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Como montar o cantinho dos livros para os pequenos

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Publicado no Bonde

Estimular a leitura desde os primeiros anos de vida traz inúmeros benefícios para a criançada. Além do estímulo à linguagem – tanto oral, quanto escrita -, esse momento em família fortalece a interação e o vínculo entre pais e filhos, aumenta o repertório cultural dos pequenos, a criatividade, a compreensão, o armazenamento de informações e o resgate de memórias passadas.

Pensando em contribuir ainda mais no estímulo ao gosto por livros na primeira infância, confira algumas dicas para transformar um simples espaço em casa em um ótimo cantinho da leitura.

Escolha um espaço

O primeiro passo é reservar um local adequado em casa. Pode ser um canto da sala que esteja sobrando, ou até mesmo uma parede vazia. Você poderá adequar seu projeto ao espaço que tem disponível.

Abuse da criatividade!

Monte prateleiras e estantes acessíveis às mãozinhas do seu pequeno. Existem algumas movelarias que comercializam estantes em tamanhos adequados, mas com criatividade vocês mesmos podem confeccionar uma. O importante é que a criança consiga manusear, sentir e tocar nos livros.

Crie um ambiente aconchegante

Não precisa de luxo. Um ambiente bem iluminado e algumas almofadas, tapetes ou puffs vão deixar o cantinho da leitura bem mais gostoso e aconchegante para se espalhar entre histórias e aventuras!

Aposte na curadoria do conteúdo

É importante uma seleção de livros adequada à fase da criança. Ela precisa ser acessível ao seu entendimento e explorar sua evolução de maneira prazerosa. É necessário também que se conheça as preferências da criança – observando o pequeno no seu dia-a-dia você poderá ter indícios claros das suas preferências literárias. Hoje também existe no mercado a opção dos clubes de leitura, que conta com uma equipe especializada no assunto e que seleciona livros adequados ao perfil de cada pequeno.

Organize os livros com seu filho

Defina uma maneira de organizar os títulos. Pode ser por gênero, autor, ordem alfabética, o que vocês acharem mais fácil! Seu filho também pode participar da organização, o que despertará ainda mais sua curiosidade.

Quantidade de livros

Não é necessário que se defina um número exato de títulos presentes na biblioteca do seu pequeno. É necessário que ele entre em contato com diferentes tipos de obras literárias e que esse contato esteja vinculado a uma rotina.

Novidades

Outro ponto muito importante é que esses títulos precisam ser renovados com uma frequência. Uma boa pedida é reservar dias para visitas a livrarias e/ou assinar um clube de livros infantis e até, levar os pequenos ao sebo para escolherem o que querem. Ensinar seu filho a trocar livros e que eles são objetos não descartáveis, que podem agradar a outra criança e incentivar o consumo de livros usados é sempre uma boa.

Mãe junta 300 kg de latinhas e realiza sonho de filho estudar na Europa

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Isabel reuniu mais de 300 kg de latas para ajudar manutenção do filho na Europa (Foto: Isabel Cristina/Acervo Pessoal)

Isabel reuniu mais de 300 kg de latas para ajudar manutenção do filho na Europa (Foto: Isabel Cristina/Acervo Pessoal)

Paraibana fez rifa, juntou latinhas, alumínio e plástico e recebeu doações.
Estudante Pedro Fernandes faz intercâmbio na Finlândia há quase um ano.

Dani Fechine, no G1

“Meus filhos vão realizar tudo que eu não pude realizar”, confessou a paraibana Isabel Cristina Fernandes, de 51 anos, que lutou contra a própria realidade para que o filho Pedro, de 18 anos, realizasse o sonho de estudar em um intercâmbio na Finlândia. Natural da cidade de Picuí e trabalhando há 24 anos na sede recreativa da Associação dos Magistrados da Paraíba, em Cabedelo, junto com o marido Milton Viana, Isabel conseguiu arrecadar mais de R$ 1,2 mil coletando material reciclável.

Latinhas, alumínio e plástico ajudaram o filho a se manter no país onde começou a estudar idiomas. Hoje, além de trabalhar com o marido na Associação dos Magistrados, onde também mora há 24 anos, Isabel faz cocadas, trufas, cupcakes e outros doces para ajudar no custeio. O que iria para o lixo no trabalho, Isabel transformava em dinheiro. No caminho para a igreja, também apanhava o que conseguia.

Uma arrecadação dos magistrados da Paraíba, do Rio Grande do Norte, de São Paulo e de Pernambuco, ajudou Isabel a completar R$ 30 mil para realizar o sonho do filho. “Eu ainda vou para longe, ainda vou voar, morar em outro país”, foi com esse desejo de Pedro que tudo começou, conforme conta Isabel.

Para ela, a única solução era o filho estudar. Ele queria fazer algum curso de idiomas, mas se a mãe utilizasse o dinheiro para isso, a família não teria o que comer. Então Pedro começou a estudar por conta própria, no computador. “Assistia seriado sozinho e sempre cantava em inglês, para aprender”, contou Isabel. Quando uma mulher de Taiwan se hospedou no clube da associação, todos ficaram surpresos com a desenvoltura de Pedro para conversar em inglês.
Isabel fez a inscrição de Pedro na associação Rotary para tentar o intercâmbio e, após a realização da prova, ele foi classificado em oitavo lugar. Na preparação da papelada necessária, mais um desafio. “Quando eu vi o que eu tinha que pagar eu pensei que ele não ia mais”, refletiu a mãe.

A campanha atingiu amigos de Isabel e do magistrado Manoel Abrantes, que ajudou junto a outros a reunir o dinheiro necessário. No início, eles precisavam de mais de R$ 5,2 mil para dar início à viagem. Em menos de três dias, a conta bancária de Isabel já somava R$ 6 mil.

Sonho realizado
Pedro está na Finlândia desde agosto de 2016 e hoje ele já fala inglês, sueco e está aprendendo francês. Foi aprovado no curso de Relações Internacionais, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e deve começar o curso quando voltar ao Brasil, provavelmente no final do mês de julho deste ano.

Com a partida de Pedro, o coração de Isabel ficou pequeno. A porta do desembarque era minúscula para um futuro tão grande que estava por vir. “É uma dor quando a gente vê nossos filhos saindo daquela portinha do aeroporto”, disse Isabel.

Pedro, de 18 anos, conseguiu realizar sonho de intercâmbio na Finlândia (Foto: Pedro Fernandes/Acervo Pessoal)

Pedro, de 18 anos, conseguiu realizar sonho de intercâmbio na Finlândia (Foto: Pedro Fernandes/Acervo Pessoal)

 

Agora Isabel vende uma rifa. Recebeu uma doação de uma suqueira como prêmio e só vai parar com as vendas quando o objetivo for alcançado: pagar o passeio da escola do filho para conhecer outros países da Europa.

“Eu me sinto muito feliz, que às vezes é até inexplicável de falar, é incrível quando você sonha a vida toda de ir para o exterior e de repente seu sonho se realiza”, disse Pedro. “Isso mostrou que eu sou capaz e que tudo é questão de querer. E hoje eu posso ver que todo o esforço que a minha mãe fez está valendo a pena”, completou.
24 anos de dedicação e amor

Casados há 24 anos e com dois filhos, Isabel e Milton fazem pela família o que não puderam fazer por si mesmos. Além de Pedro, o filho mais velho do casal tem 22 anos e se chama Severino, estudante de Farmácia, pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). “Eu quero que eles sejam vitoriosos por tudo isso. Cada luta que eles viram que a gente passou, que eles reconheçam. Isso é tudo maravilhoso”, declarou.

Nascida no município de Picuí, Isabel viveu por uma escolha da mãe. O pai não assumiu a paternidade e queria que a gravidez fosse abortada. Ela resistiu e colocou Isabel no mundo. Os sonhos de Isabel têm a mesma marca de luta e de lição de vida. “Eu vou lá ver meu filho na Finlândia. Eu sempre sonhei em ir longe, conhecer o mundo. Meu filho puxou a mim”, disse.
*Sob supervisão de Taiguara Rangel

Homeschooling: Brasil já tem 6 mil crianças sendo educadas em casa

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Número de famílias que aderiram ao modelo dobrou em um ano

Publicado na Crescer

Educar os filhos em casa tem se tornado uma opção cada vez mais atraente para os brasileiros. Embora o modelo ainda não seja legalizado no Brasil, 3,2 mil famílias já aderiram ao homeschooling, que, em 2016, atendeu a cerca de 6 mil crianças, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned). O mais surpreendente é que este número dobrou em um ano – e é, provavelmente, ainda maior, já que muitas famílias não divulgam sua opção por medo de serem denunciadas.

O assunto é polêmico e continua acendendo uma forte discussão legal pois a legislação brasileira não é clara em relação à educação domiciliar: o método não é, de fato, proibido, mas segundo o Estatuto da Crianças e do Adolescente e a Constituição, a matrícula na rede regular de ensino é obrigatória e a falta de frequência é compreendida como negligência dos pais. Para especialistas que são contra o homeschooling, o problema desse sistema não se reduz apenas à perda de conteúdo. Eles defendem que estudar em casa tira da criança a chance de aprender com a diversidade e com as experiências da convivência em grupo, além de afetar seu desenvolvimento cultural, afetivo e até cognitivo.

Isso parece não desacelerar seu crescimento: a cada dia surgem novos grupos nas redes sociais que reúnem famílias interessadas em oferecer uma educação “mais completa” para seus filhos, já que consideram as escolas despreparadas e pouco atenciosas com as crianças. Em casa, as crianças não ficam sem suporte: elas seguem um roteiro definido, com uso de apostilas e livros baseados no currículo formal escolar, mas a metodologia é diferente – e exige mais disciplina. Esses pais e mães defendem, ainda, que a socialização das crianças é mais natural quando elas escolhem seus grupos espontaneamente – e não apenas pelo fato de estudarem no mesmo local. A rotina também é complementada com atividades extracurriculares. Mas, para fazer valer a educação dos filhos, muitos pais precisam ir à Justiça.

Vale lembrar que, caso o homeschooling seja legalizado, será preciso uma regulamentação que padronize a forma como o ensino domiciliar ocorra para garantir que as crianças inseridas em sistemas diferentes do que o escolar estejam, de fato, sendo educadas apropriadamente.

Saiba como motivar os seus filhos para o estudo

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Carmen Saraiva, no Delas

É tempo de avaliar os resultados do primeiro trimestre escolar e perceber se há arestas a limar no que toca ao estudo. O seu filho sente-se motivado, ou nota nele pouco interesse pela escola? É proativo e responsável, ou tem de o lembrar constantemente que na semana seguinte terá dois testes? Como deve proceder para lhe dar aquele “empurrãozinho” para melhorar as notas?

Ana Manta, psicóloga, mãe de três filhos e autora dos livros ‘Motivar os filhos para o estudo’ e ‘Filho, presta atenção!’, da editora Clube do Autor, beneficiou da sua própria experiência enquanto mãe e educadora para ajudar outros pais a lidar com as complicações diárias que o estudo (ou a falta dele) trazem à rotina familiar. Segundo a especialista, a chave está em saber cativar a atenção e a curiosidade da criança consoante a sua idade, tornando divertida a aprendizagem.

“Ao longo do percurso escolar a criança vai mudando de interesses e de gostos. Para uma criança no primeiro ciclo uma boa forma de motivar é através de jogos e desafios, por exemplo, trabalhando conceitos de gramática através de sopa de letras (use dois pacotes de massa sopa de letras, uma caixa de plástico e vários cartões com conceitos gramaticais). Os pais devem mostrar sempre aos filhos que a escola é uma coisa boa, que pode ser divertido. Estabelecer rotinas é fundamental para a adaptação, para uma criança desta idade se sentir segura e tranquila deve saber o que se vai passar a seguir.”

No que diz respeito aos mais velhos, podem ser propostos outro tipo de desafios mais exigentes. “No livro ‘Filho, presta atenção!’ existe um capítulo destinado a filhos adolescentes. Mas o mais importante para motivar os filhos em qualquer idade é confiar neles e transmitir-lhes essa confiança.”

Para a psicóloga, o apoio e incentivo dos pais é essencial para o sucesso escolar, mas há que saber traçar a linha entre o apoio e interesse natural pelo percurso escolar da pressão para os bons resultados que alguns pais, consciente ou inconscientemente, transmitem aos filhos e que, segundo Ana, é contraproducente.

“A criança consegue distinguir bem as coisas: uma coisa é o interesse, que é normal e saudável; outra é a pressão pelos resultados. Nenhum tipo de pressão é positivo e nenhuma criança consegue ter bons resultados neste tipo de ambiente.”

Rita Sousa, mãe de Lourenço, 7 anos, e de Pedro, 12 anos, reconhece que por vezes se excede na sua tentativa de motivar os filhos para os bons resultados. “Tento acompanhar ambos com afinco, mais o Pedro do que o Lourenço, claro, que ainda está no início. E sei que por vezes exagero na forma como exijo deles sempre mais e melhor. O meu objetivo é o mais nobre, tentar que aprendam que tudo se consegue com trabalho, uma lição para a vida, mas por vezes penso se não os estarei a pressionar demasiado.”

Palavras mágicas

Motivar uma criança ou adolescente pode ser tão simples quanto proferir uma única palavra ou frase. Ana Manta refere que “Deve dizer-se sempre, todos os dias, que os amamos e que o que mais queremos é que sejam felizes. O incentivo tem de ser natural, qualquer criança aprende muito melhor e tem melhores resultados se se sentir segura e amada.” Rita Sousa é exemplo disto, e garante que não se esquece de lembrar aos filhos constantemente que os adora, quer tenham boas ou más notas. Quando as avaliações superam as expectativas, Rita prefere recompensar o sucesso com saídas em família ou outro tipo de atividades divertidas, em vez de bens materiais.

“A minha mãe dava-me sempre um bom presente no final de cada ano letivo, se as notas estivessem acima da média, o que sempre aconteceu. Eu posso até dar uma lembrança a cada um, mas nunca a associo ao final do ano nem às boas notas.”

Ana Manta corrobora: “Devemos incentivar sim, com elogios e com pequenos gestos diários, nunca com presentes materiais. A criança não deve sentir que é «paga» para ter boas notas. Uma boa forma de recompensar é ler os testes com eles, perceber o que correu bem, o que correu menos bem. Reconhecer com pequenos privilégios, uma sobremesa especial, uma palavra de apreço, um recadinho na lancheira, enfim, com mimo…”, explica a especialista.

Dever de casa, sim ou não?

Habitualmente, o momento mais conflituoso do dia em muitas casas acaba por ser a realização dos deveres de casa, que muitos professores optam por enviar apenas à sexta-feira. Muitos pais insurgem-se atualmente contra estes exercícios, alegando que são desnecessários e diminuem ainda mais o tempo de qualidade em família, mas Ana Manta acredita que os deveres de casa não têm de ser o “bicho-papão”.

“Os deveres de casa, com conta peso e medida, são benéficos, fomentam a responsabilidade e são uma forma de os pais terem conhecimento do que os filhos estão a aprender na escola. O ideal é que os deveres de casa não ultrapassem os 30 minutos por dia. Penso que os pais devem incitar a realização dos mesmos, já que deve haver sintonia entre a escola e a família.”

Rita Sousa considera que em alguns casos os deveres de casa podem sim ajudar a consolidar matéria, mas tem noção de que os filhos passam já grande parte do seu dia nas instalações escolares, o que torna preciosos todos os minutos em casa. “Sim, por vezes preferia que não trouxessem deveres de casa, já que a sobrecarga horária é uma realidade. Tento desdramatizar e não lhes dar a entender que não valorizo os deveres de casa, para lhes incutir esse sentido de dever, e normalmente o que acontece é que acabo por ajudá-los, para que os terminem mais depressa e possamos fazer outra coisa agradável a seguir, o que também os motiva. A verdade é que também eu fazia os meus trabalhos de casa responsavelmente, e acredito que assim seja o correto.” Ana Manta assegura que deve existir um tempo estipulado para o estudo diário em casa, nada de muito rígido, mas regular, sem nunca esquecer a importância da brincadeira. “Meia hora por dia é o suficiente para mostrar aos pais o que se aprendeu, mas claro que a partir do segundo ciclo esse tempo deve aumentar. No entanto, nunca devemos esquecer que as crianças precisam de brincar e que a brincar se aprende muita coisa.” A psicóloga aconselha também atividades extracurriculares divertidas que façam a criança feliz e que a ajudem a descontrair. “A música é das atividades que mais ajudam na concentração. A dança também ajuda a trabalhar o ritmo e a concentração, mas cada família saberá escolher tendo sempre em conta a personalidade dos filhos.”

Desdramatizar os maus resultados

Rita Sousa considera-se felizarda por ter dois filhos que, até agora, têm demonstrado interesse pela escola e alcançam bons resultados. No entanto, sabe que se assim não fosse, não deixaria de lhes prestar todo o seu apoio do mesmo modo, para que não se sentissem “sozinhos”. “Acho que é fundamental que eles percebam que uma má nota não compromete o valor do esforço, que o essencial é não baixar os braços, e que eu estarei lá para os ajudar a superar esse percalço, no dia em que acontecer.” Ana Manta reforça que “Nenhuma criança gosta de ter maus resultados, e é quando os tem que mais precisa de um pouco de colo, de um abraço forte… Se sentirmos que o seu esforço não foi suficiente, aí é importante refletir em conjunto sobre o que falhou para que na próxima vez possa correr melhor. O mais importante é a criança sentir que não está só no caminho, tem o apoio dos seus pais.”

E porque é que há crianças que naturalmente têm inclinação para o estudo, e outras que fogem dos livros como o diabo da cruz? A especialista explica: “Cada criança é única, para além do seu patrimônio genético e da educação, tem algo que é só seu: o seu temperamento. Cada uma delas tem a sua forma de se relacionar com o estudo, no entanto, o nosso dever como adultos e responsáveis pela sua educação é incentivar, levá-los a perceber que a escola é uma coisa boa e que é o sítio certo para aprender e descobrir coisas novas.”

Como guardar de forma prática os trabalhos escolares das crianças

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Publicado no Catraquinha

Chega o final do ano e as crianças vão trazendo para a casa toda a produção que elas fizeram durante o ano na escola. O que fazer com tantos trabalhos? A Patricia Camargo, do Tempojunto, disse que passa por dois sentimentos:”Primeiro de orgulho por todos os progressos, pelas coisas lindas e por ver como eles se empenharam durante o ano. Mas em seguida vem o “ai! Que vou fazer com tudo isso?

Bom, nos anos anteriores, eu escrevi aqui sobre este assunto e contei que em casa fazemos uma exposição de arte, pela casa mesmo, que dura o período de 15 de dezembro até 6 de janeiro (Dia de Reis), mais ou menos. Escolhemos esta época porque é quando recebemos mais gente em casa para as comemorações de fim de ano – família e amigos – e as crianças amam mostrar a todos suas obras de arte.

Para ajudar as famílias a guardar de forma prática os trabalhos escolares o Tempojunto sugere coisas saídas que facilitam a vida. Confira!

Antes de tudo, a primeira coisa é estabelecer com as crianças um critério de seleção das peças que serão guardadas e aquelas que serão dispensadas. Por exemplo, dois trabalhos escritos; duas pinturas seguindo uma técnica ou inspirados em um artista; duas artes com o mesmo material; dois desenhos; dois jogos e por aí vai.

Exposição em casa

Créditos: Tempojunto Exposição temporária na sala de casa.

Créditos: Tempojunto
Exposição temporária na sala de casa.

 

Transformar os trabalhos em livros

Se os trabalhos das crianças forem em sua maioria feitos em papel A4, que tal montar um livro com um rolo de papel craft como base? O papel faz um contraste legal e realça a arte das crianças. Você pode pegar uma faixa larga, dobrar em formato sanfona. Um grampo ou furos amarrados com barbante em um dos cantos da dobra sanfonada. Nem precisa cortar a outra lateral. Pode deixar sanfonada mesmo, que o efeito fica bem legal. Daí é só colar as peças, formando uma história, ou seguindo uma técnica de arte ou o que vocês preferirem.

Transformar os trabalhos em um livro.

Transformar os trabalhos em um livro.

 

Criar um scrapbook

Outra sugestão é levar as fotos e as explicações para uma gráfica rápida e criar um livro scrapbook. . Fica um livro bem original, fácil de guardar e no futuro, os filhos crescidos poderão mostrar aos filhos dos filhos deles.

Créditos: Tempojunto Scrapbook

Créditos: Tempojunto
Scrapbook

 

Preservar o original

Se a sua vontade é guardar com carinho os originais que seus filhos fizeram, há outras dicas. A primeira é a clássica pasta arquivo com aqueles envelopes de plástico. Existem modelos para todos os gostos e de todos os preços. Prefira os modelos com fechamento tipo Romeu-Julieta ou fechamento com parafuso plástico.

Preservar os trabalhos originais.

Preservar os trabalhos originais.

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