difícil encontrar uma ilustração de trauma mais clara, segundo a especialista.

“Bruce Wayne é meu exemplo de resiliência (a capacidade de se sobrepor à dor emocional e aos traumas): ele vivencia um evento extremamente traumático e ao invés de permitir que isso pese a ponto de que ele fique sem razão de viver, tem um dos trabalhos mais importantes da cidade”, diz.

“Como psicóloga, eu sei que isso não é estranho. Tratei de pessoas que depois de combater, depois de eventos como o 11 de setembro ou as guerras mais recentes, nos quais enfrentaram muitas adversidades, não só conseguiram se sobrepor como se fortaleceram.”

Um dos aspectos interessantes do Batman é que a cidade em que vive desde que matam seus pais continua sendo ameaçadora, aterrorizante, um lugar que reflete o medo como é sentido por uma criança, e não desde a perspectiva de um adulto.

“Gotham City é todo um personagem”, comenta, entusiasmada, Letamendi.

“É um mundo que não existe, mas que todos podemos identificar: um lugar extremamente empobrecido, aterrador, violento, no qual as pessoas inocentes precisam ser defendidas. E é isso o que dá um propósito a Batman: se não tivéssemos Gotham City, o que ele faria?.” (mais…)

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