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15 livros que não podem faltar na vida de seus filhos

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Ilan Brenman, na Revista Crescer

Após a última lista que preparei para CRESCER (15 histórias para contar antes de eles crescerem), compartilho, agora, as leituras imprescindíveis na vida de nossos filhos. A leitura em voz alta é de extrema importância na formação integral das crianças. Percebemos rapidamente a diferença das que foram banhadas com bons textos na infância das que, por inúmeros motivos, não tiveram a mesma oportunidade. Ler para nossos filhos é estreitar laços afetivos com eles, além de inseri-los no mundo do conhecimento, da cultura e da criatividade. A seguir, a lista de alguns títulos que não podem faltar:

1 Adivinha Quanto Eu Te Amo (Sam McBratney,WMF Martins Fontes). Leitura afetuosa, para ser realizada grudadinho neles.

2 Não Confunda (Moderna). Escrito e ilustrado por uma das minhas autoras preferidas: Eva Furnari. Boas risadas brotaram.

3 Brasileirinhos (Cosac Naify). Crianças amam poesia. O livro, de Lalau e Laurabeatriz, é uma bela iniciação do mundo poético.

4 Tanto, Tanto! (Trish Cooke, Ática). Uma história apaixonante. Enredos que as crianças
decoram juntamente com os pais. A diversão é garantida.

5 Meus Porquinhos (Audrey Wood, Ática). Os pequenos deliram com essa publicação.

6 Agora Não, Bernardo (David McKee, WMF Martins Fontes). Enquanto alguns pais se assustam com esse livro, as crianças adoram. Caso seu filho tenha medo, enfrente esse sentimento com ele.

7 Flicts (Melhoramentos). Um clássico do Ziraldo.

8 A Pequena Toupeira que Queria Saber Quem Tinha Feito Cocô na Cabeça Dela. (Werner Holzwart, Cia. das Letrinhas). Foram infindáveis risadas com minhas filhas. Garanto
que os pais vão se divertir também.

9 Quero Meu Penico! (Tony Ross, WMFMartins Fontes). O escritor e ilustrador inglês é um dos autores preferidos da minha caçula. Ele capta as singelezas da infância.

10 Menina Bonita do Laço de Fita (Ática). É um dos meus textos preferidos escritos por Ana Maria Machado.

11 Armazém do Folclore (Ática). O autor Ricardo Azevedo fez uma coletânea brilhante para as crianças: contos, ditados, quadras e adivinhas que podem ser saboreados por pais e crianças.

12 Marcelo, Marmelo, Martelo (Salamandra). Ruth Rocha é autora de sensibilidade ímpar. Leia para seu filho e confira.

13 Reinações de Narizinho (Monteiro Lobato, Biblioteca Azul). Clássico que deve ser compartilhado em diversas fases da vida.

14 Zoom (Istvan Banyai, Brinque-Book). Livro de imagem, sem palavras, mas que surpreende toda a família.

15 Onde Vivem Os Monstros (Maurice Sendak, CosacNaify). Outro clássico com ilustrações belíssimas.

Tema de redação gera relatos de candidatas vítimas de violência

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‘Me identifiquei’, disse uma estudante do Rio que prestou a prova

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Publicado em O Globo

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) trouxe à tona o relato de candidatas sobre suas próprias situações de violência. No Rio, a estudante Daiana dos Santos, de 26 anos, afirmou que se identificou com o tema da prova.

– Já passei por uma situação de violência e não denunciei, poque tive medo. Acabei saindo de casa e fui procurar abrigo na casa de parentes. Me identifiquei com o tema- contou Daiana acrescentando que os casos estão se tornando mais graves e o número de vítimas tem aumentado.

Angelina Baclan, de 21 anos, conhece bem o drama da violência. Ela conta que sua mãe, fugiu de Londrina, interior do Paraná, para Curitiba carregando os filhos pequenos devido ao comportamento agressivo do pai de Angelina, que era alcoólatra.

– Meu pai veio atrás, ameaçou tirar a guarda dos filhos, foi muito difícil. É um tema super importante, interessante e que conheço muito- disse a candidata.

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Angelina usou a experiência para fazer a redação. Por ver a mãe sofrer agressões, ela toma remédios antidepressivos desde os 12 anos e diz temer relacionamentos afetivos

– Escrevi também em como essa violência afeta os filhos. Minha mãe voltou com meu pai. Ele parou de beber. Mas ela é submissa, minha vó também era. Eu quero é acabar com esse ciclo – complementou.

Já no Piauí, outra candidata afirmou que não encontrou dificuldade para escrever a redação, uma vez que precisou apenas recordar a própria história.

– O tema sobre a violência contra a mulher foi fácil, porque a gente precisava apenas contar as próprias experiências e argumentar que a violência persiste. Eu mesma fui vítima de abusos- relatou Ceres Sousa.

No Rio, Brenda Evangelista considerou o tema muito relevante e contou sobre uma ocorrência dentro da própria família:

– Pode ajudar as pessoas a refletir sobre o assunto. Tem muitos casos de violência no país. Inclusive, já houve um caso dentro da minha família – contou Brenda que faz Publicidade numa faculdade privada e tenta ganhar uma bolsa.

Também Rio, Beatriz Ferrão, de 18 anos, comentou sobre a proposta e contou que foi fácil desenvolver a redação, já que participa de um coletivo feminista na escola onde estuda:

No meu colégio há muitas discussões que debatem o feminismo. Isso me ajudou a fazer a prova. Durante as conversas, pensamos em alternativas para as mulheres saírem de situações de violência.

Assim que os portões da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) se abriram, a primeira a sair do local foi a candidata Amanda Lucena, de 17 anos, que tenta vaga em uma faculdade de Administração. Ela fez questão de ressaltar a importância da discussão sobre a problemática da violência contra a mulher no país.

– Me senti representada ao ler o tema da redação. A discussão é atual e muito importante, pois é uma realidade que vivenciamos no dia a dia. Acho que fui bem – disse a jovem, que fez o Enem pela primeira vez. – É um teste complicado, mas estou confiante.

Com boa colocação no Enem por Escola, colégio militar funciona como quartel

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Aliny Gama, em UOL

No Colégio Militar Tiradentes, em Maceió (Alagoas), os alunos vivem uma rotina militar. Lá se respira a palavra disciplina. Localizado no Trapiche da Barra, zona sul da cidade, há cinco anos se destaca no Enem por Escola com base em uma “didática” baseada no rigor.

O estabelecimento tem a maior nota de uma escola da rede estadual no Estado, com média 521,17 entre as provas objetivas. Para se ter uma ideia, a maior nota de uma escola da rede estadual é 657,59 e há 650 escolas de rede estadual com nota maior que a do estabelecimento alagoano.

Para estudar no Tiradentes, o visual do aluno também tem que estar alinhado: ele tem de estar com cabelos cortados e arrumados no padrão militar, uniforme limpo e passado a ferro com vinco e, ainda, bater continência para professores, coordenadores e direção.

O ritual dos alunos começa com vistoria nos cabelos e nos uniformes, que são cinco ao todo – sendo dois uniformes de gala usado para desfiles e solenidades. Durante a semana, outras obrigações militares são atribuídas aos estudantes, que às terças-feiras, fazem uma solenidade de hasteamento das bandeiras do Brasil, de Alagoas e do colégio.

A diretora do Colégio Tiradentes, coronel da PM (Polícia Militar) Fátima Escaliante, destaca que a disciplina do aluno conta até na permanência dele na escola. Diferentemente dos demais colégios, o regimento do Tiradentes permite que o aluno indisciplinado seja expulso da unidade. No ano passado foram 14 alunos expulsos. Entre especialistas da área, a seleção de alunos é vista como um ponto negativo no processo educacional.

“Todo aluno entra com dez pontos, à medida que ele vai deixando de cumprir obrigações, como chegar atrasado, não estar com o uniforme de acordo com o dia ou estar com o cabelo desalinhado, ele vai perdendo pontos. Ao atingir 3.9 ele vai para o conselho para ser avaliado se permanece ou não”, explica Escaliante. O aluno que se envolver em agressões ou desrespeitar o professor comete falta grave e é imediatamente expulso.

Patentes

Como na PM, há um sistema de patentes e hierarquia: tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel. A escala vai de acordo com a turma que está cursando, as notas e os pontos que acumularam por estarem cumprindo as atividades em sala de aula e extraclasse e, também as obrigações. No terceiro ano, o aluno destaque ocupa a “patente” de coronel.

A nova coronel da turma do terceiro ano B, Susana Glória dos Santos, 17, estuda no Tiradentes há oito anos e diz que o segredo é a disciplina, motivação e dedicação nos estudos. Filha de militar, ela conta que não tem dificuldades em cumprir as regras da escola e o foco é nos estudos.

“Estudo pela manhã e faço cursinho a tarde, mas à noite ainda dou uma estudada, por uma, duas horas para fazer as atividades de casa. Temos também ter autocontrole para não se desesperar nas provas para conseguimos notas boas e também se sair bem no Enem”, disse a garota.

Segundo o professor de português e literatura, Paulo César dos Santos, a disciplina e o treino são fatores de sucesso dos alunos nos exames como o Enem. “O aluno escreve e nós corrigimos até o texto sair perfeito para entendimento de todos”, disse.

Especialistas criticam

Especialistas discordam da aplicação da militarização em sala de aula para obter resultados satisfatórios.

A professora de história, especialista em gestão de sistemas educacionais, Pilar Lacerda, diz que o modelo abre mão da pedagogia ao apelar para a rigidez e a disciplina militar.

“A escola de educação básica é o lugar da formação de valores, de conhecer e respeitar o outro. Do diálogo e da construção de normas comuns. Que cidadão está sendo formado neste modelo militar? A não ser que o jovem queira seguir carreira militar”, argumenta Lacerda, que é presidente da Fundação SM.

Ela explica que para estudantes se manterem focados nos estudos, a escola deve tornar a sala de aula mais atrativa e menos burocrática.

“Que pense no projeto pedagógico que seja construído para o estudante entender o mundo e entender-se no mundo. Atiçar a curiosidade e incentivar a criatividade. Nada feito a força funciona”, explica a professora.

Filhos de militares e filhos de civis

No estatuto da escola, a oferta de vagas se destina, prioritariamente, a filhos de militares. Mas a seleção é feita pelo rendimento em uma prova — se o filho do militar não obtiver nota para ingressar, sua vaga fica disponível para os filhos de civis que, atualmente, são maioria (53%).

Para entrar no Colégio Tiradentes, o aluno se submete a um concurso com provas de português e matemática. O colégio tem 700 alunos distribuídos em turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e do 1º ao 3º ano do ensino médio.

As aulas ocorrem de segunda-feira a sábado, ou no período da manhã ou da tarde. Os alunos do terceiro ano recebem reforço de disciplinas isoladas de cursinho pré-vestibular que foi contratado pelo próprio colégio.

Mães recorrem à polícia para garantir matrícula de filhos com deficiência

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Família teve vaga negada mesmo depois de liminar expedida pela Justiça.
Escolas exigem que pais paguem custos com profissionais especializados.

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Publicado no G1

Matricular filhos com deficiência em escolas particulares de Paulínia(SP) tem se transformado num drama para muitas famílias. Na cidade, há casos de mães que foram obrigadas não apenas a recorrer à Justiça para conseguir a vaga, como tiveram de buscar a Polícia Civil para garantir o cumprimento da decisão judicial.

Este é o caso da gerente administrativa Cleide Doutor da Silva, que já há quase um ano briga com a Escola Adventista de Paulínia para garantir atendimento ao filho – acometido por uma ataxia congênita, patologia que provoca tremores constantes – em especial na cabeça e mãos – e dificuldades severas de coordenação motora.

De acordo com a mulher, a escola – que no início de julho foi acusada de cobrar taxa extra para matricular uma aluna com síndrome de Down – cria seguidos empecilhos para evitar a matrícula do menino. Ela diz ter tentado sensibilizar a diretoria da escola e chegou depois a recorrer à Delegacia de Ensino. Mas não teve sucesso. Foi então ao Ministério Público, mas nem isso resolveu.

Caso de polícia

“Eles (a escola) não queriam acatar a decisão da Justiça e, sem outra opção, tive de ir à polícia e registrei um boletim de ocorrência”, explicou ela.

“Eu cheguei a ser barrada na escola”, denuncia. Ela conta que no início deste ano, quando da renovação da matrícula, a direção da escola propôs um aditivo no contrato, pelo qual a família deveria se responsabilizar pela contratação de um professor-auxiliar e um tutor. “Como eu não aceitei fazer isso por entender que isso é obrigação da escola, eles disseram que não poderiam aceitar a matrícula”, relata a mãe.

“Fui então à Justiça, mas como levou um certo tempo para consegui a liminar, eles alegaram que já havia se encerrado o prazo para matrícula”, contou. “Cheguei a fazer o pagamento da matrícula pelo boleto, mas a diretoria queria me devolver o dinheiro. Queriam me devolver até as moedas”, relatou. Foi então, à Policia Civil. “Na verdade, eles tratam a gente como se a gente fosse nada”, reclama.

Outro B.O.

A pedagoga Nayanne de Oliveira Fahl conta que teve problema semelhante com a Escola Cosmos, também de Paulínia, quando tentou matricular a filha de 8 anos, que tem síndrome de Down.

A professora conta que na primeira entrevista para a matrícula, não informou a escola sobre a síndrome. “Eu acredito que inclusão deve ser plena e que isso, não poderia ser um impeditivo para a matrícula”, argumentou.

“Quando eles viram a minha filha, disseram que não trabalhavam com esse tipo com esse tipo de criança. Me falaram exatamente assim”, disse ela.

“Fui à Justiça e registrei boletim de ocorrência contra a escola, mas não matriculei minha filha, porque eu a quero num lugar em que seja aceita”, acrescentou.

Só que não foi fácil. Nayanne conta que no período de setembro a janeiro esteve em cinco escolas em Paulínia e mais três em Campinas até conseguir uma que tivesse uma estrutura consolidada para receber alunos com deficiência. “Passar por isso, é coisa que não desejo pra ninguém”, diz ela.

A direção da escola foi procurada pela reportagem, mas por meio de funcionários administrativos informou que desconhecia o assunto, apesar do Boletim de Ocorrência registrado na policia.

Paralisia Cerebral
A dona de casa Eliane Gomes Mendes conta que teve problema idêntico na Adventista de Paulínia. O filho, acometido por uma paralisia cerebral, também foi recusado. “Como ele é cadeirante, usava fraldas e registrava episódios de convulsões, eles queriam que a gente pagasse dois especialistas, e eu não tinha a menor condição”, disse.

Eliane levou o menino para a Apae onde permaneceu até os 7 anos, mas teve de tirá-lo de lá por causa da idade. Foi levado, então, para uma outra escola particular em Paulínia.

Situação semelhante viveu o professor José Paulo de Araújo, que tem uma filha de 10 anos e que apresenta atraso neuro-psico motor em consequência da chamada Síndrome de Williams. Na renovação da matrícula no final do ano passado, a Escola Adventista de Paulinia exigiu o pagamento de profissionais especializados para acompanhamento da menina.

“Me recusei a fazer isso, mas me desencantei com a escola. Não quis ingressar com ações judiciais por entender que ela não poderia mais continuar lá”, argumentou.

Hoje a menina está matriculada na rede pública de Paulínia. “Não é o ideal, mas ela conta com auxílio de professores especializados e seu desenvolvimento tem apresentado melhora sensível”, disse ele.

Nota oficial
A Escola Adventista de Paulínia se pronunciou por meio de nota. A direção afirmou ao G1 que no seu entendimento “não há no ordenamento jurídico qualquer obrigação legal de uma instituição particular de ensino regular em oferecer, custear ou promover adaptações em sua estrutura, como a contratação de um tutor/mediador pedagógico, para suprir necessidades exclusivas de alunos com necessidades especiais”, destaca o documento.

A escola afirma ainda que “em nenhum momento”, cobrou dos pais um valor adicional ao da mensalidade regular e nem ofereceu o serviço de tutor/mediador pedagógico. A instituição informa também que a liminar em favor de Cleide Doutor foi suspensa.

Síndrome de Down

Na semana passada, o G1 mostrou que a Escola Adventista havia sido acusada de promover cobrança extra para garantir uma vaga a uma aluna de 7 anos, que tem síndrome de Down. De acordo com a mãe da menina, Rosângela Galina, o colégio alegou que, para manter a menina numa classe regular, precisaria contratar um tutor – que seria uma espécie de professor auxiliar, além de um cuidador. E condicionou a matrícula, ao pagamento dessas novas despesas.

Segundo a escola, o tutor faria a orientação em sala de aula e o auxiliar ficaria responsável por ajudar a menina em tarefas de higienização, na administração de medicamentos e outros cuidados de ordem pessoal. A mãe reagiu e recorreu ao Ministério Público hoje iniciou uma campanha na internet chamada #diganãoadownfobia.

Elon Musk criou uma escola primária para os filhos de seus funcionários

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Gabriel Garcia, na INFO

Durante uma entrevista para um canal de televisão chinês, o bilionário sul-africano Elon Musk revelou que fundou uma escola, chamada Ad Astra, para seus cinco filhos.

De acordo com o fundador da Tesla e da SpaceX, a escola regular não estava educando seus filhos da maneira que ele acredita que seria a mais adequada. “Eles não estavam fazendo as coisas que acho que deveriam ser feitas”, disse Musk durante a entrevista.

“Pensei: ‘Bem, vamos ver o que posso fazer’. Talvez criar uma escola seria melhor”, afirmou Musk, que contratou um dos professores da antiga escola de seus filhos para fundar a Ad Astra.

Atualmente, o colégio tem matriculadas 14 crianças com idade de ensino primário, a maior parte delas filha de funcionários da SpaceX.

A principal diretriz de Musk era sua escola ensinasse a partir das aptidões individuais de seus estudantes, eliminando toda a grade curricular convencional. Para ele, a base do aprendizado escolar deve ser a solução de problemas.

“É importante ensinar a resolução de problemas, ou ensinar o problema e não as ferramentas para resolvê-lo”, disse Musk.

“Digamos que você está tentando ensinar as pessoas sobre como os motores funcionam. Uma abordagem tradicional diria, ‘Iremos ensinar tudo sobre chaves de fenda e furadeiras’. Essa é uma forma muito difícil de fazer isso. Uma maneira muito melhor seria, ‘Aqui está o motor. Agora vamos desmontá-lo. Como iremos fazer isso? Ah, precisamos de uma chave de fenda!'”, afirmou.

Por enquanto, a escola é pequena e experimental, e Musk ainda não sabe quanto tempo irá deixar seus filhos matriculados. Mas os alunos parecem estar gostando da escola de Elon Musk: a classe terá até 20 alunos no próximo ano.

Assista a entrevista (em inglês):

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