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Promoção: “Dicionário de História do Mundo”

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Um dicionário de história do mundo com alcance verdadeiramente mundial!

Com vasto conteúdo sobre a história do mundo, este dicionário é uma valiosa ferramenta de pesquisa, com milhares de verbetes dedicados aos eventos, movimentos, batalhas, organizações, lugares e pessoas mais importantes da história mundial.

Você encontrará aqui:

  • Mais de 4.000 verbetes claros, concisos, contextualizados e informativos;Informações sobre eventos históricos que marcaram o mundo, desde a pré-história até os dias atuais, como os períodos paleolítico, mesolítico e neolítico, passando pela Peste Negra, pela Grande Depressão e pelas grandes guerras, até o Onze de Setembro e o tsunami de 2004;
  • Biografias de figuras históricas do mundo, como Alexandre, o Grande, Pedro I, Elizabeth I, Bill Clinton, Nelson Mandela, Osama Bin Laden, George Bush, entre outras centenas de personalidades que mudaram o curso da história mundial;
  • Verbetes dedicados a todos os países do mundo, com estatísticas, mapas e descrições sobre localização geográfica, economia e história de cada um deles;
  • 25 mapas detalhados sobre os grandes eventos que marcaram a humanidade;
  • Verbetes sobre os movimentos políticos e religiosos mais importantes de nossa história;
  • Uma rede de referências cruzadas entre os verbetes relacionados para facilitar a leitura;

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Vamos sortear 2 exemplares de “Dicionário de História do Mundo“, lançamento da Autêntica Editora. É bem fácil concorrer::

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O resultado será divulgado no dia 7/6 e os nomes dos ganhadores serão conhecidos aqui no post e no perfil @livrosepessoas.

Boa sorte!

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Atenção:

Os requisitos são:

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Choque elétrico na cabeça melhora o aprendizado em matemática, diz especialista

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Pesquisadores da Universidade Oxford elaboraram o procedimento em estudantes

dailymail

Publicado no Daily Mail [via R7]

Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, elaboraram um experimento inovador: choque elétrico na cabeça dos estudantes melhora as habilidades com a matématica e desenvolvimento do aprendizado. Os alunos aprendem cáclculos até cinco vezes mais rápido. As informações foram retiradas do Daily Mail.

A equipe de Oxford realizou a experiência em 51 alunos durante cinco sessões. Em um forma mais rápida que o ensino escolar, os estudantes aprenderam novas contas e maneiras de recordar figuras em tabelas.

Roi Cohen Kadosh, pesquisador chefe do departamento de psicologia experimental de Oxford, disse que a equipe estava tentando encontrar uma forma de ajudar as pessoas que tem dificuldade com a matemática.

— O estudo sugere uma maneira segura e barata que podemos melhorar matemática na vida das pessoas. Em cinco dias, fomos capazes de trazer melhorias duradouras nas funções cognitivas e do cérebro.

Exames elaborados durante o procedimento de corrente elétrica demonstram que a técnica aumenta o suprimento de oxigênio e nutrientes no cérebro.

Aos dois meses, já é possível aproximar o bebê dos livros

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Isabela Barros, no UOL

Veja sugestões de livros para criar o hábito da leitura desde bebê

A pedagoga Tatiana R.C. Villar lê para o filho Giovanni, de dois anos, desde quando ele estava na barriga dela. Por volta dos quatro meses, ele já tinha livros próprios para bebês, de tecido e de material plástico. Quando começou a engatinhar, ganhou uma caixa de títulos infantis, para manusear quando quisesse. De lá para cá, o acervo não sai das mãos do menino, que desde que tinha um ano chama a mãe para sentar no chão e ouvir suas histórias, por ele decoradas.

Grávida do segundo herdeiro, Felipe, Tatiana pretende repetir a experiência bem-sucedida de incentivo à leitura. “Estimular o gosto pelos livros é uma das coisas mais importantes que eu posso fazer pelos meus filhos.”

Todo pai sabe que formar leitores é uma tarefa que soma pontos à educação dos filhos. Mas, que dá para começar bem cedo, como na casa dos Villar, a maioria das famílias nem imagina. De acordo com Célia Regina Serrão, professora de pedagogia da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo, é possível levar livros de plástico para a banheira, por exemplo, a partir dos dois meses. “Esses objetos devem fazer parte da relação de afeto entre o adulto e a criança. É importante estimular essa interação desde sempre”, fala.

Nesses primeiros meses, diz Célia, entram em cena os chamados livros “de nomear”, sem uma trama específica, de modo que, para as crianças, cada página com figuras conte uma história. “O importante é que a criança comece a ter conteúdo para depois quando começar a falar”, afirma.

Mais adiante, quando as crianças começam a andar, é o caso de apresentar os títulos de capa dura. “Aí já temos histórias curtas, mas sem a preocupação de ensinar as letras”, diz Célia. “Literatura é para entreter, nada deve ser forçado.”

Giovanni Villar, de dois anos, já ouvia histórias na barriga da mãe

Giovanni Villar, de dois anos, já ouvia histórias na barriga da mãe

A professora também tem um exemplo bem-sucedido de estímulo à leitura em casa. Sua filha, Larissa, hoje com 22 anos, sempre foi acostumada a dormir depois de ouvir a mãe ler alguma história. “Tínhamos esse cuidado a partir dos oito meses”, diz. “Além de ela sempre ter uma estante para os próprios livros no quarto, Larissa se orgulhava muito disso.”

Segundo Jacqueline Barbosa, professora do Departamento de Linguística da PUC de São Paulo, outra dica é interagir com os leitores iniciantes que já falam fazendo perguntas sobre as tramas e as ilustrações. “Deixar que a criança conte a história é outra prática boa para a formação do hábito de leitura.”

Doutora em letras e mestre em literatura infantil, Maria Heloísa Melo de Moraes, professora aposentada da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), diz que, para crianças menores de dois anos, a relação com a leitura e os livros começa com a aproximação com esse objeto.

“Para a criança, o livro sempre irá competir com o universo lúdico dos brinquedos, por isso deve ser apresentado, inicialmente, como um deles”, diz Maria Heloísa.

De acordo com a especialista, também pode ser interessante deixar que os leitores iniciantes folheiem revistas. “Como seu desenvolvimento motor não permite que as crianças virem as páginas sem rasgar, elas tendem a se encantar com a brincadeira”, diz.

Além da prosa, seu bebê pode se divertir com a poesia. “O som da palavra rimada atrai a criança, daí os poemas serem tão usados nos primeiros anos de escolaridade, facilitando a aprendizagem e prendendo a atenção dos pequenos”, declara Maria Heloísa.

Dicas e orientações à parte, vale lembrar que, com a leitura e com todo o resto, nada vale mais do que o exemplo. Ou seja, quem quer formar filhos leitores precisa começar a ler mais também. “A criança aprende mais com a observação de comportamentos e atitudes do que com sugestões, ordens e indicações do que é certo ou errado”, fala a doutora em letras.

Dez dicas para formar pequenos leitores
1 – Compre livros de tecido e de plástico para que as crianças se acostumem com esses objetos desde os primeiros meses;

2 – Leia para o seu bebê desde sempre;

3 – Monte um espaço exclusivo para os livros dele, como uma caixa ou uma estante pequena no quarto;

4 – Deixe que ele folheie revistas à vontade, mesmo que seja para rasgar algumas páginas;

5 – Estimule conversas sobre as histórias e as ilustrações;

6 – Leia para ele dormir;

7 – Leve-o para livrarias e sessões de contação de histórias a partir do momento em que ele tiver concentração para ouvir essas narrações, geralmente depois de um ano;

8 – Leia poesias para ele;

9 – Apresente-o aos livros de capa dura quando ele começar a andar;

10 – Dê o exemplo e leia mais você também.

Sugestões de bons livros para crianças

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Conheça a história dramática da família que inspirou Peter Pan

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Uma nova peça de teatro sobre Peter Pan acaba de estrear em Londres, levantando o debate sobre a vida dramática das figuras reais que inspiraram o escocês J.M. Barrie a escrever seu famoso clássico sobre o menino que não queria crescer.

Publicado por BBC Brasil

Estátua de Peter Pan nos Jardins de Kensington

Estátua de Peter Pan nos Jardins de Kensington

A peça Peter and Alice conta a história do encontro fictício entre Alice Hargreaves, inglesa que teria inspirado Lewis Carroll a escrever Alice no País das Maravilhas, e Peter Llewelyn Davies, que teria inspirado a criação de Peter Pan segundo alguns rumores, embora o próprio Barrie diga que na realidade sua fonte de inspiração foram cinco irmãos.

Na narrativa fictícia de Barrie – lançada em 1904 como uma peça de teatro que obteve sucesso imediato – Peter Pan faz amizade com os irmãos Wendy, John e Michael e os leva para um passeio na Terra do Nunca – um mundo mágico povoado por piratas, fadas, sereias e índios.

Na vida real, a história que levaria a criação do personagem Peter Pan começou em 1897, quando Barrie tinha 37 anos e já era um escritor casado e bem sucedido.

Segundo seu biógrafo, Andrew Birkin, o autor encontrou três irmãos da família Llewelyn Davies passeando pelos Jardins de Kensington e se encantou com eles.

“Na época, Barrie era o escritor mais rico do país, mas não tinha filhos”, disse Birkin à BBC.”Ele encontrou em Kensington o jovem George Davies, que tinha 4 anos, e passeava com seus irmãos mais novos, Jack e Peter, e sua babá, Mary Hudson, e começou a conversar com eles.”

Como um avô

Os três meninos eram então os únicos filhos do advogado Arthur Llewelyn Davies e sua mulher, Sylvia, filha de um escritor. Mais tarde, porém, o casal teria mais dois filhos, um deles chamado Peter – para alguns a maior fonte de inspiração para Peter Pan.

Barrie fez amizade com os Llewelyn Davies. “Para ele era quase como ser um avô. Ele podia aproveitar a convivência com a família Llewelyn Davies sem ter que assumir responsabilidade pelas crianças”, diz Birkin.

Quando era jovem, o criador de Peter Pan perdeu o irmão mais velho em um acidente de patins, o que devastou sua família e teria contribuído para sua depressão.

“As pessoas podiam ter a impressão de que ele era um homem triste e sozinho, mas na minha opinião durante 80% do tempo era uma pessoa bem humorada e em apenas 20% era melancólico”, contou Nicholas, um dos cinco irmãos Llewelyn Davies, em uma entrevista para a BBC em 1978.

Os meninos se referiam ao escritor como “tio Jim”. Em 1907, o pai dos cinco meninos morreu de câncer, aos 44 anos, e, três anos depois, sua mãe também faleceu, deixando os garotos órfãos.

As pessoas podiam ter a impressão de que ele era um homem triste e sozinho, mas na minha opinião durante 80% do tempo era uma pessoa bem humorada e em apenas 20% era melancólico.”
Nicholas Llewelyn Davies

Barrie, que na época havia acabado de se separar da mulher, tornou-se uma espécie de “guardião informal” dos irmãos Llewelyn Davies, pagando boa parte dos custos de seus estudos.

“George, Michael e Nicholas gostavam muito de Barrie e lhe escreviam frequentemente. Michael chegou a escrever 2 mil cartas para ele”, diz Birkin. “Já Peter tinha uma relação um pouco mais complicada com o escritor.”

Fins trágicos

George morreu nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial em 1915, com apenas 21 anos. Seis anos mais tarde, Michael morreu afogado em Oxford, aos 20 anos. Alguns dizem que ele teria se suicidado. Para Birkin, porém, tratou-se de um acidente.

Uma questão que tem sido levantada por alguns estudiosos hoje é se haveria algum “elemento sexual” no interesse do escritor pelos cinco meninos.

Quem defende essa hipótese aponta algumas passagens do conto O Pequeno Pássaro Branco, escrito por Barrie em 1902, que fala sobre a relação de amizade entre um menino e um soldado aposentado e sem filhos.

Mas o biógrafo afirma que o escritor era apenas um homem “frustrado” por não ter tido o “privilégio” de ter filhos. Birkin diz não identificar qualquer “elemento sexual” nem nos seus textos nem em sua relação com os irmãos Llewelyn Davies.

Nicholas também acredita que o “tio Jim” era “um inocente” e diz nunca tê-lo visto manifestar qualquer interesse por temas sexuais.

Barrie morreu em 1937, mas nunca se recuperou da morte de George e Michael. Na época, Peter Davies estava trabalhando como editor. Em 1960, porém, ele se matou se jogando na frente de um trem em movimento, em Londres.

Livros combinam com rabiscos?

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Ítalo Anderson, no Transtorno Criativo

“Se riscar seu livro novamente, ficará de castigo!” foi o que ouvi de uma mãe ao educar seu filho, enquanto caminhava próximo a uma escola durante meu intervalo de almoço.

Fiquei a tarde inteira pensando sobre isso. Será que rabiscar os livros é característica de um mau aluno? Bom, entendo que não é agradável deixar marcas em objetos que pertencem a outra pessoa, uma biblioteca ou algum outro tipo de acervo. Mas quanto aos seus livros?

                                                                                   Rabiscos de Johny Dallasuanna

Na infância, sempre enchi de riscos meus livros, cadernos e até algumas provas (às vezes era preciso desenhar minha ideia). Tinha uma compulsão por rabiscos. Por mais que estivesse a responder questões de Literatura, Língua Portuguesa ou outra disciplina que lida com palavras, sempre desenhava no canto da folha, nem que fosse uma pequena estrela. Acredito essa ser uma prática importante para estimular seu cérebro a pensar criativamente. Designers, arquitetos, artistas visuais, ou qualquer outra pessoa que tenha o costume de esquematizar graficamente suas ideias sabem como é importante “rabiscar”. É daí que surgem ideias incríveis.

Portanto, só me resta a dizer, para aquele garoto e para pessoas de todas as idades: rabisque, rabisque muito. Não limite sua criatividade. Faça conexões. Puxe setas, desenhe, comente, grife. Dialogue com o livro! Se acha que o texto precisa de figuras, cole-as nas páginas em branco. É assim que se lê um livro, mergulhando nele e interagindo com cada palavra.

                                                                                   Rabiscos de Johny Dallasuanna

E se o espaço não for suficiente, ande sempre com um bloquinho na mochila ou no bolso. Rabisque onde sua imaginação permitir (e o seu bom senso).

O tablet também vale! Um aplicativo interessante é o SketchBook, da Autodesk. Além de oferecer uma versão gratuita, o SketchBook Express (aqui usuários Apple e aqui para Android) tem as cores e pincéis que você precisa para você fazer qualquer tipo de desenho.

Aproveito assunto do post para indicar um link interessante. O site A Graça da Química tem uma série de curiosidades sobre rabiscos. Não encontrei uma comprovação científica disso, mas vale a pena conferir!

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