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Enem: MEC publica exemplo de redação nota 1.000 com erro de português

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Trecho de redação com nota máxima no Enem 2012 tem erro de português

Trecho de redação com nota máxima no Enem 2012 tem erro de português

Publicado por UOL

O MEC (Ministério da Educação) divulgou nesta quinta-feira (5) o Guia do Participante – A Redação no Enem 2013. Entre os cinco exemplos de redações nota 1.000 (pontuação máxima), aparece um texto com falta de acento na palavra “espanhóis” – o candidato escreveu a mesma palavra três vezes, duas certas e a última errada.

Segundo o material, “o texto demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal e não apresenta problemas linguísticos, a não ser a falta de acento em ‘espanhóis’, sem reincidência em inadequações de grafia”.

Em outra redação, o candidato errou a concordância do verbo “atrair”: “Nos últimos anos, a mudança na economia e o novo espaço que o Brasil tem conquistado no cenário internacional atraiu trabalhadores e turistas (…)”. O correto seria usar o verbo no plural.

No material, o MEC diz que o texto “revela excelente domínio da modalidade escrita formal e do tipo dissertativo-argumentativo e não apresenta problemas linguísticos, a não ser um problema de concordância em ‘atraiu’, sem reincidência em inadequações linguísticas”.

Em coletiva de imprensa realizada para a apresentação do guia, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que esse foi um erro excepcional e que o texto tem todas as características de uma boa redação, merecendo a nota. O ministro também acrescentou que a correção das redações do Enem 2013 será mais rigorosa.

Já o presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Luiz Claudio Costa, disse que o guia tem fins pedagógicos: “O candidato vai ficar de olho nisso para não errar”.

Uma dúvida que muitos estudantes ainda apresentam sobre a redação é se ela precisa de um título ou não. De acordo com Mercadante, colocar título na redação do Enem não é obrigatório.

Mudanças na correção

Após redações apresentarem trechos com receita de macarrão e hino de time de futebol, o Enem passará por mudanças na correção dos textos a partir desse ano. Escrever frases completamente desconexas com o resto da dissertação agora dará nota zero ao estudante.

A prova também vai ter correções mais rigorosas em relação a ortografia. De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, erros ortográficos serão aceitos como excepcionais e sem reincidência.

Outro fator que mudou foi em relação a discrepância para as redações terem uma terceira avaliação. Até o Enem 2012, era preciso ter diferença de 200 pontos entre as notas dos avaliadores. Neste ano, a diferença para uma prova ter terceira avaliação será de apenas 100 pontos.

Mercadante anunciou hoje que as redações da edição 2013 do exame serão corrigidas por 9.500 corretores. Em 2012, aproximadamente 5.600 corretores trabalharam na redação do Enem.

Grávidas
O ministro Aloizio Mercadante afirmou ainda que 517 candidatas grávidas podem “parir” nos dias de aplicação do Enem 2013. Segundo o ministro, 6,7 mil inscritas informaram estar grávidas. Destas, 3,1 mil tem previsão de dar à luz em outubro, sendo 517 no período das provas.

Mercadante disse que o MEC fez contato com todas as candidatas grávidas e lembrou o caso da estudante Pâmela de Oliveira Lescano, 17, que entrou em trabalho de parto antes do início da prova do Enem 2012. Na época, o ministro ligou para a estudante e autorizou que ela fizesse a prova em outra data.

O monitoramento é feito pelo MEC para poder auxiliar as estudantes, caso algum caso semelhante com o do ano passado aconteça.

Estudo aponta cinco características dos bons alunos

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Eles driblam a bagunça dos colegas e ‘aprendem a aprender’, mostra levantamento de pesquisador da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard

Alunos (Thinkstock)

Alunos (Thinkstock)

Lecticia Maggi, na Veja

Por que alunos que frequentam a mesma escola e têm aulas com os mesmos professores obtêm desempenho escolar diferente? Para tentar esclarecer essa questão, o antropólogo James Ito-Adler, presidente do Instituto Cambridge para Estudos Brasileiros e pesquisador da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, entrevistou 24 estudantes do 9º ano do ensino fundamental em três estados brasileiros.

Embora não tenha valor estatístico, a pesquisa, realizada entre março e junho deste ano, foi a fundo na conversa com os estudantes, em entrevistas que duraram horas. O produto do levantamento ajuda a compreender a diferença de performance. Por exemplo: estudantes que possuem boas notas, em geral, sabem lidar melhor com a bagunça dos colegas em sala de aula, “aprenderam a aprender”, dominam a internet, planejam o futuro e recebem motivação dos pais.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Positivo, organização sem fins lucrativos voltada à promoção da educação, e teve caráter qualitativo. Isso significa que seu resultado não é válido para toda a população brasileira. Mas suas observações trazem insights que podem ajudar pais e educadores.

Para o estudo, os estudantes foram divididos em três grupos, conforme o desempenho obtido em avaliações: baixo, médio e alto. Confira a seguir diferenças apontadas entre alunos de alto e baixo desempenhos:

Cinco características dos bons alunos

1 – Driblam a bagunça na sala de aula

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Todos os alunos ouvidos na pesquisa, sem exceção, apontaram a bagunça em sala de aula como um empecilho ao aprendizado. Se o problema atinge todos, por que alguns apresentam bom rendimento e outros não? A resposta, segundo James Ito-Adler, está na forma como os estudantes lidam com essa bagunça. Alguns criam estratégias para driblá-la: esses obtêm bom desempenho.

“As meninas, principalmente, disseram que trocam de lugar e sentam na frente quando o barulho do ‘fundão’ começa a incomodar. Outros alunos procuram o professor após a aula para tirar dúvidas ou complementar a explicação que foi prejudicada por conversas. Há ainda os que buscam auxílio dos colegas ou pesquisam por conta própria para entender o conteúdo da aula. Isso não se verifica entre os demais alunos. Ou eles se integram à bagunça ou ficam reféns dela, não entendem o conteúdo e vão mal nas avaliações.”

2 – Aprenderam a aprender

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É evidente que, ao estudar, todos têm capacidade de aprender. Há um fator, no entanto, que é importantíssimo para o sucesso escolar: aprender a aprender. A maioria dos alunos com bom desempenho gosta de ler livros e publicações variadas, tem prazer em realizar pesquisas e procurar explicações para questões complexas.

Um aluno passa mais tempo fora da escola, em situações informais de aprendizagem, do que em situações formais — diante do professor ou consultando um livro. Por essa razão, os pesquisadores afirmam que é fundamental que os alunos desenvolvam consciência da necessidade de “aprender a aprender” — não apenas na escola, é claro, mas em qualquer situação.

“Não nascemos com a habilidade de aprender a aprender, mas podemos desenvolvê-la ao longo dos anos. Podemos verificar que os melhores alunos levam vantagem nesse item: eles estabelecem metas e criam estratégias para atingi-las. Ao mesmo tempo, sabem se autoavaliar e conhecem os métodos de estudo mais eficientes para eles próprios. Quem adquire essa habilidade tem vantagens enormes, tanto na vida acadêmica e profissional quanto na vida privada.”

3 – Dominam a internet

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O estudo indica que alunos com boas notas utilizam a internet para fazer pesquisas, tirar dúvidas com os colegas e também assistir a videoaulas. O mesmo não se pode dizer dos alunos com desempenho inferior à média. Não raro, para eles, a internet é vista como uma chance de escape do mundo real. A pesquisa cita a fala de uma aluna para exemplificar o bom uso da web: “Temos uma comunidade no Facebook: sempre que tem prova a gente compartilha informações por lá. A gente se ajuda neste grupo (sic).”

“Alguns dos estudantes com desempenho ruim são escravizados pela internet: chegam a ficar oito horas por dia em frente ao computador. Para os que têm rendimento melhor, a rede não deixa de ser instrumento de lazer, mas é também ferramenta eficiente de aprendizado.”

4 – Planejam o futuro

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Outra diferença entre os alunos está na relação que eles estabelecem com o futuro: os de melhor desempenho acadêmico mostram-se mais otimistas que os demais. Além disso, aceitam responsabilidades, acreditando que elas servirão para o seu próprio progresso e criam relações de apoio mútuo com colegas de classe e adultos para o planejamento e realização de seus sonhos.

“Eles planejam a vida, conversam sobre sonhos, viagens e cursos e vão em busca de ações para atingir aquilo que almejam.”

5 – São motivados pela família

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Para o aluno se sair bem na escola, ele precisa de motivação. O estudo cita o caso de uma aluna de ótimo desempenho escolar, cujos pais não têm ensino superior e levam uma vida bastante modesta: “De manhã a aluna faz entregas de salgados, ajuda na limpeza da casa e estuda um pouco. No período da tarde, ela vai para a escola. Ela contou: ‘Eu vejo a minha mãe, que se esforça muito, acordar às 4h para fazer as coisas, comprar material, me dar uma vida boa. Meu pai também dá duro. Se eu não me esforçar, o que eles vão pensar?’.”

“Um aluno motivado tem mais facilidade para superar fatores negativos que podem comprometer seu rendimento, como questões familiares e financeiras. Percebemos que os melhores estudantes tinham uma espécie de mentor ou alguém em quem se inspirar, mesmo que sem um nível formal alto de escolaridade.”

Fonte: James Ito-Adler, do Instituto Cambridge para Estudos Brasileiros e da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard

Madonna leiloa pintura por R$ 14 milhões para educação de meninas

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Publicado por Folha de S.Paulo

Madonna vendeu uma pintura abstrata do artista francês Fernand Leger por US$ 7,16 milhões (R$ 14, 2 milhões) na terça-feira (6), para arrecadar fundos para projetos de educação de meninas no Afeganistão, no Paquistão e em outros lugares.

A pintura de 1921, “Trois Femmes a la Table Rouge”, que tinha uma estimativa pré-venda de até US$ 7 milhões (R$ 14 milhões), foi adquirida por um comprador não identificado no leilão de arte impressionista e moderna da Sotheby’s, em Nova York, de acordo com o site da casa de leilões.

Quadro "Trois Femmes a la Table Rouge", leiloado por Madonna / Emmanuel Dunand/AFP

Quadro “Trois Femmes a la Table Rouge”, leiloado por Madonna / Emmanuel Dunand/AFP

A cantora pop disse em abril que comprou a pintura em 1990 e que a venda combinaria suas paixões pela arte e a educação ao angariar fundos para a Fundação Ray of Light, uma organização sem fins lucrativos que oferece formação profissional para crianças de rua e agricultoras pobres.

“Eu não posso aceitar um mundo onde as mulheres ou meninas são feridas, alvejadas ou mortas seja por ir à escola ou por ensinar em escolas para meninas. Nós não temos tempo para ser complacentes”, disse Madonna em um comunicado no mês passado.

“Quero trocar algo valioso por algo de valor inestimável –educar meninas.”

Madonna adotou duas crianças do Malaui e planeja construir 10 escolas no país do sul da África.

Jovem de 17 anos diz como aprendeu 23 línguas

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O americano Timothy Doner adotou o hobby de aprender idiomas e se tornou um hiperpoliglota

O estudante Timothy Doner. Ele dedica suas férias e os fins de semana a aprender idiomas (Foto: Emily Berl/The New York Times)

O estudante Timothy Doner. Ele dedica suas férias e os fins de semana a aprender idiomas (Foto: Emily Berl/The New York Times)

Angela Pinho, na Época

Nas ruas de Nova York, é possível ouvir alguém cantando em hebraico, falando híndi ou pedindo uma comida em farsi. É possível que tudo isso esteja sendo feito por uma pessoa só, o estudante Timothy Doner. Aos 17 anos, ele tornou-se sucesso na internet devido à capacidade de aprender idiomas. Muitos. Praticamente sozinho. Afirma que já fala 23, incluindo sua língua materna, o inglês, e promete mais.

Tim, como gosta de ser chamado, resolveu virar poliglota por hobby. Começou quando estudava para seu bar mitzvah, cerimônia que, na tradição judaica, marca a maioridade dos meninos, aos 13 anos. Durante a preparação, aprendeu algumas palavras em hebraico e resolveu continuar os estudos com o mesmo professor. Pegou gosto. Durante as férias, decidiu estudar árabe numa universidade. Com base no novo conhecimento, aprendeu outras línguas do Oriente Médio. Estendeu seus conhecimentos ao sul-asiático e à África. A partir do francês, que aprendeu na escola, passou a outras línguas latinas.

Para se tornar um hiperpoliglota, Tim diz passar praticamente todos os dias de suas férias e os fins de semana estudando de diversas maneiras, que incluem a combinação de diferentes métodos. Para algumas línguas, preferiu engajar-se em aulas de idioma. No caso de outras, apenas mergulhou em livros didáticos. Para praticar a fluência, conta que se beneficiou do caráter multicultural de Nova York, onde vive com os pais. Um de seus passatempos é ir a Chinatown, o bairro chinês, praticar mandarim com os moradores. Tirou também proveito da internet. Há dois anos, seguindo o exemplo do também poliglota Richard Simcott, passou a publicar pequenos vídeos no YouTube falando em diferentes idiomas. Ao final deles, perguntava: “O que vocês acharam da minha pronúncia?”. As respostas o ajudavam a melhorar ainda mais o que já parecia muito bom.

777_personagem2Tim não tem o mesmo nível de conhecimento para todas as línguas – algumas ele fala melhor, outras escreve, outras apenas lê. Sua desenvoltura impressiona quem assiste aos vídeos. “Daqui a dois anos, você poderá ter seu próprio programa na Al Jazeera”, disse um dos primeiros a comentar o vídeo de Tim falando em árabe, postado quando tinha 15 anos. “Você fala melhor que eu!”, afirmou uma afegã sobre o vídeo em que ele fala pachto, uma das principais línguas do Afeganistão. A partir dos amigos conectados à internet, trocou contatos e passou a praticar idiomas com gente do mundo todo por meio do programa de comunicação Skype. Num único dia, chega a falar até dez idiomas. Seu vídeo mais acessado, em que exibe sua fluência em 20 línguas durante 15 minutos, já foi visto por mais de 1,2 milhão de pessoas (assista abaixo). Apesar da fama, Tim rejeita o rótulo de superdotado. “Sou um bom aluno, mas diria que provavelmente sou mediano em todo o resto”, afirmou numa entrevista. É também modesto. Além de pedir opiniões sobre sua pronúncia, em seus vídeos diz coisas como: “No mês passado, comecei a ler em pachto, e não é tão difícil!”. Acha graça de seus amigos que dizem que seu hebraico tem sotaque francês – e vice-versa.

Tim pertence a um grupo de pessoas chamadas de hiperpoliglotas. Pesquisas recentes na área de neurologia descartam uma explicação única para tamanha habilidade. Parte dessa capacidade pode ser do próprio indivíduo – especialistas consideram haver algo de excepcional na facilidade e na agilidade com que Tim aprende línguas. Parte, entretanto, pode ser adquirida.

Aprender uma segunda língua ainda criança ajuda bastante. Alguns hábitos podem ajudar qualquer um a se lançar à tarefa. Em seus vídeos, Tim ensina alguns: não se estressar; não procurar cada palavra no dicionário; ler um pouco na língua estrangeira diariamente, mesmo que apenas um artigo da Wikipédia; misturar métodos até encontrar o mais adequado; tentar falar e ouvir o máximo em músicas, vídeos, novelas e pela internet. Para incentivar o diálogo dentro da rede, Tim estrelou com outros poliglotas o vídeo Skype me maybe, paródia do sucesso Call me maybe, de Carly Rae Jepsen. Ele não se cansa de novos desafios. Em sua coleção, Tim tem um livro sobre português do Brasil. Em breve, deverá falar como um brasileiro.

TJ-SP estabelece que leitura de livros pode diminuir tempo de prisão

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Publicado por Última Instância

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) instituiu a remição de pena pela leitura. A minuta foi aprovada pelo corregedor-geral, desembargador José Renato Nalini, que adotou os fundamentos apresentados pelos juízes assessores da CGJ (Corregedoria Geral da Justiça), Durval Augusto Rezende Filho, Jayme Garcia dos Santos Júnior e Paulo Eduardo de Almeida Sorci.

O documento apresentado pelos magistrados afirma que após a mudança do artigo 126 da Lei 7.210/84, a remição de pena, que antes era possível somente pelo trabalho, possa ser adotada também pelo estudo.

De acordo com os juízes, “ganhou corpo o fomento à leitura como atividade de estudo, dada a sua capacidade de formação e transformação sociais da pessoa. É pela leitura que o indivíduo apreende e compreende as ideias alheias, o que lhe permite fazer uma análise mais crítica de seus próprios pontos de vista, conscientizando-se de seus deveres e direitos”.

“A proposta demonstra a crença do Poder Judiciário pela leitura, como método factível para o alcance da reinserção social dos presos, preconizando um sistema penitenciário orientado a promover, estimular e reconhecer os avanços e progressões dos sentenciados, contribuindo, destarte, para a restauração de sua autoestima, na perspectiva da harmônica reintegração à vida em sociedade, objetivo principal da execução de pena”, traz ainda o documento.

A iniciativa é inédita no Estado e visa a estimular os juízes de Execução Criminal, respeitados o livre convencimento e a independência no exercício da jurisdição, a conceder remição de pena pela leitura.

A contagem de tempo para fins de remição será feita à razão de 4 dias de pena para cada 30 dias de leitura, conforme critérios estabelecidos na Portaria Conjunta 276, do DEPEN (Departamento Penitenciário Nacional). Serão formadas oficinas de leitura, na qual os cientificará da necessidade de alcançar os objetivos propostos para que haja a concessão da remição de pena. O Juízo, após a oitiva do Ministério Público e da defesa, decidirá sobre o aproveitamento do participante e a correspondente remição.

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