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Acadêmicos da UEMS criam aplicativos que encontram festas e livros

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Gabriel de Biasi (Party), Rogers Prates e Rodolpho Pivetta (Busca Livro) – Divulgação

Gabriel de Biasi (Party), Rogers Prates e Rodolpho Pivetta (Busca Livro) – Divulgação

Publicado no Agora MS

Hoje em dia, a maioria das pessoas fica grande parte do tempo utilizando o celular, por isto aplicativos com as mais variadas funções são criados e utilizados rotineiramente. Pensando neste meio de oportunidades, acadêmicos de Ciência da Computação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em Dourados, criaram dois aplicativos, um que rastreia as baladas mais próximas e outro que ajuda a encontrar livros em bibliotecas. Os trabalhos ficaram, respectivamente, em 1º e 2º lugar na categoria ensino superior, no eixo ciências exatas da Feira de Ciências e Engenharias (FECEN).

Como ideia central do trabalho de conclusão de curso, o acadêmico do 4º ano de Ciência da Computação, da UEMS de Dourados, Gabriel de Biasi, desenvolveu o “Party!”, que é um aplicativo de divulgação de eventos e localização de baladas mais próximas. A aplicação ganhou a medalha de primeiro lugar na categoria de Melhor Engenhoca no eixo Graduação/Exatas e o troféu de melhor projeto no eixo Graduação.

Segundo Biasi, o sistema utiliza os dados de localização geográfica do aparelho para procurar por eventos que estejam próximos. Previamente, os promotores de eventos podem inscrever os eventos a partir de um site de gerenciamento. Logo, os eventos ficam disponíveis para consulta via GPS ou por busca de uma cidade inteira.

“Como acadêmico da UEMS, eu mesmo me deparei com o problema de não saber quais eventos estão ocorrendo perto de mim, tendo em vista que uma cidade universitária pode ter festas de vários estilos. Então decidi criar este aplicativo. Pretendo realizar a extensão de suporte para todo o país e criar uma empresa que seja responsável pela parceira comercial com os promotores de eventos”, ressaltou Biasi.

O trabalho foi orientado pelo professor, Rubens Barbosa Filho. E está disponível apenas para o sistema operacional Android, com previsão futura para implementação para os sistemas iOS (iPhone) e para Windows Phone, também pode ser acessado pelo site: http://party-biasi.rhcloud.com/

O “Busca Livro” foi criado pelos alunos, também do 4º ano de Ciência da Computação da UEMS de Dourados, Rogers Prates e Rodolpho Pivetta, e orientado pela professora, Glaucia Gabriel Sass. O aplicativo é utilizado para buscas em acervos bibliográficos e tem o objetivo de encontrar livros no acervo das bibliotecas da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) e da UEMS. Mas através do Busca Livro o aluno pode pesquisar nos dois acervos ao mesmo tempo, podendo comparar os resultados, ver em qual acervo existe a versão mais recente, além de ser um aplicativo preparado para Smartphone, já que os sistemas atuais ficam desconfigurados nos celulares. Outro recurso interessante do aplicativo é que ele verifica em tempo real a quantidade de itens disponíveis. A busca foi melhorada, utilizando motores de buscas avançados.

“Pretendemos anexar mais bibliotecas, a começar pela Unigran e Anhanguera. Colocar alertas quando um livro pretendido estiver disponível, entre outros. A ideia surgiu como tema para o TCC, pois queríamos algo que fosse útil para a comunidade acadêmica, até mesmo como forma de agradecimento por todo o conhecimento que a universidade nos possibilitou adquirir”, disseram.

O aplicativo é apenas para celulares android (Busca Livro), mas o site buscalivro.info pode ser acessado por qualquer dispositivo, computador, celular, tablet etc. – independente do sistema operacional.

De acordo com a professora, Glaucia Gabriel Sass, orientadora do “Busca Livro”, trabalhos como estes são importantes, pois permitem aos alunos estudarem e conhecerem as tecnologias mais recentes na área de computação. “Os conceitos e tecnologias evoluem muito rapidamente, a prática desenvolvida na disciplina de projeto final de curso (Ciência da Computação) leva os alunos a trabalharem com novas linguagens de programação e bancos de dados que estão despontando no mercado. O conhecimento adquirido representa um diferencial dos nossos alunos em relação a outros”, disse.

FECEN

A Feira de Ciências e Engenharias (FECEN), aconteceu de 16 a 20 de novembro no campus da UFGD e foi credenciada pela Universidade de São Paulo (USP) para apresentar a melhor engenhoca na FEBRACE – Feira Brasileira de Ciências e Engenharias -, que ocorrerá em 2016 na capital paulista.

Paraibano nota mil na redação do Enem prefere livros a festas

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Paraibano nota mil na redação do Enem prefere livros a festas

Publicado no Portal AZ

Escolher os livros ao invés de festas e baladas. Uma rotina diferente da maioria dos adolescentes, que ajudou o estudante Leoberto Batista, de 17 anos, a conseguir atingir a nota máxima na prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e também da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em 2015. Ele mora no município de Patos, sertão paraibano, e está entre entre os 250 candidatos que conseguiram atingir mil pontos nesta edição do Enem. “Prefiro ficar com os livros a sair. Estudo o dia inteiro e, quando recebo um convite, meus amigos já sabem a resposta: tenho que estudar”, disse Leoberto.

No Sertão da Paraíba, o estudante frequentou sempre escolas particulares onde no ano passado concluiu o ensino médio. Da primeira vez em que realizou a prova, 900 pontos foram alcançados na redação. Neste ano, sua preparação para a prova do exame nacional ocorreu em um cursinho pré-vestibular, também particular. Para atingir a nota máxima nesta edição, ele contou que além de passar o dia inteiro estudando, a experiência fez toda a diferença. “Como já conhecia a prova, comecei logo pela redação, de cabeça fria”, contou ele.

Caseiro, o estudante aproveita todo o tempo possível com a leitura de livros, que vão de ficção à literatura clássica, e com os estudos de outras disciplinas. Segundo ele, festas, baladas ou coisas do tipo nunca fizeram parte da sua rotina. “Ainda hoje só saio de casa para ir à Igreja, meus amigos já sabem”, explicou o estudante.

Um segredo pessoal para uma boa redação foi revelado por ele: “debater as redações consigo mesmo antes de entregá-las”. Além disto, o estudante, que é leitor assíduo de Machado de Assis e Aluísio de Azevedo – seus autores preferidos, disse ter encontrado na leitura desses escritores uma boa base crítica para o seu texto.

“Apesar da surpresa do tema da prova, o olhar crítico da sociedade me ajudou bastante e ajudaria para qualquer tema. Na redação citei um pensamento de Karl Marx sobre a alienação comunista enfatizando essa crítica social, em conjunto, também citei um pouco do conhecimento histórico”, explicou Leoberto.

O sonho dele é cursar medicina. No momento em que viu sua nota, o sonho pareceu mais próximo da realidade. “Cheguei a chorar de alegria com a minha mãe e depois com o restante da família. No começo não queria que muitas pessoas ficassem sabendo do resultado, mas agora não é mais possível”, comentou o estudante.

No Facebook, aluno conta ‘dramas’ da vida universitária em charges

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Estudante usa charges para compartilhar dramas da vida universitária

Estudante usa charges para compartilhar dramas da vida universitária

Cristiane Capuchinho, no UOL

Gastos com xerox, falta de dinheiro, filas do restaurante universitário, fim de semestre. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro.

Aluno de letras, Lucas Carvalho, 19, criou a página em dezembro de 2012, quando ainda estava no primeiro semestre do curso. A rotina se tornou fonte inesgotável de problemas, críticas e piadas. “A universidade tem muita coisa diferente, tem gente de todo tipo e todo tipo de problema e de situação engraçada”, comenta.

Da população felina do campus da UFC (Universidade Federal do Ceará), onde estuda, surgiu seu principal personagem: o gato Sofrêncio Xerox. É ele quem comenta fotos e situações esdrúxulas compartilhadas por Lucas e por muitos de seus seguidores, que sugerem novos desenhos diariamente.

Há um pouco de tudo: insetos na comida do bandejão, filas imensas para tirar xerox, noites insones antes de provas ou entregas de trabalho, professores que faltam, custo da vida estudantil. Mas nem tudo são problemas, festas e namoros também estão ali representados.

Estudante de universidade pública
Os dramas do estudante Lucas começaram já no vestibular. Sem muita certeza do curso que gostaria de seguir, começou a estudar no curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental, no IFCE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará).

“Queria desistir no primeiro mês. Tinha muita matéria de exatas, aulas de cálculo. Sempre fui de humanas, fui para lá por causa da nota de corte no Sisu [processo seletivo]”, lembra.

No processo seletivo de inverno conseguiu uma vaga na Federal do Ceará para o curso de letras. Mas a universidade passava por uma longa greve, que o deixou em casa à espera por meses até o início das aulas.

Mas seu principal drama é o transporte, diz. Morador de Cascavel (a 64 km de Fortaleza), o universitário passa mais de três horas por dia no transporte público para chegar à faculdade. “É muito tempo, o ônibus é cheio. Às vezes é mais cansativo que as aulas”, conta.

Mudar-se para Fortaleza não é uma opção. A falta de dinheiro é outro drama universitário comum. Por enquanto, o tempo é usado para bolar os desenhos que serão postados no dia seguinte.

Agora, Lucas Carvalho pensa em transformar o hobby em trabalho. A exemplo do desenhista Carlos Ruas, da página Um Sábado Qualquer, Lucas quer ampliar o número de personagens e fazer produtos para venda, como camisetas. Como forma de tranquilizar a família, garante: “Se não der certo, terei concluído a faculdade e vou ter uma profissão”.

Gastos com xerox, falta de dinheiro, filas do restaurante universitário, fim de semestre. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro.

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O custo das mensalidades do ensino superior é um dos temas abordados pelo cartunista e estudante Lucas Carvalho em suas charges. A página de Facebook Drama Universitário já tem mais de 136 mil seguidores.

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O cansaço é um dos “dramas universitários” ironizados por Lucas Carvalho em sua página. Aluno de letras, Lucas criou a página em dezembro de 2012, quando ainda estava no primeiro semestre do curso e já tem mais de 136 mil seguidores. A rotina se tornou fonte inesgotável de problemas, críticas e piadas. “A universidade tem muita coisa diferente, tem gente de todo tipo e todo tipo de problema e de situação engraçada”, comenta.

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A dificuldade em chegar à universidade é o principal “drama universitário” da vida do estudante e cartunista Lucas Carvalho. Morador de Cascavel (a 64 km de Fortaleza), o universitário passa mais de três horas por dia no transporte público para chegar à faculdade. “É muito tempo, o ônibus é cheio. Às vezes é mais cansativo que as aulas”, conta.

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Gastos com xerox, falta de dinheiro, filas do restaurante universitário, fim de semestre. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro.

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Falta de segurança é um dos problemas enfrentados por estudantes do país. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro

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‘Estudar virou hábito’, diz aprovado em 13 concursos públicos, no AM

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Vida de concurseiro iniciou pelo interesse em estabilidade financeira.
Oficial de Justiça, João Victor continua estudando para outros concursos.

João Victor Tayah passou em mais de dez concursos públicos (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

João Victor Tayah passou em mais de dez concursos públicos (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

Girlene Medeiros, no G1

Muitos querem passar em concurso público atraídos pela estabilidade e remuneração acima do que é praticado na iniciativa privada. Se engana, porém, que todo concursado opta sempre por fazer da aprovação fonte de remuneração para o resto da vida. Há uma tendência em se acostumar – e até gostar – de manter o ritmo de estudo acelerado, pautados em editais. Foi o que aconteceu com o Oficial de Justiça João Victor Tayah, de 26 anos que é concursado e continua a buscar outras aprovações. “Estudar para concurso virou um hábito que sinto falta quando não mantenho”, disse.

No currículo, João Victor carrega a aprovação de mais de 13 concursos públicos. De assistente administrativo da Prefeitura de Manaus à Oficial de Justiça com aprovação nos processos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal Regional Federal (TRF) e Tribunal de Justiça de Roraima (TJ-RR), o início da vida de concurseiro foi motivada pela estabilidade financeira.

“Decidi estudar para concursos porque a estabilidade sempre me chamou a atenção. Depois que vi que poderia passar em outros, me acostumei a tentar oportunidades melhores”, ressaltou Tayah. O sucesso, no entanto, é resultado de cinco horas diárias de estudos. As aprovações também são fruto de fins de semana sem pensar em ir a festas ou encontros com amigos. O saldo de poder escolher o cargo que quiser é a marca do reconhecimento por tanto afinco.

“Tem aquela questão de não poder sair, mas quando consigo a aprovação é a minha vitória. Vale a pena passar horas focado nos livros”, comemorou. Bacharel em Direito, João Victor acredita que a formação jurídica auxilia o candidato na hora de prestar um concurso público devido às disciplinas indicadas nos editais. “Levamos uma certa vantagem porque temos a oportunidade de ver com calma os vários leques do Direito. Mas, na prática, há oportunidades para todos. É só estudar”, afirmou João Victor de maneira positiva.

A vida de concurseiro está aliada a viagens por todas as regiões brasileiras. Para prestar concursos, João já viajou à Santa Catarina, Roraima, Pará, Ceará e Rio de Janeiro. Rondônia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

A estabilidade do concursado chamou a atenção de João Victor (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

A estabilidade do concursado chamou a atenção de João Victor (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

Concurseiro iniciante

Para quem está atraído pela ideia de passar horas a fio rodeado de livros, a dica do concurseiro veterano é se matricular em um curso preparatório. De acordo com João Victor é importante frequentar um cursinho que eduque o candidato novato a se manter no ritmo e adquirir disciplina.

“Depois de um certo tempo, a gente já sabe o que cada concurso, dependendo da carreira, vai solicitar no edital. Daí nem precisa estar o tempo todo em sala de aula e é mais você e os livros. Para quem está começando, recomendo manter um ritmo de estudos dentro e fora do cursinho. É questão de disciplina”, enfatizou Tayah.

Estudar até passar

Conforme João Victor, a meta de todo concurseiro deveria ser “estudar até passar”. A concorrência acirrada, principalmente nos cargos que exigem o curso superior em Direito, não devem amendrontar o concurseiro. É o que pensa João Victor.

“É difícil, mas não é impossível. Tem gente que começa a estudar e quando vê que não passa de primeira já desiste logo. É importante continuar estudando incansavelmente que um dia a pessoa consegue. É assim com todo mundo”, recomendou.

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