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Posts tagged Figuras

Autores fazem leilão beneficente para colocar fãs em livros

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Após Stephen King e George R. R. Martin, figuras como Julian Barnes e Ian McEwan incluem pagantes em contos e romances

Julian Barnes lidera projeto de leilão beneficente onde autores venderão direitos de personagens a fãs - Reuters

Julian Barnes lidera projeto de leilão beneficente onde autores venderão direitos de personagens a fãs – Reuters

Publicado em O Globo

NOVA YORK — Julian Barnes diz que está oferecendo “a oportunidade genuína de vida após a morte” para seus fãs, mas a premissa é literária. Ele e outros autores, como Margaret Atwood, Ian McEwan, Ken Follett, Will Self e Zadie Smith, estão lançando um leilão para arrecadar fundos para a fundação Freedom from Torture. No evento, que acontece em 20 de novembro, em Londres, 17 escritores venderão direitos para os pagantes terem os próprios nomes incluídos em seus futuros romances.

Barnes, que é um dos representantes Freedom from Torture — que trabalha dando apoio a sobreviventes de tortura —, foi o primeiro a lançar a ideia. Ele fará uma oficina de escrita, da qual sairá um conto e a primeira parte do leilão.

Outros já sabem até quais serão seus personagens nomeados. A americana Tracy Chevalier (“Quando os anjos caem”, “Moça com brinco de pérola”) procura um nome feminino para a “dona durona de uma pensão na São Francisco da corrida pelo ouro”, na década de 1850. Já a canadense Margaret Atwood (ganhadora do Booker Prizer com “O assassino cego”) dá duas opções: ou uma aparição no romance que está escrevendo, ou sua releitura de “A tempestade”, de Shakespeare, que sai em 2016.

A iniciativa de vender direitos de nome para arrecadar fundos já foi feita antes. Mas justamente por dois autores sanguinolentos… e que deram um final pesado para os personagens “comprados”. Stephen King criou um em “Celular” (2006) que morre de forma violenta. Dois fãs pagaram US$ 20 mil cada a George R. R. Martin para entrar na saga de “Game of thrones”. Acabaram mortos, como era de se esperar.

Concurso Cultural Literário (21)

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Neste livro, o célebre frasista e escritor Dirceu Ferreira, colaborador do antológico Pasquim, reúne suas mais divertidas e engraçadas frases sobre o cotidiano brasileiro. Com humor sutil e por vezes ácido, é um brilhante cronista da realidade nacional, já que, ao retratar cenas do dia a dia em suas frases hilariantes e contundentes, consegue promover, ao mesmo tempo, uma reflexão e uma risada. Suas centenas de máximas são acompanhadas de ilustrações do cartunista Nani. Além das frases e das charges, há no livro alguns fac-símiles de cartas e bilhetes de figuras importantes do cenário cultural brasileiro que influenciaram Dirceu e ao mesmo tempo foram influenciadas por seu trabalho, como Carlos Drummond de Andrade, Ziraldo, Henfil, Zuenir Ventura e até mesmo o jogador de futebol Tostão, que assina o prefácio da obra.

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Dirceu era admirado por Millôr, Jaguar e Henfil, que se inspirou nele para criar o personagem Ubaldo, o paranoico. Seus trocadilhos não são meros jogos de palavras.
Zuenir Ventura

Dirceu faz mais de cem frases por dia. Como qualquer ser humano normal. Todas engraçadas, eis a diferença.
Ziraldo

Relaxe e aproveite o mundo imaginário e engraçado de Dirceu. Você vai adorar!
Tostão

O humor de Dirceu faz pensar fazendo rir.
Zuenir Ventura

As frases do Dirceu são humoradas e inteligentemente percucientes, bem afiadas e, como diz Ariano Suassuna, “com memória de cachorro vingativo”.
Mário Sérgio Cortella

Chegando mais um Concurso Cultural Literário!

Para participar é só responder: Qual é a sua máxima favorita no cotidiano? Quem responder concorrerá a 3 exemplares de Máximas do Dirceu. A resposta deve ser de até 2 linhas.

Se for participar pelo Facebook, por gentileza colocar um email de contato.

O resultado será divulgado no dia 25/10, às 17h30 nesse post e também em nosso perfil do twitter: @livrosepessoas.

Boa sorte!

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Parabéns: Beatriz Santos, Mario Marcio Felix e Luciana Estevam.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Jovem gosta de ler, sim! Conheça as escritoras pop star que conquistaram legiões de fãs adolescentes

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Sucesso de vendas, Thalita Rebouças e Paula Pimenta provam o poder do público teen

Thalita Rebouças e seu "Fala Sério, Amiga!", e Paula Pimenta, autora de "Fazendo meu Filme" Barbara Raso/Divulgação/Reprodução

Thalita Rebouças e seu “Fala Sério, Amiga!”, e Paula Pimenta, autora de “Fazendo meu Filme”
Barbara Raso/Divulgação/Reprodução

Marcella Franco, no R7

Nesta semana, uma notícia correu o Facebook: J. K. Rowling, autora de Harry Potter, teria confirmado presença na Bienal do Livro, que acontece no fim deste mês, no Rio de Janeiro. Fãs do país inteiro se animaram, mas, infelizmente, a visita da escritora não passou de um boato.

Engana-se, no entanto, quem pensa que os adolescentes brasileiros só consomem literatura estrangeira, e que tem como ídolos apenas figuras como o bruxo Harry e os vampiros da série Crepúsculo, da americana Stephenie Meyer.

Já há alguns anos, as escritoras Thalita Rebouças e Paula Pimenta começaram a fazer sucesso entre os leitores de 10 a 16 anos, e criaram com eles uma relação digna de astros de rock e atores da novela das nove.

Os jovens enlouquecem nas suas sessões de autógrafos, ficam mais de cinco horas nas filas para tirar fotos com as ídolos, curtem as fan pages, seguem no Twitter e acompanham cada passo das autoras.

“Os adolescentes são intensos, e agem assim com todos os seus ídolos, sejam da música, da TV, dos esportes. Não teria porque ser diferente com a literatura”, acredita a carioca Thalita, que escreve para o público jovem há dez anos. Neste período, ela lançou 12 títulos, e já vendeu mais de um milhão de exemplares.

A mineira Paula Pimenta lançou seu primeiro título em 2008. De lá para cá, escreveu mais outros sete, e ao todo vendeu 250 mil livros.

“A primeira editora para a qual levei meu livro, por exemplo, disse que não o publicaria porque ele era muito grosso, e que os jovens não liam muito”, avalia Paula. “Mas, a partir do Harry Potter e do Crepúsculo, as pessoas descobriram que os adolescente leem, sim.”

A identificação dos leitores com as histórias – aquela sensação de que o que acontece nos livros poderia acontecer com eles também – é, na opinião das autoras, uma das maiores chaves do sucesso.

“É o dia a dia dos jovens brasileiros. Eles estavam muito acostumados a ler livros americanos, quase sempre voltados para aquela dinâmica do high school, que não é nossa realidade”, explica Paula. “No meu livro, os personagens andam de ônibus, comem pão de queijo e vão ao shopping.”

Thalita também aponta o humor como um ingrediente importante para prender a atenção do público. “Às vezes o jovem olha aquele livro, implica com ele, mas então resolve dar uma chance e ler. Quando dá a primeira risada, ele está entregue.”

No começo, tanto ela quanto Paula sentiam que a maioria dos leitores era de meninas. Com o tempo isso mudou, e os meninos foram começando a gostar das histórias de títulos como Fala Sério, Mãe, de Thalita, e Fazendo meu Filme, de Paula.

“Às vezes eles chegam aos livros por conta própria, às vezes vêm porque a escola indicou. Mas sempre acabam curtindo”, acredita Paula.

“Eles viam as irmãs e namoradas lendo meus livros, e se perguntavam por que elas gostavam tanto, por que riam. Daí pegavam para ler e também gostavam. Ainda assim, eles me disseram que sentiam falta de um personagem masculino, e por isso no livro novo o protagonista é um menino”, conta Thalita, que vai lançar na Bienal do Livro Ela Disse, Ele Disse – O Namoro.

Aliás, essa relação próxima entre autoras e leitores é algo que as duas procuram cultivar. Seja ouvindo as sugestões dos fãs, seja distribuindo o maior número de senhas possível nas sessões de autógrafos, elas garantem que estão sempre ligadas no que seus eles pensam.

“Penso sempre que poderia ser eu do lado de lá, tentando contato com um ídolo meu”, conta Paula, que entra todos os dias no Twitter ao menos uma vez para responder e comentar coisas que os jovens tenham postado. “Tento também responder todas as mensagens do Facebook, e aos mais de 50 emails que recebo por dia.”

Thalita, por sua vez, já chegou a ter câimbras de tantos autógrafos que deu em um só dia, mas nada que tenha sido um problema para a autora. “Acho tudo isso lindo!”, confessa.

Livro de Neil Gaiman, “O Oceano no Fim do Caminho” celebra as mulheres

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Reinaldo José Lopes, na Folha de S.Paulo

Neil Gaiman, o criador da aclamada série de quadrinhos “Sandman”, está de volta à seara dos romances para adultos com uma trama que reúne alguns dos elementos centrais de suas obras anteriores: um garoto normal que é arrastado para um mundo mágico e perigoso e um trio de mulheres misteriosas que guiam o menino nesse universo sobrenatural.

As três personagens –uma menina, sua mãe e sua avó– moram numa fazenda de Sussex, na Inglaterra, cenário inspirado na infância de Gaiman, e cozinham todo tipo de guloseima para o jovem protagonista, mas estão longe de ser pessoas normais.

A garota diz que é dona de um oceano (embora ele pareça só um laguinho de chácara) –daí o nome do novo livro, “O Oceano no Fim do Caminho”. Já a avó diz se lembrar de como era o Cosmos antes do Big Bang, e nenhuma delas parece envelhecer.

Editoria de Arte/Folhapress

Editoria de Arte/Folhapress

Elas são, no fundo, encarnações da chamada Deusa Tripla –figura identificada por estudiosos em várias mitologias europeias, que representaria o poder da mulher nas principais fases de seu ciclo de vida (virgindade, maternidade e velhice).

O escritor diz que esse é seu livro mais pessoal –“o narrador de sete anos de idade é mais ou menos eu”, afirma–, mas recusa o rótulo de autobiografia, a começar pelas cenas violentas envolvendo o protagonista e seu pai. Leia trechos de sua entrevista.

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Folha – Até que ponto o sr. diria que seu novo livro é autobiográfico?
Neil Gaiman – Ele é, de longe, o livro mais pessoal que eu já escrevi, mas não significa que os fatos ali sejam verdadeiros, mesmo no caso dos fatos que eu roubei da vida real.

Perdi as contas de quantas vezes figuras parecidas com a chamada Deusa Tripla já figuraram na sua obra. E elas são muito importantes nesse novo livro. O sr. consegue explicar o porquê disso?
Não, na verdade não consigo. É algo que parecia totalmente a coisa certa a fazer quando comecei a escrever “Sandman”, quando me deram carta branca para usar uma série de personagens antigos da DC [a editora de HQs que publica “Batman” e “Superman”, por exemplo].

Eu achei uma delícia transformar as três bruxas que apareciam nos quadrinhos de terror da DC na Deusa Tripla, a donzela, a mãe e a velha. Depois de fazer isso, acabei me dando conta de que esse era um jeito muito interessante de falar com o leitor e de criar personagens, e elas continuaram a morar dentro da minha cabeça.

O sr. acha que isso é um tema comum na sua obra, essa visão quase reverencial das mulheres como seres poderosos e sábios?
É engraçado, nesta manhã mesmo eu estava conversando com minha mulher [a cantora americana Amanda Palmer], e ela disse: “Sabe, querido, a grande mensagem que fica de todos os seus livros é que você venera as mulheres” (risos). E acho que isso é verdade. As mulheres são incríveis, maravilhosas, dão-nos a vida, afinal de contas.

Levando em conta esses personagens recorrentes, o sr. já sentiu a tentação de amarrar todas as suas histórias num único universo, criando a sua “Terra-média” ou a sua “Nárnia”, digamos?
Muitas delas são amarradas pela parte dos fundos, digamos, mas nunca senti esse impulso de juntar todas as coisas, acho que há o perigo de tudo ficar menos interessante.

A literatura de fantasia ainda sofre preconceito. Do ponto de vista literário, o que a fantasia é capaz de realizar e que outros gêneros não?
Fantasia é um termo tão amplo… Para mim, cobre tudo, inclusive a ficção realista. O que estamos tentando fazer é sempre a mesma coisa: falar de coisas grandes e verdadeiras contando mentiras.

E, se você conseguir fazer com que aquilo pareça mítico, com o sabor de uma história verdadeira que você sente que sempre soube, mas tinha esquecido, então terá sucesso.

De Garfield a Bob Marley, veja figuras ‘pop’ que já caíram no Enem

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Para professores, referências fazem jovens estar sempre ‘antenados’.
Menina Mafalda e viking Hagar já apareceram em seis edições do exame.

Garfield, Bob Marley, Mutantes, Mafalda e Capitão América já caíram em questões do Enem (Foto: Reprodução/Divulgação/AFP)

Garfield, Bob Marley, Mutantes, Mafalda e Capitão América já caíram em questões do Enem (Foto: Reprodução/Divulgação/AFP)

Paulo Guilherme, no G1

O que Bob Marley, Mutantes, Coldplay, Twitter, Capitão América, Blitz, Garfield e Mafalda têm em comum? Estas e outras figuras da cultura pop já foram tema de perguntas que caíram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nestes 15 anos de existência. Nos últimos anos, a presença de artistas e personagens nas questões se tornaram mais frequentes no Enem. Segundo professores ouvidos pelo G1, esta é uma tendência que deve crescer cada vez mais para buscar estudantes “antenados” com o mundo.

A primeira edição do Enem, em 1998, abriu com Gonzaguinha: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz…” A letra da música O que é, o que é foi o tema da redação do Enem há 15 anos e deu origem a uma série de citações, usos de letras de músicas, capas de discos e desenhos de figuras presentes na cultura pop.

Nos últimos dois anos, a presença de artistas populares nas questões do Enem aumentou. Em 2010, a letra de “Viva la vida”, da banda britânica Coldplay, caiu em uma questão de inglês. Em 2011, o Enem trouxe perguntas citando Garfield, Twitter e Bob Marley. A questão sobre o cantor jamaicano dizia: “Bob Marley foi um artista muito popular e atraiu muitos fãs com suas canções. Ciente de sua influência social, na música War o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobre… (resposta certa: a persistência da guerra quando houver diferenças raciais e sociais).”

O Enem de 2012 fez muito uso destas “celebridades” nas questões. A prova de linguagens e códigos trouxe questões com as canções “Aqui é o país do futebol”, de Wilson Simonal, e “A dois passos do paraíso”, da banda pop Blitz; e uma pergunta sobre a banda Mutantes e o movimento de contracultura no final dos anos 60. Na prova de espanhol, uma tira da personagem Mafalda foi tema de uma de cinco questões.

Já a prova de ciências humanas apresentou a capa do primeiro número da revista do Capitão América, lançada no início da década de 1940. A imagem trazia o desenho do Capitão América dando um soco no líder nazista Adolf Hitler e perguntava ao candidato contra o que a participação dos Estados Unidos na luta se associava (a resposta certa era a alternativa ‘os regimes totalitários, na Segunda Guerra Mundial’).

Coldplay caiu no Enem em 2010 (Foto: Divulgação)

Coldplay caiu no Enem em 2010 (Foto: Divulgação)

Para os professores de cursinhos, todas estas referências nas questões do Enem têm como objetivo buscar um aluno mais antenado, que não fique restrito apenas ao conteúdo oferecido pelas escolas no ensino médio.

“É importante que o candidato tenha uma atitude ativa. O Enem quer aluno interessado em tudo o que a vida possibilita, que seja sempre um cidadão curioso”, afirma o professor Luis Felipe Abad, do cursinho pH, do Rio.

Para o professor Gilberto Alvarez Giusepone Junior, especialista em Enem e diretor do Cursinho da Poli, de São Paulo, o Enem busca um candidato com perfil ‘eclético’. “Por trás dessa linha pop está a busca por um estudante preocupado em ter uma formação que é maior do que a escola dá, que tenha hobbies e que leia jornais, revistas, noticiário em sites e busque informações que tenham relação com o conteúdo básico cobrado pelo Enem”, diz o professor Giba, como é conhecido.

Mafalda, de Quino, já apareceu seis vezes na  história do Enem (Foto: Reprodução/Quino)

Mafalda, de Quino, já apareceu seis vezes na
história do Enem (Foto: Reprodução/Quino)

Mafalda e Hagar
O professor cita como exemplo as tirinhas da personagem Mafalda. “Apesar de ser um desenho, a Mafalda tem sempre um toque político inserido na mensagem, e isso faz com que o candidato do Enem saiba relacionar o tema com seu contexto histórico.”

A menina Mafalda, aliás, é uma das figuras campeãs de aparições da história do Enem. A personagem criada pelo cartunista argentino Quino, já apareceu em seis das 15 provas do Enem já realizadas desde 1998 (em 2010 foram feitas duas provas por causa de um problema de impressão no primeiro exame), assim como o viking Hagar, de Dik Browne.

Em seguida aparece o gato Garfield, personagem de Jim Davis, com cinco aparições em questões do Enem ao longo da história do exame.

“Mafalda, Garfield e Hagar são personagens presentes nas seções de quadrinhos de grandes jornais e, por isso, muito conhecidos do público que faz o Enem”, destaca Rafael Menezes, professor de história do Sistema Elite de Ensino, de Porto Alegre. Segundo ele, o uso de quadrinhos é comum para “arejar” as provas, em vez de colocar um enunciado extenso, e pode ser aproveitado para as questões de português e de língua estrangeira (inglês ou espanhol). “Os mangás japoneses ainda não apareceram no Enem, mas isto pode vir a acontecer por eles também fazerem parte do universo dos jovens”, indica Menezes.

“O Enem tem esta característica de aproximação do jovem ao seu cotidiano e aplicar estes fatos ao conteúdo exigido”, explica Kadu Lima, professor do Curso Progressão Autêntico, do Rio. “Os alunos não leem tanto, não têm tanta base literária, então, quando se cobra exemplos mais próximos, como os do cinema e da música, facilita o entendimento da prova.”

VEJA SUGESTÕES DE PROFESSORES SOBRE TEMAS ‘POP’ QUE PODEM SER ABORDADOS

A pedido do G1, os professores listaram alguns exemplos de como algumas figuras populares podem aparecer nas provas do Enem e como associá-los com temas da atualidade.

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‘Era do Gelo’

Cinema

“A série de filmes de animação mostra como o resultado dos impactos ambientais no planeta pode ser abordado em uma prova de ciências da natureza.”

Kadu Lima, Curso Progressão Autêntico

 

 

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X-Men

Quadrinhos/cinema

“Estes personagens nasceram no final dos anos 60 nos Estados Unidos, uma época em que o movimento negro norte-americano estava em alta. É possível estabelecer em uma questão do Enem um paralelo sobre a busca dos negros pelas mesmas oportunidades dos brancos.”

Rafael Menezes, Sistema Elite de Ensino

 

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Subway e Spoleto

Restaurantes fast food

“Estes exemplos de restaurantes no qual o cliente monta seu prato remete à relação de sistemas de produção da indústria conhecido como toyotismo, ou seja, a flexibilização na produção, produção sob encomenda ou demanda.”

Kadu Lima, Curso Progressão Autêntico

 

 

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Copa do Mundo

Esportes

“O Enem pode usar a realização da Copa do Mundo no Brasil para pedir ao candidato que estabeleça uma conexão maior com política, economia, momento atual brasileiro.”

Professor Giba, Cursinho da Poli

 

 

 

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Twitter e Facebook

Internet

“As redes sociais rompem fronteiras e foram muito usadas em movimentos populares como a Primavera Árabe para a derrubada de governos autoritários.”

Kadu Lima, Curso Progressão Autêntico

 

 

 

VEJA FIGURAS DA CULTURA ‘POP’ QUE JÁ CAÍRAM EM PROVAS DO ENEM

Música

Gonzaguinha (1998)
Chico Buarque (1999 e 2005)
Gilberto Gil (2001)
Engenheiros do Hawaii (2007)
Titãs (2007)
Lobão (2009)
Coldplay (2010)
Bob Marley (2011)
Jimi Hendrix (2011)
Sá e Guarabyra (2011)
Mutantes (2012)
Luiz Gonzaga (2012)
Blitz (2012)
Wilson Simonal (2012)

Desenhos/cartunistas

Mafalda (1999, 2003, 2004, 2005, 2010 e 2012)
Graúna/Henfil (1999 e 2005)
Angeli (2000, 2007)
Chico Bento (2000)
Garfield (2000, 2001, 2002, 2011 e 2012)
Frank e Ernest (2001 e 2004)
Laerte (2001, 2008 e 2012)
Calvin e Haroldo (2002 e 2010)
Hagar (2002, 2004, 2008, 2009, 2010 e 2012)
Ziraldo (2005 e 2010)
Caco Galhardo (2004)
Adão Iturrusgarai (2009)
Capitão América (2012)

Internet

Twitter (2010)
Wikipedia (2010)
Redes sociais (2011)

VEJA TODAS AS PROVAS DO ENEM

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